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Anunciantes norte-americanos vão gastar, em 2024, o dobro dos europeus

Os anunciantes norte-americanos vão gastar o dobro dos europeus em publicidade, em 2024, e mais 15% do que os asiáticos, avança um relatório da Statista.

Luis Batista Gonçalves
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Anunciantes norte-americanos vão gastar, em 2024, o dobro dos europeus

Os anunciantes norte-americanos vão gastar o dobro dos europeus em publicidade, em 2024, e mais 15% do que os asiáticos, avança um relatório da Statista.

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Os anunciantes norte-americanos vão gastar o dobro dos europeus em publicidade, em 2024, e mais 15% do que os asiáticos, avança um relatório da Statista. De acordo com a plataforma global de estatísticas, 41,7% dos anúncios mundiais serão de empresas dos Estados Unidos, representando um investimento de 420 mil milhões de dólares, cerca de €386,8 milhões. Em termos globais, este será o melhor ano de sempre, com os anunciantes a despender 1,83 triliões de dólares, mais de €1,69 triliões.

Os anunciantes europeus, que viram os seus orçamentos diminuir 3% em apenas cinco anos, não deverão ultrapassar os 18,4% e os asiáticos os 33,7%, apesar de serem os que têm vindo a crescer mais. Os restantes 6,1% serão repartidos pelos sul-americanos, pelos africanos e pelos 15 países da Oceânia, incluindo a Austrália e a Nova Zelândia. Segundo as previsões da Statista, só nos últimos cinco anos, o investimento global em publicidade ultrapassou os cinco triliões de dólares, mais de €4,6 triliões.

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Em termos de marcas, em 2023, só a Google, a Amazon e o Facebook geraram mais de 60% da receita global de publicidade digital nos Estados Unidos da América, embora outros gigantes norte-americanos, como a The Walt Disney Company e a Coca-Cola, também tenham investido fortemente, ajudando o país a liderar o ranking global dos maiores anunciantes. Em 2024, essa posição será reforçada, com um aumento de investimento previsto na ordem dos 25 mil milhões de dólares, mais de €23 mil milhões.

Ao contrário das congéneres norte-americanas, que vão despender este ano 420 mil milhões de dólares, cerca de €386,8 milhões, as empresas europeias nem sequer deverão atingir os 200 mil milhões de dólares (cerca de €185 mil milhões). Na Ásia, o continente que regista um crescimento mais rápido, na ordem dos 3% ao ano face ao 1% dos Estados Unidos da América, os anunciantes gastarão, de acordo com os dados avançados pela Statista, 365,6 mil milhões de dólares (€ 336,7 mil milhões).

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Alphabet negoceia compra de ‘startup’ de cibersegurança por €21 mil milhões

A oferta de funcionalidades de segurança otimizadas poderá ajudar a Google a conquistar mais clientes para o seu serviço de computação em nuvem

A Alphabet, empresa-mãe da Google, está em negociações para adquirir a startup de cibersegurança Wiz, por cerca de 23 mil milhões de dólares (€21 mil milhões), revelou ao The Wall Street Journal, a 14 de junho, uma fonte familiarizada com o processo. O investimento poderá ser a maior aquisição de sempre da Alphabet.

A Wiz, fundada em Israel e atualmente sediada em Nova Iorque, fornece soluções de cibersegurança baseadas na computação em nuvem, com deteção de ameaças e respostas em tempo real, impulsionadas pela inteligência artificial. O acordo de aquisição, financiado maioritariamente em dinheiro, poderá ser concretizado em breve, acrescenta ainda a fonte do WSJ.

A oferta de funcionalidades de segurança otimizadas como as da Wiz poderá ajudar a Google a conquistar mais clientes para o seu serviço de computação em nuvem, num mercado competitivo em que a procura está a aumentar. Recorde-se que o serviço de computação em nuvem da Google cresceu 28% para 9,57 mil milhões de dólares (€8,7 mil milhões) no primeiro trimestre deste ano.

Em 2023, a Wiz apresentou receitas de cerca de 350 milhões de dólares (€320 milhões) e, atualmente, trabalha com 40% das empresas da Fortune 100. Recentemente, arrecadou mil milhões de dólares (€916 milhões) numa ronda de financiamento privado, que avaliou a empresa em 12 mil milhões de dólares (€ 10,9 mil milhões).

O maior investimento da Alphabet ocorreu em 2012, com a aquisição da Motorola Mobility, por 12,5 mil milhões de dólares (€11,4 mil milhões).

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Leo Burnett Lisboa desenvolve ativação para a Castello

Através de um código QR, os consumidores podem degustar uma água gratuitamente. A iniciativa pretende amplificar a campanha publicitária desenvolvida no âmbito da comemoração dos 125 anos da marca, com planeamento de meios da Dentsu Media

A Leo Burnett Lisboa é responsável pela criatividade da ativação de marca que a água Castello está a promover, até 31 de julho, nas ruas de Lisboa atravessadas pelo elétrico 15, um dos símbolos da capital. Revestida a preto e vermelho, a viatura inclui um código QR que redireciona os consumidores para o site da marca, permitindo-lhes selecionar o ponto de venda onde podem desfrutar de uma água oferecida pela insígnia, numa ação de experimentação de produto.

A iniciativa pretende amplificar a campanha desenvolvida no âmbito da comemoração dos 125 anos da Castello, com planeamento de meios da Dentsu Media. “O Café Império, no Restelo, e a pastelaria A Tentação, na Praça da Figueira, recebem os passageiros para saborear uma água gaseificada premium simples, com fruta ou em mix com outras bebidas”, explica a Central de Cervejas, que em 2019 adquiriu a concessão e a marca de água, em comunicado.

“Esta campanha publicitária representa o espírito da marca, o seu dinamismo, a inquietude e a ambição em estar cada vez mais presente nos momentos importantes do dia a dia de uma forma versátil, desafiadora e inesperada”, refere Martim Manoel, gestor de marketing da Castello. A oferta, que reforça a estratégia de comunicação da marca iniciada em 2023, é limitada a uma garrafa de água por participante e ao stock existente, informa o regulamento da ativação.

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Daniel Craig protagoniza campanha masculina da Loewe

O ator britânico de 56 anos foi o escolhido pelo grupo empresarial LVMH, que detém a marca de moda espanhola, para promover as novas propostas da etiqueta para o outono/inverno 2024/25. David Sims assina as fotografias promocionais

Com direção criativa de Jonathan Anderson, fotografia de David Sims, estilismo de Benjamin Bruno, cenografia de Poppy Bartlett e produção de Holmes Production, a campanha publicitária da Loewe que promove a coleção masculina de outono/inverno 2024/25 da etiqueta de moda espanhola é protagonizada pelo ator britânico Daniel Craig. O intérprete de 007 sucede ao ator Jamie Dornan e ao cantor e compositor Omar Apollo, protagonistas das campanhas de outono/inverno 2023/24 e primavera/verão 2024 da marca.

Divulgada em media, em exterior, nas redes sociais, nas plataformas digitais e nos espaços comerciais da Loewe, promove também as peças desenvolvidas em colaboração com o artista plástico norte-americano Richard Hawkins que integram a coleção. Além de Jamie Dornan, Omar Apollo e agora Daniel Craig, a Loewe, detida pelo pelo grupo empresarial LVMH, também trabalhou com o ator inglês Josh O’Connor e com o artista francês Stéphane Bak em campanhas publicitárias anteriores.

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Media europeus perdem pluralismo. Portugal é um dos nove países de baixo risco

Pressões políticas, económicas e sociais e condições laborais precárias apontadas como duas das principais causas pelo Media Pluralism Monitor 2024, relatório do Centre for Media Pluralism and Media Freedom. FIJ já veio a público pedir políticas que salvaguardem a diversidade

Dos 32 países europeus analisados para a edição de 2024 do estudo Media Pluralism Monitor (MPM), realizado pelo Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF), apenas sete (Alemanha, Suécia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Finlândia e Lituânia) apresentam níveis de pluralismo dos media que podem ser consideradas satisfatórios. Portugal é, a par de Dinamarca, Estónia, Finlândia, Alemanha, Lituânia, Luxemburgo, Suécia e República da Macedónia do Norte, um dos nove países de baixo risco.

Áustria, Chipre e Eslováquia, que também se encontravam nesse patamar, apresentam agora uma taxa de risco médio. Apenas sete países europeus apresentam um nível satisfatório de pluralismo dos meios de comunicação social. A França já não é uma das nações com melhor desempenho na Europa, revela o estudo, realçando que os países com a taxa de risco mais elevada continuam a ser a Turquia, a Hungria, a Albânia, a Sérvia, a Roménia e o Montenegro.

Na maioria dos países analisados, os cidadãos europeus não têm acesso totalmente garantido a fontes de informação diversificadas e independentes, afirma o MPM, que aponta uma deterioração do pluralismo dos media em toda a Europa. “As tendências gerais mostram uma crescente interferência comercial e política nos meios de comunicação social. O relatório demonstra também a passividade dos governos europeus e das empresas de media face a esta ameaça democrática”, critica o CMPF.

O estudo, realizado anualmente, avalia os riscos para o pluralismo dos meios de comunicação social em 32 países europeus, 27 estados-membros da União Europeia (UE) e cinco países candidatos, detalhando as ameaças ao pluralismo e à liberdade dos meios de comunicação social. “Os resultados mostram que nenhum desses países ​​está livre de ataques ao pluralismo dos media”, alerta a análise, que aponta as pressões, as condições de trabalho e as ameaças jurídicas que os jornalistas enfrentam no quotidiano.

“Outra tendência alarmante que emerge do relatório diz respeito à independência editorial, que regista um nível histórico de alto risco este ano. As pressões comerciais comprometem a independência editorial, com os proprietários dos meios de comunicação social e os anunciantes a influenciar a cobertura dos temas”, refere o estudo. A adoção de quadros legislativos que melhorem as condições de trabalho dos jornalistas é uma das recomendações que o CMPF apresenta nas conclusões do MPM.

“Em 10 anos de monitorização dos media, observámos o surgimento de muitos novos desafios. Hoje, mais do que nunca, existe uma extrema necessidade de apoiar o jornalismo e o pluralismo dos media. Esperamos avaliar os efeitos da Lei Europeia sobre a Liberdade dos Meios de Comunicação Social nos estados-membros e apelamos aos governos para que se comprometam a proteger a liberdade de imprensa como um pilar da nossa democracia”, afirma Pier Luigi Parcu, diretor da CMPF.

Após a divulgação do documento, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) também veio a público insistir na adoção de políticas que salvaguardem o pluralismo dos media. “Em tempos como os que atualmente vivemos, em que a democracia está particularmente em jogo, os cidadãos precisam de uma imprensa livre e os governos devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a diversidade dos meios de comunicação social”, defende Dominique Pradalié, presidente da FIJ.

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APETRO é agora EPCOL com rebranding da White Way (com vídeo)

O novo rebranding da associação pretende refletir o novo posicionamento estratégico da associação, destacando o compromisso com a transição energética sustentável

A EPCOL é a nova marca que representa a associação das Empresas Portuguesas de Combustíveis e Lubrificantes, anteriormente conhecida como Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO).

O novo rebranding da associação, que passou pela criação de uma nova identidade visual e comunicação de marca, é da autoria da agência criativa White Way e pretende refletir o novo posicionamento estratégico da associação, destacando o compromisso com a transição energética sustentável. 

“A EPCOL quer garantir a energia do presente, enquanto investe na energia do futuro. Para nós e para as nossas associadas, é extremamente importante fornecer produtos energéticos com menor impacto no clima e no ambiente, pois somos e queremos continuar a ser parte da solução para as necessidades das empresas e famílias”, garante António Comprido, secretário-geral da EPCOL, em comunicado de imprensa.

“A sustentabilidade é um tema estratégico para a White, tanto na dimensão interna como no apoio aos nossos clientes nesta jornada. Ter a possibilidade de trabalhar criativamente um assunto tão fulcral é, para além de um privilégio, um enorme prazer. Estamos muito satisfeitos com o resultado deste projeto da EPCOL”, revela Filipa Montalvão, cofundadora e sócia da White Way.

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LinkedIn lança ferramenta de criação de campanhas com base em IA

A Accelerate é um dos primeiros investimentos do LinkedIn em IA e está incluída no gestor de campanhas desta rede social para profissionais e empresas, permitindo que os sistemas de IA elaborem uma campanha publicitária completa

O LinkedIn está a lançar oficialmente a Accelerate, ferramenta que utiliza inteligência artificial (IA) para automatizar o processo de criação de campanhas publicitárias. A ferramenta que está a ser apresentada a nível global, com a expetativa de estar disponível para todos os anunciantes no início do outono, já estava disponível para um número limitado de anunciantes, desde outubro de 2023, de acordo com o Digiday.

A Accelerate é um dos primeiros investimentos do LinkedIn em IA e está incluída no gestor de campanhas desta rede social para profissionais e empresas, permitindo que os sistemas de IA elaborem uma campanha publicitária completa. Basta o anunciante fornecer um link para o produto que pretende promover e o sistema encarrega-se do resto, incluindo os elementos criativos, através da integração do Microsoft Designer.

Tendo por base os dados dos clientes, a Accelerate cria automaticamente os conteúdos e o público-alvo para uma campanha. Assim, os anunciantes têm apenas de ajustar o texto, as imagens e aperfeiçoar quaisquer parâmetros de segmentação de acordo com as suas necessidades.

“Em apenas cinco minutos, a Accelerate constrói uma campanha completa e otimizações automáticas para atingir o público pretendido com anúncios envolventes, que podem ser ajustados e aperfeiçoados antes do lançamento da campanha”, salienta Abhishek Shrivastava, vice-presidente de produto do LinkedIn, em comunicado de imprensa.

O LinkedIn também está a adicionar outras novidades ao gestor de campanhas, como a opção de integrar dados de clientes e listas de exclusão na segmentação de uma campanha. Simultaneamente, a rede social está a expandir as capacidades do seu assistente de marketing baseado em IA, para que os anunciantes tenham a possibilidade de colocar questões mais detalhadas durante o processo de criação das campanhas.

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O que pode ler na edição 961 do M&P

Uma entrevista a Daniel Hulme (WPP), as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, a opinião de Paula Cosme Pinto, João Paulo Luz e Pedro Simões Dias, e o Book com os vencedores dos Prémios de Design M&P’24 são alguns dos destaques

Na edição 961 do M&P destaca-se uma entrevista com Daniel Hulme, diretor global de IA do WPP, que aponta os caminhos a seguir e a evitar na utilização de inteligência artificial no marketing, criatividade e planeamento de meios.

O também CEO da Satalia, empresa de pesquisa e implementação de sistemas de IA que vendeu ao WPP em 2021, por cerca de €88,75 milhões, destaca ainda o talento nacional na otimização de IA.

Uma análise de dados trabalhados pela Snack Content revela as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, entre janeiro e junho.

Na secção dedicada a profissionais expatriados, Ana Martines, diretora de comunicação e ‘engagement’ do cluster ibérico da L’Oréal, partilha a experiência de ter trocado Lisboa por Madrid.

Na rubrica dedicada à criatividade, Como é que não me lembrei disto?, a ‘New and Not Improved’, para o Mac&Cheese da Kraft, é a campanha que André Mota, diretor criativo da Mustard, gostaria de ter feito.

Na crónica Costela de Adão? Não, Paula Cosme Pinto, comunicadora pela igualdade de género, aborda a exploração da imaturidade infantil como nicho de mercado na cosmética, apresentando uma marca (a Kiehl’s), que faz o caminho oposto numa recente campanha publicitária.

Ainda na opinião, João Paulo Luz, diretor de negócios digitais e ‘publishing’ da Impresa, escreve sobre o poder da inteligência artificial no nosso conhecimento e opções de consumo. Pedro Simões Dias, fundador da Comporta Perfumes e advogado de proteção de direitos de marcas, escreve sobre artistas enquanto marcas, dando como exemplos Rihanna e Dino D’Santiago.

O dossiê especial é dedicado à inovação em bebidas, em que os produtos funcionais e diferenciados impulsionam o mercado, numa edição que conta ainda com o book Prémios de Design M&P’24, com os vencedores e os melhores momentos do evento de entrega dos troféus.

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Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp

A agência liderada por Miguel Ralha vai trabalhar a conta que estava dividida entre a O Escritório e a DDB

Catarina Nunes

A Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp, na sequência de uma consulta ao mercado, ficando a trabalhar a conta que até agora estava dividida entre a O Escritório (grandes campanhas) e a DDB (ponto de venda).

“É um orgulho podermos trabalhar uma marca portuguesa com uma história tão rica e um portefólio de comunicação também ele histórico. Como agência com um claro foco em criatividade e resultados, a exigência criativa da Galp não podia ser um estímulo melhor. Foi exatamente esse estímulo que nos deu força para agarrar esta oportunidade desde o primeiro minuto”, refere Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy,

Miguel Ralha acrescenta ainda que “toda a equipa da Bar Ogilvy está entusiasmada com as oportunidades que esta parceria vai trazer. A nossa equipa está preparada para levar a criatividade e a inovação a novos patamares, contribuindo para o sucesso contínuo da Galp”.

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Swee investe mil euros em marketing de guerrilha para atrair atenção de Cristina Ferreira

“Como ela recebe milhares de mensagens por dia, nunca iria reparar numa mensagem nossa. Surgiu-nos, então, a ideia de alugarmos um ‘billboard’ na Malveira”, explica ao M&P Diogo Valente, cofundador da marca de gelados

A Swee investiu mil euros numa ação de marketing de guerrilha para atrair a atenção de Cristina Ferreira. Para dar a provar os gelados veganos que produz e comercializa à apresentadora de televisão, a marca alugou um suporte publicitário na Malveira, na berma de uma estrada por onde a também diretora de entretenimento e ficção da TVI circula diariamente. No cartaz, a empresa reproduz a mensagem direta que enviou a Cristina Ferreira no Instagram, para lhe dar a conhecer a Swee.

“Como ela recebe milhares de mensagens por dia, nunca iria reparar numa mensagem nossa. Surgiu-nos, então, a ideia de alugarmos um ‘billboard’ na Malveira”, explica ao M&P Diogo Valente, cofundador da marca, justificando a escolha com o percurso profissional da apresentadora. “Sentimos muito a necessidade de manter a essência do projeto. Não nos esquecemos para onde vamos nem de onde viemos. A Cristina é uma pessoa que respeitamos muito por causa disso. Apesar de ter chegado aonde chegou, mantém bem vincado de onde vem”, afirma o empreendedor que cofundou a marca com Tiago Rebelo, em 2021.

Depois da colocação do cartaz, a Swee publicitou a ação nas redes sociais, procurando obter uma reação por parte da apresentadora, que até agora ainda não chegou. “Acho que ela está a preparar uma resposta do outro mundo. É a única justificação plausível. Mas estamos a aguardar pacientemente”, garante Diogo Valente, acreditando que o propósito de dar a provar os gelados à apresentadora vai ser atingido. “Ela vive muito os valores de autenticidade e de transparência da marca. Estamos convictos de que vamos ter uma interação com ela”, refere.

Nas redes sociais, os seguidores da marca reagiram entusiasticamente à iniciativa. “Foi a primeira vez que investimos em marketing, para nós este é um investimento gigante, mas fazemos ‘live streams’ com os nossos consumidores todos os dias, o que nos posiciona como uma marca brincalhona e divertida. As pessoas podem ver a equipa, como trabalhamos e onde estamos com ações de experimentação”, explica o empreendedor, que também aproveitou a euforia em torno do Euro 2024 para promover gratuitamente a marca.

“Desafiámos, através das redes sociais, a seleção nacional a experimentar os nossos gelados, incentivando também os nossos seguidores a dar-lhos a provar. Chegámos ao Danilo Pereira, que começou a seguir-nos e a interagir connosco. Quando a equipa partiu para a Alemanha, seguimos o autocarro até ao aeroporto, transmitindo a viagem em ‘live stream’. Quando o Danilo saiu, demos-lhe um gelado a provar”, recorda Diogo Valente, que também invadiu uma emissão da RTP para promover a marca, naquela que foi outra ação de marketing de guerrilha da Swee.

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Porto Business School renova pós-graduação em gestão de comunicação

O currículo do curso passa a abordar áreas como o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, ‘media training’, imagem pessoal e comunicação nas ciências do comportamento

A Porto Business School está a renovar a pós-graduação em gestão de comunicação, com uma atualização curricular direcionada para o atual perfil dos profissionais da comunicação, com uma abordagem holística e integradora.

A pós-graduação passa a abordar áreas como o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), ‘media training’, a imagem pessoal e a comunicação nas ciências do comportamento. A nova edição do programa, conta ainda com um reforço da importância do trabalho de projeto de fim de curso.

Os participantes vão poder assistir a ‘masterclasses’ conduzidas por oradores nacionais e internacionais sobre temas como estratégia e comunicação organizacional, ‘design thinking’, liderança, ‘data mining’ e transformação digital, entre outros. Esta formação pretende desenvolver nos participantes diversas competências nas diferentes dimensões da comunicação para acesso ao mercado nas áreas de comunicação e gestão de marca.

A pós-graduação em gestão de comunicação assume uma componente prática, através da realização de trabalhos que visam dar resposta a situações e desafios reais dos participantes em disciplinas como RGPD, ‘lobbying’, gestão de crise, ‘media training’ e coordenação de eventos, entre outros. O programa pode ser frequentado em formato presencial ou online e começa a 4 de outubro, sendo que o período de candidaturas termina a 20 de setembro. As inscrições estão disponíveis no site da Porto Business School.

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