Edição digital
PUB
Media

Joana Petiz é a nova diretora editorial do jornal Novo

A jornalista Joana Petiz, atualmente subdiretora do Diário de Notícias e diretora executiva do Dinheiro Vivo, é a nova diretora editorial do jornal Novo. O M&P teve acesso ao comunicado […]

Sónia Ramalho
Media

Joana Petiz é a nova diretora editorial do jornal Novo

A jornalista Joana Petiz, atualmente subdiretora do Diário de Notícias e diretora executiva do Dinheiro Vivo, é a nova diretora editorial do jornal Novo. O M&P teve acesso ao comunicado […]

Sónia Ramalho
Sobre o autor
Sónia Ramalho
Artigos relacionados
Media europeus perdem pluralismo. Portugal é um dos nove países de baixo risco
Media
APETRO é agora EPCOL com rebranding da White Way (com vídeo)
Marketing
LinkedIn lança ferramenta de criação de campanhas com base em IA
Digital
M&P 961: Entrevista a Daniel Hulme (WPP) + Book Prémios de Design M&P’24
Edição Digital
O que pode ler na edição 961 do M&P
Media
Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp
Publicidade
Swee investe mil euros em marketing de guerrilha para atrair atenção de Cristina Ferreira
Marketing
Porto Business School renova pós-graduação em gestão de comunicação
Comunicação
TV: Os programas que dominam as audiências, gravações e redes sociais em junho
Media
Albano Homem de Melo assina campanha da ERA que evoca portugalidade (com vídeo)
Publicidade

A jornalista Joana Petiz, atualmente subdiretora do Diário de Notícias e diretora executiva do Dinheiro Vivo, é a nova diretora editorial do jornal Novo.

PUB

O M&P teve acesso ao comunicado enviado aos colaboradores do Grupo Media Nove onde a informação é comunicada. “A Administração do Grupo Media Nove endereçou um convite à jornalista Joana Petiz, que aceitou, para exercer funções como nova diretora editorial do jornal Novo”.

A aceitação do convite produzirá efeitos “a partir de meados de julho, altura até à qual serão cumpridos os necessários passos de natureza formal com vista à respetiva nomeação”.

Em declarações exclusivas ao M&P, Joana Petiz refere que deixa “um grupo sólido e uma equipa extraordinária, quer no DN, quer no DV, que muito me ensinaram e que têm uma capacidade de trabalho ímpar, num grupo em que tive oportunidades incríveis e sempre fui extraordinariamente bem tratada e respeitada. Tive 12 anos desafiantes, mas muito felizes e construtivos no Global Media Group. É tempo de abraçar um novo desafio no Novo, o que faço com todo o entusiasmo, a convite do José Carlos Lourenço e acreditando que podemos fazer acontecer. E certa de que o DN e o DV continuarão a marcar e a construir a sua história com qualidade, independência e rigor assegurados pelas pessoas que os fazem diariamente e pelas lideranças com quem tive o enorme prazer de trabalhar”.

Até ao seu início de funções, a atual direção editorial liderada por Leonardo Ralha irá continuar em exercício de funções.

O Grupo Media Nove detém ainda o Jornal Económico, a Forbes e a Forbes África Lusófona.

Sobre o autorSónia Ramalho

Sónia Ramalho

Mais artigos
Artigos relacionados
Media europeus perdem pluralismo. Portugal é um dos nove países de baixo risco
Media
APETRO é agora EPCOL com rebranding da White Way (com vídeo)
Marketing
LinkedIn lança ferramenta de criação de campanhas com base em IA
Digital
M&P 961: Entrevista a Daniel Hulme (WPP) + Book Prémios de Design M&P’24
Edição Digital
O que pode ler na edição 961 do M&P
Media
Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp
Publicidade
Swee investe mil euros em marketing de guerrilha para atrair atenção de Cristina Ferreira
Marketing
Porto Business School renova pós-graduação em gestão de comunicação
Comunicação
TV: Os programas que dominam as audiências, gravações e redes sociais em junho
Media
Albano Homem de Melo assina campanha da ERA que evoca portugalidade (com vídeo)
Publicidade
PUB
Media

Media europeus perdem pluralismo. Portugal é um dos nove países de baixo risco

Pressões políticas, económicas e sociais e condições laborais precárias apontadas como duas das principais causas pelo Media Pluralism Monitor 2024, relatório do Centre for Media Pluralism and Media Freedom. FIJ já veio a público pedir políticas que salvaguardem a diversidade

Dos 32 países europeus analisados para a edição de 2024 do estudo Media Pluralism Monitor (MPM), realizado pelo Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF), apenas sete (Alemanha, Suécia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Finlândia e Lituânia) apresentam níveis de pluralismo dos media que podem ser consideradas satisfatórios. Portugal é, a par de Dinamarca, Estónia, Finlândia, Alemanha, Lituânia, Luxemburgo, Suécia e República da Macedónia do Norte, um dos nove países de baixo risco.

Áustria, Chipre e Eslováquia, que também se encontravam nesse patamar, apresentam agora uma taxa de risco médio. Apenas sete países europeus apresentam um nível satisfatório de pluralismo dos meios de comunicação social. A França já não é uma das nações com melhor desempenho na Europa, revela o estudo, realçando que os países com a taxa de risco mais elevada continuam a ser a Turquia, a Hungria, a Albânia, a Sérvia, a Roménia e o Montenegro.

Na maioria dos países analisados, os cidadãos europeus não têm acesso totalmente garantido a fontes de informação diversificadas e independentes, afirma o MPM, que aponta uma deterioração do pluralismo dos media em toda a Europa. “As tendências gerais mostram uma crescente interferência comercial e política nos meios de comunicação social. O relatório demonstra também a passividade dos governos europeus e das empresas de media face a esta ameaça democrática”, critica o CMPF.

O estudo, realizado anualmente, avalia os riscos para o pluralismo dos meios de comunicação social em 32 países europeus, 27 estados-membros da União Europeia (UE) e cinco países candidatos, detalhando as ameaças ao pluralismo e à liberdade dos meios de comunicação social. “Os resultados mostram que nenhum desses países ​​está livre de ataques ao pluralismo dos media”, alerta a análise, que aponta as pressões, as condições de trabalho e as ameaças jurídicas que os jornalistas enfrentam no quotidiano.

“Outra tendência alarmante que emerge do relatório diz respeito à independência editorial, que regista um nível histórico de alto risco este ano. As pressões comerciais comprometem a independência editorial, com os proprietários dos meios de comunicação social e os anunciantes a influenciar a cobertura dos temas”, refere o estudo. A adoção de quadros legislativos que melhorem as condições de trabalho dos jornalistas é uma das recomendações que o CMPF apresenta nas conclusões do MPM.

“Em 10 anos de monitorização dos media, observámos o surgimento de muitos novos desafios. Hoje, mais do que nunca, existe uma extrema necessidade de apoiar o jornalismo e o pluralismo dos media. Esperamos avaliar os efeitos da Lei Europeia sobre a Liberdade dos Meios de Comunicação Social nos estados-membros e apelamos aos governos para que se comprometam a proteger a liberdade de imprensa como um pilar da nossa democracia”, afirma Pier Luigi Parcu, diretor da CMPF.

Após a divulgação do documento, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) também veio a público insistir na adoção de políticas que salvaguardem o pluralismo dos media. “Em tempos como os que atualmente vivemos, em que a democracia está particularmente em jogo, os cidadãos precisam de uma imprensa livre e os governos devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a diversidade dos meios de comunicação social”, defende Dominique Pradalié, presidente da FIJ.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Media

O que pode ler na edição 961 do M&P

Uma entrevista a Daniel Hulme (WPP), as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, a opinião de Paula Cosme Pinto, João Paulo Luz e Pedro Simões Dias, e o Book com os vencedores dos Prémios de Design M&P’24 são alguns dos destaques

Na edição 961 do M&P destaca-se uma entrevista com Daniel Hulme, diretor global de IA do WPP, que aponta os caminhos a seguir e a evitar na utilização de inteligência artificial no marketing, criatividade e planeamento de meios.

O também CEO da Satalia, empresa de pesquisa e implementação de sistemas de IA que vendeu ao WPP em 2021, por cerca de €88,75 milhões, destaca ainda o talento nacional na otimização de IA.

Uma análise de dados trabalhados pela Snack Content revela as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, entre janeiro e junho.

Na secção dedicada a profissionais expatriados, Ana Martines, diretora de comunicação e ‘engagement’ do cluster ibérico da L’Oréal, partilha a experiência de ter trocado Lisboa por Madrid.

Na rubrica dedicada à criatividade, Como é que não me lembrei disto?, a ‘New and Not Improved’, para o Mac&Cheese da Kraft, é a campanha que André Mota, diretor criativo da Mustard, gostaria de ter feito.

Na crónica Costela de Adão? Não, Paula Cosme Pinto, comunicadora pela igualdade de género, aborda a exploração da imaturidade infantil como nicho de mercado na cosmética, apresentando uma marca (a Kiehl’s), que faz o caminho oposto numa recente campanha publicitária.

Ainda na opinião, João Paulo Luz, diretor de negócios digitais e ‘publishing’ da Impresa, escreve sobre o poder da inteligência artificial no nosso conhecimento e opções de consumo. Pedro Simões Dias, fundador da Comporta Perfumes e advogado de proteção de direitos de marcas, escreve sobre artistas enquanto marcas, dando como exemplos Rihanna e Dino D’Santiago.

O dossiê especial é dedicado à inovação em bebidas, em que os produtos funcionais e diferenciados impulsionam o mercado, numa edição que conta ainda com o book Prémios de Design M&P’24, com os vencedores e os melhores momentos do evento de entrega dos troféus.

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Publicidade

Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp

A agência liderada por Miguel Ralha vai trabalhar a conta que estava dividida entre a O Escritório e a DDB

Catarina Nunes

A Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp, na sequência de uma consulta ao mercado, ficando a trabalhar a conta que até agora estava dividida entre a O Escritório (grandes campanhas) e a DDB (ponto de venda).

“É um orgulho podermos trabalhar uma marca portuguesa com uma história tão rica e um portefólio de comunicação também ele histórico. Como agência com um claro foco em criatividade e resultados, a exigência criativa da Galp não podia ser um estímulo melhor. Foi exatamente esse estímulo que nos deu força para agarrar esta oportunidade desde o primeiro minuto”, refere Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy,

Miguel Ralha acrescenta ainda que “toda a equipa da Bar Ogilvy está entusiasmada com as oportunidades que esta parceria vai trazer. A nossa equipa está preparada para levar a criatividade e a inovação a novos patamares, contribuindo para o sucesso contínuo da Galp”.

Sobre o autorCatarina Nunes

Catarina Nunes

Mais artigos
Marketing

Swee investe mil euros em marketing de guerrilha para atrair atenção de Cristina Ferreira

“Como ela recebe milhares de mensagens por dia, nunca iria reparar numa mensagem nossa. Surgiu-nos, então, a ideia de alugarmos um ‘billboard’ na Malveira”, explica ao M&P Diogo Valente, cofundador da marca de gelados

A Swee investiu mil euros numa ação de marketing de guerrilha para atrair a atenção de Cristina Ferreira. Para dar a provar os gelados veganos que produz e comercializa à apresentadora de televisão, a marca alugou um suporte publicitário na Malveira, na berma de uma estrada por onde a também diretora de entretenimento e ficção da TVI circula diariamente. No cartaz, a empresa reproduz a mensagem direta que enviou a Cristina Ferreira no Instagram, para lhe dar a conhecer a Swee.

“Como ela recebe milhares de mensagens por dia, nunca iria reparar numa mensagem nossa. Surgiu-nos, então, a ideia de alugarmos um ‘billboard’ na Malveira”, explica ao M&P Diogo Valente, cofundador da marca, justificando a escolha com o percurso profissional da apresentadora. “Sentimos muito a necessidade de manter a essência do projeto. Não nos esquecemos para onde vamos nem de onde viemos. A Cristina é uma pessoa que respeitamos muito por causa disso. Apesar de ter chegado aonde chegou, mantém bem vincado de onde vem”, afirma o empreendedor que cofundou a marca com Tiago Rebelo, em 2021.

Depois da colocação do cartaz, a Swee publicitou a ação nas redes sociais, procurando obter uma reação por parte da apresentadora, que até agora ainda não chegou. “Acho que ela está a preparar uma resposta do outro mundo. É a única justificação plausível. Mas estamos a aguardar pacientemente”, garante Diogo Valente, acreditando que o propósito de dar a provar os gelados à apresentadora vai ser atingido. “Ela vive muito os valores de autenticidade e de transparência da marca. Estamos convictos de que vamos ter uma interação com ela”, refere.

Nas redes sociais, os seguidores da marca reagiram entusiasticamente à iniciativa. “Foi a primeira vez que investimos em marketing, para nós este é um investimento gigante, mas fazemos ‘live streams’ com os nossos consumidores todos os dias, o que nos posiciona como uma marca brincalhona e divertida. As pessoas podem ver a equipa, como trabalhamos e onde estamos com ações de experimentação”, explica o empreendedor, que também aproveitou a euforia em torno do Euro 2024 para promover gratuitamente a marca.

“Desafiámos, através das redes sociais, a seleção nacional a experimentar os nossos gelados, incentivando também os nossos seguidores a dar-lhos a provar. Chegámos ao Danilo Pereira, que começou a seguir-nos e a interagir connosco. Quando a equipa partiu para a Alemanha, seguimos o autocarro até ao aeroporto, transmitindo a viagem em ‘live stream’. Quando o Danilo saiu, demos-lhe um gelado a provar”, recorda Diogo Valente, que também invadiu uma emissão da RTP para promover a marca, naquela que foi outra ação de marketing de guerrilha da Swee.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Publicidade

Albano Homem de Melo assina campanha da ERA que evoca portugalidade (com vídeo)

Em vez de contratar uma agência criativa, a ERA Portugal recorre aos serviços do histórico da publicidade portuguesa, com quem colabora há 16 anos, para criar anúncios que pretendem humanizar a marca. Em outubro, é lançada uma nova campanha

Albano Homem de Melo, ex-presidente da Young & Rubicam, é o diretor criativo da campanha multimeios da ERA, que presta tributo à portugalidade, dando seguimento a uma colaboração que dura há 16 anos. Com direção de arte de Ricardo Figueira e produção da Based On a True Story, integra um filme publicitário realizado por Paulo Aguiar e está a ser divulgada em rádio, digital e exterior, até 6 de agosto. “Esta campanha representará um investimento em meios, a preços de tabela, na ordem de €1,5 milhões”, refere ao M&P Mariana Coimbra, diretora de marketing da ERA Portugal.

Além da Rádio Comercial, da RFM, da M80 e da Renascença, os anúncios que a integram estão a ser veiculados nas redes da Google e da Meta e no Spotify, “mas também em alguns websites nacionais como o Expresso, o Observador, o Jornal de Notícias e o New in Town”, informa a responsável, que também apostou em suportes exteriores em todo o país, investindo em estruturas de alto impacto em Lisboa, no Porto e no Algarve, para promover a campanha, que alia a arte à música popular portuguesa.

A amplificação digital está a cargo da Fullsix, enquanto que o restante planeamento de meios é da Initiative. “Esta campanha é o ponto de partida para uma estratégia semestral que tem como grande objetivo voltar a aproximar-nos dos portugueses, humanizando a nossa marca e relembrando que fazemos parte da solução da habitação nacional”, esclarece Mariana Coimbra, que prefere trabalhar com uma equipa criativa de freelancers liderada por Albano Homem de Melo, em vez de contratar uma agência criativa.

“Não está prevista uma segunda vaga da campanha, mas ela continuará a ser comunicada em agosto e em setembro, com menor pressão e maior foco local, por intermédio das agências ERA e das redes sociais da ERA Portugal, nomeadamente com alguns passatempos e desafios. Para além de uma nova aposta em ‘branded content’, está prevista uma nova campanha multimeios ainda este ano, em outubro, com um novo tema”, refere a diretora de marketing.

Segundo a empresa, o número de portugueses que comprou casa aumentou nos primeiros meses do ano. As previsões da ERA Portugal também apontam para um crescimento do mercado interno. “Sentimos que era o timing perfeito para iniciar um período de maior investimento em publicidade e de conteúdos de marca, reforçando não só a nossa notoriedade como também a nossa reputação e posicionamento enquanto mediadora mais próxima, local e especialista em soluções de habitação e investimento”, afirma Mariana Coimbra.

Em parceria com a Arte Leite, a ERA está também a distribuir, através de passatempos nas redes sociais, uma coleção de ímanes de casas típicas portuguesas, feitas à mão pelo artesão vimaranense João Leite, fundador da Arte Leite, que pode ser vista nos novos materiais promocionais. “Prevemos que esta seja uma campanha rica em conteúdo, não só em termos de ‘user generated content’ como também a nível local”, refere a responsável, que já prepara o regresso pós-férias.

“A partir de setembro, lá mais para o final do mês, teremos mais novidades, com uma nova campanha nacional e uma parceria de ‘branded content’ que nos ajudará a simplificar algumas mensagens aparentemente complexas. O foco continuará a ser a proximidade ao nosso público e a humanização da nossa marca, relembrando que somos uma insígnia de e para portugueses, com casas portuguesas que os portugueses podem comprar”, assegura Mariana Coimbra.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Marketing

Reveja os melhores momentos dos Prémios de Design M&P’24 (com fotos e vídeo)

Conheça os protagonistas da 14ª edição dos Prémios de Design M&P, evento que decorreu ao fim da tarde de 10 de julho, no Montes Claros – Lisbon Secret Spot, em Monsanto

A Dentsu Creative Iberia é a grande vencedora dos Prémios de Design M&P’24, ao ser eleita como Agência do Ano e distinguida com o Grande Prémio, com o projeto ‘Avant-gardening sounds’ para o festival de música Jardim Sonoro. No total, o júri atribuiu 41 prémios (sete ouros, 14 pratas e 20 bronzes), o que representa 72% dos trabalhos que chegaram a shortlist (57).

A entrega de prémios decorreu ao fim da tarde de 10 de julho, no Montes Claros – Lisbon Secret Spot, no Parque Florestal de Monsanto, num evento que reuniu 179 profissionais do setor, para a entrega dos troféus que distinguem os melhores trabalhos na área de design. Conheça os protagonistas e reveja os melhores momentos dos Prémios de Design M&P’24.

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Publicidade

Stream and Tough Guy desafia Atlantic New York e criam campanha internacional anti-armas (com vídeo)

Com direção criativa de Miguel Durão (Stream and Tough Guy) e de João Coutinho e Marco Pupo (Atlantic New York), a campanha tem a colaboração de parceiros locais nas cidades onde está presente, como Londres, Madrid, Paris e Lisboa, entre outras. Em Portugal, a MOP associa-se ao projeto enquanto suporte publicitário (na foto)

A agência nacional Stream and Tough Guy desafiou a norte-americana Atlantic New York para criarem uma campanha internacional que alerta para a violência com armas de fogo. A campanha ‘Salvem-nos dos EUA’, para a associação Change the Ref, tem como objetivo chamar a atenção dos legisladores norte-americanos, apelando a pessoas de outros países que adotem crianças norte-americanas, para as resgatar da violência das armas.

O projeto, que conta com a direção criativa de Miguel Durão da Stream and Tough Guy e de João Coutinho e Marco Pupo, ambos da Atlantic New York, foi desenvolvido por ambas as agências, em conjunto com parceiros internacionais que colaboraram na promoção da campanha nos diversos pontos de contacto. “Em cada país recorremos a recursos locais que nos ajudaram a partilhar a campanha. Em Portugal, a MOP foi a principal parceira nesse aspeto”, revela João Ribeiro, cofundador e sócio-gerente da Stream and Tough Guy, em declarações ao M&P.

Sobre a necessidade e objetivo da parceria entre a Stream and Tough Guy e a Atlantic New York, João Ribeiro evidencia que “sendo uma campanha que se dirige ao ‘target’ norte-americano, embora seja comunicada no exterior, fazia sentido ter um parceiro sediado nos Estados Unidos. Conhecemos e respeitamos muito o trabalho do João Coutinho e do Marco Pupo, que inclusive já trabalharam com a Change da Ref. Dada essa proximidade e conjunto de fatores, sentimos que a parceria nos dava uma maior robustez para produzirmos a campanha”.

Presente em ‘outdoor’, múpis e posters em Londres, Madrid, Paris e Lisboa, entre outros mercados, a campanha apresenta imagens de crianças que apelam à adoção de uma criança norte-americana’. “As crianças que se encontram nos anúncios e vídeos da campanha foram totalmente produzidas através de inteligência artificial”, revela ainda João Ribeiro. Um vídeo online, produzido pela Atlantic New York, que reforça a mensagem da campanha, está disponível no YouTube, redes sociais e na página web da campanha.

Nos anúncios da campanha lê-se a mensagem: “Os EUA não conseguem salvar as suas crianças da violência das armas, por isso dirigimos este apelo a pessoas de outros países. Por favor, salvem estas crianças dos EUA. Considere adotar uma criança americana”.

“Depois de seis anos a implorar, exigir e sugerir opções para minimizar a violência das armas no nosso país, esgotámos as entidades que poderiam ajudar. A nação tornou-se insensível à realidade absurda de pessoas inocentes a serem baleadas porque um grupo de políticos decidiram vender as suas almas à indústria das armas. Hoje, chamamos a atenção internacional com a principal intenção de revelar um sistema corrupto que glorifica as armas acima de tudo”, enfatizam Manuel e Patricia Oliver, cofundadores da Change the Ref, em comunicado de imprensa.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

Daniel Monteiro Rahman

Mais artigos
Publicidade

Honestidade e credibilidade são os atributos mais valorizados para protagonizar campanhas publicitárias

Cristiano Ronaldo mantém a liderança do ranking da Marktest de figuras públicas e influenciadores mais adequados a campanhas publicitárias, por se destacarem nos atributos que os portugueses mais valorizam. No top 3 encontram-se ainda Cristina Ferreira (2º) e Manuel Luís Goucha (3º)

A honestidade e a credibilidade são os atributos que os portugueses mais valorizam numa figura pública ou influenciador, que se associe a uma marca numa campanha publicitária, segundo o estudo Figuras Públicas e Digital Influencers da Marktest.

O estudo, referente a 2024, analisa a imagem que os portugueses têm das figuras públicas e influenciadores nacionais, bem como a opinião sobre as suas principais características em associação à publicidade. Revela ainda as figuras públicas ou influenciadores mais adequados para participar em campanhas de publicidade.

A apresentadora de televisão e empresária Cristina Ferreira, classificada pelos inquiridos como a segunda figura pública mais adequada para participar numa campanha publicitária, considera a verdade como o atributo mais importante para a sua imagem.

“A verdade. Só desta forma construí uma comunidade tão forte. Seja em que plataforma estiver a comunicar, o meu público sabe com o que conta”, revela ao M&P a administradora executiva da Media Capital Digital.

Outras figuras públicas que integram os rankings do estudo partilham perspetivas semelhantes à de Cristina Ferreira. Catarina Furtado, apresentadora de televisão e embaixadora da Boa-Vontade das Nações Unidas, que está na quinta posição do ranking de figuras públicas mais adequadas a participar numa campanha, valoriza a honestidade, a empatia e a simplicidade.

“Tento sempre que fique clara a minha honestidade, a forma como falo e como me relaciono com as pessoas. Bem como os valores da empatia e da simplicidade, mesmo que a marca em questão seja de luxo”, garante Catarina Furtado.

A alegria de João Baião

O apresentador de televisão e ator João Baião, que figura em oitavo lugar do ranking de figuras públicas da Marktest, por seu lado, destaca a honestidade, a transparência e a simplicidade.

“Ao longo do meu percurso sempre tentei transparecer aquilo que sou, uma pessoa alegre, com muita energia e próxima do meu público. Valorizo muito a simplicidade e tento que isso se reflita em tudo o que faço, desde o meu trabalho em televisão ao trabalho no digital”, refere João Baião ao M&P.

Já o apresentador de televisão Manuel Luís Goucha, que se encontra na terceira posição do ranking de figuras públicas mais adequadas a participar numa campanha publicitária, admite que “acima de tudo, a coerência e a credibilidade” são os aspetos que mais tenta transparecer na sua imagem.

Marcas procuram autenticidade

Quando questionados sobre o que sentem que as marcas procuram cada vez mais em figuras públicas, algumas das personalidades contactadas pelo M&P referem a autenticidade e a proximidade ao público como as caraterísticas que os anunciantes mais procuram nas figuras públicas.

É o caso de João Baião, que afirma que “as marcas procuram cada vez mais pessoas que consigam estabelecer uma ligação verdadeira e autêntica com o seu público. Quer sejam figuras públicas ou influenciadores digitais, não basta apenas ter visibilidade, tem de haver também uma real conexão com o público. Isso só é possível quando essa relação já existe e é genuína. O público sabe identificar o que é real”.

Catarina Furtado, por sua vez, também atesta essa realidade. “Pode parecer contraditório com os tempos que estamos a viver, com a IA a conquistar cada vez o nosso mundo real, mas parece-me que há uma necessidade de mostrar mais autenticidade, mais boa disposição e mais proximidade”.

De acordo com o estudo da Marktest, no top 5 de figuras públicas e influenciadores com as melhores características para participar em anúncios, em 27 setores de atividade, encontram-se Cristiano Ronaldo, que mantém a liderança no ranking, tendo sido referido por 53,4% dos inquiridos, Cristina Ferreira, que mantém o segundo lugar com 36,0% das respostas e Manuel Luís Goucha, na terceira posição, com 31,9% das referências. Ricardo Araújo Pereira e Catarina Furtado completam o top 5 de nomes com mais referências para o conjunto dos setores analisados, com 30,3% e 28,5%, respetivamente.

Goucha lidera mais

O estudo da Marktest revela ainda que Manuel Luís Goucha e Cristiano Ronaldo foram os que mais vezes ocuparam o lugar de topo nas associações ao conjunto de atributos analisados.

Manuel Luís Goucha foi o mais associado ao maior número de atributos na totalidade, a liderar em 5 dos 13 atributos analisados. O apresentador de televisão foi mais valorizado pela maturidade e credibilidade, mas também foi associado à competência, honestidade e à sobriedade.

Cristiano Ronaldo, por seu lado, foi o mais associado à competência, mas também foi valorizado pelo prestígio, reputação e talento, liderando em 4 dos 13 atributos analisados.

No que diz respeito aos atributos ou características pessoais que uma figura pública ou influenciador deve possuir para participar em campanhas publicitárias, a simpatia, o sentido de humor, a competência e o talento foram apontados por mais de metade dos inquiridos neste estudo.

No entanto, como foi referido anteriormente, a honestidade e a credibilidade foram considerados os atributos mais importantes, tendo sido identificados por 77,4% e 75,3% dos entrevistados, respetivamente.

Os resultados deste estudo dizem respeito ao período entre 26 de fevereiro e 8 de março de 2024, em que foram entrevistados 1.202 portugueses entre os 15 e os 64 anos, residentes em Portugal Continental, através de um questionário de autopreenchimento.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

Daniel Monteiro Rahman

Mais artigos
Marketing

IA generativa permite aumentar até 40% otimização do marketing de retalho

O relatório da Bain&Company revela que a IA generativa pode aumentar entre 5% e 10% das receitas de vendas dos retalhistas, com ferramentas de personalização de compra assentes nesta tecnologia

A inteligência artificial generativa permite um aumento de 30% a 40% da otimização do marketing de retalho, avança o relatório da Bain & Company sobre retalho e IA generativa, ‘Retail and Gen AI: Now Scale Those Terrific Early Returns’.

Segundo a consultora estratégica, os retalhistas podem reduzir custos e melhorar as margens de lucro, além de poderem atingir uma maior quota de mercado, através da automatização de tarefas, como a criação de conteúdos, realização de traduções, gestão de redes sociais e desenvolvimento de ‘landing pages’ personalizadas.

O relatório da Bain revela ainda que IA generativa permite um aumento entre 5% e 10% das receitas de vendas dos retalhistas, com ferramentas de personalização de compra assentes nesta tecnologia. De acordo com o relatório, isto é possível através das recomendações personalizadas em tempo real, adaptadas às preferências individuais e à localização dos clientes, bem como aos assistentes de compra. Este serviço não só melhora a satisfação do cliente, como também fortalece a fidelização, o que proporciona uma melhor experiência de compra e, por sua vez, um aumento nas receitas da marca.

Adotar uma estratégia de negócios assente no desenvolvimento de software também pode aumentar a produtividade, indica ainda o relatório. A Bain & Company destaca o caso de um retalhista que implementou um assistente para automatizar as tarefas de codificação, o que permitiu um aumento da produtividade de 25% a 40%, além de poupanças equivalentes a mais de 50 vezes do investimento inicial necessário para adotar esta tecnologia.

“Em geral, as empresas tendem a sobreestimar um pouco a velocidade de implementação de tecnologia disruptiva, mas também a subestimar o seu impacto a longo prazo. Há três décadas, muitas empresas subestimaram o impacto da internet. Se se tivessem apercebido do impacto que isso viria a ter no retalho, os executivos teriam integrado esta tecnologia nos seus negócios em 1995. É possível que, com a inteligência artificial generativa, nos encontremos perante um cenário idêntico”, refere Clara Albuquerque, sócia da Bain & Company, em comunicado de imprensa.

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Media

Media Capital aguarda luz verde da ERC para anunciar novo canal. Impresa também reforça oferta no cabo

Hugo Andrade será o diretor de programas do novo projeto televisivo do grupo de media que detém a TVI e a CNN Portugal, um canal generalista que substituirá o TVI Ficção. A dona da SIC prepara o lançamento de um novo canal de raiz, dedicado à ficção

A Media Capital já requereu à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) as autorizações necessárias para substituir o TVI Ficção por um novo projeto televisivo com um perfil adulto e mais masculino, estando a aguardar luz verde para formalizar o anúncio público do novo canal. “Só nessa altura se ficará a conhecer o nome e a data de estreia do novo projeto”, anuncia o grupo de media em comunicado de imprensa.

Disponível na mesma posição nas grelhas de canais dos distribuidores de televisão Nos, Meo, Vodafone e Novo, terá Hugo Andrade como diretor de programas. O ex-diretor de programas da RTP, atual diretor-geral adjunto da estação de Queluz de Baixo, está a trabalhar em estreita articulação com o diretor-geral da TVI, José Eduardo Moniz, para definir a programação.

“Enquanto serviço de programas generalista, o novo projeto televisivo não será um corpo estranho no grupo de canais TVI, pelo contrário. Estará em sintonia com o seu ADN, enquanto canal falado em português e que quer estar próximo dos portugueses”, refere o documento. Nuno Santos acumula a direção de informação do novo canal da Media Capital com a da TVI e da CNN Portugal.

“Considerando as tendências e o comportamento dos espetadores, que cada vez mais veem o que querem quando querem, a TVI decidiu fazer evoluir a oferta do TVI Ficção para algo mais completo. Além das novelas e séries que hoje dominam a emissão, o novo canal vai exibir outros produtos de ficção internacionais, bem como programas de entretenimento, desporto e apontamentos de informação”, informa a Media Capital.

A intenção é aumentar o público-alvo da TVI Ficção, introduzindo-lhe novos segmentos para diversificar a oferta e expandir o auditório, atraindo mais telespetadores. “A programação desportiva, incluindo a cobertura de eventos e de modalidade que hoje não têm grande expressão na televisão nacional, deverá atrair mais público para o novo canal”, justifica o grupo de media.

A confirmação pública do lançamento do novo canal da Media Capital surge numa altura em que a Impresa também está a ponderar reforçar a oferta televisiva no cabo com a criação de uma nova marca televisiva. “É uma situação que está a ser estudada, algo que está a ser avaliado”, confirmou ao M&P fonte do grupo de media liderado por Francisco Pedro Balsemão.

SIC Ficção é o nome provisório do novo canal da estação de Paço de Arcos, que já detém a SIC Notícias, a SIC Mulher, a SIC Radical, a SIC Caras e a SIC K, para além da plataforma digital de streaming Opto. A notícia surge dias depois de a SIC ter concluído uma nova emissão de obrigações, no valor total de €48 milhões, tendo a procura sido superior ao valor da oferta, ao atingir os €54,2 milhões.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 Meios & Publicidade. Todos os direitos reservados.