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Fashion Clinic tem nova agência de comunicação

A Fashion Clinic, marca do grupo Amorim Luxury dedicada à moda de luxo, escolheu a Press Club – Communications & PR Office para assegurar, a partir de março, a assessoria […]

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A Fashion Clinic, marca do grupo Amorim Luxury dedicada à moda de luxo, escolheu a Press Club – Communications & PR Office para assegurar, a partir de março, a assessoria […]

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A Fashion Clinic, marca do grupo Amorim Luxury dedicada à moda de luxo, escolheu a Press Club – Communications & PR Office para assegurar, a partir de março, a assessoria mediática e a comunicação estratégica nos segmentos Women, Men e Home.

Com um portfólio que inclui mais de 40 marcas de moda de luxo, como Gucci, Fendi, Balenciaga, Saint Laurent, Prada, Stella McCartney ou Zimmerman e ainda a marca própria Paula, a Fashion Clinic comercializa também uma linha de casa, onde se incluem marcas como La DoubleJ, Byredo, Richard Ginori ou Dyptique. A Press Club, liderada pelo gestor e sócio,  Gonçalo Saraiva, conta com um leque diversificado de clientes nos segmentos de moda, luxo, beleza e estilo de vida, como Dior Couture, Dior Maison, Dior Baby, Chopard, Levi’s, Calzedonia, Intimissimi, Tezenis, Falconeri, Longchamp, Pantene, Grupo Safilo, Isdin e Jean Louis David, entre outros clientes.

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El Ojo de Iberoamérica anuncia calendário de inscrições

A 27ª edição do festival de criatividade argentino realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de novembro, em Buenos Aires. As candidaturas podem ser entregues até 30 de setembro, mas voltam a existir tarifas diferenciadas para os que as submeterem antes

31 de julho é a data de encerramento inicial das candidaturas à próxima edição do festival de criatividade sul-americano El Ojo de Iberoamérica, que se realiza nos dias 13, 14 e 15 de novembro, em Buenos Aires, na Argentina. A partir dessa data, à medida que o tempo for passando, o preço vai progressivamente aumentando. A primeira prorrogação prolonga-se depois até 31 de agosto e a segunda estende-se até 20 de setembro. 30 de setembro é a data de encerramento final.

À semelhança de anos anteriores, o festival volta a contar com cinco momentos de inscrição, com vantagens acrescidas para que os concluírem o processo com maior celeridade. Além das categorias de rádio e áudio, digital e redes sociais, design, relações públicas, inovação e eficiência, o júri vai também distinguir os melhores trabalhos nas áreas de transformação criativa, produção audiovisual, desporto, produção gráfica, sustentabilidade, grafismo e comércio criativo.

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Receitas da Alphabet aumentam 14% no segundo trimestre

As receitas de publicidade no YouTube sobem para €8 mil milhões, enquanto na Google Network (rede de sites e aplicações de telemóvel com anúncios pagos criados no Google Ads) descem para €6,8 mil milhões. O Google Search representa mais de metade da faturação total da Alphabet

A Alphabet, que detém a Google e o YouTube, aumentou as receitas em 14% no segundo trimestre de 2024, para um total de 84,742 mil milhões de dólares (€78 mil milhões). O Google Search (48,509 mil milhões de dólares/€44,633 mil milhões) representa mais de metade da faturação, de acordo com os resultados financeiros anunciados pela empresa.

As receitas de publicidade no YouTube ascendem a 8,663 mil milhões de dólares (€8 mil milhões), face aos 7,665 mil milhões de dólares (€7 mil milhões) registados no segundo trimestre de 2023, enquanto a Google Network (rede de sites e aplicações de telemóvel com anúncios pagos criados no Google Ads) representa 7,444 mil milhões de dólares (€6,8 mil milhões), em queda em relação aos 7,850 mil milhões de dólares (€7,22 mil milhões) no período homólogo em 2023.

A faturação da Google Cloud, por seu lado, ultrapassa a do YouTube, totalizando 10,347 mil milhões (€9,52 mil milhões), a subir em relação a 2023 (8,031 mil milhões/€7,4 mil milhões). Sundar Pichai, CEO da Alphabet, refere que “o forte desempenho este trimestre destaca a força contínua no ‘Search’ e o impulso na ‘Cloud’. Estamos a inovar em todas as camadas da ‘AI stack’. A nossa infraestrutura de liderança de longa data e equipas internas de pesquisa posicionam-nos bem, à medida que a tecnologia evolui e que acompanhamos as muitas oportunidades vindouras”.

Em termos de resultados operacionais, a Google Services tem um lucro operacional de 29,674 mil milhões de dólares (€27,3 mil milhões), o que representa um crescimento face aos 23,454 mil milhões de dólares (€21,6 mil milhões) no mesmo período em 2023. A Google Cloud totaliza 1,172 mil milhões de dólares (€1,078 mil milhões) em lucro operacional, o triplo do valor registado em 2023 (395 milhões de dólares/€363,5 milhões).

Ruth Porat, presidente e diretora financeira da Alphabet, salienta que “apresentámos receitas de 85 mil milhões, a subir 14% em termos homólogos, impulsionadas pela ‘Search’ bem como pela ‘Cloud’, que pela primeira vez ultrapassou os 10 mil milhões de dólares nas receitas do trimestre e os mil milhões de dólares em lucro operacional. À medida que investimos para suportar as nossas maiores oportunidades de crescimento, mantemos o compromisso com a criação de uma capacidade de investimento com o trabalho que temos em andamento, para reprojetar a nossa base de custos de forma duradoura”. No segundo trimestre de 2024, os custos e despesas totais da Alphabet são de 57,317 mil milhões (€52,7 mil milhões), a subir face aos 52,766 mil milhões de dólares (€48,5 mil milhões) registados no mesmo período no ano passado.

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Segunda campanha da Havas Portugal para a APSI põe 26 crianças à prova (com vídeo)

Desenvolvida em parceria com a Havas Germany, foi produzida pela Fred Fabrik e tem realização de Pedro Carvalhinho e sonorização da Guel. O filme mostra como a morte por afogamento é rápida e silenciosa, apelando à vigilância de pais e educadores

Com direção criativa executiva de Paulo Pinto, direção criativa de Michael Schöpf e Walter Zigler e redação de Gonçalo Paiva, a segunda campanha da Havas Portugal para a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), desenvolvida em colaboração com a Havas Germany, mostra como a morte por afogamento é rápida e silenciosa, apelando à prevenção daquela que é a segunda causa de morte acidental entre crianças e jovens, com 19 vítimas mortais só em 2022.

Para o filme de sensibilização, produzido pela Fred Fabrik, com realização de Pedro Carvalhinho e sonorização da Guel, foram desafiadas 26 crianças a gritar por socorro com a boca cheia de água, demonstrando que a ingestão acidental do equivalente a meio copo é suficiente para silenciar uma criança. Com direção de arte de Alexandre Meneses, a campanha tem direção de produção Pedro Silva, produção de Raquel Coelho e produção gráfica de Nuno Nascimento.

Para além da APSI, a iniciativa envolve também a GNR que, ao longo do verão, está a realizar de ações de sensibilização para a problemática do afogamento de crianças e jovens, em piscinas e ambientes naturais. “No último triénio de que há dados oficiais, referente a 2020-2022, o número de mortes mais do que duplicou. De uma média anual de 7,3 por ano em 2017-2019, passamos para uma média anual de 15”, informa a organização não-governamental numa publicação nas redes sociais.

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Patrícia Ramos regressa à Repsol como diretora de marketing

Formada em gestão pela Iscte Business School e pós-graduada em ‘marketing intelligence’ pela Nova IMS, a nova contratação da empresa petrolífera desempenhou, nos últimos três anos e meio, funções no departamento de marketing da Leroy Merlin

Patrícia Ramos é a nova diretora de marketing da Repsol Portugal, empresa onde iniciou a carreira profissional em agosto de 2018. “Ao fim de seis anos, é muito especial voltar à empresa onde a minha jornada começou. Obrigado pela receção calorosa, estou cheia de energia para o que está para vir”, escreveu a nova contratação da empresa petrolífera na publicação que fez no LinkedIn.

Formada em gestão pela Iscte Business School e pós-graduada em ‘marketing intelligence’ pela Nova IMS, Patrícia Ramos fez um estágio na multinacional espanhola, antes de transitar para a Nos e para a Dreamia. Em novembro de 2020, é contratada pela Leroy Merlin, onde permanece até julho de 2024, trabalhando em comunicação, publicidade, marketing corporativo e ativações de marca.

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Media Capital aumenta receitas publicitárias e reduz prejuízo

A dona da TVI salienta o incremento de 50% do consumo do TVI Player, devido, sobretudo, ao sucesso da novela ‘Cacau’ (na foto), aos ‘reality-shows’ e à recuperação do arquivo de ficção do canal

No primeiro semestre de 2024, o grupo Media Capital aumentou as receitas de publicidade em 16%, atingindo os €50,5 milhões, e teve um prejuízo de €2,7 milhões, face aos €4,8 milhões negativos que registou no período homólogo em 2023, segundo os dados divulgados pelo grupo de media que detém a TVI e a CNN Portugal, entre outros.

O resultado líquido ajustado apresentou uma melhoria de €3,3 milhões face ao período homólogo, “naquele que é o semestre mais condicionado pela sazonalidade da atividade de media”, atingindo os €1,3 milhões negativos, justifica a Media Capital.

O aumento das receitas publicitárias, por seu lado, é reflexo do “crescimento concretizado quer no mercado publicitário de canal aberto, onde superou largamente o crescimento de mercado, quer no mercado de publicidade de canais de televisão paga, onde cresceu 40% face aos resultados atingidos no período homólogo”, refere a Media Capital.

Os outros rendimentos operacionais registaram um ligeiro aumento para €25,8 milhões, mais 1% que no mesmo período no ano anterior, destacando-se a performance do segmento de produção audiovisual, que cresce 10% para €20,23 milhões. Nos primeiros seis meses de 2024, os rendimentos operacionais apresentaram um aumento de 10%, devido às vendas de publicidade.

Os gastos operacionais, excluindo amortizações, depreciações, gastos líquidos com provisões e reestruturações, registaram um acréscimo de 3%, passando de €70,4 milhões no primeiro semestre de 2023 para €72,6 milhões em 2024. “Os gastos operacionais ajustados refletiram o aumento significativo da atividade de produção e do investimento no Euro 2024, aliados a uma gestão criteriosa e eficiente”, adianta o grupo de media.

Excluindo os gastos líquidos com provisões, imparidades e reestruturações, o EBITDA consolidado do grupo atingiu, no primeiro semestre de 2024, €3,8 milhões, o que representa um aumento de €4,9 milhões face ao período homólogo. Os gastos com provisões, imparidades e reestruturações totalizaram, no primeiro semestre de 2024, €1,4 milhões, um valor que reflete a continuidade da concretização do plano de reestruturação levado a cabo pelo grupo Media Capital.

Quanto ao resultado operacional (EBIT), este foi negativo em €1,1 milhões no primeiro semestre de 2024, uma melhoria face ao resultado operacional negativo de €4,8 milhões, em 2023.

O grupo de canais TVI é líder há 12 meses consecutivos, tendo registado um aumento de quota de audiência face ao período homólogo em universo total dia e em horário nobre de 0,8 e 1,2 p.p., respetivamente, segundos os dados da Media Capital, que destaca que “na comparação com os principais grupos nacionais, o grupo de canais da TVI foi líder no primeiro semestre de 2024, no share do total dia, nos targets Universo, Adultos e ABCD 15-54”.

A Media Capital salienta ainda o incremento de 50% do consumo do TVI Player, devido, sobretudo, ao sucesso da novela ‘Cacau’, aos ‘reality-shows’ e à recuperação do arquivo de ficção da TVI.

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Havas trabalha embalagens, publicidade e redes sociais de nova gama da Milaneza

A campanha é composta por cerca de uma dezena de ‘outdoors’ em diferentes praias do país, incluindo o Algarve, com mensagens ajustadas às localizações onde se encontram (na foto)

A Milaneza estreia a 31 de julho a segunda vaga da campanha de lançamento da nova gama de massas para saladas, com o slogan “Combina com o Verão”, em que todas as vertentes foram trabalhadas por agências do grupo Havas – Havas Design (embalagens), Havas Publicidade (campanha), Havas Media (planeamento de meios) e Havas Digital (redes sociais), exceto as relações públicas (Global Press).

A campanha é composta por cerca de uma dezena de ‘outdoors’ em diferentes praias do país, incluindo o Algarve, com mensagens ajustadas às localizações onde se encontram, como “Edição Especial Saladas combina com camarão e férias em Olhão”, por exemplo. A isto somam-se as cerca de 3.150 posições de múpis, bem como expositores nos supermercados.

Na comunicação digital, a Milaneza vai trabalhar com influenciadores durante três meses, desenvolvendo a rubrica “Salada de Influenciadores”, em que os criadores de conteúdos são convidados a interligar vários ingredientes para fazer a sua própria salada.

A nova gama de massas é composta por três tipos diferentes – Eliche Tricolore (Hélices Tricolor), Farfalle Integrale (Laços Integrais) e Pennoni Rigati (Macarronete GR) –, que a Milaneza recomenda para acompanhar as saladas de verão, por terem uma textura firme e fresca, e uma durabilidade que lhes permite serem consumidas frias sem perder qualquer qualidade nem sabor.

As massas da nova gama, com 14% de proteína, estão aptas a serem servidas como complemento de saladas de verão, por serem feitas a partir de uma seleção de trigo duro e através de um processo de secagem natural. As três tipologias desta edição limitada estão disponíveis em diferentes pontos de venda espalhados pelo país, em embalagens de 500 gramas e com um preço de venda ao público recomendado de €1,58 a unidade.

 

 

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Venda de títulos da Global Media por €16,5 milhões será concluída esta semana

A Notícias Ilimitadas, detida a 70% pela empresa veículo Verbos Imaculados, ficará com o JN, a TSF e O Jogo. A Global Media, por seu lado, ficará com o controlo do Diário de Notícias e do Açoriano Oriental, entre outros títulos de menor dimensão, e terá 30% da Notícias Ilimitadas

O acordo de venda de parte dos títulos do grupo Global Media à Notícias Ilimitadas deverá ficar fechado até ao final desta semana, por €16,5 milhões, avança o site do Expresso.

A Notícias Ilimitadas, detida a 70% pela empresa veículo Verbos Imaculados, ficará com o JN, a TSF e O Jogo. A Global Media, por seu lado, ficará com o controlo do Diário de Notícias e do Açoriano Oriental, entre outros títulos de menor dimensão, e terá 30% da Notícias Ilimitadas. Dos 70% detidos pelo consórcio de investidores, há 9% que serão entregues a uma cooperativa de trabalhadores que ainda será criada.

Na notícia do Expresso, Diogo Freitas, presidente do grupo Officetotal, que com mais quatro investidores foi o rosto da solução para alguns dos títulos da Global Media, dá conta da sua desilusão com o mundo dos media, ao “perceber a podridão disto tudo, com muitos interesses obscuros, muitas pessoas com interesses duplos, acho que é um mundo complicado e um bocado esquisito”.

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Carclasse associa-se à Camisola Montanha na Volta a Portugal em Bicicleta

Sob o mote “Juntos, ligamos os portugueses de norte a sul”, este patrocínio à Camisola Montanha (camisola azul) reflete os valores de espírito de equipa, superação e sustentabilidade, apoiados pela Carclasse, que disponibiliza uma frota automóvel para acompanhar os ciclistas

A Carclasse é a patrocinadora oficial da Camisola Montanha (camisola azul) da 85a Volta a Portugal, assumida pelo ciclista líder da classificação geral da montanha. No âmbito deste patrocínio, a Carclasse disponibiliza um conjunto de viaturas para acompanhar os ciclistas ao longo de toda a caravana.

Sob o mote “Juntos, ligamos os portugueses de norte a sul”, este patrocínio à Camisola Montanha reflete os valores de espírito de equipa, superação e sustentabilidade, que a Carclasse apoia. Juntamente com o Continente, Galp e Placard, a Carclasse é um dos quatro patrocinadores oficiais da principal prova de ciclismo do país. Esta edição conta com a presença de 17 equipas, sendo nove portuguesas e oito estrangeiras, começando em Águeda (Capital da Bicicleta) e terminando em Viseu (Cidade Europeia do Desporto 2024).

A 85a edição da Volta a Portugal, irá decorrer ao longo de 12 dias, de 24 de julho a 4 de agosto, levando uma das principais provas desportivas nacionais às estradas, aldeias, vilas e cidades de Portugal.

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Google, afinal, vai manter cookies de terceiros

“Continuaremos a disponibilizar as API do Privacy Sandbox e a investir nelas para melhorar ainda mais a privacidade e a utilidade”, refere Anthony Chavez, vice-presidente da Privacy Sandbox da Google, acrescentando que serão disponibilizados controlos de privacidade adicionais, como a proteção de IP no modo de navegação anónima do Chrome

Catarina Nunes

A Google já não vai acabar com os cookies de terceiros, que permitem que entidades externas aos sites, como anunciantes ou empresas de análise, acompanhem o histórico de navegação do utilizador e recolham e tratem os respetivos dados. Em causa está o esforço de adaptação de todas as partes envolvidas na publicidade online, nomeadamente ‘publishers’, anunciantes e agências.

Depois de ter adiado o prazo para o fim do cookies de terceiros, de 2024 para o início de 2025, a Google vai antes introduzir uma nova experiência no Chrome, para permitir que os utilizadores façam uma escolha que se aplique à sua navegação na web, sendo que estas escolhas podem ser ajustadas a qualquer momento. “Estamos a discutir este novo caminho com os reguladores e vamos envolver a indústria à medida que for sendo disponibilizado”, revela Anthony Chavez, vice-presidente da Privacy Sandbox, numa publicação no blogue da Google.

O responsável da Privacy Sandbox, projeto da Google focado na criação de tecnologias que protejam a privacidade online dos utilizadores, justifica o recuo com a constatação de que a transição para o fim dos cookies de terceiros, previsto para o fim de 2025, “exige um trabalho significativo por parte de muitos participantes e terá um impacto nos ‘publishers’, nos anunciantes e em todos os envolvidos na publicidade online”. Tendo em conta esta situação, “propomos uma abordagem atualizada que permite aos utilizadores escolherem. Em vez de descontinuar os cookies de terceiros”, explica Anthony Chavez.

O vice-presidente da Privacy Sandbox salienta que, à medida que este processo avança, continua a ser importante que os programadores tenham alternativas que preservem a privacidade. “Continuaremos a disponibilizar as API [Application Programming Interface, usado para integrar novas aplicações com sistemas de software existentes] do Privacy Sandbox e a investir nelas para melhorar ainda mais a privacidade e a utilidade”, refere Anthony Chavez, acrescentando que a Google também pretende disponibilizar “controlos de privacidade adicionais, por isso planeamos introduzir a proteção de IP no modo de navegação anónima do Chrome”.

Os primeiros testes realizados por empresas de tecnologia Adtech, incluindo a Google, indicaram que as APIs da Privacy Sandbox têm um grande potencial para alcançar resultados, de acordo com a Google. “Esperamos que o desempenho geral, ao utilizar as APIs de Privacy Sandbox, melhore com o tempo, à medida que aumenta a adoção por parte da indústria”, prevê o vice-presidente da Privacy Sandbox, que tem como objetivo encontrar soluções inovadoras que melhorem a privacidade online, ao mesmo tempo que preservam uma internet baseada em anúncios que sustenta o ecossistema de ‘publishers’, liga empresas aos clientes e disponibiliza conteúdos gratuitos aos utilizadores.

“Ao longo deste processo, recebemos feedback de uma ampla variedade de ‘stakeholders’, incluindo reguladores como a Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) do Reino Unido e o Information Commissioner’s Office (ICO), ‘publishers’, programadores web e grupos padrão, sociedade civil e participantes da indústria publicitária. Este feedback ajudou-nos a criar soluções que visam apoiar um mercado competitivo e próspero que funcione para publishers e anunciantes e incentive a adoção de tecnologias que melhoram a privacidade”, refere Anthony Chavez, garantindo que “à medida que finalizarmos esta abordagem, continuaremos a consultar a CMA, a ICO e outros reguladores a nível mundial. Esperamos continuar a colaboração com o ecossistema na próxima fase da jornada, para uma web mais privada”.

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Nossa cria campanha da Cabriz produzida pela El-Hey (com vídeos)

Os três filmes de lançamento, realizados por Miguel Coimbra, retratam o processo de escolha de vinho no ponto de venda, realçando a dificuldade dos consumidores perante a imensidão de alternativas que o mercado nacional atualmente oferece

A Nossa foi a agência criativa escolhida para desenvolver o novo conceito de comunicação da Cabriz, apostando num tom leve e bem-disposto para reforçar a nova assinatura e a imagem refrescada da marca. A campanha multimeios, que arranca a 23 de julho, está presente em imprensa, redes sociais, exterior e retalhistas, integrando três filmes, produzidos pela El-Hey e realizados por Miguel Coimbra, que retratam o processo de escolha de vinho no ponto de venda, realçando a dificuldade dos consumidores perante a imensidão de alternativas que o mercado oferece.

“A Cabriz teve a coragem de fugir aos temas habituais. Não há ninguém a beber nem a saborear o vinho enquanto mostra a adega. Há uma atitude de irreverência, característica muito presente também na criação dos próprios vinhos do Dão. Queremos que o consumidor se lembre de Cabriz sempre que chega ao linear e até mesmo quando se sentir perdido pela profusão de marcas e rótulos”, refere Nuno Presa Cardoso, fundador e diretor criativo da Nossa. A campanha vai ser amplificada com ativações em festivais de verão, para se aproximar de um target mais jovem.

Vodafone Paredes de Coura e CA Vilar de Mouros são dois dos eventos com interações com consumidores confirmadas. “A campanha ‘É Dão Bom’ posiciona a Cabriz como um vinho simples de escolher e de beber, afastando-se dos habituais clichês do setor. A marca pretende ser vista como a escolha certa, para qualquer ocasião. Um vinho que dispensa o uso de hipérboles, divagações sobre taninos, notas de prova ou sugestões de pairing”, esclarece a insígnia do Dão, uma marca da Global Wines, em comunicado de imprensa.

“O principal propósito desta nova campanha é o de conferir simplicidade e leveza à comunicação de Cabriz, sempre com algum humor e boa disposição, tão presentes no ADN da marca. Queremos, por um lado, afirmar Cabriz como a opção segura na hora de escolher um vinho e, por outro, associar a marca ao lado leve e divertido da vida. O claim ‘É Dão Bom’ foi uma escolha natural e unânime, por espelhar tudo aquilo que pretendíamos transmitir. É simples, curto e fica no ouvido”, sublinha Nuno Abreu, diretor comercial e de marketing da Global Wines, citado no documento.

 

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