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Pedro Janela (WYgroup)

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A velocidade exponencial do Pokémon Go

Nos dias de hoje escrever um pouco mais sobre o Pokémon Go é quase tarefa impossível, pois passados pouco mais de uma semana, por aqui em Portugal, e três desde […]

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Nos dias de hoje escrever um pouco mais sobre o Pokémon Go é quase tarefa impossível, pois passados pouco mais de uma semana, por aqui em Portugal, e três desde […]

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Pedro Janela (WYgroup)

Nos dias de hoje escrever um pouco mais sobre o Pokémon Go é quase tarefa impossível, pois passados pouco mais de uma semana, por aqui em Portugal, e três desde o seu lançamento, parece que já tudo foi sendo dito, escrito, falado ou conversado.
Por isso mesmo, é esse o ponto que gostava de abordar e que, para a comunidade ligada ao marketing e comunicação, mais nos interessa. Entender como o jogo, a sua existência e a sua mensagem se tornaram conhecidas e usadas de forma quase global, quase instantaneamente, sem praticamente nenhum investimento em marketing.
Um ponto importante e que devemos referir é que, desta vez, não há nenhum sistema viral ou social no jogo em si. O Pokémon Go não tem os chamados viral loops ou gatilhos virais, nem suporte de redes sociais para se propagar, nem tão pouco exige que joguemos em grupo ou em rede, ou que façamos “member-get-member”. O jogo não precisa de nada mais que um smartphone, dados e uma pessoa para se jogar, e é assim sempre. Tão pouco existem classificações globais, ninguém sabe se o colega do lado tem mais ou menos Pokémon. Cada jogador fá-lo por si, juntando-se a partir do nível 5 a uma equipa… Mas só há três tipos de equipa no mundo todo. E nem sabemos quem lá está… Ou seja, o jogo, apesar de ter momentos de combate nos Gyms, é individual e pessoal.
O que julgo que podemos identificar, até agora, e com escassas semanas de vida é incrivelmente pouco, mas realçaria que a mensagem passou exclusivamente por media e por boca-a-boca “normal”… Ajuda, claro, que exista um número considerável de pessoas a olhar para o telemóvel enquanto anda… mas, sinceramente, isso não é nada de novo.
O Pokémon Go não usou publicidade. Não usou, que se saiba, nenhuma técnica de paid media, nenhuma técnica de e-mail marketing. Nada. bastou o nome Pokémon e press releases para que portais de gaming o avaliassem, potenciando os milhões de fãs dos anos 90 que agora têm entre 25 e 35 anos e que são consumidores perfeitos para novas coisas mobile misturadas com alguma nostalgia. É o efeito de media mais rápido de sempre. Qualquer pessoa seguramente já leu no Facebook ou em qualquer meio digital, um post, uma notícia, um tweet sobre o assunto. Nunca se fez download de uma app tão depressa, e com utilização tão frequente como esta. E este é o ponto mais importante: as redes sociais, nomeadamente o Facebook e o Twitter nos EUA, permitiram a passagem da mensagem a uma velocidade exponencial. Ou seja todo o mundo ligado, bem mais de mil milhões de pessoas, souberam disto em menos de 15 dias… e foram experimentar o que era a novidade em menos de nada. Porque foram experimentar? Porque sim. Porque provavelmente não havia nada melhor para fazer e o efeito tribo fez-se sentir como nunca…. Ter um produto novo, interessante e com marca é tudo. O Facebook e, em menor medida, os sites de notícias fazem o resto e ganham 100 a 0.
Se vai durar? Se este jogo vai ser uma “plataforma”? Ninguém sabe, mas a vontade dos consumidores viverem durante uns momentos num mundo de fantasia, enquanto estamos todos na nossa rotina diária, é demasiado interessante para não pensar que, com um projecto de evolução bem feito, este jogo pode mesmo ser uma plataforma. Utilizadores, marca e top-of-mind tem. O mais difícil, portanto. O resto é ir fazendo…
Para fechar uma nota importante, que foi vista ou “produzida” — hoje em dia é difícil de saber — numa foto de um placard informativo numa qualquer auto-estrada nos EUA: “Don’t Pokemon and Drive…”

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Artigo de opinião de Pedro Janela, CEO do WYgroup

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Carclasse associa-se à Camisola Montanha na Volta a Portugal em Bicicleta

Sob o mote “Juntos, ligamos os portugueses de norte a sul”, este patrocínio à Camisola Montanha (camisola azul) reflete os valores de espírito de equipa, superação e sustentabilidade, apoiados pela Carclasse, que disponibiliza uma frota automóvel para acompanhar os ciclistas

A Carclasse é a patrocinadora oficial da Camisola Montanha (camisola azul) da 85a Volta a Portugal, assumida pelo ciclista líder da classificação geral da montanha. No âmbito deste patrocínio, a Carclasse disponibiliza um conjunto de viaturas para acompanhar os ciclistas ao longo de toda a caravana.

Sob o mote “Juntos, ligamos os portugueses de norte a sul”, este patrocínio à Camisola Montanha reflete os valores de espírito de equipa, superação e sustentabilidade, que a Carclasse apoia. Juntamente com o Continente, Galp e Placard, a Carclasse é um dos quatro patrocinadores oficiais da principal prova de ciclismo do país. Esta edição conta com a presença de 17 equipas, sendo nove portuguesas e oito estrangeiras, começando em Águeda (Capital da Bicicleta) e terminando em Viseu (Cidade Europeia do Desporto 2024).

A 85a edição da Volta a Portugal, irá decorrer ao longo de 12 dias, de 24 de julho a 4 de agosto, levando uma das principais provas desportivas nacionais às estradas, aldeias, vilas e cidades de Portugal.

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Google, afinal, vai manter cookies de terceiros

“Continuaremos a disponibilizar as API do Privacy Sandbox e a investir nelas para melhorar ainda mais a privacidade e a utilidade”, refere Anthony Chavez, vice-presidente da Privacy Sandbox da Google, acrescentando que serão disponibilizados controlos de privacidade adicionais, como a proteção de IP no modo de navegação anónima do Chrome

A Google já não vai acabar com os cookies de terceiros, que permitem que entidades externas aos sites, como anunciantes ou empresas de análise, acompanhem o histórico de navegação do utilizador e recolham e tratem os respetivos dados. Em causa está o esforço de adaptação de todas as partes envolvidas na publicidade online, nomeadamente ‘publishers’, anunciantes e agências.

Depois de ter adiado o prazo para o fim do cookies de terceiros, de 2024 para o início de 2025, a Google vai antes introduzir uma nova experiência no Chrome, para permitir que os utilizadores façam uma escolha que se aplique à sua navegação na web, sendo que estas escolhas podem ser ajustadas a qualquer momento. “Estamos a discutir este novo caminho com os reguladores e vamos envolver a indústria à medida que for sendo disponibilizado”, revela Anthony Chavez, vice-presidente da Privacy Sandbox, numa publicação no blogue da Google.

O responsável da Privacy Sandbox, projeto da Google focado na criação de tecnologias que protejam a privacidade online dos utilizadores, justifica o recuo com a constatação de que a transição para o fim dos cookies de terceiros, previsto para o fim de 2025, “exige um trabalho significativo por parte de muitos participantes e terá um impacto nos ‘publishers’, nos anunciantes e em todos os envolvidos na publicidade online”. Tendo em conta esta situação, “propomos uma abordagem atualizada que permite aos utilizadores escolherem. Em vez de descontinuar os cookies de terceiros”, explica Anthony Chavez.

O vice-presidente da Privacy Sandbox salienta que, à medida que este processo avança, continua a ser importante que os programadores tenham alternativas que preservem a privacidade. “Continuaremos a disponibilizar as API [Application Programming Interface, usado para integrar novas aplicações com sistemas de software existentes] do Privacy Sandbox e a investir nelas para melhorar ainda mais a privacidade e a utilidade”, refere Anthony Chavez, acrescentando que a Google também pretende disponibilizar “controlos de privacidade adicionais, por isso planeamos introduzir a proteção de IP no modo de navegação anónima do Chrome”.

Os primeiros testes realizados por empresas de tecnologia Adtech, incluindo a Google, indicaram que as APIs da Privacy Sandbox têm um grande potencial para alcançar resultados, de acordo com a Google. “Esperamos que o desempenho geral, ao utilizar as APIs de Privacy Sandbox, melhore com o tempo, à medida que aumenta a adoção por parte da indústria”, prevê o vice-presidente da Privacy Sandbox, que tem como objetivo encontrar soluções inovadoras que melhorem a privacidade online, ao mesmo tempo que preservam uma internet baseada em anúncios que sustenta o ecossistema de ‘publishers’, liga empresas aos clientes e disponibiliza conteúdos gratuitos aos utilizadores.

“Ao longo deste processo, recebemos feedback de uma ampla variedade de ‘stakeholders’, incluindo reguladores como a Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) do Reino Unido e o Information Commissioner’s Office (ICO), ‘publishers’, programadores web e grupos padrão, sociedade civil e participantes da indústria publicitária. Este feedback ajudou-nos a criar soluções que visam apoiar um mercado competitivo e próspero que funcione para publishers e anunciantes e incentive a adoção de tecnologias que melhoram a privacidade”, refere Anthony Chavez, garantindo que “à medida que finalizarmos esta abordagem, continuaremos a consultar a CMA, a ICO e outros reguladores a nível mundial. Esperamos continuar a colaboração com o ecossistema na próxima fase da jornada, para uma web mais privada”.

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Nossa cria campanha da Cabriz produzida pela El-Hey (com vídeos)

Os três filmes de lançamento, realizados por Miguel Coimbra, retratam o processo de escolha de vinho no ponto de venda, realçando a dificuldade dos consumidores perante a imensidão de alternativas que o mercado nacional atualmente oferece

A Nossa foi a agência criativa escolhida para desenvolver o novo conceito de comunicação da Cabriz, apostando num tom leve e bem-disposto para reforçar a nova assinatura e a imagem refrescada da marca. A campanha multimeios, que arranca a 23 de julho, está presente em imprensa, redes sociais, exterior e retalhistas, integrando três filmes, produzidos pela El-Hey e realizados por Miguel Coimbra, que retratam o processo de escolha de vinho no ponto de venda, realçando a dificuldade dos consumidores perante a imensidão de alternativas que o mercado oferece.

“A Cabriz teve a coragem de fugir aos temas habituais. Não há ninguém a beber nem a saborear o vinho enquanto mostra a adega. Há uma atitude de irreverência, característica muito presente também na criação dos próprios vinhos do Dão. Queremos que o consumidor se lembre de Cabriz sempre que chega ao linear e até mesmo quando se sentir perdido pela profusão de marcas e rótulos”, refere Nuno Presa Cardoso, fundador e diretor criativo da Nossa. A campanha vai ser amplificada com ativações em festivais de verão, para se aproximar de um target mais jovem.

Vodafone Paredes de Coura e CA Vilar de Mouros são dois dos eventos com interações com consumidores confirmadas. “A campanha ‘É Dão Bom’ posiciona a Cabriz como um vinho simples de escolher e de beber, afastando-se dos habituais clichês do setor. A marca pretende ser vista como a escolha certa, para qualquer ocasião. Um vinho que dispensa o uso de hipérboles, divagações sobre taninos, notas de prova ou sugestões de pairing”, esclarece a insígnia do Dão, distribuída pela Global Wines, em comunicado de imprensa.

“O principal propósito desta nova campanha é o de conferir simplicidade e leveza à comunicação de Cabriz, sempre com algum humor e boa disposição, tão presentes no ADN da marca. Queremos, por um lado, afirmar Cabriz como a opção segura na hora de escolher um vinho e, por outro, associar a marca ao lado leve e divertido da vida. O claim ‘É Dão Bom’ foi uma escolha natural e unânime, por espelhar tudo aquilo que pretendíamos transmitir. É simples, curto e fica no ouvido”, sublinha Nuno Abreu, diretor comercial e de marketing da Global Wines, citado no documento.

 

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Continente patrocina Volta a Portugal em Bicicleta pelo quarto ano consecutivo

O retalhista é também o patrocinador oficial da camisola amarela, participando nas ativações que vão decorrer ao longo das nove etapas e da prova de contrarrelógio da competição desportiva, que decorre de 24 de julho a 4 de agosto

Reafirmando o compromisso com a democratização do desporto e a promoção de um estilo de vida ativo, o Continente patrocina, pelo quarto ano consecutivo, a Volta a Portugal em Bicicleta, que em 2024 celebra a 85ª edição. O retalhista é também o patrocinador oficial da camisola amarela, sinal de esforço e triunfo, participando nas ativações de marca que acompanham as nove etapas e a prova de contrarrelógio da competição desportiva, que decorre de 24 de julho a 4 de agosto.

“Este patrocínio é uma oportunidade ímpar para reforçar a imagem da marca enquanto agente responsável, associando-se a valores positivos como a superação pessoal, a dedicação e o espírito de equipa”, explica ao M&P Tiago Soeiro, gestor de experiência de marca do Continente. Além de um grupo de animadores em bicicletas, que realizará exibições de acrobacias, a insígnia conta com uma equipa de promotores que recrutarão participantes para jogos de memória com prémios.

Para garantir uma presença marcante, uma bicicleta insuflável gigante estará também presente na chegada de cada etapa, acompanhada por uma decoração inspirada nas celebrações dos santos populares, “com camisolas que parecem bandeirolas, promovendo o mote ‘É de quem tem pedalada’. Nesta bicicleta gigante, vão decorrer ativações que dão prémios”, refere o responsável da marca, que aposta numa estratégia de proximidade para alavancar o negócio.

“A parceria com a Volta a Portugal permite-nos criar uma ligação emocional, cada vez mais forte, com os consumidores, e, ao mesmo tempo, fortalece a nossa identidade e os nossos valores perante o público”, afirma Tiago Soeiro. As ativações de marca que decorrem ao longo da prova são amplificadas nas redes sociais do Continente, “através da produção de conteúdos no Instagram e no Facebook, com especial foco em cada uma das localidades de partida ou de chegada”, esclarece o responsável.

A 85ª Volta a Portugal Continente é transmitida em direto e em permanência pela RTP ao longo dos 11 dias da competição, em várias horas de emissão que podem ser acompanhadas na RTP1, na RTP3, na RTP Play, na Antena 1 e nos canais internacionais da RTP. As etapas irão contar com narração de Gonçalo Ventura e comentários de Marco Chagas e de Hugo Sabido, que volta a juntar-se à equipa da Volta a Portugal Continente para acompanhar a prova na estrada numa das motas da RTP.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

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Audiências semanais: TVI lidera por uma décima face à SIC

A quota semanal da RTP1 desce até aos 9,6%, bem como a da SIC, para 15%, ao contrário da TVI, que reforça a quota de audiência para 15,1%

O consumo global de televisão cresce na semana de 15 a 21 de julho face à semana anterior, embora de forma bastante ligeira: aumenta cerca de dois minutos por dia, ficando agora nas cinco horas e 23 minutos diárias.

Na equação da quota de audiência semanal, a TVI e a oferta no cabo são os canais que registam crescimento do seu ‘share’, face à semana passada, ao contrário do que se verifica com a RTP1, SIC e Outros, que descem. A TVI é o líder da semana, com uma vantagem de apenas uma décima face à SIC.

A RTP1 regista uma descida da sua quota até aos 9,6%, a SIC também desce e tem agora 15% de ‘share’ semanal, ao contrário da TVI, que reforça a sua quota de audiência até aos 15,1% de share. O Cabo segue a mesma tendência de reforço e atinge os 40% de quota, ao contrário do Outros (que inclui o visionamento em ‘time shift’, streaming e vídeo/jogos), que desce até aos 18,3% de share semanal.

No ranking dos canais mais vistos no cabo, o pódio da semana não tem alterações face à semana anterior, continuando ocupado pela CMTV, CNN Portugal e Hollywood. Nas posições que se seguem estão a SIC Notícias, SIC Mulher e Star Channel, a que se segue o Eurosport 1, um dos destaques da semana. Nas restantes posições encontramos o Star Life, Star Movies e TVI Reality.

Esta semana a primeira posição do ranking dos programas mais vistos, em termos globais, está ocupada por um episódio da novela da TVI “Cacau/Especial”, ao qual se seguem o ‘Jornal da Noite’ e a novela ‘A Promessa’, ambos da SIC. Nas posições restantes estão o novo reality show da TVI “Dilema – Especial” e a transmissão de ‘Desafios Betano/Sporting X R. Union Saint-Gilloise’, feita também na TVI.

O programa ‘Doa a Quem Doer’, da CMTV, lidera a tabela dos programas mais vistos do cabo esta semana, como habitualmente ocupado na totalidade por programas da CMTV. Seguem-se “Investigação CM/Caça-Gatos”, o “Grande Jornal – Noite”, o programa “Reportagem CM/A Santinha de Balasar” e ainda “Jornal 6/Incêndio em Alcabideche”.

Data Insights, Havas Media Network

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Alexandra Varassin nomeada CEO do Publicis Groupe Portugal

Antes de chegar a Portugal, foi CEO da Digitas México, sendo uma das responsáveis pelo posicionamento da empresa de ecossistemas digitais para marcas, no mercado mexicano.

Alexandra Varassin foi nomeada CEO do Grupo Publicis Portugal, reportando diretamente a Marta Ruiz-Cuevas, CEO do grupo na Ibéria.

A nova CEO será responsável por dar seguimento ao modelo Power of One em Portugal, que integra o talento complementar de todo o grupo, com o objetivo de continuar a transformar e acelerar as áreas de dados, tecnologia e comércio, entre outras.

Natural do Brasil, Alexandra Varassin tem cerca de 20 anos de experiência, dos quais os últimos nove foram no grupo Publicis. Trabalhou para a Google, bem como para alguns dos anunciantes mais importantes no Brasil e na América Latina, desenvolvendo estratégias de marca e liderando diferentes departamentos de estratégia, incluindo o da agência criativa Publicis no Brasil.

Criou ainda a unidade BrainLab, de inteligência criativa, que une conteúdos, inteligência de negócio, pesquisa e inteligência de media, ajudando os clientes a transformar dados e ferramentas em ‘insights’. Antes de chegar a Portugal, Alexandra Varassin era CEO da Digitas México, sendo uma das responsáveis pelo posicionamento da empresa dedicada à criação de ecossistemas digitais para marcas, n0 mercado mexicano.

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Domínio .pt não é prioritário para Amazon

Quatro anos depois do lançamento em Portugal, os portugueses continuam a ser redirecionados para a Amazon espanhola. Em declarações ao M&P, Inês Ruvina (na foto), gestora nacional da plataforma de comércio eletrónico, revela que não há planos para inverter a situação, apesar de a empresa estar a investir em Portugal

Ativar o domínio português não é prioritário para a Amazon, que continua a recorrer à plataforma de comércio eletrónico espanhola para alavancar o negócio em Portugal. Apesar de estar operacional desde 2021, o endereço Amazon.pt continua a redirecionar os consumidores nacionais para o site espanhol.

“Estamos muito contentes com o percurso da empresa em Portugal, que tem aproveitado a configuração que existe na Europa, sobretudo em Espanha. A Amazon tem uma rede logística europeia, da qual tiramos partido para servir os nossos clientes, mas vamos continuar atentos às oportunidades para ir melhorando a experiência de compra”, garante ao M&P Inês Ruvina, gestora da Amazon em Portugal.

A plataforma, que está disponível em língua portuguesa e comercializa marcas portuguesas como Castelbel, Vista Alegre, Ach Brito e Costa Nova, continua, no entanto, continuar a contar com o investimento da casa-mãe nos Estados Unidos.

Para promover a edição de 2024 do Prime Day, com milhares de descontos entre as 23h de 15 de julho e as 22h59 de 17 de julho, a empresa tem no ar a maior campanha publicitária do ano.

Adaptada para Portugal pela Amazon, que a concebeu internamente nos Estados Unidos, foi produzida pela Hungryman. Com planeamento de meios da Rufus, está presente em televisão, rádio, imprensa, suportes digitais e redes sociais.

No ano passado, globalmente, os clientes da Amazon pouparam 2,5 mil milhões de dólares (€2,31 mil milhões) em 375 milhões de produtos, com as compras durante o Prime Day.

Em Portugal, a empresa não divulga quanto é que os subscritores nacionais do serviço Prime gastaram a menos. “Posso partilhar apenas que entre os produtos mais comprados estão toalhitas de bebé da Dodot, cápsulas de café da Delta Q, desodorizantes masculinos da Rexona e lâmpadas LED da TP-Link Portugal”, refere Inês Ruvina.

Para divulgar o Prime Day 2024, a Amazon conta com um estudo desenvolvido com a GfK, que revela que 89% dos portugueses aproveitam períodos de promoções para fazer compras online.

A análise identifica os três fatores críticos que impulsionam o comportamento digital dos consumidores nacionais, apontando o preço (69%) como o mais decisivo, seguido dos descontos (67%) e da garantia de entrega rápida (51%).

“Os resultados que obtivemos são encorajadores. 96% dos inquiridos já compra online e 94% confia nas plataformas de ecommerce”, refere a gestora da empresa, que também disponibiliza em Portugal o Amazon Business, uma plataforma de vendas independente que permite às marcas alcançar cinco milhões de clientes empresariais.

Parcerias com TVI e RTP

A par do comércio eletrónico, a Amazon continua a investir no Prime Video, serviço de streaming lançado em 2006, em Portugal desde 2017, no âmbito das parcerias estabelecidas com a Media Capital e a RTP.

“Vamos aproximar-nos do cliente português com uma oferta de entretenimento nacional dedicada, para complementar a oferta internacional. Vamos ter séries documentais sobre o Tony Carreira e a apresentadora Maria Cerqueira Gomes e adaptar ‘La que se avecina’, série que teve muito sucesso em Espanha”, revela Inês Ruvina.

A parceria com a Media Capital foi estabelecida em 2023 para cofinanciar o regresso da série ‘Morangos com açúcar’, exibida em simultâneo na TVI e na plataforma digital da Amazon, à semelhança das produções que estão a ser ultimadas. ‘Punto Nemo’, a nova coprodução com a RTP, estreia antes do fim do verão.

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Adico escolhe Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas

A Adico, empresa de mobiliário metálico reconhecida pela icónica cadeira portuguesa lançada nos anos 1930, nomeou Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing.

Gonçalo Coelho de Carvalho é licenciado em arquitetura pela ESAP (Escola Superior Artística do Porto) tirou uma pós-graduação em gestão imobiliária na FEP, um MBA executivo na Católica/ESADE e um doutoramento em gestão empresarial aplicada, no ISCTE, com tese em estratégia no canal do retalho.

“Estou muito entusiasmado com este novo desafio. Tratando-se de uma marca com mais de 100 anos e com presença em todo o mundo, será extremamente desafiante contribuir para o seu contínuo reconhecimento, fortalecimento e crescimento. Estou confiante de que, com a talentosa equipa Adico, alcançaremos grandes sucessos”, refere Gonçalo Coelho de Carvalho, citado em comunicado de imprensa.

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas. Em 2013, assume a liderança do marketing da multinacional suíça Sika, em Portugal, cargo que ocupa durante nove anos, acumulando, nos últimos três anos, a direção de ‘building finishing’. Mais recentemente, tem trabalhado como consultor em estratégia e crescimento de negócios e como professor universitário.

Miguel Carvalho, diretor geral da Adico, destaca o perfil e a experiência profissional do novo diretor, como os fatores essenciais para esta nomeação. “Estamos muito satisfeitos com a entrada do Gonçalo Coelho de Carvalho para o cargo de diretor comercial e de marketing. O Gonçalo tem uma vasta experiência profissional que será fundamental para continuar a impulsionar o crescimento da Adico. Estamos confiantes de que a sua liderança e visão estratégica contribuirão significativamente para o sucesso da nossa empresa”, refere.

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IADE lança curso de media, informação e entretenimento em parceria com GCI Media Group

O curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas

O IADE tem um novo curso de especialização em media, informação e entretenimento, criado em parceria com o GCI Media Group, grupo de consultoria de comunicação. Com uma duração de oito meses, o curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas.

Carlos Rosa, diretor do IADE–Universidade Europeia, salienta que o curso “vem dar resposta às necessidades de um mercado em constante transformação, que precisa de profissionais ágeis e com fortes capacidades ao nível da criatividade e da inovação. Para tal, associamo-nos ao GCI Media Group e reunimos um grupo de docentes de referência, especialistas na área e cujas experiências profissionais irão enriquecer ainda mais os conteúdos programáticos do curso, preparando os alunos para os desafios contemporâneos da comunicação, capaz de informar, envolver e acima de tudo de criar conexões emocionais e autênticas.”

O novo curso de especialização em media, informação e entretenimento conta com a coordenação de André Gerson, CEO do GCI Media Group, e de Carla Cachola, coordenadora e docente da pós-graduação em imagem, protocolo e organização de eventos na Universidade Europeia, que integra o IADE. A par  com os coordenadores, tem como docentes Bruno Batista (presidente do GCI Media Group), Graça Teófilo (gestora de assuntos públicos do GCI Media Group), Patrícia Matos (jornalista e pivot do Now), Marcos Pinto (jornalista), Marta Leite de Castro (apresentadora da CNN e produtora de conteúdos), Nuno Azinheira (ex-jornalista e profissional de comunicação), Teresa Byrne (conselheira do gabinete da ministra da Cultura e especialista em relações internacionais) e Jorge Rodrigues da Silva (mestre em psicologia social e formado em psicologia clínica).

André Gerson, coordenador do novo curso do IADE e CEO do GCI Media Group, sublinha que “é com muito orgulho que nos associamos ao IADE, uma referência com mais de 50 anos no ensino da criatividade em Portugal, e criamos este curso em parceria. É complementar ao que o IADE já tem na sua oferta formativa e vem reforçar competências ao nível da inovação, criatividade, diversidade e agilidade, essenciais a qualquer estratégia de media, informação e entretenimento. Os programas de entretenimento e informação, que cada vez mais geram conteúdos para o digital e se promovem nessas plataformas complementares à sua génese, o crescimento dos serviços de streaming, a concorrência de várias plataformas de distribuição, o boom do formato videocast, têm exigido de todo o setor uma maior preparação e aquisição de competências mais integradas”.

 

 

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Agência de comunicação LCPA Creative Agencies dá origem à KOR Creatives

A empresa algarvia, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. O processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ agora apresentado começou a ser trabalhado em 2022

A agência de comunicação algarvia LCPA Creative Agencies, sediada em Faro, é agora KOR Creatives. Fundada em 2014, a empresa, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. “Após uma década de experiência e crescimento, estava na hora de mudar. Para apresentar a KOR Creatives, desenvolvemos ao longo dos últimos 18 meses um processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ a nível interno”, explica a agência.

O reposicionamento iniciou-se em 2022, impulsionada pela necessidade de transformação que a organização sentia. “Sempre acreditei que o impossível não existe e a nova marca é a prova disso. Esta transformação representa a concretização de anos de progresso contínuo e compromisso com a excelência, a dedicação da nossa equipa e as parcerias sólidas que construímos ao longo do tempo. O slogan ‘Strong bonds, stronger brands’ incorpora esta mensagem”, refere Pedro Águas, CEO da KOR Creatives.

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