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Marketing :: Noticias

Os sete pecados mortais das certificações, prémios, selos e afins

Artigo de opinião de Marina Petrucci, country manager da Ipsos Apeme e membro do comité técnico do Prémio Cinco Estrelas

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Os sete pecados mortais das certificações, prémios, selos e afins

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Tema polémico, ou pelo menos discutível, o das certificações, prémios, selos e outros tipos de reconhecimento público das marcas. A reflexão sobre o tema tem dado origem a debates mais ou menos interessantes e com diferentes níveis de formalidade e visibilidade, entre artigos de opinião em meios reputados até a conversas de surdina no seio de departamentos de marketing e comunicação.
Num plano estritamente teorético, os prémios premeiam a excelência e são por isso uma validação do trabalho de instituições, marcas e pessoas. Funcionam assim, e também, como facilitadores de escolhas, neste caso, para os consumidores. Partindo do pressuposto que a iniciativa é séria, um prémio representa uma responsabilização da marca, pois todo o sistema de premiação e visibilidade pública leva a um compromisso. A marca não se arrisca apenas a perder, arrisca-se também quando ganha, porque adquire um estatuto e cria expectativas de superioridade. Neste âmbito, o prémio deverá também contribuir para intensificar uma cultura de constante inovação e uma preocupação renovada com a qualidade dos produtos e serviços prestados, o que em última instância representa uma mais valia para o cliente final.
É oportuno questionarmos se os consumidores são influenciados pelo rasto que os prémios deixam, sabendo de antemão que as marcas exploram a oportunidade de visibilidade quase até ao limite. Um estudo* acabado de realizar pela Ipsos Apeme junto de 309 consumidores, confirma: 66% dos inquiridos afirma que repara que há vários prémios e selos que distinguem marcas conhecidas, 70% confirma que vê com frequência anúncios com este tipo de prémios, 73% gosta de pensar que são os consumidores e não as marcas que decidem quem merece ser premiado e 55% acredita que uma marca premiada com selo é de facto melhor que as suas concorrentes. Dúvidas houvesse, as marcas compreendem esta oportunidade e percebem que os prémios fazem parte de uma tendência inevitável e necessária de alargamento das suas plataformas de comunicação, indo atrás de uma expressão de peer groups, como alternativa à comunicação institucional.
Curiosamente, neste mesmo estudo, apenas 15% afirma ter ideia de como são os regulamentos deste tipo de prémios, o que para além de ser um enorme contra-senso (nada de surpreendente, quando se estuda o consumidor há muitos anos) dá uma margem de manobra perigosa a marcas, entidades premiadoras e, em última instância, a consumidores.
Assim, sintetizo aqueles que na minha opinião são os 7 pecados mortais mais frequentes nas certificações, fazendo a ressalva que não conheço todas a fundo e por isso abordarei sempre a categoria como um todo, sabendo de antemão os perigos e injustiças da generalização.

1. O primeiro pecado capital das certificações é a gula, o desejo insaciável tradicionalmente associado à comida, mas também aqui muito presente, onde se pode ver uma corrida desenfreada por amostras grandes. Grandes não, injustificadamente enormes. O grande pecado neste âmbito é considerar-se que uma metodologia é tanto melhor quanto maior for o tamanho da amostra. A verdade é que a representatividade de uma amostra não se suporta apenas pela sua dimensão e o ganho na redução do erro amostral é praticamente nulo a partir de determinado tamanho da amostra.
2. O 2º pecado mortal que se encontra com frequência está claramente relacionado com a ganância, o apego excessivo sem critério. É exactamente a falta de critério na selecção das amostras que faz as certificações darem voz a consumidores que não são relevantes para a categoria. Pedir a pessoas, independentemente da afinidade com a categoria, para avaliarem produtos, serviços e marcas, é um pecado básico.
3. O 3º pecado habitual é a vaidade, o orgulho excessivo. E chamo-lhe orgulho porque quase todas as certificações anunciam uma fórmula genial, senão a melhor, para apurar vencedores. Problema: ninguém conhece muitas dessas fórmulas porque elas não são reveladas. Penso que os consumidores e, acima de tudo, as marcas merecem que essas formulas sejam transparentes. Sem fórmula, sem critérios objectivos, passamos o poder da premiação para as entidades promotoras, em vez de estarmos a dar o poder ao consumidor. Neste âmbito é imprescindível saber se a marca está a ser avaliada em contexto concorrencial ou não, porque se a marca estiver sozinha numa categoria e não houver critérios mínimos então a marca ganha sempre…
4. E passo para um pecado bem mais discutível, o da preguiça. Ora preguiça é óptima, quando merecida senão representa falta de empenho ou desleixo. E aquilo que se sente em algumas marcas é apenas o desejo de obter o output da sua candidatura através de um prémio ou selo. Sendo tal perfeitamente legítimo, minimiza enormemente aquilo que se pode e deve retirar de uma candidatura. Uma candidatura a uma certificação pode ser uma óptima oportunidade de aprender mais sobre a marca. O relatório de resultados é uma arma poderosa que pode dar um conjunto de informações adicionais que, não sendo determinante para a utilização do selo, é extraordinariamente útil para a gestão do negócio porque avalia os pontos fortes e fracos, porque posiciona em relação à concorrência, entre outras informações valiosas.
5. A inveja será o pecado seguinte. Nos últimos anos assistimos a uma proliferação de certificações, mas a verdade é que algumas delas pouco se distinguem, acabando por não se diferenciar num contexto concorrencial que, sabemos, até é bastante agressivo. Foram criados prémios que não trazem inovação, não têm benefícios distintivos, avaliam o mesmo, utilizam os mesmos critérios de avaliação e recorrem a metodologias semelhantes. Esta constatação de uma normalização exagerada é também visível na falta de flexibilidade face aos critérios de avaliação de cada produto ou serviço – uma metodologia rigorosa tem de ser suficientemente flexível para considerar as condicionantes de diferentes categorias e sectores de actividade. Num contexto de não diferenciação, como se escolhe uma certificação em detrimento de outra?
6. O 6º pecado é a luxúria, mais uma vez discutível enquanto pecado, se a pensarmos como o desejo pelo prazer corporal e/ou material. Um dos grandes desejos das marcas, quando se candidatam, é ter um selo que possam usar e ocupar o lugar da concorrência. Mais uma vez, legítimo, quando sabemos que os selos são relevantes para a decisão de escolha e compra do consumidor. O grande erro neste âmbito é satisfazer-se apenas com o lugar ocupado. Não se envolver de forma responsável em todo o processo, desde o fornecimento dos critérios mais relevantes, passando pela disponibilização de uma base de dados imparcial de clientes e, mais importante, num plano de comunicação integrado e consistente…
7. E por último, a Ira, a cólera e raiva por terceiros, esta sim, um verdadeiro pecado mortal na categoria das certificações. Todos sabemos que algumas certificações são contestadas, por promotores, por meios de comunicação social, por entidades relacionadas com a defesa do consumidor e até por marcas (tendencialmente perdedoras). Contestar a credibilidade das certificações é um direito que deve ser exercido. Mas não sem antes se ter questionado a verdade e rigor de cada abordagem metodológica! Ao questionar sem averiguar estamos simplesmente a descredibilizar a categoria, o que afectará a imagem das entidades promotoras, é certo, mas também a credibilidade das empresas de estudos de mercado que realizam as investigações e as marcas envolvidas, sejam vencedoras ou perdedoras.

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Durante muitos anos as marcas foram as grandes detentoras de um enorme capital simbólico. A massificação da sociedade digital deu agora aos consumidores uma menor dependência desse enunciado estético e idealizado, e outras fontes emergiram. As marcas têm por isso menos domínio sobre o aspiracional e mais necessidade de afirmar performance. O contexto competitivo de cada negócio, por outro lado, também intensifica cada vez mais a necessidade de demonstrar competência e afirmar supremacia, de estar em primeiro lugar na mente dos consumidores. Estamos por isso assentes num terreno fértil para as certificações, haja cautela na sua produção.

*Estudo realizado entre os dias 2 e 6 de Fevereiro de 2018, através de entrevista online, a indivíduos com idade superior a 18 anos, residentes em Portugal.

Artigo de opinião de Marina Petrucci, country manager da Ipsos Apeme e membro do comité técnico do Prémio Cinco Estrelas

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Audiências: Big Brother lidera ranking global de programação

Nas quotas de audiência da última semana, a TVI mantém a liderança, enquanto a RTP1 e Outros são os únicos canais que registam um aumento, com a SIC, TVI e Cabo a mostrarem a tendência contrária e a perderem quota semanal. O pódio dos canais mais vistos na televisão por cabo regista uma alteração com o canal TVI Reality a subir até ao terceiro lugar, ficando a CMTV e a CNN Portugal nas duas primeiras posições, respetivamente

O consumo global de TV volta ao clima de recuperação na semana de 13 a 19 de maio e aumenta de forma significativa, crescendo cerca de 20 minutos por dia, para as 5h27m diárias.

Nas contas da quota de audiência semanal, a TVI mantém a liderança da semana, enquanto a RTP1 e Outros são os únicos canais que registam aumento de quota, com a SIC, TVI e Cabo a mostrarem a tendência contrária e a perderem quota semanal.

Desta forma, a RTP1 reforça e chega aos 10,7%, ao contrário do que acontece quer com a SIC, que desce até aos 13,8% de quota semanal, quer com a TVI, que decresce também e tem esta semana 16,0% de quota.

O Cabo também desce ligeiramente, ficando nesta semana com 41,2% de quota, Outros (que inclui o visionamento em ‘time shift’, streaming e vídeo/jogos) reforça quota e tem agora 16,7% de quota semanal.

As duas primeiras posições do ranking dos canais mais vistos do cabo continuam a pertencer à CMTV e à CNN Portugal, mas há alterações no lugar que se segue, com o canal TVI Reality a subir até ao terceiro lugar do pódio.

Nas posições seguintes estão a STAR Channel, SIC Notícias, Hollywood, STAR Movies e Globo. Nas últimas posições do Top 10 encontram-se a SIC Mulher e a TVI Ficção.

No pódio da tabela de programação global, há dose tripla do reality show da TVI, com programas de diferentes dias, com Big Brother – Especial na primeira posição, seguido por Big Brother e por Big Brother – O Duelo.

Nas posições restantes estão o programa de humor dos serões de domingo da SIC Isto é Gozar com Quem Trabalha, e ainda a novela da TVI, Cacau.

O programa da CMTV Doa a Quem Doer lidera o ranking dos programas mais vistos no cabo na última semana, seguido dos desportivos Duelo Final / Rio Ave X Benfica e Golos: Primeira Parte/ Rio Ave X Benfica.

Nas posições remanescentes do Top 5 da semana estão os informativos Grande Jornal – Noite e o Jornal 7, mais uma vez com a tabela a ser totalmente ocupada por conteúdos da CMTV.

Data Insights, Havas Media Network

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Rosebud assina campanha da Sport Zone que celebra regresso do calor (com vídeos)

Com planeamento de meios da Zenith, a nova comunicação publicitária da Sport Zone prolonga-se até 30 de junho. Desenvolvida pela agência espanhola Rosebud em parceria com a equipa criativa do retalhista desportivo português, também aposta em marketing de influência

Bom Tempo Pede Desporto é o nome da campanha da Sport Zone que celebra o regresso de calor, incentivando à prática de desporto ao ar livre. Idealizada pela agência espanhola Rosebud, com o desenvolvimento da estratégia local a ser assegurado pela equipa interna do retalhista desportivo, está a ser divulgada em televisão e múpis, com planeamento de meios da Zenith, até 30 de junho. A estratégia de comunicação é assegurada pela DLaundry, agência da Samy Alliance especializada em relações públicas, assessoria estratégica, eventos e gestão de redes sociais.

Além da presença nas lojas da insígnia, fundada em 1997, a campanha integra quatro filmes publicitários, divulgados em televisão até 26 de maio, apurou o M&P. “Com objetivo de reforçar o posicionamento da marca, os spots televisivos contam com duração entre os 10 e os 20 segundos, com voz do ator Tomás Alves. Protagonizam vários momentos de inspiração para a prática de desporto ao ar livre, que incidem em running, fitness e futebol”, explica a Sport Zone.

A duração dos anúncios oscila entre os 10 e os 20 segundos. “Nos spots publicitários de menor duração, o foco é comunicar os produtos das melhores marcas desportivas a preços competitivos”, esclarece ainda a marca em comunicado de imprensa. As carruagens dos comboios que asseguram a ligação entre Lisboa e Sintra e os autocarros que circulam em Lisboa e no Funchal também veiculam a campanha, entre 15 de maio e 23 de junho.

A comunicação nos suportes publicitários exteriores será amplificada nas redes sociais da marca. “A campanha estará também presente nos canais de social media, com uma ativação de marca com influenciadores, denominada Os Desportistas do Bom Tempo”, explica a Sport Zone. Alberto Vasconcelos, Ana Ferreira, Carolina Brazona e Pedro Sturken, com forte presença no Instagram, são os nomes escolhidos para promover a insígnia, apurou também o M&P.

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Aquisição de marcas editoriais do Global Media Group pela Notícias Ilimitadas com luz verde da ERC

A ERC concluiu que a operação não põe em causa os valores da liberdade de expressão, do pluralismo e da diversidade de opiniões nem impede a livre difusão nem o acesso a conteúdos. Concretização do negócio depende da Autoridade da Concorrência, que ainda não se pronunciou

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) não se opõe à aquisição de marcas editoriais do Global Media Group pela Notícias Ilimitadas. Em reunião extraordinária, no dia 17 de maio, o regulador dos media deu luz verde à operação de concentração, a pedido da Autoridade da Concorrência, que, ao abrigo do artigo 55º do Regime Jurídico da Concorrência, pediu um parecer ao organismo presidido por Helena Sousa.

O documento, a que o M&P teve acesso, também abrange as participações do capital social que o Global Media Group detém na Rádio Notícias – Produção e Publicidade, SA. “O leque de órgãos de comunicação social em causa inclui o Jornal de Notícias, o Jornal de Notícias História, a NTV, o Delas, a Notícias Magazine, o O Jogo, a Volta ao Mundo e a Evasões, bem como as licenças da rádio TSF”, informa a ERC em comunicado.

“O Conselho Regulador da ERC concluiu que a operação projetada não coloca em causa os valores da liberdade de expressão, do pluralismo e da diversidade de opiniões, a par da livre difusão de, e acesso a, conteúdos, cuja tutela incumbe à ERC acautelar”, refere ainda o documento. A Notícias Ilimitadas informou a Autoridade da Concorrência, que ainda não se pronunciou, da intenção de avançar com o negócio no dia 18 de abril.

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DAZN reforça oferta global com lançamento de 10 novos canais gratuitos

Padel Time TV, Matchroom Boxing, Motorvision TV, Lacrosse TV, SportStak, Boxing TV, Moto America TV, Billiard TV, PDC Darts e ACL Cornhole TV são os canais desportivos que reforçam o portefólio da DAZN no âmbito da renovação do acordo da operadora com a tecnológica Amagi

Portugal é, a par de Espanha, Itália, Reino Unido, França, Alemanha, Bélgica, Suíça, Áustria e Estados Unidos, um dos países que disponibilizam os 10 novos canais gratuitos que a DAZN acaba de adicionar à plataforma digital da operadora, no âmbito da renovação do acordo com a Amagi, empresa que desenvolve e comercializa soluções tecnológicas para televisão tradicional e streaming. Boxe, padel, bilhar, desportos motorizados e ténis são algumas das modalidades abrangidas pela parceria.

Padel Time TV, Matchroom Boxing, Motorvision TV, Lacrosse TV, SportStak, Boxing TV, Moto America TV, Billiard TV, PDC Darts e ACL Cornhole TV são os canais que reforçam o portefólio da DAZN. “O acordo também nos posiciona como a plataforma de eleição para os fãs de desportos de combate, com o lançamento de três novos canais de boxe que vão disponibilizar conteúdos 24 horas por dia, sete dias por semana”, informa a operadora em comunicado.

“Estes três canais vêm complementar o já extenso portefólio de boxe da DAZN, que contava com mais de 150 eventos de topo por ano”, refere ainda o documento. Além do site, os conteúdos são também disponibilizados na app. “O nosso objetivo é tornarmo-nos o destino de eleição para todos os fãs de desporto a nível mundial e isso significa oferecer a melhor proposta a cada utilizador”, assume Shay Segev, CEO do DAZN Group.

A estratégia da plataforma contrasta com a das empresas rivais. “A DAZN está a contrariar as regras do mercado ao oferecer estes canais gratuitamente, garantindo uma experiência imersiva e de fácil utilização”, reconhece a companhia. Além de garantir os direitos de transmissão da Fórmula E e da WTA por mais três anos, a operadora renovou com La Liga por mais cinco anos em Portugal e Itália e adquiriu os direitos do FIA Formula 1 World Championship para o triénio 2025-2027.

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Ricardo Verdasca e Vítor Silva assumem novas responsabilidades na Foundever

Ambos os profissionais começaram a carreira na Foundever, Ricardo Verdasca desde 2004 e Vítor Silva desde 2001. Nesta empresa de experiência do cliente, ambos somam um percurso nas área da gestão e de otimização de processos operacionais

Ricardo Verdasca e Vítor Silva, vice-presidentes de operações na região multilingue da Foundever (Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Bulgária, Egito, Roménia, Hungria, Sérvia e Polónia), têm novas responsabilidades na empresa de experiência do cliente. Ricardo Verdasca fica com as operações na Grécia e no Egito e como diretor de estratégia e operações para a região de 10 países com operações multilingues. As operações na Roménia, Hungria, Sérvia e Itália e a direção da estratégia de crescimento na região multilingue da Foundever, por seu lado, estão entregues a Vítor Silva.

Enquanto diretor de estratégia e operações, Ricardo Verdasca quer dar prioridade à qualidade operacional exigida pelos clientes, garantindo que os processos corporativos se tornam cada vez mais direcionados para o desempenho, bem como assegurar a consistência na gestão operacional na região. Vítor Silva tem como desafios garantir uma estratégia de aumento de receita de forma consistente em toda a região, através da conquista de novos clientes, da aposta no crescimento dos clientes existentes e da identificação de oportunidades de entrada em indústrias específicas.

Ambos os profissionais começaram a carreira na Foundever. Ricardo Verdasca juntou-se à empresa em 2004, somando 20 anos de experiência na gestão e otimização de processos operacionais. Ocupou cargos de liderança como diretor de operações, diretor sénior de unidade de negócio e vice-presidente de operações. Vítor Silva juntou-se à Foundever em 2001 como agente, tendo feito todo o percurso nas operações. Em 2016 assumiu a função de diretor de operações, em 2021 foi nomeado diretor de operações sénior e, um ano depois, ascende a vice-presidente de operações para Portugal.

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Sagres festeja os Santos Populares com campanha em mais de 260 locais

A campanha da McCann Lisboa recorre aos Santos Populares e à cidade de Lisboa, que são o ponto de partida para convidar a beber uma Sagres que ‘Marcha sempre bem’. Na noite de 12 de junho, a marca de cerveja promove a iniciativa Santa Boleia, através da qual oferece transporte gratuito para os Santos Populares, sem limite de viagens

Com os Santos Populares à vista, a Sagres lança uma campanha publicitária sob o mote ‘Marcha sempre bem’, criada pela McCann Lisboa. Os Santos Populares e a cidade de Lisboa são o ponto de partida para convidar a beber uma Sagres que ‘Marcha sempre bem’, entre bailaricos e manjericos, ao som da música popular portuguesa ou em qualquer momento. A nova campanha de publicidade exterior antecipa os festejos populares e já está nas ruas de Lisboa, marcando presença em mais de 260 locais da capital.

Desde os arraiais tradicionais, às festas e ativações em clientes, a marca quer levar a alegria das festividades para todos os recantos da capital e arredores, marcando presença em arraiais emblemáticos, como o de São Miguel, em Alfama, o de Santo António, na Praça da Alegria, o de São Vicente, no Largo da Graça, o da Misericórdia, no miradouro de São Pedro de Alcântara, e o Santos em Santos, no espaço Terrapleno. Estará presente também nos arraiais na Vila Berta, Belém e Lumiar.

Na noite de 12 de junho, a marca de cerveja promove a iniciativa Santa Boleia, através da qual oferece transporte gratuito para os Santos Populares, sem limite de viagens, permitindo aproveitar os arraiais sem a preocupação das deslocações. Haverá dois autocarros de 63 lugares, decorados a rigor e disponíveis entre as 18h e as 2h, para os diversos arraiais da capital. A Santa Boleia percorrerá dois trajetos (Belém – Cais do Sodré e Saldanha – Santa Apolónia), passando ainda pelo Grande Arraial no Sagres Campo Pequeno.

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Lojas online de presentes personalizados: Um setor em ascensão

Nos últimos anos, temos testemunhado uma crescente popularidade das lojas online de presentes personalizados. Este setor, que combina a conveniência das compras online com a individualidade dos presentes feitos à medida, tem vindo a conquistar um lugar especial no coração dos consumidores em Portugal e em todo o mundo.

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Uma das razões para o sucesso deste setor é a crescente procura por presentes únicos e significativos. Com a massificação do consumo e a homogeneização dos produtos disponíveis no mercado, os consumidores estão cada vez mais à procura de presentes que transmitam uma mensagem pessoal e única. As lojas online de presentes personalizados oferecem exatamente isso: a oportunidade de criar algo que seja verdadeiramente especial e único para o destinatário. Alguns estabelecimentos são conhecidos antigos do público como a loja online Wanapix.

Além disso, o avanço da tecnologia tornou mais acessível a personalização de produtos. Hoje em dia, é possível personalizar uma vasta gama de produtos, desde canecas e t-shirts até jóias e artigos de decoração, com nomes, datas importantes, fotografias e mensagens personalizadas. Esta facilidade de personalização tem impulsionado o crescimento das lojas online de presentes personalizados, tornando mais fácil do que nunca para os consumidores encontrar e encomendar o presente perfeito.

Outro fator importante a considerar é a conveniência das compras online. Com o aumento do tráfego nas lojas online, os consumidores estão a optar cada vez mais por fazer as suas compras a partir do conforto das suas casas. As lojas online de presentes personalizados oferecem uma experiência de compra conveniente e sem complicações, permitindo aos consumidores personalizar e encomendar os seus presentes com apenas alguns cliques.

Além disso, as lojas online de presentes personalizados muitas vezes oferecem uma variedade de opções de entrega, incluindo entrega direta ao destinatário. Isso é especialmente conveniente para aqueles que desejam enviar um presente a um ente querido que vive longe, tornando o processo de enviar presentes uma experiência simples e sem stress.

Por último, mas não menos importante, as lojas online de presentes personalizados muitas vezes oferecem preços competitivos e promoções atrativas. Com a concorrência no mercado a aumentar, os consumidores podem encontrar uma ampla gama de opções de presentes personalizados a preços acessíveis, tornando este tipo de presente uma opção viável para todos os orçamentos.

As lojas online de presentes personalizados estão a emergir como um setor em ascensão, alimentado pela crescente procura por presentes únicos e significativos, pela facilidade de personalização proporcionada pela tecnologia e pela conveniência das compras online. Com uma oferta cada vez maior de produtos personalizáveis e uma experiência de compra conveniente, estas lojas continuam a conquistar o coração dos consumidores e a moldar o futuro do comércio eletrónico.

Guia para comprar presentes personalizados em lojas online

À medida que a tecnologia avança, comprar presentes personalizados tornou-se mais acessível e conveniente do que nunca. Não importa a ocasião – aniversários, casamentos, Natal ou simplesmente para expressar carinho – presentes personalizados demonstram cuidado e consideração extra. Se você está procurando maneiras de surpreender seus entes queridos com algo único, criativo e cheio de significado, aqui está um guia para ajudá-lo a navegar pelo mundo das compras online e encontrar o presente perfeito.

  1. Identifique a ocasião e o destinatário:

Antes de começar a procurar presentes personalizados, é essencial identificar a ocasião e conhecer os interesses e preferências do destinatário. Isso ajudará a direcionar sua busca e garantir que o presente seja verdadeiramente significativo.

  1. Explore uma variedade de lojas online:

Com a vasta gama de lojas online disponíveis, há uma infinidade de opções para presentes personalizados. Desde lojas especializadas em itens artesanais até grandes varejistas que oferecem serviços de personalização, explore diferentes plataformas para encontrar aquela que melhor atenda às suas necessidades.

  1. Escolha o tipo de presente personalizado:

Existem inúmeras opções de presentes personalizados, desde objetos decorativos e acessórios até itens funcionais e experiências únicas. Considere o estilo de vida e os interesses do destinatário ao escolher o tipo de presente que mais se adequa a eles. Além disso, procure por mais lojas recomendadas.

  1. Personalização significativa:

O segredo para um presente personalizado bem-sucedido está na personalização significativa. Procure opções que permitam adicionar nomes, datas importantes, mensagens personalizadas ou até mesmo fotos que tenham um significado especial para o destinatário.

  1. Verifique a qualidade do produto e do serviço:

Ao comprar presentes personalizados online, é crucial verificar a qualidade do produto e do serviço oferecido pela loja. Leia avaliações de clientes anteriores, verifique as políticas de devolução e satisfação do cliente e certifique-se de que o produto atenda às suas expectativas de qualidade.

  1. Planeje com antecedência:

Embora muitas lojas online ofereçam opções de entrega rápida, é sempre melhor planejar com antecedência ao comprar presentes personalizados. Isso garantirá que você tenha tempo suficiente para personalizar o presente, caso seja necessário, e que ele chegue a tempo da ocasião especial.

  1. Adicione um toque final:

Para tornar o presente ainda mais especial, considere adicionar um toque final, como uma embalagem personalizada, um cartão feito à mão ou até mesmo uma surpresa adicional junto com o presente principal. Esses pequenos detalhes fazem toda a diferença e mostram que você dedicou tempo e cuidado extra ao escolher o presente.

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WYcreative e Hand assinam nova campanha do Bricomarché (com vídeo)

Além do spot de televisão produzido pela Hand, a campanha está presente no digital, no ponto de venda e em publicidade exterior. A campanha tem Sérgio Lobo como diretor criativo executivo, Tiago Varino e Carlos Pontes como diretores criativos, Tiago Varino e Filipe Graça como redatores, e Teresa Campos e Marlise Costa como diretoras de arte

Está Tudo Num Brico é a nova campanha publicitária multimeios criada pela WYcreative para o Bricomarché, que pretende comunicar o universo de possibilidades proporcionado pela rede nacional de lojas de bricolage, casa e jardim, recorrendo a situações como a remodelação fora de série de uma família amiga, o jardim arranjado de forma distinta pelo vizinho ou o beliche criado por um colega ‘bricoleiro’.

Além do spot de televisão produzido pela Hand, a campanha está presente no digital, no ponto de venda e em publicidade exterior. A campanha tem Sérgio Lobo como diretor criativo executivo, Tiago Varino e Carlos Pontes como diretores criativos, Tiago Varino e Filipe Graça como redatores, e Teresa Campos e Marlise Costa como diretoras de arte.

“Quando chega o momento de deixar tudo impecável, seja numa pequena reparação ou grande remodelação, o Bricomarché tem uma palavra a dizer”, refere Tiago Varino, diretor criativo da WYcreative, explicando que este foi o pensamento que conduziu até ao conceito da nova campanha, que se apropria de uma expressão popular para “demonstrar que, em cada problema por solucionar e projeto por realizar, existe um Bricomarché por perto para deixar a nossa casa num Brico”.

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Lisbon Project conquista website da conferência Velo-city 2024 em concurso internacional

Na sequência do desenvolvimento do website e da colaboração na definição da estratégia de comunicação da Velo-city 2021, que se realizou em Lisboa, a Lisbon Project volta a trabalhar com a Federação Europeia de Ciclistas, ao ganhar o concurso com uma proposta que se destacou pelo impacto visual

A agência de comunicação Lisbon Project ganhou o concurso internacional da Federação Europeia de Ciclistas (FEC), sendo a escolhida para desenvolver o website da Velo-city 2024, conferência mundial de mobilidade ciclável, que reúne de 18 a 21 de junho, em Ghent na Bélgica, entidades governamentais, académicos e investigadores de áreas ligadas ao urbanismo, mobilidade e sustentabilidade.

Na sequência do desenvolvimento do website e da colaboração na definição da estratégia de comunicação da Velo-city 2021, que se realizou em Lisboa, a Lisbon Project volta a trabalhar com a FEC, ao ganhar o concurso com uma proposta que se destacou pelo impacto visual, que garante a visibilidade e integridade da marca, dando igualmente espaço para representar a cidade anfitriã de cada edição.

“Depois do trabalho realizado com a Lisbon Project, tornou-se óbvio escolher esta agência para o desenvolvimento do website permanente da Velo-city. A criatividade e o profissionalismo da equipa, aliados a um back-office muito flexível e de fácil utilização, fazem com que trabalhar com a Lisbon Project seja um prazer”, afirma Caroline Cerfontaine, diretora da Velo-city.

O website está estruturado de forma a adaptar-se e a crescer com o evento, ajustando-se às necessidades de cada edição do evento, e funciona como ponto central de acesso aos conteúdos oficiais da conferência, como o programa, a aquisição de bilhetes e a submissão de candidaturas. “Após o envolvimento da Lisbon Project na Velo-city 2021, na qual indicámos, como ponto crítico, a necessidade da Velo-city desenvolver canais oficiais permanentes, como um website único para todas as edições da conferência, foi com enorme satisfação que aceitámos o desafio de construir um canal fundamental para a organização”, salienta Ricardo Carvalho, CEO da Lisbon Project.

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26ª Festival CCP tem 346 trabalhos finalistas. Categoria de Design lidera

As votações decorreram presencialmente, a 15 e 16 de maio, no espaço cedido pela Xerox, patrocinador do festival, na antiga Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa, no mesmo local onde os vencedores serão revelados a 24 de maio, na Gala 26ª Entrega de Prémios CCP

O júri do 26º Festival CCP selecionou 346 trabalhos para ‘shortlist’, entre um total de 933 inscrições a concurso, nas sete categorias abrangidas no festival do Clube da Criatividade de Portugal. As votações decorreram presencialmente, a 15 e 16 de maio, no espaço cedido pela Xerox, patrocinador do evento, na antiga Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa.

De acordo com os dados da organização do Festival CCP, as categorias com mais trabalhos na final são Design (80; 40% de 200 inscrições), Craft em Publicidade (73; 33% de 220 inscrições), Digital (71; 44% de 162 inscrições), Publicidade (63 finalistas; 34% de 185 inscrições), Experiências de Marca (27; 31% de 88 inscrições), Criatividade em Meios (23; 44% de 52 inscrições) e Integração e Inovação (9; 35% de 26 inscrições).

A lista completa de finalistas por categoria pode ser consultada online e os vencedores serão revelados a 24 de maio, na Gala 26ª Entrega de Prémios CCP, que se realiza no espaço da antiga Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa.

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