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Carlos Estorninho assume direção de marketing da Coldwell Banker Portugal

Licenciado em comunicação empresarial pelo ISCEM, o novo diretor de marketing da consultora imobiliária norte-americana passou pelo Grupo Teixeira Duarte, pela Philip Morris Internacional e pelo Banco Finantia antes de abraçar o novo desafio profissional

Luis Batista Gonçalves
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Carlos Estorninho assume direção de marketing da Coldwell Banker Portugal

Licenciado em comunicação empresarial pelo ISCEM, o novo diretor de marketing da consultora imobiliária norte-americana passou pelo Grupo Teixeira Duarte, pela Philip Morris Internacional e pelo Banco Finantia antes de abraçar o novo desafio profissional

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Luis Batista Gonçalves
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Carlos Estorninho é o novo diretor de marketing da consultora imobiliária Coldwell Banker Portugal. Ex-quadro do Grupo Teixeira Duarte, da Philip Morris Internacional e do Banco Finantia, licenciou-se em comunicação empresarial pelo Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM) em 2007. Aprofundou posteriormente os conhecimentos em marketing e comunicação na FHWien, na FLAG e na Lisbon School of Economics & Management do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).

Aumentar a notoriedade da multinacional norte-americana em Portugal no período desafiante que o mercado imobiliário atualmente enfrenta é um dos principais desafios que o marketeer tem em mãos. “A Coldwell Banker é a marca com mais história no em todo o setor imobiliário, contando com 118 anos de existência. Em Portugal, atravessa uma fase de consolidação que é o culminar de cinco anos de atividade”, refere Carlos Estorninho.

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No final de 2023, a  empresa registou o melhor trimestre de sempre desde que a consultora imobiliária entrou em Portugal, superando também a marca dos 200 colaboradores em território nacional. Em 2024, a intenção é aumentar a faturação e reforçar a rede de agentes. “A comunicação e as marcas do setor vão cada vez mais apostar em valores diferenciadores e na autenticidade valores que a Coldwell Banker já pratica”, sublinha o novo diretor de marketing.

“Estamos extremamente satisfeitos em dar as boas-vindas ao Carlos Estorninho. A experiência e os valores dele alinham-se perfeitamente com os nossos princípios. Estamos com muita vontade de trabalhar com o Carlos e aproveitar todas as suas valências para fortalecer a nossa posição no setor imobiliário”, assume Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal. Em Portugal desde 2018, a consultora conta atualmente com 100.000 colaboradores em três milhares de agências espalhadas por 41 países.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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João Ova Lopes é novo gestor global de patrocínios da Heineken

Na nova função em Amesterdão irá estar responsável pela gestão de parcerias globais da Heineken, com principal destaque para a UEFA (Liga dos Campeões) e Fórmula 1

João Ova Lopes é o novo gestor global de patrocínios da The Heineken Company, com responsabilidade sobre parcerias e patrocínios da marca de cerveja. O profissional troca Lisboa por Amesterdão, após cerca de seis anos na Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, onde desempenhou várias funções de gestã0 de marca.

Licenciado em Gestão na Católica Lisbon SBE, e com mestrado e pós-graduação em Gestão de Marketing e Marketing Digital, respetivamente, João Ova Lopes passou por empresas como a Tabaqueira (Philip Morris International) e a EDP Comercial, antes de iniciar o percurso na área das bebidas.

Na nova função, em Amesterdão, o marketer irá estar responsável pela gestão de parcerias globais da marca Heineken, com principal destaque para a UEFA (Liga dos Campeões) e a Fórmula 1.

The Heineken Company é uma das principais cervejeiras mundiais e, para além da marca de cerveja com o mesmo nome, detém marcas internacionais como Amstel, Desperados, Birra Moretti, Tiger e muito mais.

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Cannes Lions

Cannes Lions 2024: Bar Ogilvy ganha Leão de Bronze com ‘The Endangered Typeface’

O projeto vencedor em Digital Craft (Data Visualisation) é uma tipografia em que cada letra representa uma espécie animal e à medida que o número desses animais diminui, a letra correspondente a essa espécie desaparece. “O maior vencedor foi a natureza”, considera José Carlos Bomtempo, CCO e sócio da Bar Ogilvy

A Bar Ogilvy foi distinguida no Cannes Lions 2024 com um Leão de Bronze na categoria Digital Craft (Data Visualisation), com o ‘The Endangered Typeface’, soube o M&P. O projeto desenvolvido em parceria com a Associação Natureza Portugal (ANP), em colaboração com o World Wide Fund for Nature (WWF), pretende sensibilizar a sociedade para a atual sexta extinção em massa de espécies no planeta, que se caracteriza pela perda de biodiversidade.

“Uma ideia tão animal só poderia ganhar Leão. Mas, trocadilhos à parte, o maior vencedor foi a natureza”, comenta José Carlos Bomtempo, CCO e sócio da Bar Ogilvy, em declarações ao M&P.

‘The Endangered Typeface’ é uma fonte viva para proteger toda a vida animal. Nesta tipografia, cada letra representa uma espécie animal e à medida que o número desses animais diminui, a letra correspondente a essa espécie desaparece proporcionalmente. A fonte é atualizada com dados da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da International Union for Conservation of Nature (IUCN).

No Dia Mundial da Vida Selvagem, a 3 de março, os parceiros deste projeto lançaram uma edição limitada de serigrafias numeradas, alertando para a extinção massiva de espécies em curso no planeta. A coleção de serigrafias (na foto) é composta por 25 posters, um para cada letra/animal, destacando o nível de ameaça de cada espécie e o número restante. Ao fazer um donativo mínimo de €50, qualquer pessoa poderá escolher uma letra e receber um dos posters em casa. Todo o dinheiro angariado reverte para os projetos de conservação natural da ANPWWF. ‘The Endangered Typeface’ continua disponível para download e terá a sua primeira atualização em breve”, refere a nota de imprensa.

Sobre o autorCatarina Nunes

Catarina Nunes

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Comunicação

Companhia das Soluções reforça marketing de influência e reorganiza área de media

A comemorar duas décadas, a agência de comunicação portuense, que acaba de conquistar a assessoria de imprensa da One e dos centros comerciais da CBRE, promove Mariana Cottim a coordenadora de media e Luísa Marques a coordenadora de marketing de influência

A Companhia das Soluções está a alargar a oferta de serviços de marketing de influência, uma área que Luísa Marques, até agora gestora de contas e coordenadora de equipas, passa agora a coordenar. Mariana Cottim, que tinha as mesmas funções, também é promovida, assegurando a coordenação de media, uma área que ganha autonomia com a criação do novo cargo.

“Sentimos que era necessário termos pessoas dedicadas a estas duas grandes áreas, dois eixos principais da agência, compreendendo os players envolvidos em cada uma, definindo e implementando a estratégia geral da agência”, justifica ao M&P Sónia Pereira, CEO e fundadora da Companhia das Soluções.

Agilizar processos e aumentar a eficiência da organização é uma das pretensões da atualização de funções. “O cliente e o nosso serviço estão no centro de tudo o que fazemos, as equipas são hoje mais autónomas e colaborativas. Ao celebrarmos o 20º aniversário, aproveitamos para olhar para o nosso percurso e projetar o futuro. Com isso, construímos uma nova versão da agência, pensada para ser uma organização mais ágil, humana e com impacto”, refere a responsável.

Guess, Tous e JBL são os novos clientes da Companhia das Soluções, que acaba também de conquistar a comunicação dos centros comerciais da CBRE Portugal e da marca de relógios One. “Será um trabalho centrado em assessoria mediática para ambas as marcas, que poderá ser complementado com outras áreas”, sublinha Sónia Pereira. “Acreditamos que é uma excelente oportunidade para demonstrarmos o nosso valor, a dedicação das nossas equipas e a elevada qualidade do serviço que prestamos”, acrescenta.

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Bar Ogilvy cria campanha para produtos de marca própria da Auchan (com vídeos)

Auchan Baby e Auchan Bio são as duas submarcas que integram a campanha multimeios, que conta com a criatividade da Bar Ogilvy e produção da Jungle Corner. O planeamento de meios é da EssenceMediacom Portugal

Idealizada pela Bar Ogilvy e produzida pela Jungle Corner, a nova campanha multimeios da Auchan põe em destaque a variedade de produtos de marca própria que esta cadeia de grande distribuição disponibiliza na rede de lojas que detém de norte a sul do país. Realizados por Paulo Grade, os spots publicitários que a integram têm direção criativa executiva de José Bomtempo, direção de arte de Gabriel Mendes, redação de César Silva e sonoplastia da Estrela de Alcântara.

Auchan Baby e Auchan Bio são as duas primeiras submarcas promovidas pela campanha. “Ao longo do ano, vão surgir mais filmes publicitários centrados noutros produtos. Esta campanha estará presente em televisão, rádio, digital, outdoors e nas plataformas online da marca”, informa o retalhista em comunicado de imprensa. O planeamento de meios é da responsabilidade da EssenceMediacom Portugal.

“Na Auchan existem várias gamas e produtos que nos diferenciam dos concorrentes. Com esta nova campanha queremos aproximar-nos tanto de quem consome os nossos produtos, como de quem os compra, e demonstrar que, à semelhança das coisas que só temos em nossa casa, também há coisas que só encontramos na Auchan”, esclarece Solange Farinha, diretora de marketing, de cliente e de digital da Auchan Retail Portugal.

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A grandeza de um conceito assente numa aparente simplicidade (com vídeos)

Na rubrica Como É Que Não Me Lembrei Disto? do M&P, a campanha Find Your Greatness, da Wieden+Kennedy Portland para a Nike, é a que Tiago Varino gostaria de ter feito. A Olhó Picolero, para a Solero, é a que o diretor criativo da WYcreative mais gostou de fazer

Qual é a campanha que gostaria de ter feito?

A campanha para a Nike, Find Your Greatness.

Quais são as razões dessa escolha?

A grandeza de um conceito assente numa aparente simplicidade. Este equilíbrio é algo genialmente intemporal. Mas, acima de tudo, tem uma verdade, algo que é transversal à idade, género ou religião. Através de um copy extremamente bem escrito, palavra a palavra, esta campanha como um todo, diz-nos que todos podemos tudo. Cada um de nós, atleta ou não, pode encontrar a sua própria grandeza. Basta acreditarmos.

O que é que lhe chamou mais a atenção, o texto, a imagem, o protagonista ou outro aspeto da campanha? Porquê?

Quando uma campanha precisa de muita pós-produção, grandes atores e efeitos 3D, entre outra parafernália, por norma, não tem um conceito muito forte. Se despirmos uma campanha de tudo isto até à sua mensagem principal, muitas vezes temos conceitos fracos.

Neste caso, é precisamente o contrário. A campanha foi construída a partir de uma grande verdade e toda a sua força está assente na mensagem, por isso visualmente não precisa de grandes maquilhagens e artifícios. É um trabalho já com 12 anos, mas continua pertinente e verdadeiro. Tal como continuará daqui a 20, 30 ou 40 anos.

Esta campanha inspirou-o a nível criativo? Em quê e de que formas?

Inspirou-me no sentido de procurar diariamente conceitos que sejam verdadeiros e que possam efetivamente mudar a vida de alguém. Muitas vezes, as marcas esquecem-se de que falam com pessoas. Para isso, é preciso estar ao lado delas e não acima, estabelecer um diálogo e dizer-lhes algo que seja realmente importante para a sua vida.
Acredito que, desta forma, as marcas podem realmente fazer a diferença e entrar no dia a dia das pessoas.

Qual é a campanha que fez que mais o concretizou profissionalmente? Porquê?

Poderia enumerar várias campanhas que me concretizaram profissionalmente, mas vou destacar uma que fiz recentemente e que, por isso, ainda está fresca na minha memória: os Picoleros da Solero.

É uma daquelas campanhas que se tornaram num fenómeno popular, com toda a gente a cantarolar a música em todo o lado. Algo verdadeiramente notável nos dias de hoje, tendo em conta a dificuldade em captar a atenção dos consumidores. E, no fim, foi uma campanha que teve um enorme sucesso de vendas, tendo conquistado dois prémios Eficácia.

Como é que chegou a esta ideia e avançou para a execução?

O nome Picolero associado à marca Solero já transmitia alguma musicalidade. Desde o início que sentia que era um caminho que fazia muito sentido. Dentro desta métrica “Picolero da Solero”, dei por mim a cantarolar ao ritmo do famoso “Bamboléo” dos Gipsy Kings. Ficou óbvio que era mesmo por ali. Entrámos em contacto com a agente dos Gipsy Kings e acabámos a gravar tudo com eles. Foi uma experiência única.

O que é que faz quando não tem ideias?

Nada. Ou melhor, nado. Gosto de ir para piscina e libertar a cabeça. Sei que o subconsciente continua a funcionar e que vou ter uma boa ideia. Tenho muita confiança neste processo. Na maior parte das vezes, as melhores ideias surgem quando menos esperamos.

Ficha técnica

Campanha: Find Your Greatness
Cliente: Nike
Agência: Wieden+Kennedy Portland
Criativos: Ryan O’Rourke, Alberto Ponte, Dan Hon, Brock Kirby, Sezay Altinok, Sara Phillips, Mark Fitzloff e Susan Hoffman
Produtora: Park Pictures
Realização: Lance Acord e Seb Edwards
Ano: 2012

Ficha técnica

Campanha: Olhó Picolero
Agência: WYcreative
Cliente: Solero/Olá
Diretores criativos: Tiago Varino e Carlos Pontes
Redatores: Tiago Pereira e Tiago Varino
Diretora de arte: Mafalda Manaia
Designer: Mafalda Manaia
Estratega: Margarida Marques
Diretora de contas: Vânia Furtado
Executivo de contas: Vânia Furtado
Arte finalista: João Ruas
Produtora: Romana Vidal
Diretor de fotografia: Duarte Domingos
Realizador: João Fanfas
Assistente de realização: António Amaral
Produtor: José Neto
Produtor executivo: João Silva
Direção de arte cinematográfica: Marta do Vale

 

Sobre o autorCatarina Nunes

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Cannes Lions

Cannes Lions 2024: Bro Cinema ganha Grande Prémio em Pharma (com vídeo)

Portugal tem hipótese de ganhar mais prémios nos próximos dias, uma vez que já tem oito trabalhos em ‘shortlist’: quatro em Direct (dois da Bar Ogilvy e dois da Dentsu Creative), dois em Entertainment for Sport (Judas e Coming Soon), um em Entertainment (Havas) e outro em Digital Craft (Bar Ogilvy)

Catarina Nunes

O “Magnetic Stories”, que conta com a produção da Bro Cinema e realização de Mário Patrocínio, venceu o Grand Prix do Cannes Lions, na categoria Pharma. Com criatividade da agência Area 23, de Nova Iorque, trata-se de um projeto piloto da CUF em que os sons das ressonâncias magnéticas são transformados em histórias para crianças em audiolivros.

O ADN nacional está também presente através dos protagonistas, uma vez que o projeto da Siemens Healthineers, que produz equipamentos para ressonâncias magnéticas, é da responsabilidade do hospital da CUF e conta com as histórias criadas pelos escritores Mariana Jones e João Pedro Mésseder, além dos testemunhos de crianças e pais portugueses. O ‘Histórias Magnéticas’ é direcionado às crianças e tem como ponto de partida os ruídos perturbadores dos exames por ressonância magnética, fazendo corresponder cada som a momentos de histórias emocionantes e seus personagens, como robôs ou naves espaciais, por exemplo. A ideia é que o momento do exame seja menos assustador para as crianças.

“Conseguir o Grand Prix dos Lions em Cannes nesta edição com uma campanha profundamente emotiva, original e inspiradora, deixa-nos com um orgulho muito sentido e especial”, refere Mário Patrocínio (na foto), cofundador e realizador da Bro Cinema em declarações ao M&P. “Esta campanha prova que o mercado de produção publicitária portuguesa pode estar em Cannes este ano com uma singular capacidade criativa e revela que o talento das equipas nacionais consegue transpor barreiras de internacionalização”, acrescenta Mário Patrocínio.

A presidente do júri do Cannes Lions de Pharma, Collette Douaihy, CCO global da Dentsu Health, por seu lado, considera que a melhor forma de demonstrar o poder da criatividade é ter um impacto direto na vida das pessoas. “O trabalho vencedor faz isto produzindo audiolivros para crianças sujeitas a exames de MRI, transformando a desorientação e medo de procedimentos médicos numa experiência imersiva envolvente. As histórias foram meticulosamente trabalhadas por reputados autores e designers de som para sincronizarem precisamente cada som do exame com momentos entusiasmantes das histórias, aliviando o medo e melhorando a experiência. Isto é ‘storytelling’ no seu melhor”, refere a presidente do júri de Pharma em comunicado de imprensa.

Portugal tem hipótese de ganhar mais prémios nos próximos dias, uma vez que já tem oito trabalhos em ‘shortlist’: quatro em Direct (dois da Bar Ogilvy e dois da Dentsu Creative), dois em Entertainment for Sport (Judas e Coming Soon), um em Entertainment (Havas) e outro em Digital Craft (Bar Ogilvy).

 

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Media e fabricantes perdem anualmente €1,8 milhões em pirataria e contrafação

17% dos portugueses admite utilizar canais ilegais online para assistir a transmissões desportivas e 8% da população entre os 15 e os 24 anos adquire deliberadamente equipamento desportivo falso através da internet, revela estudo do EUIPO. Duas novas campanhas pretendem reduzir as infrações

A transmissão ilegal online de conteúdos e de eventos desportivos em direto gera anualmente mil milhões de euros de receitas ilícitas na União Europeia, um montante que as empresas de media perdem, revela um estudo do Instituto da Propriedade Intelectual da UE (EUIPO). A esse valor acresce uma perda total estimada de €851 milhões por ano de receitas para os fabricantes de equipamentos desportivos por causa da contrafação, o que equivale a 11% do total de vendas no setor.

Em Portugal, os prejuízos atingem os €12,9 milhões, motivados por uma redução de vendas estimada em 11,9%, refere o estudo europeu. “17% dos cidadãos portugueses acederam ou transmitiram conteúdos de fontes digitais ilegais para ver eventos desportivos, sendo que a percentagem entre os jovens dos 15 aos 24 anos foi de 34%”, revela o EUIPO em comunicado.

Segundo o estudo, o streaming é o método mais popular de acesso a conteúdos televisivos ilícitos, com 58% da pirataria na UE a ocorrer através de transmissão e 32% através de download. “8% dos jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos adquiriram deliberadamente equipamento desportivo falso através da internet”, avança o documento.

“Este valor não inclui a economia paralela de equipamento desportivo como camisolas e calçado de futebol falsos, que representam uma parte significativa do total de €12 mil milhões de contrafações de vestuário na Europa por ano”, refere a EUIPO, que acaba de lançar duas campanhas de sensibilização, em complemento da Agorateka, uma ferramenta desenvolvida pelo instituto que ajuda os espetadores a identificar ofertas legais de conteúdos online, incluindo eventos desportivos.

Para reduzir o número de transmissões ilegais e combater a pirataria online de eventos desportivos e outros eventos ao vivo, o instituto estabeleceu também contactos com uma rede de autoridades administrativas nacionais. Além dessa campanha, está a dinamizar uma outra que apela ao combate à contrafação através de uma maior aplicação da lei e sensibilização, “para a qual o EUIPO contribui através de esforços de divulgação, implementação e monitorização”, esclarece ainda a instituição.

“Ao desfrutarmos da emoção da competição, é crucial jogar limpo. Os direitos de propriedade intelectual subjacentes a estes eventos protegem e reforçam as nossas experiências enquanto adeptos, apoiam os nossos atletas e inspiram futuros campeões. Ao assistir às emissões oficiais e ao comprar produtos licenciados, asseguramos que os nossos desportos amadores continuam a prosperar durante as gerações vindouras”, afirma João Negrão, diretor executivo do EUIPO.

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Audiências: TVI reforça liderança com 15% de quota

RTP1 e TVI são os canais que reforçam a quota de mercado na semana de 10 a 16 de junho, ao contrário da SIC, Cabo e Outros, que registam uma quebra. TVI aumenta vantagem sobre a SIC

O consumo global de TV regista tendência de crescimento esta semana, aumentando cerca de 14 minutos por dia face à semana anterior, ficando assim nas 5h32m diárias.

Nas variações de share semanal, RTP1 e TVI são os canais que reforçam esta semana, ao contrário da SIC, Cabo e Outros, que registam quebra nos seus shares, enquanto a TVI aumenta a vantagem sobre a SIC. Desta forma, a RTP1 aumenta e tem esta semana 12,7% de share, a SIC recua até aos 13,7% de share semanal, ao contrário da TVI, que reforça a sua liderança e tem agora 15,0% de share. Cabo e “Outros” registam ambos tendência de decréscimo, com a Cabo a descer até aos 38,9% de quota, e o “Outros” (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a descer de forma ligeira, tem esta semana 17,8% de share.

Na tabela dos canais mais vistos do cabo, há um novo ocupante no pódio da semana, o canal Hollywood, que ocupa a terceira posição e se segue aos habituais líderes CMTV e CNN Portugal. Nos lugares que se seguem ao pódio estão a SIC Notícias, Star Channel, TVI Reality, Star Movies, Globo e SIC Mulher. A fechar o top 10, está o Star Life, que esta semana regressa à tabela dos mais vistos.

O futebol continua a dominar o topo do ranking da programação, com as duas primeiras posições a serem ocupadas pelo último jogo de preparação da seleção nacional, ‘Futebol – Jogo de Preparação EURO 2024/Portugal X Rep. Irlanda’ e pelo primeiro jogo do Euro 2024, ‘EURO 2024: Fase de Grupos/Alemanha X Escócia’, ambos transmitidos na RTP1.

Seguem-se ‘Big Brother – Especial’, da TVI, a transmissão ‘EURO 2024: Cerimónia de Abertura’, feita na RTP1, e ainda a novela da TVI ‘Cacau’. Mais uma vez, é o programa da CMTV ‘Investigação CM/Tráfico a Céu Aberto’, o mais visto do cabo esta semana, com o top 5 novamente ocupado na totalidade por conteúdos da CMTV. Seguem-se o ‘Grande Jornal – Noite’, ‘Doa a Quem Doer’, e os programas desportivos ‘Pé em Riste’ e ‘Liga d’Ouro’.

Data Insights, Havas Media Network

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Audiências Euro 2024: Jogo de abertura com mais de 1,5 milhões de telespetadores

A RTP1 beneficiou da transmissão do jogo inaugural do Euro 2024, no entanto foi a TVI a estação a liderar no total do dia

O dia 14 de junho de 2024 fica marcado pelo arranque do Euro 2024. O jogo de estreia, em Munique, entre a anfitriã Alemanha e a Escócia deu o pontapé de saída à grande competição de seleções do velho continente. A seleção alemã venceu de forma convincente a Escócia por cinco bolas a uma. A RTP1 foi a estação que transmitiu o jogo de abertura, com os portugueses a corresponderem com uma boa audiência.

Em média, mais de 1,5 milhões de telespetadores assistiram à partida, a que correspondeu um share de 34.0%. Este foi também o programa mais visto do dia, superando as audiências dos jornais de informação. Para além da RTP1, a Sport TV1 também transmitiu o jogo em simultâneo, tendo alcançado uma audiência média de 40 mil telespetadores e um share de 0.9%.

A RTP1 beneficiou da transmissão do jogo inaugural do Euro 2024, no entanto foi a TVI a estação a liderar no total do dia. Com uma quota de share de 15.1%, a estação pública ultrapassou a SIC e aproximou-se da TVI, registando mais 4.5p.p. face à média de maio.

Quanto ao perfil de telespetadores que assistiu ao jogo, podemos verificar que foram os homens, de idade com mais de 55 anos de classe mais media/alta que registou maior afinidade com o jogo inaugural.

Comparativo com campeonatos anteriores em canal aberto

Se compararmos o primeiro jogo do Euro 2024 com os outros das duas últimas grandes competições, é possível verificar que este foi aquele que teve mais impacto. Registou uma audiência superior ao jogo de abertura do Euro 2020 entre a Turquia e a Itália.

A partida de abertura do Mundial de 2022 no Qatar, dos três jogos, foi a que verificou uma audiência mais baixa. Importa referir, que apesar da transmissão ter sido a um domingo, o horário do jogo (16h) foi um dos fatores que não ajudou a ter uma audiência mais elevada.

Alemanha X Escócia com pico máximo de 1,7 milhões de telespetadores

A transmissão do 1º jogo do Euro 2024, registou uma maior audiência durante a primeira parte. A Alemanha entrou forte no jogo e aos 19 minutos já vencia por duas bolas a zero. No período de descontos da 1º parte, a tarefa da Escócia de reentrar na partida fica praticamente impossível devido à marcação de uma grande penalidade e expulsão de um dos seus jogadores. Com o resultado em três a zero ao intervalo e com o jogo resolvido, a 2ª parte registou uma audiência mais baixa do que a 1ª parte, ainda assim superior a mais de 1,5 milhões de telespetadores.

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport –mMediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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MOP e JC Decaux ganham concessão da SCTP

Com a vitória no concurso público da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto, a MOP passa a explorar a publicidade no exterior de 1.154 autocarros nas duas maiores cidades do país, uma vez que já conta com uma rede de 734 viaturas da Carris em Lisboa. A JCDecaux garante a exploração do exterior de seis elétricos no Porto

A MOP e a JCDecaux venceram o concurso público para a concessão da exploração publicitária lançado pela Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP). Os dois lotes que o integram abrangem apenas a publicidade no exterior das 426 viaturas contempladas no acordo. “Foram ambos a concurso público na plataforma Vortal, com o respetivo programa e caderno de encargos. Desse concurso resultou que foi adjudicado à MOP a exploração de publicidade no exterior de 420 autocarros de transporte publico urbano de passageiros de diferentes tipologias pelo valor de €1.827.137, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, por três anos, com início a 1 de julho de 2024”, revela ao M&P um porta-voz da STCP.

“A adjudicação para a exploração de publicidade no exterior de seis elétricos de serviço público foi para a JCDecaux pelo valor de €633.060, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, por três anos com início a 1 de julho de 2024”, revela ainda a mesma fonte. Com o acordo assinado após a vitória no concurso público, a MOP passa a explorar a publicidade no exterior de 1.154 autocarros nas duas maiores cidades do país, uma vez que já conta com uma rede de 734 viaturas da Carris em Lisboa.

“Estamos entusiasmados por manter a exclusividade na comercialização das redes de autocarros em Lisboa e Porto, com um produto que está alinhado com a nossa missão de proporcionar a melhor e mais completa oferta de publicidade exterior em Portugal. Continuaremos a comercializar essas redes de forma exclusiva nos próximos anos, oferecendo oportunidades para campanhas segmentadas e inovadoras”, refere Vasco Perestrelo, CEO da MOP, citado em comunicado de imprensa. A partir de 1 de julho, segundo a empresa, a vitória no concurso da STCP passa a garantir aos anunciantes da MOP o acesso a 2,5 milhões de consumidores maiores de 15 anos nas duas maiores e mais populosas cidades do país, gerando 175 milhões de contactos.

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