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Audiências TV: Canais FTA entram com o pé direito em 2024

A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em janeiro, o consumo televisivo em Portugal, em termos de audiência média, […]

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Audiências TV: Canais FTA entram com o pé direito em 2024

A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em janeiro, o consumo televisivo em Portugal, em termos de audiência média, […]

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A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em janeiro, o consumo televisivo em Portugal, em termos de audiência média, diminuiu 1% face ao mês de dezembro. No entanto, entre os canais FTA, no 1º mês do ano verifica-se um crescimento da audiência média em 3% vs. dezembro de 2023. Para além da audiência média, os canais FTA, também registaram um crescimento em share vs. o último mês de 2023.

A SIC, com um share de 15.0% (+0.7p.p. vs. dezembro 2023) mantem-se como a estação líder de audiências. A TVI com um share de 14.7% (+0.8p.p. vs. dezembro 2023), ocupa a 2ª posição e foi o canal FTA que verificou maior crescimento face ao último mês. A RTP1 surge na 3ª posição, com um share de 11.3% (+0.2p.p. vs. dezembro 2023). As estreias de novos programas como “Era uma vez na quinta”, na SIC, “Big Brother Desafio Final”, na TVI e “Got Talent” na RTP1, tiveram impacto nas audiências dos canais. Destaque também para a transmissão dos jogos da Final Four da Taça da Liga, que foi o programa mais visto durante o mês de janeiro.

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No mês de janeiro, o PAY TV registou uma diminuição de -1.6p.p. vs. dezembro de 2023. Contudo houve alguns canais que registaram um aumento do share, nomeadamente a SIC Mulher e Fox Crime que dos canais mais vistos do PAY TV, foram os que registaram maior aumento (ambos cresceram +0.2p.p. vs. dezembro 2023). Nota para o Disney Júnior, que apesar da diminuição face a dezembro de 2023, entra para o top20 de canais mais vistos do mês.

O top3 de programas mais vistos de janeiro é composto por jogos de futebol. Os jogos das meias-finais da final Four da Taça da Liga, transmitidos pela SIC, foi o programa mais visto do mês. Os jogos entre Braga x Sporting e Benfica x Estoril alcançaram uma audiência média de 1 milhão e 756 mil telespetadores, que representou um share de 34.3%. Na 2a posição, ficou a final da Taça da Liga entre os outsiders Braga x Estoril e contou com uma audiência média de 1 milhão e 430 mil telespetadores que representou um share de 29.5%.

Na 3a posição surgem os jogos dos oitavos de final da Taça de Portugal, transmitidos pela RTP1. Os jogos Benfica x Braga e Estoril x Porto registaram uma audiência média de 1 milhão e 146 mil telespetadores, o que representou um share de 23.0%. Nota ainda para a presença da novela “Cacau”, que estreou no passado dia 15 de janeiro, no top20 programas mais vistos de janeiro. No mês de estreia, a novela alcançou uma audiência média de 873 mil telespetadores, representando um share de 17.7%.

No que toca às audiências por período horário, a RTP1 liderou durante as manhãs (7h30 – 12h30), com um share de 14.1% e durante o pré-prime com um share de 16.9%. A TVI conquistou a liderança durante o 2o Prime-Time (22h30 – 24h00) e no late-night (00h-02h30) com um share de 17.4% e 16.1%, respetivamente. O período do almoço (12h30-14h30), da tarde (14h30-18h30) e do 1o Prime-time (20h00-22h30) foram liderados pela SIC, com um share de 21.9%, 14.1% e 17.9%, respetivamente, pela SIC, com um share de 20.9%, 13.6% e 16.2%, respetivamente.

Fonte: Initiative

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Impresa une-se à Mediaprobe para expandir métricas para anunciantes

O acordo permite à Impresa passar a fornecer às marcas indicadores emocionais dos consumidores impactados no momento em que são confrontados com os anúncios, permitindo otimizar os investimentos em publicidade e marketing

A Impresa e a Mediaprobe, empresa especialista em medição do impacto emocional de conteúdos através de dados biométricos, estabeleceram uma parceria para aumentar e aprofundar os dados sobre o desempenho das campanhas publicitárias dos anunciantes, passando a disponibilizar-lhes indicadores emocionais dos consumidores impactados no momento em que são confrontados com os anúncios. “Pela primeira vez, a medição vai além da contagem dos olhos, disponibilizando métricas que permitem a compreensão e a ativação com base no impacto emocional dos conteúdos nos consumidores”, refere o grupo de media em comunicado.

O acordo assinado tem a ambição de melhorar o futuro das métricas de desempenho publicitário, “elevando os padrões de medição de conteúdos media em território nacional”, refere o documento. “Os anunciantes reconhecem a importância de ter acesso a métricas que lhes assegurem que os seus investimentos são colocados em conteúdos de qualidade, e que o impacto da publicidade, quer em ‘breaks’ quer sob a forma de ‘branded content’, é otimizado”, explica Pedro Almeida, CEO da Mediaprobe.

Depois de ter estabelecido uma parceria com a Nova IMS, a Impresa volta a associar-se a outra entidade para se diferenciar. “Estamos do lado dos anunciantes para que tenham cada vez mais eficácia a chegar aos seus consumidores e ao público que querem atingir. Por isso, é com entusiasmo que iniciamos esta parceria, que nos permitirá elevar o padrão de medição de media no nosso mercado. Os anunciantes poderão tomar decisões com mais e melhor informação e um sentido estratégico mais apurado, assegurando que as suas campanhas publicitárias têm os melhores resultados possíveis”, considera Francisco Pedro Balsemão, CEO da Impresa.

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Audiências Euro 2024: Transmissão Portugal x Chéquia dá à SIC 62,8% de quota

Primeiro jogo da seleção nacional impacta nas audiências da SIC, que com a transmissão da partida liderou no total do dia, com 26,6% de share, seguida da TVI (13,3%) e da RTP1 (8,5%)

Dia 18 de junho de 2024 fica marcado pela estreia de Portugal no Euro 2024. A equipa das quinas entrou a vencer no europeu, com uma vitória por 2-1 frente à Chéquia. Uma vitória arrancada a ferros, com o golo da vitória a surgir já no tempo de compensação, pelo “espalha-brasas” Francisco Conceição.

Com transmissão na SIC, a primeira do canal neste Europeu, o jogo foi visto por um total de 5,3 milhões de portugueses, correspondendo a uma audiência média de 3,4 milhões de telespetadores e a um share de 62,8%. O encontro, que também teve transmissão na Sport TV, foi visto por um total de 336 mil telespetadores no canal de subscrição, a que correspondeu uma audiência média de 201 mil telespetadores e um share de 3,7%.

O primeiro jogo da seleção nacional no Euro 2024 teve um forte impacto nas audiências da SIC, que graças à transmissão da partida, liderou no total do dia com um share de 26,6%, seguida da TVI com 13,3% de share e da RTP1 com 8,5% de share. Destaque ainda para a Sport TV, que com um share de 1,6% no total do dia, foi o quarto canal de ‘pay-tv’ mais visto do dia, ficando atrás apenas dos canais de informação CMTV, CNN Portugal e SIC Notícias.

Primeiro jogo de Portugal no Euro 2024 mais visto do que primeiro jogo do Mundial 2022 e Euro 2020

O jogo de estreia de Portugal no Euro 2024, quando comparado com os primeiros jogos das duas últimas competições (Mundial de 2022 e Euro 2020), foi o mais visto em canal aberto. Verificou-se uma audiência média de 3,4 milhões de telespetadores (+51% do que o primeiro jogo de Portugal no Mundial frente ao Gana).

A nível de share, o jogo de terça-feira foi o que verificou um share mais baixo, ainda assim superior a 62%. Importa referir que os jogos Hungria x Portugal, do Euro 2020 e o Portugal x Gana, do Mundial de 2022, registaram valores mais elevados de share, devido ao horário de transmissão dos jogos que se realizaram durante o horário laboral. Ou seja, menos pessoas viram os jogos Hungria x Portugal e Portugal x Gana, mas entre as pessoas que estavam a ver televisão a percentagem de pessoas que estava a acompanhar o jogo foi superior.

Portugal X Chéquia com pico máximo de 3,8 milhões de telespetadores

O jogo de Portugal contra a Chéquia registou uma tendência de crescimento ao longo de toda a emissão. Os golos só surgiram na segunda parte, sendo esta a que registou maiores níveis de audiência. Provod abriu o marcador a favor da Chéquia às 21h19, provocando a primeira subida nas audiências.

Depois de uma ligeira diminuição das audiências, às 21h27, com o golo do empate de Portugal, voltou a verificar-se um novo crescimento da audiência. Às 21h44 voltou a registar-se um crescimento das audiências com o golo anulado a Diogo Jota, que deixou os portugueses em suspense à espera da intervenção do vídeo-árbitro.

Cinco minutos mais tarde, às 21h49, no segundo golo de Portugal apontado por Francisco Conceição, verificou-se um novo crescimento da audiência, tendo sido neste momento que se verificou a audiência máxima do programa.

Perfil jogos vs população: Portugal X Chéquia na SIC

Relativamente ao perfil do jogo transmitido pela SIC, o Portugal x Chéquia registou uma maior afinidade junto de um público masculino, de faixas etárias mais jovens (+45 anos) e classes sociais médias (B e C).

Os jogos da seleção nacional apresentam um perfil mais transversal do que os jogos do Europeu em que Portugal não participa. Nos jogos da seleção nacional verifica-se uma menor diferença entre homens e mulheres e uma maior afinidade junto de faixas etárias mais jovens.

 

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport –
Mediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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Audiências: TVI reforça liderança com 15% de quota

RTP1 e TVI são os canais que reforçam a quota de mercado na semana de 10 a 16 de junho, ao contrário da SIC, Cabo e Outros, que registam uma quebra. TVI aumenta vantagem sobre a SIC

O consumo global de TV regista tendência de crescimento esta semana, aumentando cerca de 14 minutos por dia face à semana anterior, ficando assim nas 5h32m diárias.

Nas variações de share semanal, RTP1 e TVI são os canais que reforçam esta semana, ao contrário da SIC, Cabo e Outros, que registam quebra nos seus shares, enquanto a TVI aumenta a vantagem sobre a SIC. Desta forma, a RTP1 aumenta e tem esta semana 12,7% de share, a SIC recua até aos 13,7% de share semanal, ao contrário da TVI, que reforça a sua liderança e tem agora 15,0% de share. Cabo e “Outros” registam ambos tendência de decréscimo, com a Cabo a descer até aos 38,9% de quota, e o “Outros” (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a descer de forma ligeira, tem esta semana 17,8% de share.

Na tabela dos canais mais vistos do cabo, há um novo ocupante no pódio da semana, o canal Hollywood, que ocupa a terceira posição e se segue aos habituais líderes CMTV e CNN Portugal. Nos lugares que se seguem ao pódio estão a SIC Notícias, Star Channel, TVI Reality, Star Movies, Globo e SIC Mulher. A fechar o top 10, está o Star Life, que esta semana regressa à tabela dos mais vistos.

O futebol continua a dominar o topo do ranking da programação, com as duas primeiras posições a serem ocupadas pelo último jogo de preparação da seleção nacional, ‘Futebol – Jogo de Preparação EURO 2024/Portugal X Rep. Irlanda’ e pelo primeiro jogo do Euro 2024, ‘EURO 2024: Fase de Grupos/Alemanha X Escócia’, ambos transmitidos na RTP1.

Seguem-se ‘Big Brother – Especial’, da TVI, a transmissão ‘EURO 2024: Cerimónia de Abertura’, feita na RTP1, e ainda a novela da TVI ‘Cacau’. Mais uma vez, é o programa da CMTV ‘Investigação CM/Tráfico a Céu Aberto’, o mais visto do cabo esta semana, com o top 5 novamente ocupado na totalidade por conteúdos da CMTV. Seguem-se o ‘Grande Jornal – Noite’, ‘Doa a Quem Doer’, e os programas desportivos ‘Pé em Riste’ e ‘Liga d’Ouro’.

Data Insights, Havas Media Network

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Audiências Euro 2024: Jogo de abertura com mais de 1,5 milhões de telespetadores

A RTP1 beneficiou da transmissão do jogo inaugural do Euro 2024, no entanto foi a TVI a estação a liderar no total do dia

O dia 14 de junho de 2024 fica marcado pelo arranque do Euro 2024. O jogo de estreia, em Munique, entre a anfitriã Alemanha e a Escócia deu o pontapé de saída à grande competição de seleções do velho continente. A seleção alemã venceu de forma convincente a Escócia por cinco bolas a uma. A RTP1 foi a estação que transmitiu o jogo de abertura, com os portugueses a corresponderem com uma boa audiência.

Em média, mais de 1,5 milhões de telespetadores assistiram à partida, a que correspondeu um share de 34.0%. Este foi também o programa mais visto do dia, superando as audiências dos jornais de informação. Para além da RTP1, a Sport TV1 também transmitiu o jogo em simultâneo, tendo alcançado uma audiência média de 40 mil telespetadores e um share de 0.9%.

A RTP1 beneficiou da transmissão do jogo inaugural do Euro 2024, no entanto foi a TVI a estação a liderar no total do dia. Com uma quota de share de 15.1%, a estação pública ultrapassou a SIC e aproximou-se da TVI, registando mais 4.5p.p. face à média de maio.

Quanto ao perfil de telespetadores que assistiu ao jogo, podemos verificar que foram os homens, de idade com mais de 55 anos de classe mais media/alta que registou maior afinidade com o jogo inaugural.

Comparativo com campeonatos anteriores em canal aberto

Se compararmos o primeiro jogo do Euro 2024 com os outros das duas últimas grandes competições, é possível verificar que este foi aquele que teve mais impacto. Registou uma audiência superior ao jogo de abertura do Euro 2020 entre a Turquia e a Itália.

A partida de abertura do Mundial de 2022 no Qatar, dos três jogos, foi a que verificou uma audiência mais baixa. Importa referir, que apesar da transmissão ter sido a um domingo, o horário do jogo (16h) foi um dos fatores que não ajudou a ter uma audiência mais elevada.

Alemanha X Escócia com pico máximo de 1,7 milhões de telespetadores

A transmissão do 1º jogo do Euro 2024, registou uma maior audiência durante a primeira parte. A Alemanha entrou forte no jogo e aos 19 minutos já vencia por duas bolas a zero. No período de descontos da 1º parte, a tarefa da Escócia de reentrar na partida fica praticamente impossível devido à marcação de uma grande penalidade e expulsão de um dos seus jogadores. Com o resultado em três a zero ao intervalo e com o jogo resolvido, a 2ª parte registou uma audiência mais baixa do que a 1ª parte, ainda assim superior a mais de 1,5 milhões de telespetadores.

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport –mMediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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SIC Notícias reage ao Now com campanha multimeios que relembra legado pioneiro (com vídeos)

Idealizada e produzida internamente pela Impresa, que também assume o planeamento de meios, a campanha reforça os valores da marca e passa em revista alguns dos acontecimentos que o canal acompanhou nos últimos 23 anos. Além de televisão, está presente em digital, imprensa, outdoor e redes sociais

À semelhança da CNN Portugal, também a SIC Notícias está a afinar a estratégia para fazer frente ao Now, o novo canal noticioso que a Medialivre lança a 17 de junho. Para comunicar as novidades que tem vindo a estrear e o posicionamento que pretende assumir, a Impresa desenvolveu internamente uma campanha publicitária multimeios que evoca o legado pioneiro daquele que foi, a 8 de janeiro de 2001, o primeiro canal informativo do país, dando continuidade ao extinto CNL. O planeamento de meios também foi desenvolvido pelo grupo de media, apurou o M&P.

Presente em televisão, digital, imprensa, outdoors e redes sociais, a iniciativa reforça os valores da marca e passa em revista alguns dos acontecimentos que o canal acompanhou, como o Euro 2004 e o 11 de Setembro de 2001. “Não é preciso ter anos de provas dadas, os grandes protagonistas, os melhores e mais experientes comentadores, mas faz toda a diferença”, refere o documento. Para além da Grande Edição, um novo espaço de informação com Ana Patrícia Carvalho, Nelma Serpa Pinto conduz a partir das 22h a Edição da Noite, com uma nova imagem.

No seguimento do rebranding levado a cabo em outubro do ano passado, marcado pela estreia de um novo logotipo e por uma nova imagem gráfica, a estação tem vindo a renovar a programação e, nas últimas semanas, estreou novos formatos para se antecipar à concorrência. “A SIC Notícias foi o primeiro canal de informação a ser lançado e em Portugal e ao longo dos anos tem deixado um legado na área de informação. É com esse mote que a marca lança uma campanha multimeios”, esclarece a Impresa em comunicado.

“Também o desporto sofreu alterações com o renovado Mercado Aberto, onde Filipa Pereira e João Abreu trazem todas as novidades, as entrevistas e as reportagens do mundo do futebol. Agora, com uma nova imagem, mas com o empenho de sempre. O Euro 2024 também será uma aposta do canal. Portugal entra em campo e a informação da SIC vai estar a acompanhar tudo com uma vasta equipa na Alemanha. Os treinos, as conferências de imprensa e tudo o que se passar na Casa de Portugal, durante o campeonato, estarão na antena da SIC e da SIC Notícias”, avança a Impresa.

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O que pode ler na edição 959 do M&P

Destaca-se uma entrevista com Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, que critica os milhões desperdiçados em campanhas publicitárias que não atingem os objetivos e a falta de métricas fiáveis

Na edição 959 do M&P destaca-se uma entrevista com Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, que critica os milhões desperdiçados em campanhas publicitárias que não atingem os objetivos e a falta de métricas fiáveis. Aponta o dedo aos rankings de investimento publicitário da MediaMonitor e refere os desafios que se colocam às marcas e a quem as gere e planeia.

Na rubrica dedicada à criatividade, Como é que não me lembrei disto?, Nuno Leal, criativo sénior da Dentsu Creative Portugal, destaca o spot The Epic Split, da agência Forsman & Bodenfors para a Volvo, como o anúncio que gostaria de ter feito, enquanto a Ao Vivo ou Morto, para a associação Circuito, foi a campanha que mais gostou de fazer.

Na rubrica sobre marketers e gestores expatriados, De Portugal para o Mundo, João Pedro Silva, diretor regional de marketing da Nespresso para a Europa Ocidental, fala sobre a mudança de Lisboa para Lausana, na Suíça, e o desafio de interpretar as necessidades dos nove mercados que coordena.

A 17ª edição do QSP Summit dá o mote ao dossiê especial sobre o evento dedicado à gestão e ao marketing, e à entrevista com Rui Ribeiro, CEO do QSP Summit.

Na Opinião, João Paulo Luz, diretor de negócios digitais e publishing da Impresa, explica por que razões não vender é bom, Paula Cosme Pinto, comunicadora para a igualdade de género, faz o balanço da campanha Beleza Real da Dove, que assinala 20 anos desde o lançamento, e Pedro Simões Dias, fundador da Comporta Perfumes e advogado de proteção de direitos de marca, escreve sobre o preço nas marcas de luxo.

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TV: Os programas que dominam as audiências, gravações e redes sociais em maio

O futebol continua, sem surpresa, a dominar as preferências dos telespetadores portugueses. No quinto mês do ano, segundo os dados oficiais do Social Media Explorer do grupo Marktest, os cinco programas mais vistos foram novamente disputados em estádios

Em maio, a final da Taça de Portugal entre o FC Porto e Sporting CP, transmito na RTP1 a 26 de maio, foi o programa mais visto do mês, com uma audiência média acima de 2 milhões de espetadores. Seguiu-se o respetivo pós-match, também na RTP1, que culminou com a entrega do troféu ganho pelo FC Porto. Na terceira posição, a fechar o pódio, ficou o Big Brother da TVI transmitido 16 de maio, com uma audiência média de 1.312.800 espetadores, a melhor deste ano.

 

 

Nos programas gravados e visionados no próprio dia, a liderança foi ocupada pelo magazine de Ricardo Araújo Pereira, Isto É Gozar Com Quem Trabalha, da SIC, transmitido a 26 de maio. Nas gravações de sete dias, o melhor programa foi o reality show sentimental Casados À Primeira Vista, na sua emissão de 26 de maio.

 

 

Nas redes sociais, na primeira posição da tabela mantém-se em destaque o reality show Big Brother. O programa das manhãs Dois Às 10 ocupa o segundo lugar da tabela e, em terceiro, ficou o programa Goucha. O top 3 é, assim, composto por três programas da TVI. O programa Casados À Primeira Vista e a novela Senhora do Mar, ambos da SIC, encontram-se respetivamente no quarto e quinto lugar.

A série Morangos Com Açúcar está no sexto lugar seguida do programa Fama Show, em sétimo. Para finalizar este top 10 encontram-se três os programas da SIC, Casa Feliz, Júlia Passadeira Vermelha.

 

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Cristina Ferreira condenada a pagar €3,3 milhões à SIC

A SIC está a estudar com assessores jurídicos a possibilidade de pedir uma reavaliação de parte da sentença, relativa a montantes que não foram tidos em conta

O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste condenou a empresa Amor Ponto, da apresentadora Cristina Ferreira, a pagar à SIC €3.315.998,67, reconhecendo as pretensões do canal de televisão e dando como provados os danos provocados pela apresentadora Cristina Ferreira aquando da saída da estação.

O Tribunal deu razão à SIC ao considerar que a cessação antecipada do contrato pela sociedade Amor Ponto Lda, detida por Cristina Ferreira, sem qualquer fundamentação ou justa causa para tal denúncia, foi ilícita e legitimou a resolução do contrato pela SIC e o consequente acionar da cláusula penal e pedido de condenação. O contrato com a SIC não poderia ser livremente revogável, ao contrário do que alegava Cristina Ferreira, porque as partes assim o teriam convencionado. Por outro lado, não houve qualquer incumprimento da SIC relativamente ao contrato de trabalho celebrado com Cristina Ferreira e em relação às suas funções de consultora na direção de Programas.

A SIC revela que o Tribunal calculou o valor indemnizável com base no incremento de despesas que a SIC teve com o novo Casa Feliz, que estreou no dia útil seguinte, na segunda-feira 20 de julho de 2020, à data de saída de Cristina Ferreira, a 17 de julho de 2020.

Os restantes montantes não foram tidos em conta, em parte pelo facto de as equipas comerciais da SIC terem atenuado os prejuízos sofridos com a saída da apresentadora. “A SIC está a estudar, com os seus assessores jurídicos, e tendo em conta a matéria de facto e de direito dada como provada a favor da estação, a possibilidade de se pedir uma reavaliação desta parte da sentença”, refere o canal de televisão do grupo Impresa em declarações enviadas ao M&P

Recorde-se que, a 17 de julho de 2020, Cristina Ferreira decidiu cessar unilateralmente a sua ligação à SIC, colocando termo ao contrato que a vinculava até 30 de novembro de 2022. Por isso, a SIC iniciou uma ação contra Cristina Ferreira e a sua empresa Amor Ponto, pedindo um montante na altura calculado face ao estimado que a SIC iria auferir com a presença da apresentadora em antena.

Apesar da contestação da ré, o tribunal proferiu a sentença, condenando a empresa de Cristina Ferreira a pagar €3.536.666,67 e reconhecer um crédito desta no valor total calculado de capital e juros de €220.668 euros.

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Audiências: SIC aproxima-se da liderança semanal

Na semana de 3 a 9 de junho, RTP1 e Outros sobem a quota de audiência semanal, ao contrário da SIC, TVI e Cabo, que perdem terreno. TVI mantém a liderança com apenas uma décima de vantagem sobre a SIC

O consumo global de TV por indivíduo apresenta-se em clima de estabilidade, mantendo esta semana o mesmo valor de 5h18m diárias registado na semana anterior.

Nas variações da quota semanal, RTP1 e Outros são os canais que reforçam quota face à semana passada, ao contrário do que se verifica com a SIC, TVI e Cabo, que perdem quota semanal. A TVI mantém a liderança da semana, com apenas uma décima de vantagem sobre a SIC. Assim, a RTP1 reforça e tem agora 11,3% de quota, a SIC desce até aos 14,3% de quota semanal, o mesmo acontecendo com a TVI, que desce igualmente e tem agora 14,4% de quota.

Cabo e Outros apresentam tendências opostas entre si, com o Cabo a descer até aos 40,1% de quota, e o Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a reforçar e a registar esta semana 18,1% de quota semanal.

No ranking dos canais mais vistos da oferta cabo, o pódio da semana é composto por CMTV, CNN Portugal e SIC Notícias, a que se seguem os canais STAR Channel, Hollywood, TVI Reality, Globo e STAR Movies. Nas últimas posições do top 10 estão esta semana SIC Mulher e TVI Ficção.

A poucos dias do início do Campeonato da Europa – EURO 2024, a transmissão do jogo Futebol – Jogo de Preparação EURO 2024/Portugal X Finlândia, feita na RTP1, ocupa a primeira posição da tabela da programação semanal. Seguem-se Big Brother – Especial, da TVI, a novela Cacau, também da TVI, o Jornal da Noite, da SIC e novamente um programa do reality show da TVI Big Brother.

Na tabela dos programas mais vistos do cabo esta semana, Investigação CM/Perseguição Fatal, da CMTV, ocupa a liderança, com a tabela a ser totalmente preenchida por conteúdos da CMTV, como já vem sendo habitual. Seguem-se Doa a Quem Doer, o informativo Grande Jornal – Noite, o programa da noite eleitoral Eleições Europeias 2024: Boca de Urna e o Jornal 7, que encerra o top 5 da semana.

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Expresso e SIC já têm Carta de Princípios para o uso de IA

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas.

Os conselhos de redação do Expresso e da SIC aprovaram uma Carta de Princípios para o uso de inteligência artificial (IA), que lista um conjunto de normas e práticas a respeitar no exercício do jornalismo, onde se destacam as áreas de qualidade e responsabilidade pelo conteúdo, transparência, propriedade intelectual e fontes de informação, entre outras.

“O grupo Impresa tem um vasto histórico de pioneirismo na adoção de tecnologias que nos permitem evoluir nos formatos em que chegamos aos públicos e inovar na forma como produzimos jornalismo de referência. Este é mais um passo nesse sentido, porque nos permite incorporar uma tecnologia essencial para melhorar o nosso trabalho, mas também minimizar os perigos que o mau uso da IA pode trazer para a objetividade e transparência do jornalismo”, afirma João Vieira Pereira, diretor do Expresso, em comunicado de imprensa.

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas. Os órgãos do grupo Impresa são os primeiros a anunciar em Portugal uma Carta de Princípios sobre a forma como os jornalistas e colaboradores podem utilizar a IA.

“A inteligência artificial nunca substituirá o papel fundamental que os jornalistas têm e terão sempre na produção de jornalismo de qualidade e que cumpre os princípios deontológicos da profissão. Mas é, sem dúvida, uma ferramenta que pode ajudar-nos a melhorar o que fazemos, desde que devidamente enquadrada e com regras claras sobre a sua utilização. É isso que esta Carta de Princípios se propõe garantir”, diz Ricardo Costa, diretor-geral de informação do grupo Impresa e diretor de informação da SIC.

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