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Como monetizar os conteúdos digitais

O digital ainda é visto como a promessa (por cumprir) de angariação de novas receitas,

Ana Marcela
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O digital ainda é visto como a promessa (por cumprir) de angariação de novas receitas, uma promessa que tem levado os editores a apostar cada vez mais neste media, sobretudo numa altura em que as receitas de circulação e publicidade têm vindo a sofrer quebras, mais ou menos acentuadas.

A publicidade online é, ao que parece, dos poucos formatos que têm vindo a apresentar crescimentos na ordem dos dois dígitos, começando a representar uma fatia significativa dos resultados dos grupos de media. Na Times Co, de acordo com o mais recente relatório e contas da empresa, relativo ao segundo trimestre, a publicidade digital já representa 26 por cento das receitas de publicidade do grupo detentor do New York Times, The Boston Globe ou da About.com (projecto que no trimestre assinalou um crescimento de 23,6 por cento, para os 32 milhões de dólares). O crescimento de 21 por cento da publicidade digital, contudo, não foi suficiente para ‘eliminar’ o efeito da quebra de seis por cento da publicidade no papel, levando as receitas de publicidade do grupo a uma estabilização.

Com a publicidade digital ainda a provar ser insuficiente para garantir a sustentabilidade das operações de media, os editores viram-se naturalmente para outras possibilidades ou aplicações que possam gerar receita em ambiente digital.

Subscrição e pagamentos de conteúdos online

Rupert Murdoch tem sido o grande paladino da cobrança de conteúdos online, tendo implementado políticas de acesso condicionado aos sites de publicações como os ingleses The Times e Sunday Times, movimento que, já anunciou, irá estender-se a outros títulos do grupo no Reino Unido. Desde o início de Julho que os assinantes das edições em papel estão a pagar uma libra por um dia de acesso aos sites e duas libras por uma subscrição de uma semana. Como oferta promocional, os clientes que se registarem podem aceder aos dois websites durante 30 dias por apenas uma libra. A edição de iPad do The Times custará 9,99 libras mensais, continuando a ser cobrada à parte. Números de receitas obtidas com esta política não são conhecidos, mas a colocação de uma paywall nos sites dos jornais levou a quebras de leitura de cerca 90 por cento, segundo cálculos do The Guardian (com base em números do Experian Hitwise). Um estudo recente realizado pela KPMG, Consumers & Convergence IV, dá conta da mesma reticência dos utilizadores em pagar por conteúdos online revelada por estudos anteriores. O estudo anual da utilização dos consumidores de PC e telemóveis indicia que no Reino Unido 81 por cento dos inquiridos migraria para outro site se a cobrança de conteúdos num site até aqui gratuito começasse a ser efectuada, estando apenas 19 por cento disposto a pagar, informa o estudo citado pela Marketing Week. Noutros mercados o cenário é mais positivo, com 43 por cento dos inquiridos a nível mundial dispostos a pagar por conteúdos, valor que sobe para 59 por cento nos países da Ásia-Pacífico. “Apesar dos consumidores mostrarem resistência ao pagamento de conteúdos, estão mais receptivos à visualização de publicidade e a que o seu perfil online seja monitorizado. Isto aponta a uma tendência que já vimos em anos anteriores e, novamente, funciona como um indicador se um modelo de cobrança ou financiamento por publicidade irá eventualmente ser bem sucedido”, comenta Tudor Aw, head of technology da KPMG Europe. Vídeo, música e jogos são conteúdos pelos quais os utilizadores estão mais dispostos a pagar, diz o estudo. E conteúdos especializados parecem também ganhar adeptos, a avaliar pelos números recentes do Financial Times. As subscrições da edição digital do jornal da Pearson atingiu os 149,047 no final de Junho, valor que representa um aumento de 27 por cento face a igual período do ano anterior, e mais 17 mil em relação a Janeiro. Parte destas subscrições resultam da aplicação iPad do jornal que só nos Estados Unidos representa 250 mil downloads, aumentando em 10 por cento o número de subscrições digitais, embora a mesma esteja ainda disponível gratuitamente durante um período experimental.

Outra opção nas mãos dos editores é a viragem para o mobile e a manutenção de um sistema misto com o melhor dos dois mundos: manter os conteúdos do site abertos, mas oferecendo, a quem está disposto a pagar, um produto superior. Foi a opção tomada pelos italianos L’Expresso. A partir de 2 de Agosto o grupo irá usar telemóveis para cobrar acesso ao conteúdo digital do La Repubblica, disponível em PC, tablet e smartphone. “O conteúdo pode ser acedido e comprado de forma segura através de um simples clique via telemóvel ou fazendo uso de um outro terminal (PC ou tablet), ao introduzir um número de telemóvel e a password escolhida pelo cliente”, explicava o grupo em nota enviada às redacções, citado pelo ABC Global News. Os utilizadores que não têm uma conta de telemóvel local (Itália) podem adquirir as edições através de um cartão de crédito ou no iTunes da Apple. Uma subscrição semanal do La Repubblica irá custar 3,5 euros e uma edição única 0,79 euros, o website do jornal manter-se-à acessível de forma gratuita.

A promessa do iPad

É a nova coqueluche dos aficionados da Apple e, rapidamente, está a transformar-se no terminal favorito dos editores que vêem no iPad a reunião do melhor das edições em papel, com o mundo digital. Resultado? Apenas 80 dias depois de ter lançado este tablet nos Estados Unidos a Apple já tinha vendido 3 milhões de iPad estando disponíveis mais de 11 mil aplicações para este terminal, segundo informava em finais de Junho a empresa. A Wired é apenas um exemplo de publicações a acreditar no potencial desta plataforma, tendo lançado uma versão adaptada a este terminal. E o iPad foi encarado por alguns editores como o terminal ideal para o regresso de títulos entretanto descontinuados. É o caso da Condé Nast e da desaparecida Gourmet. Saída das bancas no Outono passado, a marca deverá regressar até ao último trimestre, desta feita sob a forma de uma aplicação gratuita para o iPad: a Gourmet Live. O arquivo de receitas da revista, ensaios sobre gastronomia, fotografias, bem como uma maior interactividade com os leitores é o que a ‘renovada’ Gourmet quer oferecer. Para promover uma maior proximidade com os leitores, a Condé Nast estabeleceu ainda uma parceria com a Activate, permitindo aos utilizadores partilhar receitas no Facebook ou Twitter, marcar artigos como favoritos e ver quais aqueles que são mais populares na rede de amigos. A Gourmet Live irá também incorporar um jogo em tempo real, semelhante ao popularizado pela aplicação móvel Foursquare, que irá disponibilizar novos conteúdos (gratuitos e por um valor reduzido) à medida que os utilizadores navegam pela aplicação. “Esta não será uma revista e não é uma versão digital de uma revista. É uma forma totalmente nova de nos relacionarmos com os consumidores”, diz Chuck Townsend, CEO da Condé Nast, citado pela edição online do The New York Times.

Mas não são apenas as revistas a tirar partido, e potenciais receitas, desta plataforma. Também os jornais o estão a fazer. O L.A. Times, por exemplo, avançou este mês com uma aplicação para este terminal. Com um custo de 1,99 dólares, a aplicação permite aos leitores acederem aos mais recentes destaques, fotografias, tweets e um feed noticioso do jornal. De acordo com o site do jornal, os utilizadores podem ainda guardar histórias e fotografias numa secção de Favoritos para visualizar mais tarde, bem como partilhar histórias nas redes sociais, (twitter) e por e-mail.

Bancas digitais: a resposta aos agregadores de notícias

Se não os podes vencer, junta-te a eles. Pelo menos é o que parece ter pensado um conjunto de seis jornais franceses que decidiram avançar para a criação de um site de notícias alternativo ao Google News e uma banca digital a ser lançada em Setembro. Le Monde, Le Figaro, Les Echos, Le Parisien e L’´Equipe juntaram-se para construir uma alternativa ao serviço de notícias do Google, surgindo o projecto como uma resposta à indisponibilidade do motor de busca em partilhar receitas do Google News. O preço dos conteúdos da banca virtual será fixado por cada um dos diários, que também disponibilizam diversos pacotes de subscrição para artigos individuais ou cada publicação. De acordo com o Les Echos, “a monetização dos conteúdos web, o que foi acordado pelos grupos editoriais, é o objectivo”. Neste momento o projecto é financiado pelos seis jornais, mas segundo o ABC.es o grupo está a tentar também obter subsídios disponibilizados pelo governo de Sarkosy para a imprensa e, de acordo com o Xornal de Galicia, os diários estão ainda a negociar com a Orange e a Microsoft para a criação da plataforma que ficará acessível por PC, telemóvel, e-reader e iPad.

A resposta francesa ao Google surge numa altura em que o próprio motor de busca está a desenvolver um sistema de pagamento de conteúdos para sites noticiosos, com lançamento previsto até o final do ano. De acordo com o jornal La Repubblica, o sistema denominado Newspass permite aos utilizadores com apenas um clique aceder a conteúdos pagos e aos editores – através de uma única infraestrutura para web, mobile e tablet – monetizar os seus conteúdos. O serviço permitirá a compra de conteúdos como notícias, vídeo, áudio ou fotografia, estando acessível na web, nos telemóveis ou terminais como o iPad ou outros tablets, adaptando-se a qualquer forma de pagamento que o editor defina, desde micro-pagamentos ou a sistemas de assinatura. Fazendo uma pesquisa no Google News os utilizadores obtêm resultados de conteúdos pagos e gratuitos. Ao optar por um conteúdo pago, será feita uma cobrança através do Google Checkout, não podendo o utilizador aceder ao conteúdo marcado como pago, caso não efectue um pagamento. O Google irá partilhar a informação com os editores, de modo a que possam averiguar o sucesso do sistema.

Quando as redes viram revistas

Fundada por Mike McCue (antigo CEO da Tellme) e Evan Doll (ex-engenheiro sénior da Apple), a Flipboard foi este mês apresentada ao mercado como “a primeira revista social do mundo”. Desenhada de raiz para o iPad, a Flipboard resulta dos conteúdos dos utilizadores disponíveis nas redes sociais, bastando ‘abrir’ a capa da revista e, através do índice de conteúdos, os leitores podem criar e visualizar as suas secções e personalizar a revista. “Com mais de mil milhões de mensagens postadas todos os dias, as redes sociais estão rapidamente a transformar-se na fonte primária onde as pessoas descobrem e partilham conteúdo na rede. O resultado é um fluxo enorme de mensagens e links que as pessoas têm de escolher em múltiplos web sites apenas para se manterem a par”, afirmou Mike McCue, CEO da Flipboard, em comunicado. “Acreditamos que os princípios intemporais da imprensa possam fazer com que as redes sociais sejam menos ruidosas, visualmente mais estimulantes e, em última análise, mais mainstream”, continua.

E o e-commerce, o e-commerce

“As plataformas digitais são cada vez mais atractivas para os anunciantes que exigem uma maior prestação de contas e querem programas inovadores e convincentes que façam com que os utilizadores prestem atenção”. A afirmação é de Connie Anne Philips, publisher da revista de moda InStyle, citada pelo Mashable, justificando a aposta do grupo Time Inc. na compra em Janeiro do Stylefeeder, um motor de busca que faz recomendações com base nas compras online feitas anteriormente pelos utilizadores. A tecnologia do Stylefeeder vai ser usada para potenciar a InStyle Boutique, uma loja virtual que irá estar aberta durante cinco semanas em meados de Agosto aquando da saída em banca da revista de Setembro. Os utilizadores serão encorajados a registar-se e explorar diariamente a boutique, ganhando vários prémios e incentivos. Cada secção da loja irá apresentar até 20 vídeos de peças das marcas anunciantes que os visitantes podem adquirir. Vídeos com as tendências de Outono dos editores da publicação irão também estar disponíveis, podendo os anunciantes introduzir anúncios pre-roll ou em overlay.

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Miguel Giménez de Castro dirige assuntos corporativos e ‘engagement’ da L’Oréal

“Vivemos um momento em que a reputação corporativa deixou de ser apenas um valor intangível para se tornar uma alavanca estratégica, que influencia a capacidade de exercer influência, atrair talento e garantir a sustentabilidade a longo prazo”, diz Miguel Giménez de Castro (na foto)

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O L’Oréal Groupe escolhe Miguel Giménez de Castro para diretor de assuntos corporativos e ‘engagement’ para Portugal e Espanha, com início de funções a 1 de maio.

“Encaro esta nova etapa com entusiasmo e compromisso. É um privilégio poder liderar uma área que desempenha um papel essencial na articulação do posicionamento, do impacto e das relações com os grupos de interesse de uma empresa global como o L’Oréal Groupe. Vivemos um momento em que a reputação corporativa deixou de ser apenas um valor intangível para se tornar uma alavanca estratégica, que influencia a capacidade de exercer influência, atrair talento e garantir a sustentabilidade a longo prazo”, refere Miguel Giménez de
Castro, citado em comunicado de imprensa.

Miguel Giménez de Castro irá liderar as áreas de comunicação externa e interna, estratégia de assuntos públicos, gestão de crise, ‘engagement’ de colaboradores e construção da marca corporativa. “Nesta nova função, vai integrar de forma estratégica as funções de comunicação corporativa e assuntos públicos, com o objetivo de maximizar o impacto do grupo entre os seus ‘stakeholders’ chave e fortalecer o seu posicionamento como ator empresarial responsável por um ambiente regulatório e dinâmico”, avança a L’Oréal em comunicado de imprensa.

Com um percurso internacional, Miguel Giménez de Castro conta com 20 anos de experiência em comunicação corporativa, relações institucionais e gestão de ‘stakeholders’, em setores altamente regulamentados como a energia, o aço, a automação e a tecnologia. Inicia a carreira na Repsol, em 2006, onde assume funções na área de comunicação e assuntos públicos, incluindo a direção destas áreas para a Argélia e outros mercados internacionais.

Posteriormente, ingressa na ArcelorMittal e na ThyssenKrupp, onde funda e lidera o departamento de comunicação e assuntos governamentais, para 72 países – como a Turquia – no Médio Oriente e África. No âmbito da automação, desempenha o cargo de diretor de comunicação, parcerias e liderança na Jannarelly Automotive, antes de se juntar à IBM, em 2021, como líder de comunicação, marca e liderança social para Espanha, Portugal, Grécia e Israel. Desde 2024 tem liderado a comunicação para a região de EMEA, englobando meios, marcas, crises, comunicação executiva e empresarial.

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SaTG amplifica campanha espanhola com lançamento de restaurantes virtuais

Os ex-futebolistas Gerard Piqué (na foto, à esq.) e Iker Casillas (à dta.) retomam picardias antigas, num projeto que “requereu muita coordenação e resiliência”, revela ao M&P João Ribeiro, sócio-gerente da agência Stream and Tough Guy

O jogo do campeonato espanhol que opõe o FC Barcelona ao Real Madrid CF, no próximo dia 11, está na origem da nova fase da campanha que a Stream and Tough Guy (SaTG) desenvolveu para a Uber Eats.

Entre os dias 9 e 11, a plataforma digital de restauração recupera a rivalidade entre os dois clubes através de três anúncios que mostram os ex-futebolistas Gerard Piqué e Iker Casillas a retomar picardias antigas para promover as bolachas Manitas de Piqué e os palmiers Orejonas de Casillas.

“O maior desafio neste projeto foi conseguir ‘cozinhar’ a opinião de todos os intervenientes nesta receita (SaTG, Uber Eats, La Liga, Gerard Piqué e Iker Casillas) acerca de todos os ingredientes da campanha, a tempo de sair do forno antes do jogo, que é já no próximo domingo. Foi um projeto que requereu muita coordenação e resiliência”, assume ao M&P João Ribeiro, cofundador e sócio-gerente da agência.

As Manitas de Piqué e as Orejonas de Casillas, as duas especialidades gastronómicas comercializadas nos dois restaurantes virtuais que os ex-futebolistas anunciam nos filmes publicitários, criados para televisão e digital, são comercializadas pela Uber Eats em exclusivo, em Madrid e Barcelona.

“Isto reforça a nossa estratégia de querer fazer trabalho a partir de Portugal para qualquer parte do mundo. Além de Espanha, já fizemos trabalhos para países como o Paquistão e os Estados Unidos, entre outros. Temos mais ideias no forno à espera de saírem para outros mercados muito em breve”, desvenda João Ribeiro.

Depois de reacenderem as picardias futebolísticas na última campanha publicitária conjunta, na qual o antigo defesa catalão e o ex-guarda-redes madrileno trocavam piadas sobre ‘manitas’ e ‘orejonas’, a Uber Eats transforma esses símbolos do futebol em produtos reais que os adeptos poderão encomendar em exclusivo, para saborearem nos dias que antecedem o clássico.

“As Manitas de Piqué são bolachas em forma de mão, inspiradas no mítico gesto do catalão após a vitória por 5-0 do FC Barcelona frente ao Real Madrid CF, em 2010. Já as Orejonas de Casillas são comercializadas numa caixa com 15 palmiers, um por cada troféu da Liga dos Campeões conquistado pelo Real Madrid CF”, explica a SaTG em comunicado de imprensa.

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8ª Avenida junta-se a Camaleaooo para recriar a Liga dos Campeões

O centro comercial, gerido e comercializado pela CBRE, junta-se ao conhecido criador de conteúdos nas redes sociais para consolidar a estratégia digital e de fidelização

O 8ª Avenida, centro comercial gerido e comercializado pela CBRE, dá mais um passo na consolidação da estratégia digital e de fidelização com o lançamento de um sistema de recompensas, a ‘Liga dos Pontos’.

Para dar a conhecer esta novidade, o 8ª Avenida junta-se ao conhecido criador de conteúdos nas redes sociais, Camaleaooo, para uma recriação da Liga dos Campeões.

A campanha do 8ª Avenida pretende transformar o clube de fidelização numa autêntica liga em que cada compra e cada visita ao centro comercial se tornam jogadas decisivas para acumular pontos e chegar ao topo das vantagens.

Esta nova funcionalidade é a materialização da estratégia global da Castellana Properties, que aposta numa transformação digital centrada na experiência do cliente e na criação de valor a longo prazo.

Este novo sistema vem reforçar a ligação entre o 8ª Avenida e os clientes, premiando a interação com benefícios reais e personalizados, através de uma experiência ‘gamificada’ que torna o processo de fidelização mais interativo. Através da APP, os utilizadores podem acumular pontos com ações simples do dia-a-dia — dentro ou fora do centro — e trocá-los por prémios, descontos, vantagens exclusivas ou participação em passatempos.

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Vendas da Temu e Shein caem com tarifas de Trump

As vendas nos Estados Unidos caíram drasticamente com o aumento de tarifas alfandegárias decretadas por Trump, no início de abril. A Shein regista uma queda de 23% e a Temu de 17%

As vendas da Temu e a Shein estão a cair drasticamente após o aumento das tarifas alfandegárias decretadas por Donald Trump. Na semana de 25 de abril a 1 de maio, as vendas da Shein caíram 23% e as da Temu 17%, de acordo com a análise de dados da Bloomberg Second Measure.

As duas gigantes ‘low cost’ da moda optaram por refletir os novos impostos no preço final dos produtos. Como consequência, o preço médio dos produtos da Shein, por exemplo, subiu entre 30% e 50%. Já os itens de beleza e saúde tiveram um aumento superior a 100%.

Recorde-se que Donald Trump assinou uma ordem executiva que eliminou a isenção “de minimis”, a partir de 2 de maio, para produtos oriundos da China e de Hong Kong, pondo fim ao procedimento que permite o envio de encomendas até 800 dólares (€709) sem cobrar taxas. A Europa também tem este modelo, mas aplicado a um teto de até €150.

Tarifas empurram investimento para a Europa

Com o futuro incerto nos Estados Unidos, a Shein e a Temu reduziram o investimento publicitário nos Estados Unidos e redirecionaram-no para a Europa, especialmente para o Reino Unido e França — embora essa estratégia possa durar pouco tempo, visto que os dois países estão a considerar aplicar medidas repressivas contra as importações ‘de minimis’.

Dados da plataforma económica Sensor Tower, divulgados pela agência Reuters, indicam que, em apenas um mês, a Shein reforçou o investimento publicitário em 35% no Reino Unido e França. Já a Temu aumentou as campanhas em França, em 40%, e no Reino Unido, em 20%.

A mesma plataforma indica que o investimento da Shein em redes como Facebook e Instagram nos Estados Unidos caiu 19%, entre 31 de março e 13 de abril, em comparação com dados do mês anterior. Já a Temu fez um corte ainda maior, reduzindo em 31% o investimento publicitário.
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Rebeca Venâncio assume comunicação e ‘public affairs’ do Grupo Brisa

“Era um objetivo profissional integrar uma grande organização nacional já consolidada, mas em contínua expansão, que tivesse uma aposta clara na internacionalização”, revela a nova diretora

Rebeca Venâncio (na foto) é a nova diretora de comunicação e ‘public affairs’ do Grupo Brisa, trocando a Microsoft, onde estava desde 2021, pelo grupo empresarial que gere plataformas e infraestruturas de mobilidade, para liderar uma equipa focada na comunicação e nas relações institucionais.

“Era um objetivo profissional integrar uma grande organização nacional já consolidada, mas em contínua expansão, que tivesse uma aposta clara na internacionalização e cuja atividade se centrasse também em pilares que contribuem para o desenvolvimento económico e social”, afirma Rebeca Venâncio, citada em comunicado de imprensa.

Licenciada em ciências da comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a nova líder da comunicação do Grupo Brisa iniciou-se profissionalmente no jornalismo, tendo integrado as redações da SIC, da TVI e do Diário Económico, antes de dirigir o departamento de comunicação e relações Institucionais da Revolut em Portugal, cargo que desempenhava antes de ir para a Microsoft.

Com a contratação de Rebeca Venâncio, Franco Caruso, até aqui diretor de sustentabilidade e comunicação do Grupo Brisa, assume agora o cargo de diretor de sustentabilidade e comunidades, “no âmbito do reforço do compromisso da empresa com a governança ambiental, social e corporativa”, esclarece o documento.

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Feeders reforça aposta na internacionalização

A empresa portuguesa, com um portefólio na execução de stands corporativos e ‘major events’, está presente no maior evento de iGaming dos Estados Unidos com a criação de um projeto de ativação para a Betano

A Feeders, estúdio criativo de arquitetura especializado na criação de espaços para marcas, vai estar presente no maior evento de iGaming dos Estados Unidos (SBC Summit Americas), a decorrer entre 13 e 15 de maio na Flórida.

A empresa portuguesa, com um portefólio na execução de stands corporativos, ‘major events’, bem como ‘fit-out’ em retalho e escritórios, consolida presença internacional com a criação e conceção de um projeto de ativação para a Betano.

O espaço da marca de apostas desportivas online contará com 81 m2 e servirá como espaço de ‘network’ entre a marca, parceiros e clientes. A Feeders, segundo o comunicado de imprensa, “criou um ambiente que fortalece a conexão tanto dos membros da marca como dos utilizadores, transmitindo através da arquitetura a identidade única da marca”.

Este projeto conta ainda com a intervenção da Digital Decor, empresa portuguesa especializada em produção gráfica e implementação de imagem, parceira da Feeders para este projeto.

“Este passo marca o início do nosso processo de internacionalização e contribuirá para concretizar contatos já estabelecidos neste mercado, que agora necessitam de personalização através da presença física da nossa equipa. Trata-se também de uma forma de demonstrar o impacto que geramos para as marcas, uma vez que teremos um espaço desenhado e imaginado por nós na conferência, visível a todos os potenciais clientes”, afirma Joaquim Silva, ‘partner’ da Feeders.

A SBC Summit Americas reúne mais de 10 mil profissionais do setor e acolhe mais de 400 expositores e patrocinadores, afirmando-se como uma das maiores conferências de negócios para as indústrias de apostas desportivas e iGaming dos Estados Unidos.

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87% das marcas têm aversão ao risco

Estudo do Cannes Lions revela que só 13% dos anunciantes está aberto a campanhas publicitárias que desafiem a criatividade, com 51% a assumirem incapacidade para gerar ‘insights’ fortes

Os anunciantes estão com mais medo de arriscar. Segundo o estudo ‘State of Creativity 2025: A Call For Confidence’ (na foto), divulgado pelo Cannes Lions, 87% das marcas têm aversão ao risco, sendo que apenas 13% estão abertas a campanhas publicitárias que rompam com os padrões convencionais e desafiem os limites da criatividade.

“Os resultados da pesquisa mostram que, em grande parte devido à falta de ‘insights’ sólidos e de relevância cultural, estamos a ver menos anunciantes a assumir riscos criativos, com muitos a ficarem-se pelos limites tradicionais e a não irem além das convenções, das barreiras que condicionam a confiança criativa e as impedem de gerar melhores resultados comerciais a longo prazo”, revela Patrick Jeffrey, vice-presidente do Lions Advisory, citado no estudo.

De acordo com a análise, que tem por base as respostas de mil ‘marketers’ e criativos de todo o mundo a um inquérito promovido entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, 51% das marcas assumem a incapacidade de conseguir gerar ‘insights’ suficientemente fortes para potenciarem a criatividade das campanhas. Apenas 13% consideram que os que apresentam às agências criativas têm força suficiente para originar anúncios que se destaquem pelo lado criativo.

“A investigação mostra que a aversão ao risco está a atrapalhar as empresas, com 29% das marcas a admitirem ser altamente avessas ao risco”, refere o documento. Além da falta de compreensão e clareza sobre o que constitui um ‘insight’ de boa qualidade, o estudo refere que o tempo alocado para o desenvolvimento de ‘briefings’ mais pormenorizados “tende a ser insuficiente”, até porque essa tarefa “não é considerada das mais prioritárias”.

“No entanto, as marcas que assumem riscos geram margens de lucro quatro vezes superiores, de acordo com pesquisas do World Advertising Research Center (WARC) e da Kantar, e, como relata a Deloitte, as que revelam maior propensão para assumir riscos criativos têm 33% mais probabilidades de ver um crescimento de receitas a longo prazo”, salienta o estudo, que já vai na quinta edição anual.

57% das marcas têm dificuldade em acompanhar tendências

A análise do Cannes Lions defende que, quanto mais forte for a relação entre anunciantes e agências criativas, maior será a capacidade das marcas de desenvolverem ‘insights’ com uma qualidade superior. “Tanto as equipas como os métodos devem ser pluralistas para evitarem preferências pessoais em detrimento da compreensão do consumidor, sendo que o uso de inteligência artificial (IA) e de dados sintéticos pode aumentar a eficiência e reduzir enviesamentos e limitações”, recomenda o estudo.

O inquérito internacional revela ainda que 57% das marcas têm dificuldade em acompanhar tendências e adaptar-se à conjuntura cultural. “O relatório mostra uma correlação positiva entre a capacidade e a perceção dos anunciantes para reagirem a mudanças culturais face à aversão ao risco, com apenas 12% a considerarem que o fazem de uma forma que pode ser considerada excelente”, refere a análise.

“Os desafios que limitam uma maior agilidade cultural prendem-se com as muitas fases que costumam marcar os processos de aprovação, além dos recursos e investimentos limitados e das dificuldades em conseguir alinhar os ‘insights’ das marcas com as tendências culturais. As empresas são aconselhadas a construir estruturas que permitam ações rápidas e estratégicas. As marcas que assumem riscos e que se distinguem criativamente são mais bem sucedidas”, garante o relatório.

“O inquérito deste ano mostra também que os anunciantes estão a migrar cada vez mais para planeamentos de curto prazo, com a percentagem dos que o fazem a aumentar de 53% em 2023 para 63% em 2025”, revela o estudo.

O relatório recomenda aos anunciantes o reforço do investimento na formação. “À medida que as equipas melhoram as suas capacidades, aumenta também o apetite por trabalhos maiores e mais ousados”, assegura Patrick Jeffrey.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Justiça quer venda forçada de produtos de tecnologia publicitária da Google

“A Google deve ser obrigada a vender a bolsa de anúncios, a AdX, seguida de uma alienação faseada do serviço que ajuda as páginas web a vender anúncios publicitários”, escreve o Departamento de Justiça, num processo judicial

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos exige que a Google venda duas das plataformas que ajudam os anunciantes e as páginas web a comprar e vender publicidade online, após a justiça americana ter considerado que a gigante tecnológica violou as leis da concorrência ao construir um império no mercado da tecnologia de publicidade online.

“A Google deve ser obrigada a vender imediatamente a bolsa de anúncios, a AdX, seguida de uma alienação faseada do serviço que ajuda as páginas web a vender anúncios publicitários, conhecido como servidor de anúncios para editores”, escreve o Departamento de Justiça, num processo judicial apresentado a 5 de maio.

“É necessário um conjunto abrangente de soluções, incluindo a alienação dos monopólios obtidos ilegalmente pela Google e dos produtos que foram os principais instrumentos do esquema ilegal da empresa”, acrescenta ainda o Departamento de Justiça no processo.

A Google, por seu lado, propõe o funcionamento da bolsa de anúncios com a tecnologia rival e a instalação de um sistema de monitorização para garantir a conformidade durante os próximos três anos. A empresa afirma que a proposta atenuaria qualquer alegado dano e que uma alienação como a proposta pelo governo não deve estar disponível como solução neste tipo de caso.

Leonie Brinkema, juíza federal do distrito da Virgínia, marca uma audiência para setembro, para ouvir os argumentos do Departamento de Justiça e da Google sobre o plano de sanções proposto. Em abril, a juíza determina que a Google monopolizou ilegalmente os mercados de servidores de anúncios de editores e o mercado de bolsas de anúncios que intermedeiam compradores e vendedores.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Hollywood em choque com tarifas de Trump sobre o cinema

Apesar da Casa Branca não ter explicado como pretende executar a cobrança fiscal sobre os filmes produzidos fora do país, o anúncio leva à queda nas ações de estúdios como Netflix, Disney e Paramount

Hollywood reage com ceticismo ao anúncio do presidente Donald Trump de impor tarifas de 100% a filmes produzidos fora dos Estados Unidos, uma medida que especialistas da indústria consideram contraproducente.

“Não faz nenhum sentido”, diz Jonathan Handel, advogado do setor de entretenimento, à agência France-Presse. “Se uma cena de ação envolve o Tom Cruise a subir à Torre Eiffel, o que deveríamos fazer? Filmar na réplica da Torre Eiffel em Las Vegas?”, questiona Handel, que explica que filmes como a “Missão Impossível” são rodados fora dos Estados Unidos por razões artísticas.

Numa mensagem na rede Truth Social, Trump pediu ao Departamento de Comércio para “iniciar o processo de instituir uma tarifa de 100% a qualquer filme que chegue ao nosso país e que tenha sido produzido no exterior”. O objetivo, segundo o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, é “salvaguardar a segurança nacional e económica do país”, visando “tornar Hollywood grande novamente”.

Apesar da Casa Branca não ter explicado como pretende executar a cobrança fiscal sobre produções que muitas vezes são filmadas digitalmente e transferidas online ou por unidades de memória, a intenção leva à queda nas ações de estúdios como Netflix, Disney e Paramount.

Trump culpa o governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom, por permitir que outros países atraiam produções de Hollywood. “Outras nações estão a oferecer todo o tipo de incentivos para atrair os nossos cineastas e estúdios para longe dos Estados Unidos”, acrescenta. Trump disse que este é um “esforço concertado” que representa “uma ameaça para a segurança nacional” norte-americana.

Netflix anuncia investimento no México

A verdade é que a indústria foi afetada pela pandemia e, depois, pelas greves de argumentistas e atores que, em 2023, paralisaram todas as produções. Atraídas por incentivos fiscais, ofertas económicas e razões criativas, muitas produções migraram para outros países.

Em 2024, as receitas do ‘box office doméstico’ (que incluem Estados Unidos e Canadá) atingiram os 8,5 mil milhões de dólares (€ 7,48 milhões) uma quebra face aos 8,9 mil milhões de dólares (€7,83 milhões) do ano anterior.

Contudo, estes valores ficam longe dos 11,3 mil milhões de dólares (€9,94 milhões) atingidos em 2019 e também dos 11,8 mil milhões de dólares (€10,38 milhões) de 2018, e que representam um máximo para o box office norte-americano e canadiano, conforme indicam os dados da Statisca.

Dados que explicam a intenção do presidente norte-americano, Donald Trump, de avançar com as tarifas. Este ano, também a Netflix anuncia no México um investimento de mil milhões de dólares (€880 milhões) para desenvolver filmes e programas de televisão ao longo de quatro anos.

A Casa Branca afirma que está a tomar “decisões definitivas relativamente às tarifas sobre filmes estrangeiros”, mas que procura um consenso enquadrado nas orientações de Donald Trump. O Presidente norte-americano também manifesta a intenção de se reunir com representantes da indústria como parte dos esforços para restaurar a atratividade de Hollywood para a produção cinematográfica e impedir a migração de empresas de produção.

“É chocante e não é uma boa situação. Por isso, vamos reunir-nos com o setor. Quero ter a certeza de que estão satisfeitos, porque nos preocupamos com o emprego. É muito importante. É uma grande indústria, mas está a ser muito negligenciada agora”, disse Trump.

A China anuncia no início de abril que vai reduzir “de forma moderada” o número de filmes dos Estados Unidos exibidos oficialmente em território chinês, como uma das respostas às tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Como Pequim utiliza um sistema de quotas para limitar o número de filmes estrangeiros exibidos oficialmente nas salas de cinema, uma redução do acesso a este mercado, o segundo maior do mundo a seguir aos Estados Unidos para o cinema, pode afetar as receitas dos estúdios de Hollywood.

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Trump admite nova extensão de prazo para venda do TikTok

Em entrevista ao programa ‘Meet the Press with Kristen Welker’, Donald Trump revela que está aberto à possibilidade de conceder um terceiro adiamento, caso o acordo não seja fechado até 19 de junho

O futuro do TikTok nos Estados Unidos continua envolto em incerteza. Depois de adiar, por duas vezes, o prazo para a chinesa ByteDance alienar os ativos norte-americanos do TikTok, Donald Trump revela que está aberto à possibilidade de conceder um terceiro adiamento, caso o acordo não seja fechado até 19 de junho.

Durante uma entrevista ao programa ‘Meet the Press with Kristen Welker’, da NBC News, Donald Trump mostra-se disposto a conceder uma nova extensão à empresa para que a plataforma de vídeos curtos, utilizada por 170 milhões de norte-americanos, continue ativa no país.

“Eu gostaria de ver isso feito”, afirma o presidente dos Estados Unidos, assumindo nutrir “um certo carinho” pela rede social, até porque reconhece que esta o ajudou a conquistar eleitores mais jovens nas presidenciais de 2024. “O TikTok é muito interessante, mas será protegido”, conclui.

Segundo os media americanos, a corrida para adquirir a aplicação está a ser liderada pela Amazon, Oracle e pelo fundador da OnlyFans, Tim Stokely.

A continuidade das operações do TikTok nos Estados Unidos depende, assim, da concretização de um acordo de venda que satisfaça as exigências da legislação americana, nomeadamente a transferência do controlo para as entidades norte-americanas. A declaração de Trump sugere flexibilidade quanto ao prazo, mas a necessidade de encontrar uma solução definitiva permanece.

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