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Branded Content: o poder da narrativa das marcas

O branded content é uma estratégia inovadora para realinhar as marcas, numa era marcada pela abundância excessiva de informação e pela resistência crescente às formas tradicionais de publicidade.
Por Susana Marvão

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O branded content é uma estratégia inovadora para realinhar as marcas, numa era marcada pela abundância excessiva de informação e pela resistência crescente às formas tradicionais de publicidade.
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O branded content é uma abordagem que se afasta dos formatos publicitários explícitos, para cativar o público através de conteúdos informativos, educativos e algumas vezes inspiradores, procurando manter sempre a essência da marca, de forma subtil e integrada. Estes aspetos são vistos pelos especialistas como cruciais, já que o objetivo passa por criar ligações autênticas, oferecendo valor real aos consumidores, em vez de se limitar à venda direta de um produto ou serviço. Esta é a mais-valia do branded content.

A relevância desta metodologia no marketing contemporâneo é apontada como evidente. Em primeiro lugar, porque responde à procura dos consumidores por transparência e autenticidade, uma vez que as pessoas desejam interagir com marcas que demonstram compreender os seus interesses e valores.

Um branded content bem executado pode transmitir esse entendimento de maneira poderosa. Em segundo lugar, num ambiente digital altamente saturado, onde os utilizadores são bombardeados com inúmeras publicidades diariamente e a todas as horas e minutos, o branded content é uma alternativa criativa que capta a atenção do público, de forma orgânica e significativa.

Além disto, permite às marcas construir narrativas mais ricas e profundas, estabelecendo conexões emocionais duradouras com o público a que se destina. Ao partilhar histórias que verdadeiramente ecoam com os valores e aspirações dos seus consumidores, as empresas não estão apenas a promover um produto. Estão também a cimentar a sua posição e relevância cultural, melhorando a perceção da marca e fomentando a fidelidade dos clientes, ativos que têm um valor inestimável no competitivo mercado atual.

Importa igualmente o facto de o branded content valorizar métricas que ultrapassam o alcance e as visualizações, focando-se no envolvimento autêntico e na construção de comunidades. As marcas que implementam esta estratégia descobrem, muitas vezes, que não estão apenas a criar consumidores, mas sim embaixadores da marca, que promovem o conteúdo nas suas próprias redes, ampliando o seu impacto de maneira orgânica.

O sucesso em forma de conteúdo
As marcas Dove e M&M’s são frequentemente reconhecidas como exemplares, em termos de estratégias de marketing. Em 2013, a Dove dava início ao projeto “Real Beauty Sketches”, que contemplava uma série de curtas-metragens para mostrar às mulheres que são mais bonitas do que pensam, relevando a discrepância entre a perceção que as mulheres têm da sua própria beleza em comparação com a forma como os outros as veem. O objetivo era promover a confiança e a autoestima entre o género feminino.

A peça central da campanha era um vídeo no qual Gil Zamora, um artista forense treinado pelo FBI, desenhava retratos de mulheres sem vê-las. O especialista criava dois retratos para cada mulher, um baseado na descrição dela mesma e outro baseado na descrição de um estranho, que tinha conhecido a mulher por breves instantes.

A experiência revelou que os retratos baseados nas descrições dos estranhos eram mais lisonjeiros e mais precisos do que os retratos baseados nas autodescrições das mulheres, destacando a dura crítica que as mulheres muitas vezes impõem a si mesmas. Os filmes tiveram mais de 75 milhões de visualizações no YouTube.

A Red Bull, por seu lado, atribui ao branded content grande parte do êxito da marca. O golpe de mestre da empresa de bebidas energéticas consistiu em abandonar a simples publicidade, para se concentrar em projetos arrojados, completos e associados aos desportos radicais. A estratégia foca-se em energizar e inspirar o seu público através de eventos, patrocínios e produções nos media que destacam desportos extremos, aventuras, música e cultura. A marca não apenas patrocina atletas, eventos e equipas, mas também cria e distribuiu conteúdo original que captura a essência da marca: aventura, desempenho e superação de limites.

Um dos exemplos mais notáveis dessa estratégia é o evento Red Bull Stratos, no qual o paraquedista Felix Baumgartner saltou da estratosfera, quebrando a barreira do som em queda livre antes de pousar em segurança na Terra. Este evento não é apenas um marco nos desportos radicais, mas também uma brilhante peça de marketing, transmitido ao vivo para milhões de espetadores em todo o mundo e associando a marca Red Bull a conquistas extremas e inovação.

Outra marca que exemplifica o uso eficiente do branded content, mesmo antes da massificação do conceito, é a Coca-Cola, em especialmente nas campanhas de Natal. Desde há décadas que a marca norte-americana tem vindo a criar narrativas publicitárias que transcendem a simples promoção de um produto, integrando-se de forma profunda nas celebrações natalícias por todo o mundo.

As campanhas de Natal da Coca-Cola são reconhecidas globalmente, não só pelas suas imagens calorosas e acolhedoras, mas também pelo papel que desempenham em promover a alegria e o espírito de comunhão que caracterizam esta época. Um elemento central dessas campanhas é o Pai Natal, cuja imagem moderna foi em parte criada pelas ilustrações encomendadas pela Coca-Cola nos anos 1930. Essas representações ajudaram a solidificar a ligação emocional das pessoas com a temporada festiva, vinculando-a indelevelmente à marca.

Os anúncios televisivos e as caravanas iluminadas da Coca-Cola, por outro lado, tornaram-se símbolos icónicos da época natalícia, com camiões decorados a viajar por diversas cidades, trazendo consigo a magia do Natal e a sensação de encantamento e expetativa. Estas iniciativas vão além de meras estratégias de marketing, criam momentos de contentamento e admiração, reforçando a associação da marca com valores como felicidade, generosidade e o espírito festivo.

O poder das histórias
E por cá, qual é a visão dos editores portugueses sobre a eficácia do branded content? Por que razão este conceito se tornou uma estratégia tão relevante nas campanhas de marketing atuais?

“Cria projetos à medida de cada marca, de cada audiência, com a possibilidade de divulgação em vários formatos e plataformas. São projetos únicos onde conseguimos criar uma relação de confiança entre as marcas e o consumidor, permitindo que as marcas comuniquem através de histórias relevantes, autênticas e criativas”, refere ao Meios & Publicidade, Luísa Patrício, diretora de conteúdos da Medialivre, que acredita que o consumidor está cada vez mais exigente e seletivo pois tem controlo na forma como quer consumir a informação. “É possível escolher o que consumir, quando e como fazê-lo”, remata.

Neste contexto, os media têm de acompanhar a velocidade da informação e a mudança de comportamentos e conseguir estar nos canais certos, nos momentos certos. Há uma aposta cada vez maior em conteúdos de áudio e vídeo, e em plataformas que permitem interação com o consumidor”, como as redes sociais, entre outros.

Uma opinião corroborada por Miguel Soares, gestor de branded content da Media Capital, que defende que a crescente segmentação do consumo de comunicação implica que as marcas sejam cada vez mais relevantes para os seus públicos. “As marcas posicionam-se em compromissos com causas e ligação emocional com os consumidores. Produzir materiais para as marcas e integrá-las nos nossos conteúdos transmite de forma mais eficaz esse compromisso e posicionamento. É o poder das histórias e do entretenimento”, argumenta.

Uma aposta de valor acrescentado
Ana Duarte, diretora de novos projetos do Público, explica que as marcas necessitam de encontrar novas formas de comunicar os seus produtos e serviços e este conceito, em muitos casos, responde a essa necessidade. “Recorrendo ao branded content, as marcas podem contar uma estória, disponibilizar conteúdo útil e relevante ou, até, conteúdo de entretenimento, o que permite envolver o leitor e consumidor”, sustenta Ana Duarte.

Consequentemente, segundo a diretora de novos projetos do Público, isso tem resultados positivos na relação do leitor e consumidor com a marca. “Se o anunciante apostar em conteúdo relevante e com qualidade, o leitor vai identificar a marca como confiável, reconhece que há uma tentativa de acrescentar algum valor na comunicação que partilha, em vez de só pretender vender algo. Há um valor acrescentado nesta relação”, explica. Além disso, acrescenta Ana Duarte, o branded content permite abordagens criativas e diferenciadoras, adaptadas às diferentes plataformas, algumas ainda pouco exploradas.

Embora o branded content exista há vários anos, a verdade é que ganhou preponderância como estratégia de comunicação das marcas por um conjunto de fatores relacionados com o contexto do mercado publicitário, com o objetivo dos anunciantes na relação com os consumidores e com a própria natureza do formato.

Para Mafalda Campos Forte, diretora de estratégia e negócio da Media One, o advento da publicidade digital abriu caminho para a saturação dos leitores/consumidores que desenvolveram uma espécie de ad blindness, acabando por desvirtuar o propósito das campanhas desenhadas nesses moldes. “Por seu lado, o branded content apresenta-se como uma forma menos intrusiva e de maior valor acrescentado para o público em geral, captando a sua atenção com conteúdo relevante, informativo ou interativo”.

Para a responsável da Media One, essas são, precisamente, as características que promovem uma ligação mais profunda com as marcas, reforçando a fidelização dos consumidores, e as posicionam como especialistas nos seus sectores de atividade. “A comunicação ancorada na produção de conteúdo comercial encerra em si um capital de criatividade e personalização que é, também, valorizado por todos os agentes do ecossistema publicitário”, conclui Mafalda Campos Forte.

Para Ana Elias, responsável de branded content da Bauer Media Áudio Portugal, os conteúdos com marcas, enquanto estratégia de marketing, são uma fórmula relevante quando bem executada, sendo percecionada pelo destinatário como um conteúdo orgânico, não intrusivo, comunicado na linguagem, ADN, tom e estética do meio ou plataforma onde é integrado, quer seja rádio, redes sociais, podcasts, outras plataformas digitais e eventos.

“É tanto mais eficaz quando se transforma numa experiência em que os destinatários podem interagir e ser parte integrante dessa experiência ou storytelling. A eficácia cresce quando, numa mesma campanha e sempre que pertinente, se cruzam várias plataformas de branded content.

Branded Content tem taxa de recordação maior
À medida que os antigos modelos de publicidade se revelam menos eficazes, o branded content tem vindo a ganhar terreno na vanguarda do marketing. Quer se trate da colocação de produtos através de uma série disponibilizada apenas na Internet, como a ‘Comedians in Cars Getting Coffee’, de Jerry Seinfeld, patrocinada pela Acura, ou de conteúdos específicos do setor, como livros eletrónicos educativos e infográficos, este aumento de popularidade não é uma tendência.

Um estudo da Nielsen, citado pela Column Five, revela até que ponto este conceito é eficaz e se existem elementos que aumentam a sua eficácia, em comparação com as formas mais tradicionais de publicidade.
Após a análise das reações dos consumidores a mais de 100 artigos de branded content, o estudo da Nielsen concluiu que este formato é mais eficaz em vários aspetos. Gera, em primeiro lugar, uma maior memória da marca do que os anúncios pre-roll, com os consumidores a olharem para as marcas de forma mais favorável quando são expostos ao branded content.

Outro aspeto relevante é que este conteúdo tem mais impacto quando é distribuído através de um meio de comunicação. O estudo da Nielsen salienta ainda que a eficácia do branded content é largamente influenciada pelo seu formato e ambiente.

Estas conclusões fazem sentido, tendo em conta o comportamento humano no quotidiano. Quem nunca saltou o anúncio que aparece antes de um vídeo do YouTube?. Mas quando se analisa a forma como o conteúdo de marca afeta a perceção geral a longo prazo, o poder do branded content é mais evidente.

Como parte do estudo, a Nielsen apresentou aos espetadores duas peças de marketing da mesma marca: um anúncio pre-roll e uma peça de branded content. Esta última deu uma taxa de recordação da marca de 86%, enquanto o pre-roll ficou-se pelos 65%.

Um futuro promisso
O futuro do branded content é promissor, mas as marcas precisam de estar cientes dos desafios e aproveitar as oportunidades que surgem, alerta Mafalda Campos Forte. A produção de conteúdo original e de elevada qualidade, as novas tecnologias, a personalização, a interatividade, o uso de influenciadores digitais e o foco nas causas que as marcas representam são, para a diretora de estratégia e negócio da Media One, alguns dos fatores que serão essenciais para o sucesso do branded content.

“A capacidade de acompanhar o que é relevante, do ponto de vista temático e de comunicação, a cada passo e construir em cima disso soluções disruptivas será, simultaneamente, o maior desafio e a maior oportunidade que enfrentaremos. Temas como a crescente concorrência, a exigência de uma qualidade cada vez maior no que é produzido e a fragmentação do consumo de média são realidades com as quais nos vamos deparar cada vez mais e para as quais teremos de ter uma capacidade de resposta assente no rigor, na inovação e na qualidade de serviço consistente”, argumenta Mafalda Campos Forte.

Do lado dos desafios a enfrentar, Luísa Patrício destaca a necessidade de garantir o equilíbrio entre os propósitos das marcas, a relevância dos conteúdos e o foco na audiência/leitores, telespetadores ou ouvintes. “As oportunidades são inúmeras, o branded content chegou e venceu. As marcas estão ansiosas por projetos que permitam passar a sua mensagem, os seus valores e o seu propósito.

Para isso, as marcas querem formatos e conteúdos mais criativos, dinâmicos e por isso mais impactantes”, refere a responsável da Media Livre. Já para Ana Elias, a inteligência artificial é um desafio e ao mesmo tempo uma oportunidade, com a criatividade e o know-how a figurarem como ferramenta mais eficazes para transformar desafios em oportunidades.

Transparência com o leitor, precisa-se
Um dos mais importantes desafios identificados por Ana Duarte prende-se com a necessidade de transparência para com o leitor. “É essencial que o leitor perceba, de forma imediata, que o que está a ler ou a ver é um conteúdo patrocinado, principalmente porque esta ainda não é uma área regulada”, sustenta a responsável do Público, acrescentando que apesar de existirem muitas marcas a apostarem neste formato existe, ainda, muita desconfiança e descrença. Aumentar a notoriedade é, portanto, outra das metas.

“Outro desafio relevante é a questão da competitividade. É essencial continuar a promover a criação de branded content de qualidade, a valores justos, só assim se consegue garantir os melhores produtores de conteúdo, videógrafos, especialistas, entre outros”.
No que concerne às oportunidades, a diretora de novos projetos do Público menciona tecnologias como a realidade aumentada e a inteligência artificial que, no seu entender, possibilitarão abordagens diferenciadoras para o branded content.

“As novas potencialidades de segmentação e personalização permitirão afinar o alcance do conteúdo e dirigi-lo a determinado público-alvo de forma mais precisa”, refere. Além disso, reforça Ana Duarte, algo que ainda não se analisa muito nos dias de hoje, é que uma parte do conteúdo produzido em branded content é conteúdo evergreen e isso representa um valor imenso.

“Ou seja, passados seis meses, o conteúdo evergreen continua a ser consultado, a ser relevante, a ser partilhado e os resultados continuam a crescer. Na maioria dos casos, estes conteúdos não dependem da atualidade e são, por isso, atuais durante um maior período de tempo”, conclui a responsável do Público. Nesta visão dos desafios e oportunidades Miguel Soares, gestor de branded content da Media Capital, lança o desafio que é transversal à indústria de media e do marketing: como atingir o público certo, adaptar o conteúdo às várias plataformas de distribuição e garantir que ele é visto?

Miguel Soares salienta ainda a valorização do conteúdo e a dinâmica entre o contexto e a audiência. “Os meios de comunicação que produzem conteúdos profissionais, seguros para as marcas e que geram mais atenção, aportam os seus valores às marcas que lá estão presentes de forma orgânica”, salienta o responsável da Media Capital, apontando ainda o desafio de manter uma intervenção humana na criatividade e na criação de conteúdos com marcas personalizados. Conseguir aproximar os produtores de conteúdos às marcas que têm boas histórias para contar é outra das oportunidades para Miguel Soares.

O custo-eficácia do branded content
Outra das questões que se coloca neste tipo de projeto é a avaliação do custo-eficácia do branded content, em comparação com outras formas de publicidade. Miguel Soares, da Media Capital, acredita que será sempre tão bom como outras formas de publicidade e comunicação. “É uma ferramenta essencial do mix de comunicação das marcas e, em alguns casos, é a ferramenta mais importante pela estratégia de diferenciação desses clientes através do entretenimento”, enfatiza.

Ana Duarte, do Público, tem uma abordagem diferente. Assume que o custo do branded content é superior ao custo de outras formas mais tradicionais de publicidade, mas é uma ferramenta que exige produção de texto e de design e, por vezes, vídeo ou fotografia, e que cada trabalho é único. “É publicado uma só vez”, disse.

“Cada forma de publicidade cumpre com determinados propósitos e nesse sentido é essencial que as campanhas tenham objetivos definidos, que definam qual é o melhor formato para dar resposta ao que pretendem”, argumenta. Ana Duarte considera que o branded content é especialmente eficaz quando a meta do anunciante é gerar engagement, interação, criar notoriedade ou posicionamento, e reforçar a credibilidade. “Nestes casos, tem um ótimo custo-benefício”, sustenta a responsável do Público.

Luísa Patrício, da Medialivre, considera que o branded content revela-se altamente eficaz para objetivos de marketing de longo prazo, relacionados com a construção de marca e com o envolvimento profundo com o público. Podendo requerer um maior investimento inicial, comparado com outras formas de publicidade, mas tende a oferecer um ROI superior a longo prazo, especialmente em termos de construção de relacionamento e de lealdade à marca.

“Em contrapartida, outras formas de publicidade podem ser mais adequadas para objetivos de curto prazo, como aumentar a consciencialização e a geração de leads, com diferentes estruturas de custos e níveis de eficácia, dependendo do público-alvo e dos objetivos específicos da campanha. A chave para um marketing eficaz reside na combinação estratégica destas táticas para aproveitar as suas forças únicas em consonância com os objetivos da sua marca”.

O custo-eficácia do branded content, comparativamente com outras formas de publicidade, depende essencialmente do objetivo que se pretende alcançar com determinada iniciativa de comunicação, diz Mafalda Campos Forte, da Media One. Nessa medida, defende não haver uma resposta universal que possa dar vantagem incontestada e transversal a uma estratégia de comunicação específica.

“Este formato trabalha, primordialmente, uma componente de branding, cuja eficácia pode não ser percebida no imediato, uma vez que o foco recai na construção de marca e na fidelização de clientes. Valores como a ligação emocional, a autenticidade e a fidelização tendem a ter o seu reflexo máximo em efeito compósito e, nesse aspeto, o branded content deverá ser sempre encarado como um investimento de médio a longo prazo, por oposição ao resultado mais imediatista de outras ações”.

Dependendo da natureza do conteúdo produzido, Mafalda Campos Forte acredita que o retorno poderá ser mais rápido ou mais lento, mas trabalhar posicionamento de uma forma clara e integrada trará sempre resultados mais cimentados para a equity das marcas. “O mais relevante será definir uma estratégia clara, tendo em mente que diferentes formatos têm diferentes impactos, o que implica ajustar as expectativas iniciais aos resultados possíveis”.

O branded content não é meramente uma tendência passageira no universo do marketing, mas sim uma mudança fundamental na forma como as marcas comunicam com os seus públicos. Neste novo paradigma, o sucesso mede-se não só pelo que a marca consegue vender, mas pelo valor que consegue adicionar à vida dos seus consumidores, estabelecendo um diálogo que é simultaneamente autêntico, cativante e valioso.

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Audiências: Consumo diário de televisão atinge valor mais baixo do ano

Na semana de 8 a 14 de abril, o futebol ocupa a primeira posição do ranking global da programação, segundo a análise Data Insights do Havas Media Group. SIC e TVI aumentam a quota de audiência, RTP1 desce. O canal da Media Capital mantém a liderança semanal por cerca de um ponto percentual

O consumo global de TV desce mais uma vez esta semana e de forma acentuada, caindo cerca de 30 minutos por dia, e ficando agora nas 5h02m diárias, o valor mais baixo do ano, até agora.

Na variação do quota de audiência semanal, SIC, TVI e Cabo reforçam as respectivas quotas de audiência esta semana, RTP1 e Outros descem, com a TVI a manter a liderança semanal. Assim, a RTP1 perde quota de audiência e tem agora 10,3% de quota, ao contrário da SIC, que reforça e atinge os 14,9% de quota de audiência semanal, e da TVI, que reforça também e tem agora 16,0% de quota semanal. A Cabo reforça pela margem mínima, fica com 40,5% de quota, o Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) desce, tem esta semana 16,6% de quota de audiência.

A CMTV continua na liderança da tabela dos canais mais vistos da cabo, mas nas posições que se seguem há novamente uma troca de lugares, com a CNN Portugal a subir até ao segundo lugar, por troca com a SIC Notícias, que encerra assim o pódio da semana. Nos lugares que se seguem estão a TVI Reality, STAR Channel, Hollywood, TVI Ficção e Globo, e esta semana destaque para o regresso de SIC Mulher e STAR Life à tabela dos canais mais vistos da cabo, ocupam as restantes posições do Top 10.

No top de programas da semana, o futebol continua a dominar o topo da tabela, desta vez com competições europeias: a transmissão de Futebol – Liga Europa/Benfica X Marselha, feita pela SIC, ocupa o primeiro lugar, e o jogo Liga dos Campeões/Paris SG X Barcelona, transmitido pela TVI está na posição seguinte. As restantes posições estão ocupadas pelo reality show da TVI, com Big Brother, seguido por Big Brother – Especial e por Big Brother – Os Grupos.

O programa da CMTV, Notícias CM, continua a ocupar a primeira posição no ranking dos programas mais vistos da cabo, mais uma vez dominado por conteúdos da CMTV. Nas posições que se seguem estão os desportivos Golos: Primeira Parte/Benfica X Moreirense e Golos: Segunda Parte/Benfica X Moreirense, e nas restantes encontramos o Grande Jornal – Noite e Investigação CM/Vidas de Sacrifício.

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Ikea celebra duas décadas em Portugal com campanha da Uzina (com vídeos)

Além da criatividade da Uzina, a campanha conta com a produção da Proud e a realização de Martim Condeixa. Estará presente em televisão, digital e publicidade exterior, de 15 de abril até ao final de junho, sob o mote “20 anos juntos. E ainda há muito por fazer”

A Ikea anunciava a chegada a Portugal em 2004, com a abertura da primeira loja no país, em Alfragide. Agora, a Ikea celebra os 20 anos em Portugal, com uma campanha multimeios criada pela Uzina, que decorre de 15 de abril até ao final de junho, sob o mote “20 anos juntos. E ainda há muito por fazer”. A campanha abrange várias ações externas e internas, de norte a sul do país, relacionadas com os principais marcos entre Portugal e a marca sueca.

A campanha publicitária, que estará presente em televisão, digital e publicidade exterior, pretende mostrar como a Ikea tem contribuído para uma vida melhor em casa, mantendo-se ao lado das famílias portuguesas nas diferentes fases da sua vida, com produtos e soluções de mobiliário e decoração, a preços acessíveis. Além da criatividade da Uzina, a campanha conta com a produção da Proud e a realização de Martim Condeixa.

Em destaque na campanha estarão os artigos mais vendidos da marca ou os que tiveram um investimento para redução de preço nesta campanha, adianta a Ikea em comunicado de imprensa.

“2004 foi o início de uma história de amor. A Ikea entrou em nossa casa, e ajudou-nos a fazer dela um espaço onde podemos viver melhor o nosso dia a dia, com soluções flexíveis e funcionais, a preços mais acessíveis. Esta campanha pretende recordar essa história, celebrar o que aconteceu nas nossas vidas ao longo destes anos, e como as nossas casas e a Ikea fizeram parte desses momentos, sabendo que haverá sempre coisas por fazer e por isso, muitas oportunidades”, explica Mónica Sousa, diretora de marketing da Ikea Portugal.

A campanha terá dois momentos: uma fase de notoriedade de marca, que começa agora, e, no próximo mês, uma segunda fase, que promove o envolvimento direto com os consumidores, desafiando-os a descobrir há quanto tempo a Ikea faz parte das suas vidas.

Os filmes publicitários da campanha, Jantar Romântico e A Primeira Vez, já estão no ar.

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Carlos Verduras nomeado novo diretor de marketing da Michelin Portugal e Espanha

O profissional, que conta cerca de 15 anos de experiência no setor dos pneus e é membro do comité de direção da Michelin IB, vai ter a responsabilidade de fortalecer a imagem do grupo na região ibérica. Carlos Verduras iniciou o percurso profissional no marketing na Microsoft, desenvolvendo a sua carreira nas áreas comerciais, operacionais e de marketing

Carlos Verduras é o novo diretor de marketing da Michelin para Portugal e Espanha. O profissional, que conta cerca de 15 anos de experiência no setor dos pneus e é membro do comité de direção da Michelin IB, vai ter a responsabilidade de fortalecer a imagem do grupo na região ibérica.

Licenciado em administração e direção de empresas pela Universidad Autónoma de Madrid, Carlos Verduras iniciou o percurso profissional no marketing na Microsoft, desenvolvendo a sua carreira nas áreas comerciais, operacionais e de marketing, em relação direta com clientes e gerindo equipas. Em 2010 integrou a Euromaster, empresa do grupo Michelin em que ocupou diversos cargos. Mais recentemente exerceu funções como diretor de marketing e comunicação da Euromaster para Portugal e Espanha.

“É uma honra, e um verdadeiro desafio, passar a fazer parte da Michelin, marca de referência a nível mundial, e líder indiscutível no mercado ibérico. Temos muitos e grandes desafios pela frente, como continuar a liderar a mudança do sector mediante a nossa estratégia centrada na qualidade dos nossos produtos e na sustentabilidade, num mercado em que o foco no cliente, e na sua satisfação, assumem maior relevância do que nunca”, afirma Carlos Verduras em comunicado.

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Acne assina campanha da CIN que promove as duas áreas responsáveis por 40% da faturação global da empresa (com vídeos)

Divulgada na imprensa escrita, no Expresso e na Visão, a campanha, com planeamento da Mindshare, está também a ser veículada nas edições digitais das publicações da Medialivre, no Público e no Observador, além das redes sociais e do canal de YouTube da marca

Com criatividade da Acne, produção da Deloitte Digital e planeamento de meios da Mindshare, a nova campanha publicitária multimeios da CIN dá a conhecer as gamas de tintas industriais e de proteção anti-corrosiva. Estas duas áreas de performance coating da empresa centenária são responsáveis por 40% da faturação global da companhia, que é o 10º maior fabricante europeu de tintas, segundo a publicação European Coatings Journal.

Divulgada na imprensa escrita, no Expresso e na Visão, a campanha está também presente nas edições digitais das publicações da Medialivre, no Público e no Observador, além das redes sociais e do canal de YouTube da marca, avança a CIN ao Meios&Publicidade. O objetivo é mostrar que a CIN é responsável por decorar e proteger comboios, gruas, bicicletas, túneis, viadutos, pavimentos e até mesmo frascos de cosmética. “É esta dimensão, capacidade de resposta e diversidade que queremos dar a conhecer aos portugueses através da campanha que explica que a CIN também está presente em muito do que nos rodeia”, refere Liliana Leis Soares, diretora-adjunta de marketing da CIN, empresa que fechou 2022 com um volume de negócios consolidado de €389 milhões.

“Nesta nova campanha de posicionamento, damos a conhecer as soluções de alto desempenho que pintam o dia a dia dos portugueses e que vão muito para além do que se imagina. Se vir um anúncio de pistas de esqui, torres eólicas, helicópteros ou barcos, não estranhe, é da CIN”, esclarece a marca em comunicado de imprensa. A nova campanha da antiga Companhia Industrial do Norte, que adotou a designação CIN em 1917, reforça a existência destes dois segmentos e explica aos consumidores a variedade de suportes que utilizam os produtos que desenvolve e comercializa.

“A nossa marca é conhecida por pintar as paredes lá de casa, mas nem todos sabem a amplitude das áreas de atuação da CIN. A verdade é que desenvolvemos um conjunto vasto de soluções inovadoras e de alto desempenho para inúmeros projetos em todo o mundo”, esclarece a diretora-adjunta de marketing da CIN.

 

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Renascença antecipa Rock in Rio Lisboa com lançamento de rádio temática

Para além de dedicar espaço em antena à promoção do festival, que se realiza nos dias 15, 16, 22 e 23 de junho, o Grupo Renascença Multimédia lançou uma rádio digital que só passa música de artistas que já atuaram no evento

Renascença Rock in Rio é o nome da rádio digital dedicada ao festival que o Grupo Renascença Multimédia acaba de lançar no âmbito da parceria estratégia que tem com os promotores do evento. A criação do novo canal insere-se nas comemorações das duas décadas do festival na capital portuguesa. “São horas e horas de muita música com as bandas e os artistas que nos últimos 20 anos fizeram a história do Rock in Rio Lisboa e construíram parte da memória musical de Portugal”, informa a empresa em comunicado.

A Renascença vai também dedicar espaço em antena à promoção do festival ao longo dos próximos meses. “A celebração dos 20 anos do Rock In Rio Lisboa marca também presença no on air da estação. No programa As Três da Manhã, Ana Galvão, Inês Lopes Gonçalves e Joana Marques vão recordar todas as histórias e emoções dos últimos 20 anos do festival. Acontece à terça-feira feira, às 9h15, com a rúbrica Não Sabia”, refere o documento.

“No programa T3, das 17h às 20h30, no decorrer desta semana, Renato Duarte, Filipa Galrão e Daniel Leitão vão perguntar as horas e o minuto certo em que tocou um artista Rock in Rio. Quem souber só tem de ligar e ganhar bilhetes para os vários dias do Rock in Rio Lisboa 2024”, informa ainda o Grupo Renascença Multimédia. A 10ª edição do Rock in Rio Lisboa realiza-se nos dias 15, 16, 22 e 23 de junho de 2024 no Parque Tejo. A Renascença é novamente a rádio oficial do festival, que conta com a atuação de Ed Sheeran, Doja Cat e Scorpions.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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GCIMedia Group adere à APECOM

O GCIMedia Group, que integra as agências de comunicação GCI e Media Consulting, é a 13a empresa a aderir à Associação Portuguesa das Empresas de Comunicação, presidida por Maria Domingas Carvalhosa, no espaço de três anos

O GCIMedia Group acaba de aderir à Associação Portuguesa das Empresas de Comunicação (APECOM). É a 13a empresa a fazê-lo no espaço de três anos. “Esta integração acontece porque queremos contribuir ainda mais ativamente para a defesa e promoção do nosso setor, colocando também ao serviço desta importante associação que nos representa, o expertise das nossas agências, nomeadamente a GCI e a Media Consulting com mais de 25 anos de existência e muitas provas dadas ao longo do tempo”, confirmou ao M&P André Gerson, diretor-executivo do grupo.

O processo de formalização da adesão do GCIMedia Group à APECOM, organização presidida por Maria Domingas Carvalhosa desde 2021, foi concluído no dia 11 de abril. “Reconhecemos que a criação de sinergias é crucial para o nosso futuro enquanto grupo e para a própria resiliência do setor da consultoria de comunicação”, admite o responsável.

“A representatividade através da APECOM espelha o sentido de cooperação entre as empresas e a riqueza que daí advém é crucial ao progresso. Prova disso é a iniciativa pela autorregulação do lobbying. O GCIMedia Group acaba de aderir também ao Código de Conduta de Assuntos Públicos para a Representação Legítima de Interesses [elaborado pela APECOM], subscrevendo a missão da associação”, revela ainda André Gerson, que no início do ano foi nomeado diretor-executivo do GCIMedia Group.

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FCB Lisboa é a única portuguesa no top 25 das melhores agências em causas sociais

O ACT Good Report classifica campanhas, empresas de publicidade, marcas e países pela criatividade na abordagem às questões ambientais e na defesa de mudanças sociais, distinguindo-os como ‘Os melhores a promover o bem’

A FCB Lisboa é a única agência criativa portuguesa na lista das 25 agências mundiais melhor classificadas, a nível das campanhas que promovem causas sociais, figurando na 25.ª posição da tabela do ACT Good Report. Este relatório classifica campanhas, empresas de publicidade, marcas e países pela criatividade na abordagem às questões ambientais e na defesa de mudanças sociais, distinguindo-os como ‘Os melhores a promover o bem’.

A FCB Lisboa é também a única agência portuguesa com um projeto entre as ‘As 40 melhores campanhas a promover o bem’, com a campanha (Re)Constituição Portuguesa, que se encontra na 21.ª posição da lista. Portugal está presente na lista dos 10 países que melhor promovem causas sociais, encontrando-se na 8.ª posição. O ACT Good Report é compilado anualmente pela ACT Responsible, associação internacional sem fins lucrativos de defesa da publicidade, em colaboração com a World Advertising Research Center (WARC), empresa global de estudos de mercado na área da publicidade.

As classificações do ACT Good Report são calculadas combinando o desempenho de campanhas de várias iniciativas do programa ACT Responsible com os resultados do recém-publicado WARC Creative 100. A associação explica em comunicado que o estudo não segue critérios nem categorias elaborados, olhando apenas para a qualidade do trabalho em nome de causas do bem. Um total de 1250 campanhas, produzidas por 804 agências, para 995 anunciantes (sem fins lucrativos, setor público e marcas comerciais), em 76 mercados, foram avaliadas no último relatório ACT Good Report.

Na tabela das 20 redes de agências criativas que melhor promovem causas sociais encontram-se a FCB Global, que lidera a classificação, o Havas Group, que ocupa o segundo lugar, seguido do Grey Group, na terceira posição. Em quarto lugar, figura a DDB Worldwide, enquanto o Publicis Worldwide fecha o top 5.

Entre as 25 agências mundiais que melhor impactam causas sociais com as suas campanhas, a Publicis Conseil, de Paris, é a melhor posicionada, seguida da Adam&EveDDB, de Londres, em segundo lugar, e da Havas Paris, que figura na terceira posição. O quarto lugar é ocupado pela FCB Canadá, seguida pela FCB Índia, na quinta posição.

França, Estados Unidos, Reino Unido, Índia, e o Canadá ocupam, respetivamente, o top 5 da lista dos 10 países que melhor promoveram causas sociais. No que diz respeito às marcas que melhor promovem causas sociais, encontram-se a Renault na liderança, a Unilever no segundo lugar, seguida da Campaign Against Living Miserably (CALM), que ocupa a terceira posição. A Fundação Anne de Gaullen está no quarto lugar, seguida da Adidas na quinta posição.

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TV: Os programas que dominam as audiências, gravações e redes sociais em março

O futebol continua a dominar as preferências dos telespetadores portugueses. No terceiro mês do ano, segundo os dados oficiais do Social Media Explorer do grupo Marktest, os cinco programas mais vistos foram disputados em estádios

No terceiro mês do ano, o futebol ocupou as cinco primeiras posições do top 10 dos programas. De acordo com os dados oficiais do Social Media Explorer, do grupo Marktest, a primeira posição pertenceu ao jogo de preparação para o Euro 2024, Portugal x Suécia, transmitido na RTP1 a 21 de março, com uma audiência média de 2.019.900 espetadores.

Na segunda posição, ficou o encontro a contar para a Liga Europa, SL Benfica x Rangers FC, transmitido na SIC a 7 de março. Seguiu-se, depois, o Arsenal FC x FC Porto, a contar para a Liga dos Campeões, transmitido na TVI no dia 12 de março, em terceiro lugar.

Nos programas gravados e visionados no próprio dia, a liderança foi ocupada pelo magazine humorístico de Ricardo Araújo Pereira, Isto É Gozar Com Quem Trabalha – Especial Outra Vez Eleições, do dia 11 de março. Nas gravações de sete dias, o melhor programa foi o Taskmaster, transmitido na RTP1 a 20 de março.

Nas redes sociais, na primeira posição da tabela mantém-se em destaque o reality show Big Brother, que este mês terminou o Big Brother Desafio Final e estreou uma nova edição. O programa das manhãs da TVI, Dois Às 10, ocupa o segundo lugar da tabela e, em terceiro, ficou o programa semanal da SIC Fama Show.

O programa da tarde da TVI, Goucha, encontra-se em quarto lugar, à frente da telenovela Senhora do Mar, exibida pela SIC, em quinto lugar. A série Morangos com Açúcar ocupa o sexto lugar, seguida do programa Júlia, da SIC, em sétimo. A novela Flor Sem Tempo, da SIC, surge em oitavo lugar

A finalizar este top 10 encontram-se dois programas da SIC. O programa das manhãs, Casa Feliz, ocupa a nona posição e A Máscara, concurso de talentos com figuras públicas, terminou o mês no décimo lugar.

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Impresa reforça oferta digital da SIC e da Opto com dois novos canais

De acesso gratuito e emissão ininterrupta, a SIC Alta Definição e a SIC Replay usam a tecnologia server-side ad insertion, que permite a personalização da publicidade, à semelhança do que já sucede noutras plataformas digitais

SIC Alta Definição e SIC Replay são os dois novos canais digitais de acesso gratuito e emissão ininterrupta que a Impresa acaba de anunciar. Além do site da SIC, podem ser vistos na Opto, a plataforma de streaming da SIC, através do site ou da aplicação móvel. “Este lançamento reforça o nosso compromisso com a inovação e, também, na forma como a SIC proporciona aos utilizadores uma experiência de consumo mais rica e variada”, informa a Impresa em comunicado de imprensa.

“O SIC Alta Definição terá dezenas de episódios de um dos programas mais clássicos da SIC, a correr livremente, juntando várias gerações de entrevistados e conversas, numa proposta que o público conhece e de que gosta e que poderá rever sem custo”, esclarece o documento.

“Já o SIC Replay é um canal para ver ou rever os melhores programas do universo SIC, os programas de sempre, programas recentes, programas antigos, programas clássicos, programas que não via há muito tempo, programas que se calhar nunca viu e vai ver pela primeira vez”, explica a empresa, que aposta no reforço da oferta de canais digitais para atrair anunciantes e aumentar receitas.

“Estas iniciativas não são apenas passos isolados mas, sim, um compromisso contínuo da Impresa em liderar a oferta diferenciada de conteúdos, otimizar a monetização desses conteúdos e proporcionar uma experiência única aos nossos consumidores, combinando o melhor da televisão linear com o melhor do vídeo digital”, assume Bruno Padinha, diretor digital do grupo.

“Com uma curadoria sempre a pensar no espetador SIC, procurámos fazer canais que misturem oferta mais recente com programas de sempre, muitos dos quais estão na memória afetiva do público”, justifica também Pedro Boucherie Mendes, diretor de planeamento estratégico e conteúdos digitais de entretenimento da SIC.

“Este lançamento representa também a adoção de novas tecnologias que vão possibilitar a criação de canais digitais, oferecendo ao utilizador uma experiência semelhante à de um canal tradicional, mas com a flexibilidade de personalizar a publicidade como nas plataformas digitais, graças à adoção da tecnologia server-side ad insertion (SSAI), que vai redefinir a experiência publicitária”, explica o comunicado da Impresa.

“Esta abordagem inovadora permite a personalização da publicidade integrada com a inserção de anúncios diretamente do servidor, garantindo uma transição suave entre o conteúdo e a publicidade, sem interrupções ou perda de qualidade”, refere a dona da SIC e do Expresso.

Os dois novos canais aumentam o número de suportes disponibilizados aos anunciantes e diversificam a oferta aos que consomem televisão através da internet, das aplicações móveis e das plataformas de streaming. “A tecnologia usada representa uma revolução na forma como a publicidade será apresentada aos utilizadores, proporcionando uma experiência de visualização como se de um canal broadcast se tratasse”, garante a empresa.

“Adicionalmente, estes canais assentam numa nova ferramenta de grelha e playout que não só permite a criação de canais lineares como os recentemente lançados, mas também abre a porta a canais pop-up, dedicados a eventos sazonais, como festivais de verão ou outros”, informa ainda a Impresa, que acaba de anunciar a criação de uma agência de talentos e a coorganização da primeira edição europeia do Festival de Cinema de Tribeca.

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O Escritório põe Anselmo Ralph a oferecer bilhetes para o Rock in Rio com a Galp (com vídeos)

Com criatividade de O Escritório, produção da Show Off, planeamento de meios da Mediacom e consultoria da Film Brokers, a ação promocional da empresa integra um filme publicitário realizado por Alexandre Montenegro

O cantor, compositor e produtor discográfico angolano Anselmo Ralph é o protagonista da campanha publicitária multimeios da Galp que oferece um milhar de bilhetes para o Rock in Rio Lisboa. Com criatividade de O Escritório, produção da Show Off, planeamento de meios da Mediacom e consultoria da Film Brokers, está a ser divulgada em televisão, nas redes sociais e na rede de lojas da Galp, patrocinadora principal do festival.

Além de Nuno Jerónimo na direção criativa executiva, a comunicação publicitária tem direção criativa de Sérgio Gomes, redação de Francisco Correia de Barros e direção de arte de Daniel Pereira. Tamiris Montenegro assume a produção executiva, com direção de coordenação de Filipa Almeida e direção de produção de Alexandre Papin.

“A campanha junta, com humor e em torno do número 20, três marcas de referência para os portugueses: o Rock in Rio, que assinala este ano os 20 anos de presença em Lisboa; Anselmo Ralph, que comemora 20 anos de carreira e tem estreia agendada para o Rock in Rio a 23 de junho; e a Galp, que abre as portas à possibilidade de os seus clientes irem ao festival por apenas €20”, explica a empresa em comunicado de imprensa.

“O Anselmo demorou 20 anos a chegar onde qualquer um pode chegar por €20. Este é o lema da campanha”, informa o documento, que explica ainda que, para televisão, foram criadas duas versões do anúncio, uma com 20 e outra com 30 segundos, com realização de Alexandre Montenegro, direção de fotografia de Carlos Lopes, pós-produção da Mola Post e som da Mute.

“Esta campanha corporiza o eixo central da matriz Galp, os nossos clientes. É para eles que trabalhamos e que nos desafiamos diariamente a sermos melhores. Nesse sentido, queremos convidá-los a juntarem-se a nós neste momento de celebração, oferecendo-lhes a possibilidade de ganharem bilhetes diários através da nossa aplicação Mundo Galp”, refere Filipa Lopes Ribeiro, diretora de marca da Galp.

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