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“Não há espaço para quatro gratuitos diários”

Recentemente nomeado director do marketing global da Metro Internacional, juntamente com Christian Quarles, seu congénere sueco, Luís Rebola explica em entrevista ao M&P quais os objectivos do novo departamento e […]

Maria João Morais
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“Não há espaço para quatro gratuitos diários”

Recentemente nomeado director do marketing global da Metro Internacional, juntamente com Christian Quarles, seu congénere sueco, Luís Rebola explica em entrevista ao M&P quais os objectivos do novo departamento e […]

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Maria João Morais
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Recentemente nomeado director do marketing global da Metro Internacional, juntamente com Christian Quarles, seu congénere sueco, Luís Rebola explica em entrevista ao M&P quais os objectivos do novo departamento e analisa o mercado da imprensa gratuita em PortugalO bolo publicitário do segmento dos diários gratuitos terá que alargar para permitir a sobrevivência dos actuais players. Esta é uma das ideias defendidas por Luís Rebola, que acredita que os gratuitos vieram influenciar a oferta comercial dos títulos pagos. Meios&Publicidade (M&P): O que representa para o Metro Portugal ter o director de marketing a gerir o marketing global da marca e quais os desafios do novo departamento?
Luís Rebola (LR): Primeiro que tudo, eu continuo a ser, na maior parte das horas de trabalho, o director de marketing do Metro em Portugal. 70% do meu tempo está adjudicada à operação portuguesa e também as minhas extra hours. É esse o meu principal cargo. A política deste novo departamento de marketing global é, o mais possível, centralizar a produção e a execução de iniciativas, de forma a rentabilizar os recursos locais que são sempre escassos. Esperamos conseguir fazer o maior número de iniciativas a nível global e partilhá-las com as operações. Ter o maior número possível de sinergias, porque no fundo somos um departamento de marketing não com três pessoas em Portugal mas com cerca de 150 pessoas a nível global. Podemos beneficiar se captarmos as melhores ideias, canalizarmos essa produção para um ponto e depois partilharmos. É esse o grande desafio do marketing do Metro a nível global. Depois, obviamente que o Metro em Portugal vai beneficiar do facto de eu ter exposição dentro da Metro Internacional no cargo global e pelo facto de eu ter conhecimento de tudo o que se está a fazer nos vários países. M&P: O Metro está a conseguir tirar partido do facto de ser uma marca internacional?
LR: Ainda não. Em 13 anos o Metro evoluiu de diário gratuito lançado em Estocolmo para uma marca global que está presente em 23 países, constituindo-se como o maior jornal diário do mundo. Cresceu sempre na tentativa de replicar um modelo muito parecido, de criar um produto que era homogéneo e consistente em termos de layout e de conteúdo, mas nunca foi uma prioridade alinhar as políticas de comunicação e de divulgação. Por isso, neste momento, decidiu-se olhar para o Metro como uma marca que está presente em vários mercados, que têm o mesmo tipo de necessidades de comunicação e portanto podem começar a alinhar estratégias. Daí ter-se sugerido um modelo de gestão do marketing que partisse de alguém que trabalha nas operações, alguém que vê o produto a ser feito todos os dias. Somos um produto construído nas operações, por isso é muito interessante que quem tem responsabilidades a nível global pela marca veja quais são as implicações na prática e as necessidades que temos diariamente. M&P: As iniciativas globais do Metro conseguem produzir efeitos localmente?
LR: A marca a nível local beneficia do facto do Metro ter esta presença a nível global. Podemos imaginar por exemplo que vamos replicar este exemplo da Mariza como directora por um dia e ter a Madonna como directora por um dia. Ao termos um jornal com 20 mil leitores diários em 23 países, é mais fácil conseguir um tipo de parcerias com mais abrangência. E se eu localmente comunicar este mega projecto global, posso conseguir valor a nível local. M&P: É mais difícil comunicar a importância de um título gratuito?
LR: Sim, as pessoas tendem a não atribuir tanto valor a um produto que possa não ter preço. Não obstante, as melhores coisas do mundo não têm preço: a amizade, o amor ou outro tipo de sentimentos que são incomensuravelmente grandes, não têm preço. E a informação, tal como qualquer um destes valores, não tem preço. Nós acedemos a ela gratuitamente na rádio e na televisão. No entanto, há um resultado muito interessante de um estudo da Novadir, o Observatório News, em que se perguntava aos leitores se 50 cêntimos seria considerado muito, pouco ou demasiado para pagar pela imprensa diária gratuita e o Metro apareceu com uma grande percentagem de leitores, cerca de 70%, que achava que 50 cêntimos era pouco para pagar pelo Metro, o que se evidenciou face aos dois principais concorrentes, o Global e o Destak. No fundo esse é o valor da marca. M&P: Já se está a esbater o preconceito contra a imprensa gratuita?
LR: Já. Nota-se pelo grande crescimento que tem tido em termos de leitores, mas mais do que tudo acho que se pode ver pelo tipo de anunciantes que já se consegue captar e também pelos parceiros que nos procuram para sermos o jornal oficial ou para sermos media partners. Não têm o menor problema, pelo contrário, perceberam que está aqui o cool da imprensa diária. M&P: O tipo de anunciantes é diferente do da imprensa paga.
LR: É um bocadinho. Os nossos primeiros anunciantes começaram por ser os mesmos da imprensa paga, que experimentavam um gratuito por uma questão de massificação de mensagens, uma vez que temos mais leitores do que a maioria dos suportes de imprensa diária paga. Mas com o tempo começámos a ter muitas marcas de grande consumo, que historicamente não faziam imprensa paga porque esta não tem a audiência que lhes interessa, nomeadamente um target mulheres ou um target jovem. M&P: O Metro funciona muito como veículo para o marketing das marcas, que fazem frequentemente acções de sampling ou de marketing directo. Os leitores conseguem distinguir os gratuitos das marcas e valorizá-los como um produto editorial?
LR: Sim, nós temos muito cuidado nesse sentido. Temos uma bíblia editorial que é totalmente separada de tudo o que é acções da área comercial. Tanto em termos de layout, de visual e do jornal em si, não pode haver confusão para os leitor sobre aquilo que é uma acção das vendas, e aquilo que é um conteúdo editorial. Nós somos um jornal muito afoito para fazer coisas inovadoras na área comercial, mas muito tradicional naquilo que tem a ver com isenção e rigor dos conteúdos editoriais. Não vendemos conteúdo editorial. Por aí não há confusão. Por outro lado, os leitores perceberam que as marcas que lhes levam o jornal são as marcas que lhes permitem ter acesso à informação sem terem que pagar por ela. Portanto, eu acho que não só cria algum good will à volta da marca que paga a acção especial, que faz um sampling, como cria de facto uma boa vontade das pessoas em relação àquela marca que naquele dia lhes permitiu ter um jornal. Há de facto uma associação positiva das marcas com os leitores, que têm noção que quem paga o jornal são as marcas que investem nele. M&P: Não há confusão possível?
LR: A partir do momento em que a própria imprensa paga também tem capas falsas, desmistificou-se essa questão. A própria televisão tem publicidade. Se segundos antes de começar o Telejornal se dá um anúncio do Continente, isso não quer dizer que vão falar bem da Sonae naquele noticiário. Eu acho que as pessoas têm noção de que a publicidade lhes permite ter acesso a determinado tipo de coisas de forma gratuita, desde que aquele meio for totalmente isento, factual, objectivo, como seja o Metro. M&P: De que forma vieram os gratuitos influenciar a oferta comercial da imprensa tradicional?
LR: A imprensa paga reagiu de alguma forma no sentido de se tentar aproximar em termos de formatos de publicidade daquilo que a imprensa gratuita, e nomeadamente o Metro, trouxe de inovador ao mercado. No entanto, estamos a falar num conceito [do Metro] que é todo ele pensado com base num racional comum, no sentido de ser um produto editorial neutro e eficaz. Esse modelo foi construído numa base racional que não se pode replicar tomando só uma das partes. Estamos a falar de um jornal que tem que ter uma leitura rápida. Não pode ter mais do que 15 a 20 minutos porque é esse o período em que as pessoas estão disponíveis. Portanto, uma coisa não é indissociável da outra. Não é por um formato ser mais criativo, num jornal que tem 100 páginas, que vai ser mais eficaz. O que é eficaz é um conjunto de coisas, nas quais também se incluem os formatos criativos, mas que não são desintegrados nem se podem retirar do universo de racionais que constrói um produto como o Metro. E isso a imprensa paga nunca conseguirá. Por mais criativo que seja o formato publicitário vai sempre haver ineficácia da comunicação. M&P: Do ponto de vista do marketing, será que os gratuitos também influenciaram as estratégias dos jornais pagos?
LR: O modelo de negócio sim. Mas acho que não fomos só nós, houve um conjunto de situações que os obrigaram a reagir. Mais do que alterarem as suas políticas como produto, os próprios grupos a que esses meios pertencem tentam ter um gratuito. Hoje em dia pode-se ver isso: todos os grupos que têm jornais diários pagos já têm um gratuito. É o futuro e eles perceberam isso. M&P: E não estamos a chegar a um ponto de saturação? A actual pulverização de jornais gratuitos não acaba por desinteressar os leitores?
LR: Aqui acho que cada um vai encontrar o seu espaço e actualmente há algum que ainda pode fechar. Nós sabemos que num mercado em concorrência perfeita podem entrar o número de players que quiserem, mas depois só ficam os que de facto forem bons e conseguirem ser rentáveis. Há exemplos de vários países em que o Metro está presente, mas em que alguns players acabaram por sair ao fim de algum tempo porque não eram rentáveis. Agora também pode acontecer que o segmento da publicidade na imprensa gratuita comece a alargar, comece a captar investimento que vem dos pagos, e de outras áreas como o outdoor, ou mesmo da televisão ou da rádio. Ou seja, pode acontecer que o segmento atinja um valor percentual suficientemente grande que permita que todos sobrevivam. Neste momento, com estes players, eventualmente haverá um que está a sofrer mais. Não há espaço ainda para quatro gratuitos diários. O número é demasiado num mercado destes se o segmento não abrir. É necessário que o bolo aumente, para que depois a fatia que cabe a cada um lhes permita sobreviver. Aumentou mais depressa o número de títulos do que o bolo. Mas o que acontece normalmente em concorrência perfeita é que entram vários [títulos] e depois há um que morre e serve de tampão, nunca mais ninguém entra porque a história serve de exemplo para o seguinte. M&P: Já houve um a sucumbir.
LR: Sim, o Diário Desportivo. Mas como não era generalista ainda não serviu de exemplo aos outros. M&P: Face ainda a uma crise generalizada na imprensa em Portugal, como está o Metro a enfrentar essa situação? Continua a ter viabilidade financeira?
LR: Continua. Aliás, temos exemplos de variadíssimos mercados onde o que estamos a viver neste momento já aconteceu ou está a acontecer. Portanto nós sabemos que isto é uma fase que passa e que depois só ficam os melhores, os que só têm melhor músculo financeiro. Sabemos que este é um momento difícil para todos, mas que é ultrapassável, pelo menos no caso do Metro, porque já vimos a história repetida nos outros mercados. M&P: E o que pode fazer o Metro para conservar o seu lugar no mercado?
LR: O ponto é tentarmos sempre inovar, seja em termos de produto, seja em termos de soluções criativas para os anunciantes e é isso que nos tem feito conseguir captar alguns investimentos que nos permitem continuar a vender. Por aí nós conseguimos diferenciar e captar investimento adicional. Muitas vezes temos que reinventar o negócio e desenvolver acções com base em necessidades de comunicação. M&P: Segundo os dados divulgados, o Metro Portugal apresentou no ano passado resultados positivos. Vão manter-se este ano?
LR: Não posso falar sobre isso. Não é a minha área. O Metro é um jornal cotado em bolsa na Suécia, por isso não podemos falar de valores para além dos divulgados para os mercados financeiros. M&P: Dentro da Metro Internacional, o que representa a operação nacional?
LR: Não é um peso. Tem sido sempre muito bem referida como exemplo do forte crescimento e rentabilidade rápida, mas nunca problemática. Não somos um problema para eles. M&P: O Metro é dos poucos projectos de imprensa diária que não está integrado num grande grupo de media. Em que medida beneficia dessa situação?
LR: O Metro tem uma participação minoritária da Media Capital [35%]. Este foi o mercado teste para uma nova forma de expansão, verificar se a associação a um grupo de media já instalado permitia beneficiar de sinergias e rapidamente expandir sem perder a ligação à casa mãe. Porque a certa altura era preciso um investimento muito grande para abrir novas operações. A experiência é positiva, tanto que o nosso caso é uma inspiração para outros mercados que surgiram a seguir a nós e é por aí que o Metro pretende continuar a crescer. Expandir geograficamente para áreas como a Ásia, nomeadamente China e Rússia, com base em parcerias como estas. M&P: Ainda sobre as sinergias, ou no caso sobre o final de uma parceria, o Metro perdeu o acordo com o Sol, que previa a publicação à sexta-feira do resumo de uma das principais histórias do semanário…
LR: Em termos de permuta de espaço de publicidade, o Metro tem mais leitores do que o Sol, portanto quem perde mais contactos não sou eu. Mas isso acontece por uma imposição de grupo. No fundo foram obrigados a escolher o Destak porque não os deixaram continuar a partilhar conteúdos com o jornal que escolheram quando eram independentes. Mas respeitamos totalmente a decisão. O Metro não estava dependente dos conteúdos do Sol para poder ter manchetes boas à sexta-feira, portanto cada um segue o seu caminho.

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Cannes Lions 2024: Bro Cinema ganha Grande Prémio em Pharma (com vídeo)

Portugal tem hipótese de ganhar mais prémios nos próximos dias, uma vez que já tem oito trabalhos em ‘shortlist’: quatro em Direct (dois da Bar Ogilvy e dois da Dentsu Creative), dois em Entertainment for Sport (Judas e Coming Soon), um em Entertainment (Havas) e outro em Digital Craft (Bar Ogilvy).

O “Magnetic Stories”, que conta com a produção da Bro Cinema e realização de Mário Patrocínio, venceu o Grand Prix do Cannes Lions, na categoria Pharma. Com criatividade da agência Area 23, de Nova Iorque, trata-se de um projeto piloto da CUF em que os sons das ressonâncias magnéticas são transformados em histórias para crianças em audiolivros.

O ADN nacional está também presente através dos protagonistas, uma vez que o projeto da Siemens Healthineers, que produz equipamentos para ressonâncias magnéticas, é da responsabilidade do hospital da CUF e conta com as histórias criadas pelos escritores Mariana Jones e João Pedro Mésseder, além dos testemunhos de crianças e pais portugueses. O ‘Histórias Magnéticas’ é direcionado às crianças e tem como ponto de partida os ruídos perturbadores dos exames por ressonância magnética, fazendo corresponder cada som a momentos de histórias emocionantes e seus personagens, como robôs ou naves espaciais, por exemplo. A ideia é que o momento do exame seja menos assustador para as crianças.

“Conseguir o Grand Prix dos Lions em Cannes nesta edição com uma campanha profundamente emotiva, original e inspiradora, deixa-nos com um orgulho muito sentido e especial”, refere Mário Patrocínio (na foto), cofundador e realizador da Bro Cinema em declarações ao M&P. “Esta campanha prova que o mercado de produção publicitária portuguesa pode estar em Cannes este ano com uma singular capacidade criativa e revela que o talento das equipas nacionais consegue transpor barreiras de internacionalização”, acrescenta Mário Patrocínio.

A presidente do júri do Cannes Lions de Pharma, Collette Douaihy, CCO global da Dentsu Health, por seu lado, considera que a melhor forma de demonstrar o poder da criatividade é ter um impacto direto na vida das pessoas. “O trabalho vencedor faz isto produzindo audiolivros para crianças sujeitas a exames de MRI, transformando a desorientação e medo de procedimentos médicos numa experiência imersiva envolvente. As histórias foram meticulosamente trabalhadas por reputados autores e designers de som para sincronizarem precisamente cada som do exame com momentos entusiasmantes das histórias, aliviando o medo e melhorando a experiência. Isto é ‘storytelling’ no seu melhor”, refere a presidente do júri de Pharma em comunicado de imprensa.

Portugal tem hipótese de ganhar mais prémios nos próximos dias, uma vez que já tem oito trabalhos em ‘shortlist’: quatro em Direct (dois da Bar Ogilvy e dois da Dentsu Creative), dois em Entertainment for Sport (Judas e Coming Soon), um em Entertainment (Havas) e outro em Digital Craft (Bar Ogilvy).

 

Sobre o autorCatarina Nunes

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Media e fabricantes perdem anualmente €1,8 milhões em pirataria e contrafação

17% dos portugueses admite utilizar canais ilegais online para assistir a transmissões desportivas e 8% da população entre os 15 e os 24 anos adquire deliberadamente equipamento desportivo falso através da internet, revela estudo do EUIPO. Duas novas campanhas pretendem reduzir as infrações

A transmissão ilegal online de conteúdos e de eventos desportivos em direto gera anualmente mil milhões de euros de receitas ilícitas na União Europeia, um montante que as empresas de media perdem, revela um estudo do Instituto da Propriedade Intelectual da UE (EUIPO). A esse valor acresce uma perda total estimada de €851 milhões por ano de receitas para os fabricantes de equipamentos desportivos por causa da contrafação, o que equivale a 11% do total de vendas no setor.

Em Portugal, os prejuízos atingem os €12,9 milhões, motivados por uma redução de vendas estimada em 11,9%, refere o estudo europeu. “17% dos cidadãos portugueses acederam ou transmitiram conteúdos de fontes digitais ilegais para ver eventos desportivos, sendo que a percentagem entre os jovens dos 15 aos 24 anos foi de 34%”, revela o EUIPO em comunicado.

Segundo o estudo, o streaming é o método mais popular de acesso a conteúdos televisivos ilícitos, com 58% da pirataria na UE a ocorrer através de transmissão e 32% através de download. “8% dos jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos adquiriram deliberadamente equipamento desportivo falso através da internet”, avança o documento.

“Este valor não inclui a economia paralela de equipamento desportivo como camisolas e calçado de futebol falsos, que representam uma parte significativa do total de €12 mil milhões de contrafações de vestuário na Europa por ano”, refere a EUIPO, que acaba de lançar duas campanhas de sensibilização, em complemento da Agorateka, uma ferramenta desenvolvida pelo instituto que ajuda os espetadores a identificar ofertas legais de conteúdos online, incluindo eventos desportivos.

Para reduzir o número de transmissões ilegais e combater a pirataria online de eventos desportivos e outros eventos ao vivo, o instituto estabeleceu também contactos com uma rede de autoridades administrativas nacionais. Além dessa campanha, está a dinamizar uma outra que apela ao combate à contrafação através de uma maior aplicação da lei e sensibilização, “para a qual o EUIPO contribui através de esforços de divulgação, implementação e monitorização”, esclarece ainda a instituição.

“Ao desfrutarmos da emoção da competição, é crucial jogar limpo. Os direitos de propriedade intelectual subjacentes a estes eventos protegem e reforçam as nossas experiências enquanto adeptos, apoiam os nossos atletas e inspiram futuros campeões. Ao assistir às emissões oficiais e ao comprar produtos licenciados, asseguramos que os nossos desportos amadores continuam a prosperar durante as gerações vindouras”, afirma João Negrão, diretor executivo do EUIPO.

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Audiências: TVI reforça liderança com 15% de quota

RTP1 e TVI são os canais que reforçam a quota de mercado na semana de 10 a 16 de junho, ao contrário da SIC, Cabo e Outros, que registam uma quebra. TVI aumenta vantagem sobre a SIC

O consumo global de TV regista tendência de crescimento esta semana, aumentando cerca de 14 minutos por dia face à semana anterior, ficando assim nas 5h32m diárias.

Nas variações de share semanal, RTP1 e TVI são os canais que reforçam esta semana, ao contrário da SIC, Cabo e Outros, que registam quebra nos seus shares, enquanto a TVI aumenta a vantagem sobre a SIC. Desta forma, a RTP1 aumenta e tem esta semana 12,7% de share, a SIC recua até aos 13,7% de share semanal, ao contrário da TVI, que reforça a sua liderança e tem agora 15,0% de share. Cabo e “Outros” registam ambos tendência de decréscimo, com a Cabo a descer até aos 38,9% de quota, e o “Outros” (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a descer de forma ligeira, tem esta semana 17,8% de share.

Na tabela dos canais mais vistos do cabo, há um novo ocupante no pódio da semana, o canal Hollywood, que ocupa a terceira posição e se segue aos habituais líderes CMTV e CNN Portugal. Nos lugares que se seguem ao pódio estão a SIC Notícias, Star Channel, TVI Reality, Star Movies, Globo e SIC Mulher. A fechar o top 10, está o Star Life, que esta semana regressa à tabela dos mais vistos.

O futebol continua a dominar o topo do ranking da programação, com as duas primeiras posições a serem ocupadas pelo último jogo de preparação da seleção nacional, ‘Futebol – Jogo de Preparação EURO 2024/Portugal X Rep. Irlanda’ e pelo primeiro jogo do Euro 2024, ‘EURO 2024: Fase de Grupos/Alemanha X Escócia’, ambos transmitidos na RTP1.

Seguem-se ‘Big Brother – Especial’, da TVI, a transmissão ‘EURO 2024: Cerimónia de Abertura’, feita na RTP1, e ainda a novela da TVI ‘Cacau’. Mais uma vez, é o programa da CMTV ‘Investigação CM/Tráfico a Céu Aberto’, o mais visto do cabo esta semana, com o top 5 novamente ocupado na totalidade por conteúdos da CMTV. Seguem-se o ‘Grande Jornal – Noite’, ‘Doa a Quem Doer’, e os programas desportivos ‘Pé em Riste’ e ‘Liga d’Ouro’.

Data Insights, Havas Media Network

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Audiências Euro 2024: Jogo de abertura com mais de 1,5 milhões de telespetadores

A RTP1 beneficiou da transmissão do jogo inaugural do Euro 2024, no entanto foi a TVI a estação a liderar no total do dia

O dia 14 de junho de 2024 fica marcado pelo arranque do Euro 2024. O jogo de estreia, em Munique, entre a anfitriã Alemanha e a Escócia deu o pontapé de saída à grande competição de seleções do velho continente. A seleção alemã venceu de forma convincente a Escócia por cinco bolas a uma. A RTP1 foi a estação que transmitiu o jogo de abertura, com os portugueses a corresponderem com uma boa audiência.

Em média, mais de 1,5 milhões de telespetadores assistiram à partida, a que correspondeu um share de 34.0%. Este foi também o programa mais visto do dia, superando as audiências dos jornais de informação. Para além da RTP1, a Sport TV1 também transmitiu o jogo em simultâneo, tendo alcançado uma audiência média de 40 mil telespetadores e um share de 0.9%.

A RTP1 beneficiou da transmissão do jogo inaugural do Euro 2024, no entanto foi a TVI a estação a liderar no total do dia. Com uma quota de share de 15.1%, a estação pública ultrapassou a SIC e aproximou-se da TVI, registando mais 4.5p.p. face à média de maio.

Quanto ao perfil de telespetadores que assistiu ao jogo, podemos verificar que foram os homens, de idade com mais de 55 anos de classe mais media/alta que registou maior afinidade com o jogo inaugural.

Comparativo com campeonatos anteriores em canal aberto

Se compararmos o primeiro jogo do Euro 2024 com os outros das duas últimas grandes competições, é possível verificar que este foi aquele que teve mais impacto. Registou uma audiência superior ao jogo de abertura do Euro 2020 entre a Turquia e a Itália.

A partida de abertura do Mundial de 2022 no Qatar, dos três jogos, foi a que verificou uma audiência mais baixa. Importa referir, que apesar da transmissão ter sido a um domingo, o horário do jogo (16h) foi um dos fatores que não ajudou a ter uma audiência mais elevada.

Alemanha X Escócia com pico máximo de 1,7 milhões de telespetadores

A transmissão do 1º jogo do Euro 2024, registou uma maior audiência durante a primeira parte. A Alemanha entrou forte no jogo e aos 19 minutos já vencia por duas bolas a zero. No período de descontos da 1º parte, a tarefa da Escócia de reentrar na partida fica praticamente impossível devido à marcação de uma grande penalidade e expulsão de um dos seus jogadores. Com o resultado em três a zero ao intervalo e com o jogo resolvido, a 2ª parte registou uma audiência mais baixa do que a 1ª parte, ainda assim superior a mais de 1,5 milhões de telespetadores.

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport –mMediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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MOP e JC Decaux ganham concessão da SCTP

Com a vitória no concurso público da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto, a MOP passa a explorar a publicidade no exterior de 1.154 autocarros nas duas maiores cidades do país, uma vez que já conta com uma rede de 734 viaturas da Carris em Lisboa. A JCDecaux garante a exploração do exterior de seis elétricos no Porto

A MOP e a JCDecaux venceram o concurso público para a concessão da exploração publicitária lançado pela Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP). Os dois lotes que o integram abrangem apenas a publicidade no exterior das 426 viaturas contempladas no acordo. “Foram ambos a concurso público na plataforma Vortal, com o respetivo programa e caderno de encargos. Desse concurso resultou que foi adjudicado à MOP a exploração de publicidade no exterior de 420 autocarros de transporte publico urbano de passageiros de diferentes tipologias pelo valor de €1.827.137, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, por três anos, com início a 1 de julho de 2024”, revela ao M&P um porta-voz da STCP.

“A adjudicação para a exploração de publicidade no exterior de seis elétricos de serviço público foi para a JCDecaux pelo valor de €633.060, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, por três anos com início a 1 de julho de 2024”, revela ainda a mesma fonte. Com o acordo assinado após a vitória no concurso público, a MOP passa a explorar a publicidade no exterior de 1.154 autocarros nas duas maiores cidades do país, uma vez que já conta com uma rede de 734 viaturas da Carris em Lisboa.

“Estamos entusiasmados por manter a exclusividade na comercialização das redes de autocarros em Lisboa e Porto, com um produto que está alinhado com a nossa missão de proporcionar a melhor e mais completa oferta de publicidade exterior em Portugal. Continuaremos a comercializar essas redes de forma exclusiva nos próximos anos, oferecendo oportunidades para campanhas segmentadas e inovadoras”, refere Vasco Perestrelo, CEO da MOP, citado em comunicado de imprensa. A partir de 1 de julho, segundo a empresa, a vitória no concurso da STCP passa a garantir aos anunciantes da MOP o acesso a 2,5 milhões de consumidores maiores de 15 anos nas duas maiores e mais populosas cidades do país, gerando 175 milhões de contactos.

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Wieden+Kennedy London assina campanha da Nike Football protagonizada por Mbappé, Haaland e Vini Jr (com vídeo)

Procurando capitalizar o interesse que o UEFA Euro 2024, que se realiza entre 14 de junho e 14 de julho na Alemanha, está a despertar um pouco por todo o mundo, o novo filme publicitário da submarca da Nike está a ser promovido nas redes sociais da insígnia

Os futebolistas Kylian Mbappé, Erling Haaland e Vinícius Júnior, também conhecido como Vini Jr, são os protagonistas da nova campanha publicitária global da Nike Football, desenvolvida e produzida pela Wieden+Kennedy London. Lançada em pleno campeonato europeu de futebol, Awaken Your Madness conta também com a participação especial de Ronaldinho Gaúcho, ex-futebolista brasileiro. Ao som de “There’s something wrong with you”, clássico de Screamin’ Jay Hawkins, o trio de desportistas apela à superação num filme de dois minutos e 22 segundos.

Além da televisão e dos suportes digitais, a campanha está a ser promovida nas redes sociais da marca, procurando capitalizar o interesse que o UEFA Euro 2024, que se realiza entre 14 de junho e 14 de julho na Alemanha, está a despertar em todo o mundo. O filme publicitário explora os rituais e as superstições dos protagonistas. “Há algo de especial que separa os que se encontram no topo de todos os outros” é a mensagem que a insígnia procura transmitir na nova campanha, informa a Nike Football no X. A Wieden+Kennedy colabora com a Nike desde 1982.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

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Pinterest anuncia formatos publicitários baseados em IA

O lançamento do Performance+, ferramentas que automatizam o processo de criação de campanhas e aumentam o desempenho através de IA, é outra das novidades. Os novos formatos publicitários estão, por agora, reservados a um grupo selecionado de marcas, como a Nike e a Wayfair

O Pinterest lançou o Pinterest Ad Labs, novo programa destinado a marcas selecionadas, como a Nike e a Wayfair, para testarem protótipos de novas ferramentas criativas e de anúncios. A criação de fundos para produtos, baseados nas preferências de compra dos utilizadores, e o aproveitamento das ‘Colagens’ do Pinterest (que permitem aos anunciantes recortar imagens) como formatos de anúncios são algumas das funcionalidades.

Com a nova funcionalidade de criação de fundos personalizados, as marcas podem agora tornar as publicações de anúncios mais atraentes aos utilizadores. Se um utilizador demonstrar uma tendência para um determinado estilo visual, a funcionalidade será capaz de fazer corresponder esse estilo ao fundo de um produto anunciado. O modelo de texto-imagem do Pinterest analisa o conteúdo publicado nos ‘mood boards’ do utilizador e, em seguida, utiliza esses dados para criar fundos que se adequem aos interesses do utilizador, fornecendo, por exemplo, mais contexto sobre a forma como o produto pode encaixar nos planos de design do utilizador.

Com a nova funcionalidade ‘Colagens’, que através de uma tecnologia de edição de imagens baseada em IA já permitia aos utilizadores recortarem produtos das publicações e adicioná-los a um ‘mood board’ personalizado, os anunciantes podem agora criar as próprias colagens e promovê-las num formato de anúncio interativo para os utilizadores. Os produtos promovidos em colagens vão poder ser comprados diretamente através da publicação, para simplificar a pesquisa e a compra ao utilizador.

Para além do Ad Labs e dos novos formatos publicitários, o Pinterest anuncia ainda o lançamento do Performance+, um conjunto de ferramentas que se destinam a automatizar o processo de criação de campanhas e a aumentar o seu desempenho através de IA. Para esta novidade, o Pinterest estabeleceu uma parceria com a empresa de software DoubleVerify, para proporcionar aos profissionais de marketing uma melhor capacidade de medir a segurança e a qualidade das campanhas no Pinterest.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

Daniel Monteiro Rahman

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E-goi lança material educativo gratuito para fomentar estratégia de dados em empresas

O conteúdo, disponível no site da plataforma, é um guia que auxilia as empresas a adotarem estratégias eficientes.

Com a crescente quantidade de dados partilhados, adotar uma estratégia eficiente é essencial para obter vantagens competitivas e impulsionar o crescimento dos negócios. Neste seguimento, a E-goi – plataforma de marketing omnicanal, lançou um material educativo exclusivo, disponível online e de forma gratuita, o checklist + template Data Strategy for Growth.

Desenvolvido por especialistas, o guia pretende auxiliar empresas na implementação de estratégias de dados eficazes e possui dois componentes principais:

Checklist Data Strategy: uma lista que indica e clarifica as etapas necessárias para a adoção de uma estratégia de dados eficiente.

Template Plano e Estratégia de Gestão de Dados: um modelo para guiar as políticas e manutenção de dados, garantindo práticas sustentáveis e seguras.

A iniciativa da E-goi está alinhada com um estudo da McKinsey & Company, que indica que a adoção de uma estratégia de dados eficiente pode aumentar a receita dos negócios em até 60%. Assim, o material desenvolvido visa promover o crescimento sustentável e competitivo para empresas de diversos setores.

Para William Thomsen, especialista em parcerias estratégicas da E-goi, “o material é essencial, pois ajuda a transformar dados em informações acionáveis e impulsionar estratégias eficazes”, destaca.

Para ter acesso ao material, faça aqui download gratuito: Data Strategy for Growth.

Sobre a E-goi

A E-goi é uma plataforma de automação de marketing omnicanal projetada para ajudar empresas a aumentarem as suas vendas enquanto economizam tempo. Com mais de 20 funcionalidades avançadas, a E-goi permite que conquiste novos clientes, fidelize a sua base existente e impulsione as vendas do seu e-commerce em até 34%, tudo isto através de uma única plataforma integrada.

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38% dos consumidores considera que uso de IA na publicidade valoriza marcas

Segundo o estudo da LG Ad Solutions, 80% dos inquiridos defendem que a utilização de IA deve ser regulada para evitar abusos e manipulações. 49% acreditam conseguir identificar os anúncios produzidos com esta tecnologia e 74% aprovam a opção por considerarem que permite uma maior personalização

74% dos consumidores sente que o recurso à inteligência artificial (IA) está a permitir a criação de anúncios mais direcionados, avança um estudo internacional da LG Ad Solutions. Além de confirmar que três quartos dos inquiridos valorizam a personalização da publicidade que lhes é dirigida, revela ainda que 49% estão convictos de que conseguem identificar a utilização de IA na produção dos anúncios, com 38% a aprovar essa opção por considerarem que valoriza as marcas. Na faixa etária entre os 35 e os 54 anos, essa percentagem sobe para os 51%.

Apesar de 30% dos 500 utilizadores de televisão conectada entrevistados considerarem que o uso de IA pode melhorar as comunicações publicitárias, 80% defendem, todavia, que a utilização dessa tecnologia deve ser regulada para evitar abusos e manipulações. A ideia é proteger os consumidores, a braços com um aumento crescente do recurso à IA.

“Com recurso à IA, as marcas podem criar campanhas globais altamente personalizadas, utilizando os insights que a tecnologia possibilita. Uma marca da LG Ads analisou as condições climatéricas locais de uma região para determinar o produto mais relevante a ser anunciado nessa área, sem necessidade de recorrer a campanhas separadas e aumento de recursos. São muitas as portas que se abrem, sobretudo em termos de televisão conectada”, sublinha Tony Marlow, diretor de marketing da LG Ad Solutions.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Toyota e Smart trabalham com novas agências

A Us Digital Agency vai tratar da presença da Toyota no digital, através da criação e gestão de conteúdos no TikTok. A DLaundry está responsável por rentabilizar o alcance e consolidar o reposicionamento da Smart a nível global

A Toyota acaba de anunciar a Us Digital Agency como responsável pela sua implementação no TikTok, assumindo a criação de conteúdos, desenvolvimento de estratégias e gestão da presença digital da Toyota nesta rede social. A Smart, por seu lado, entrega à DLaundry a conta de  relações públicas, assessoria de imprensa e gestão de eventos da marca automóvel.

Com a colaboração da Us Digital Agency, agência de marketing e comunicação digital, a Toyota pretende alcançar novos públicos e fortalecer o relacionamento com os atuais clientes, através de conteúdos dinâmicos e criativos no TikTok. A Us Digital Agency tem como objetivo garantir que a Toyota se destaca na plataforma, em ligação com a sua comunidade e alinhada com a visão da marca. “O nosso objetivo é criar uma presença no TikTok que se conecte com o público mais jovem, refletindo o otimismo e progressismo que são o coração da marca”, explica em comunicado de imprensa João Jonas, CEO da Us Digital Agency.

Com a DLaundry, agência de relações públicas, eventos, e gestão de redes sociais do grupo Samy Alliance, a Smart tem como objetivo rentabilizar o alcance da marca e consolidar o reposicionamento da Smart a nível global. O desenvolvimento e implementação de estratégias de assessoria de imprensa, gestão do programa Smart Lovers e de experiências de marca no mercado português são as áreas de atuação, às quais se soma ainda a criação de eventos.

“Procurávamos uma agência que respondesse às nossas necessidades de relações públicas, mas também de ativação de marca e marketing de influência, com o início do programa de embaixadores Smart Lovers. A Samy posiciona-se como um parceiro estratégico, nesta fase embrionária da ‘nova geração Smart’, assumindo desta forma um papel de destaque na consolidação da marca no mercado português”, afirma Marta Pinto Lobato, diretora de marketing da Smart, citada em comunicado de imprensa.

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