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E os grandes vencedores dos Prémios Marketing M&P são…

A 9ª edição dos Prémios Marketing M&P consagrou o projeto Baby Zippy como o melhor a concurso, tendo conquistado o Grande Prémio. A Uzina foi eleita Agência Criativa do Ano e a Arena foi a Agência de Meios do Ano. O Lidl foi o anunciante mais premiado, sendo atribuída a Susana Coerver a distinção Marketeer do Ano.

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E os grandes vencedores dos Prémios Marketing M&P são…

A 9ª edição dos Prémios Marketing M&P consagrou o projeto Baby Zippy como o melhor a concurso, tendo conquistado o Grande Prémio. A Uzina foi eleita Agência Criativa do Ano e a Arena foi a Agência de Meios do Ano. O Lidl foi o anunciante mais premiado, sendo atribuída a Susana Coerver a distinção Marketeer do Ano.

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A 9ª edição dos Prémios Marketing M&P consagrou o projeto Baby Zippy como o melhor a concurso, tendo conquistado o Grande Prémio. Foram 141 os casos em competição, dos quais 64 chegaram a shortlist, resultando em 22 prémios bronze, 22 pratas e 6 ouros. A Uzina foi eleita Agência Criativa do Ano e a Arena Media foi a Agência de Meios do Ano. O Lidl foi o anunciante mais premiado deste edição, sendo atribuída a Susana Coerver a distinção Marketeer do Ano.

Com conceito criativo da Stream and Tough Guy e gestão de influenciadores da Adagietto, o projeto Baby Zippy, vencedor do Grande Prémio desta edição, teve como objetivo “mostrar aos pais que a Zippy quer estar com as famílias desde o início de tudo”. “Não quer estar próxima só quando os pais já sabem que vão ter um bebé, quer estar presente mesmo antes disso. Quer dar a notícia de um resultado positivo e celebrá-lo, mas também quer ajudar e mostrar soluções para os pais que ainda não tiveram o resultado que desejavam”, explica a marca sobre a campanha materializada na criação de um teste de gravidez Zippy, disponibilizado nas lojas da insígnia.

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A escolha dos vencedores desta edição ficou a cargo de um júri composto por Bernardo Rodo (OMD), Cristina Vasconcelos (Lactogal), Filipa Bello (Zippy), Filipa Appleton (Galp), Filipe Teotónio Pereira (Nova Expressão), Hugo Campos (Burger King), João Madeira (Fuel), Maria Carvalho (Publicis Media), Maria João Coelho (Pingo Doce), Maria João Oliveira (Wavemaker), Rita Amzalak (Havas Media), Rodrigo Freixo (VMLY&R), Rodrigo Silva Gomes (Lola Normajean), Tiago Canas Mendes (O Escritório) e Tomás Froes (Dentsu Creative Portugal).

A entrega de prémios decorreu esta quarta-feira, ao final do dia, no espaço Montes Claros, em Lisboa. Consulte aqui a lista completa de vencedores

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Novas funcionalidades da Apple criam dificuldades aos anunciantes

As atualizações foram reveladas no evento anual de apresentação de novidades da Apple, a WWDC 2024, que começou a 10 de junho e termina a 14 de junho, na sede da empresa em Cupertino, na Califórnia

O ecossistema de produtos da Apple tem novas funcionalidades que vão dificultar a forma como as marcas e os anunciantes chegam aos consumidores, pondo em causa a visibilidade e o alcance das campanhas publicitárias. Uma nova categorização de emails e de notificações, e a priorização de conteúdos em páginas web que são mais relevantes para o utilizador, em detrimento da publicidade, são as funcionalidades em causa.

Uma das principais preocupações para os anunciantes e para as marcas é o impacto do novo modelo de IA no sistema de correio eletrónico Mail, como a capacidade de ordenar os emails com base na preferência prevista do utilizador. Isto significa que os emails que a IA considera não preferenciais, como por exemplo um anúncio, podem ficar no fundo da caixa de entrada de correio eletrónico.

A mesma preocupação aplica-se às notificações. A nova funcionalidade ‘Reduzir interrupções’, que apresenta apenas as notificações com as quais a IA espera que o utilizador se preocupe, uma inferência que o sistema faz com base nos dados que possui sobre o utilizador.

Outra das dificuldades é a nova funcionalidade ‘Destaques’, que utiliza a aprendizagem automática com base em IA para destacar o conteúdo de uma página web mais importante para o utilizador, por oposição ao conteúdo que não lhe interessa, como a publicidade. Tal como acontece com o marketing de correio eletrónico e de notificações, também nas páginas web os anunciantes vão ter de apresentar conteúdos que sejam ainda mais relevantes para o utilizador.

Estas funcionalidades foram reveladas no evento anual da Apple de apresentação de novidades, a Worldwide Developers Conference 2024 (WWDC), que começou a 10 de junho e termina a 14 de junho, na sede da Apple em Cupertino, na Califórnia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Mercado publicitário global vai crescer 7,8% em 2024

Relatório do GroupM revê em alta crescimento da publicidade em 2024, impulsionado pela China e Estados Unidos. Mais de 70% das receitas de publicidade a nível global vão ser dominadas pelo ‘digital pure play’, que integram ‘social media e social vídeo’, ‘search’ e ‘retail media’, entre outros

O GroupM revê em alta o crescimento do mercado global de publicidade, indicando que as receitas em 2024 deverão aumentar 7,8% em relação a 2023, não abrangendo, no entanto, estimativas de evolução dos investimentos em publicidade em Portugal. O relatório de meio do ano This Year Next Year (TYNY), do GroupM, estima que o mercado mundial de publicidade ascenda a cerca de 990 mil milhões de dólares (€920,3 mil milhões), ultrapassando a previsão de dezembro de 2023 por 2,5 pontos percentuais.

O crescimento das receitas em 2024 deve-se sobretudo à revisão das previsões feitas para os mercados da China e Estados Unidos, que juntos representam 57,1% do total dos investimentos em publicidade. Mesmo que estes dois mercados sejam retirados da equação, o This Year Next Year continua a rever em alta os valores, apontando crescimentos de 6,9%, acima dos 6,5% previstos no final de 2023. A nível europeu destacam-se as estimativas de crescimento na Alemanha, anfitriã do Euro 2024, e em França, que recebe os Jogos Olímpicos de Paris. Ambos os países registam crescimentos face às últimas previsões, passando de 3,7% para 4,1% e de 8,3% para 8,6%, respetivamente.

O This Year Next Year (TYNY) investiga como é que fatores como tecnologia, cultura, Governo e economia vão impactar a publicidade nos próximos meses e anos. De acordo com esta análise, mais de 70% das receitas de publicidade a nível global vão ser dominadas pelo ‘digital pure play’, que integram ‘social media e social vídeo’, ‘search’ e ‘retail media’, entre outros.

As previsões apontam que o “social media e social vídeo’ recolha cerca de 35% dos investimentos publicitários a nível global em 2024. Estes formatos continuam a demonstrar uma enorme vitalidade, prevendo-se um crescimento de 9,9%, em 2024, acima dos 7,8% do mercado total. Isto reflete os mercados, geografias e faixas etárias em que a adoção de dispositivos que facilitam o acesso a plataformas e a conteúdos digitais ainda está em crescimento.

O ‘search’, por seu lado, regista um crescimento que se prevê estável ao longo dos próximos cinco anos, tendo em conta a maturidade deste segmento, que deverá fechar 2024 a representar cerca de 21% do total dos investimentos publicitários globais. O estudo destaca ainda o ‘retail media’, que se perfila como o segmento digital que cresce mais rapidamente, podendo representar 15,1% das receitas totais em publicidade em 2024, quando em 2014 não passava dos 1,5%.

Na televisão estima-se um crescimento de investimento de cerca de 2,7% , no conjunto da televisão linear com a televisão digital. Ao isolar a televisão linear, verifica-se uma erosão a nível global, de cerca de 0,2%, durante os próximos cinco anos. Quanto à publicidade em áudio, imprensa e cinema, o This Year Next Year antecipa um crescimento mais lento ou até declínios, enquanto a publicidade exterior (OOH) recupera da pandemia, ajudada pelas revisões em alta das estimativas para a China. A nível global, o OOH terminará 2024 com um crescimento de 11,5%, acima da média do mercado. O relatório antecipa ainda que a inteligência artificial pode, até 2029, influenciar 94,1% das receitas publicitárias, três anos antes do previsto.

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Netsonda investe €100 mil em inovação tecnológica

Além de uma nova aplicação móvel, desenvolvida internamente, que agiliza e segmenta a recolha de informação, a empresa de estudos de mercado está a utilizar soluções de IA para otimizar processos internos. Um dos objetivos é antecipar a entrega de resultados aos clientes

A Netsonda investiu €100 mil em inovação tecnológica para modernizar a empresa e agilizar e segmentar a recolha de informação sobre hábitos de consumo. De modo a disponibilizar mais rapidamente os dados que recolhe e processa aos clientes, está, desde o final do ano passado, a recorrer a soluções de inteligência artificial (IA) para melhorar a produtividade, otimizando processos internos.

“Sempre quisemos ser disruptivos e, para aumentar a nossa capacidade de resposta, estamos a investir fortemente em IA em toda a nossa cadeia de valor, desde a produção de briefings até, no limite, à produção de relatórios, passando por aspetos como o controlo de qualidade, a recolha de informação e a validação de bases de dados e da qualidade das respostas abertas. São muitas etapas envolvidas na produção de estudos de mercado em que a podemos usar”, explica ao M&P Tiago Cabral, CEO da Netsonda.

Libertar os colaboradores de procedimentos burocráticos menores é uma das pretensões. “O investimento nestas ferramentas permite que os nossos consultores se concentrem mais em tarefas de valor acrescentado e na gestão de insights para os nossos clientes, sempre na ótica de lhes entregarmos as respostas de forma atempada, quando os clientes precisam delas e ainda estão atualizadas e não com algum desfasamento”, justifica o responsável, que é também um dos sócios da empresa.

Nova app agiliza recolha de dados

Para simplificar a recolha de informação e conseguir uma maior segmentação das amostras que usa para os estudos que desenvolve, a Netsonda acaba também de renovar a aplicação móvel que disponibiliza aos membros da Comunidade Netsonda. Desenvolvida internamente pela empresa, recolhe informação fidedigna em tempo real e melhora a experiência de utilizador dos 17 mil painelistas que já a descarregaram.

“Esta nova app é um upgrade da que tínhamos e, além de permitir os estudos tradicionais que fazemos, conta com novos desenvolvimentos que possibilitam a realização de estudos de geolocalização”, explica Tiago Cabral.

A realização de estudos rápidos é outra das inovações da plataforma tecnológica. “As pessoas do painel que descarreguem a app respondem, de um modo divertido, a umas três, quatro ou cinco perguntas, no espaço de um minuto. Estes estudos servem para vários fins e temos clientes que os procuram”, justifica o responsável. Reforçar a Comunidade Netsonda com novos painelistas, atraindo consumidores mais jovens para as amostras que servem de base aos estudos, é outra das ambições da renovação da aplicação móvel.

“A nova geração é mais mobile do que email. Esta app está mais ligada à gamificação, conseguimos interagir com imagens e permitimos que as pessoas, apenas com o seu telemóvel, consigam participar nos estudos, respondendo a perguntas simples. À hora de almoço, podemos perguntar-lhes o que comeram ao pequeno-almoço ou se vão almoçar ou jantar fora, informações sobre os hábitos de consumo que podem ser bastante úteis para as marcas”, esclarece Tiago Cabral.

Ainda em fase de testes, a nova aplicação, disponível para os sistemas operativos iOS e Android, diversifica a oferta da empresa, que pode, assim, disponibilizar inquéritos mais simples e mais rápidos de preencher. Tê-la nos telemóveis dos 250 mil membros da Comunidade Netsonda é o objetivo da empresa, que vai continuar a investir em tecnologia para aumentar a competitividade.

“Iremos continuar a ter uma grande fatia do nosso orçamento alocada a projetos de inovação. Alguns estavam na prateleira há vários anos, mas estamos a recuperá-los. Somos uma empresa 100% portuguesa, constituída a 100% por acionistas privados, todos com um foco muito grande na inovação”, assegura o dirigente.

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Media

Expresso e SIC já têm Carta de Princípios para o uso de IA

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas.

Os conselhos de redação do Expresso e da SIC aprovaram uma Carta de Princípios para o uso de inteligência artificial (IA), que lista um conjunto de normas e práticas a respeitar no exercício do jornalismo, onde se destacam as áreas de qualidade e responsabilidade pelo conteúdo, transparência, propriedade intelectual e fontes de informação, entre outras.

“O grupo Impresa tem um vasto histórico de pioneirismo na adoção de tecnologias que nos permitem evoluir nos formatos em que chegamos aos públicos e inovar na forma como produzimos jornalismo de referência. Este é mais um passo nesse sentido, porque nos permite incorporar uma tecnologia essencial para melhorar o nosso trabalho, mas também minimizar os perigos que o mau uso da IA pode trazer para a objetividade e transparência do jornalismo”, afirma João Vieira Pereira, diretor do Expresso, em comunicado de imprensa.

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas. Os órgãos do grupo Impresa são os primeiros a anunciar em Portugal uma Carta de Princípios sobre a forma como os jornalistas e colaboradores podem utilizar a IA.

“A inteligência artificial nunca substituirá o papel fundamental que os jornalistas têm e terão sempre na produção de jornalismo de qualidade e que cumpre os princípios deontológicos da profissão. Mas é, sem dúvida, uma ferramenta que pode ajudar-nos a melhorar o que fazemos, desde que devidamente enquadrada e com regras claras sobre a sua utilização. É isso que esta Carta de Princípios se propõe garantir”, diz Ricardo Costa, diretor-geral de informação do grupo Impresa e diretor de informação da SIC.

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Global conquista conta da Westwing e da Editorial Presença

Para a Westwing, a Global vai desenvolver a estratégia de relações públicas e de marketing de influência para a entrada da marca alemã no mercado português. Para a Editorial Presença, tratará da assessoria de imprensa e relações públicas do lançamento do romance histórico Vitória de Inglaterra

A agência de comunicação Global acaba de ampliar o portefólio de clientes internacionais, com a conta da Westwing, loja online de decoração alemã que chegou a Portugal a 22 de maio. A Global foi escolhida também pela Editorial Presença para tratar da assessoria de imprensa do lançamento do romance histórico Vitória de Inglaterra – A Rainha que Amou e Ameaçou Portugal, escrito por Isabel Machado.

Para a Westwing, a Global vai desenvolver a estratégia de relações públicas e de marketing de influência para a entrada da marca alemã no mercado nacional, trabalhando a nível da sua visibilidade e notoriedade. “É com grande entusiasmo que aceitamos este desafio de contribuir para o sucesso de uma marca tão inspiradora em Portugal. A Global conta com um vasto histórico e ‘know-how’ na comunicação de marcas de ‘lifestyle’ e, como tal, estamos confiantes de que vamos potenciar a visibilidade e notoriedade da Westwing”, refere Isabel Jorge de Carvalho, CEO da Global, em comunicado de imprensa.

Para a Editorial Presença, a Global vai tratar da assessoria de imprensa e relações públicas para promover o mais recente lançamento da chancela Manuscrito, o romance histórico Vitória de Inglaterra, a Rainha que Amou e Ameaçou Portugal. “Foi com entusiasmo que aceitámos o desafio de promover esta obra de Isabel Machado, concebendo uma estratégia de assessoria de imprensa e de relações públicas que lhe permita alcançar o destaque que merece. Acreditamos que a nossa experiência e know-how nestas áreas serão fundamentais para potenciar a visibilidade e notoriedade da autora e deste romance”, afirma a CEO da Global.

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Yolanda Hopkins é a primeira embaixadora da BYD em Portugal

Para a marca chinesa de automóveis elétricos, o alinhamento de valores com a surfista é o que torna esta parceria simbiótica, a nível do posicionamento da BYD em termos de liderança e sustentabilidade. Nascida em Faro, Yolanda Hopkins é a desportista nacional com mais vitórias no surf feminino e vai representar Portugal nos próximos Jogos Olímpicos

A surfista profissional Yolanda Hopkins, que irá representar Portugal nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, é a nova embaixadora nacional da BYD e a primeira que o fabricante de automóveis nomeia em Portugal. Enquanto rosto da marca, a atleta irá conduzir o BYD ATTO 3 no dia a dia, partilhando a experiência com a comunidade de seguidores nas redes sociais. Tendo por base esta relação, a BYD pretende desenvolver novos projetos em conjunto com a surfista.

Para a marca chinesa de automóveis elétricos, o alinhamento de valores com a surfista é o que torna esta parceria simbiótica, a nível do posicionamento da BYD em termos de liderança e sustentabilidade. “A Yolanda já conquistou marcos históricos no surf nacional e internacional e destaca-se como uma das melhores do mundo. A BYD revê-se nestas conquistas e nos valores de liderança, ambição, confiança e perseverança que transmite. É uma honra para nós apoiar atletas de excelência”, afirma Pedro Cordeiro COO da BYD em Portugal, em comunicado de imprensa.

“Para mim é um orgulho enorme ser a primeira embaixadora da BYD em Portugal. Identifico-me totalmente com os valores de ambição, liderança e sustentabilidade da marca, com o design inovador dos seus automóveis e com a tecnologia revolucionária. Ambos temos o mesmo lema na vida: Build your Dreams, que é sempre, o que procuro todos os dias”, afirma Yolanda Hopkins, citada em comunicado de imprensa.

Nascida em Faro, no Algarve, a desportista tem vindo desde cedo a traçar um percurso de sucesso no surf. Nos últimos anos, alcançou diversas conquistas e, atualmente, é líder nacional no que toca a vitórias nacionais e internacionais do surf feminino. A atleta participa e contribui ativamente para a proteção e desenvolvimento sustentável dos oceanos, colaborando com associações locais e mundiais através da O’Neill Europa.

 

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Com recurso à IA, Mindshare reduz em 41% pegada de carbono da campanha da Milhafre (com vídeo)

A recolha e utilização de dados mais precisos, a segmentação e definição de públicos-alvo, e a seleção de momentos estratégicos para comunicar são alguns dos fatores que contribuíram para que a campanha seja mais eficiente do que a norma

A Mindshare desenvolveu uma campanha de vídeo para a Milhafre, cujo planeamento de meios conseguiu reduzir em 41% as emissões de carbono e em menos 16% a intensidade carbónica, comparativamente a campanhas semelhantes, através do recurso à inteligência artificial (IA).

A campanha da agência de meios do GroupM, que integra a holding WPP,  foi desenvolvida já com o propósito de minimizar o seu impacto ambiental e de dar vida ao mote da marca açoriana de lacticínios, ‘Quando tiramos menos da natureza é quando ela nos oferece mais’.

“O propósito de Milhafre inspirou-nos a dar um passo na direção de um mundo em que a publicidade pode fazer mais pelas pessoas e pelo nosso planeta. É o que gostamos na Mindshare de chamar o uso intencional de media, aliando imaginação aos dados e à tecnologia”, salienta Teresa Oliveira, diretora-geral da Mindshare, em comunicado de imprensa.

A solução baseada em IA foi criada em parceria com a Greenbids, empresa que desenvolve soluções de sustentabilidade em publicidade, e que conseguiu automatizar a entrega no ponto ideal entre menos carbono e mais desempenho, o que maximizou a eficiência da campanha. A recolha e utilização de dados mais precisos, a segmentação e definição de públicos-alvo específicos, e a seleção dos momentos mais estratégicos para garantir uma maior exposição junto dos targets definidos foram alguns dos fatores que contribuíram para a criação de uma campanha mais eficiente do que a norma, com uma redução da pegada de carbono equivalente à produção de quase mil garrafas de água.

“A indústria dos dados, que também são usados no setor publicitário, requer grandes necessidades energéticas, resultando num impacto ambiental visível sobretudo ao nível das emissões. De forma inovadora e pela primeira vez em Portugal, utilizámos IA para melhorar o reconhecimento de marca e, ao mesmo tempo, reduzir a pegada carbónica associada a este tipo de campanhas”, explica Diogo Marnoto, diretor de soluções mediáticas do GroupM, citado em nota de imprensa.

A campanha teve como base uma estratégia de vídeo integrada, composta por três formatos: anúncios precedentes aos conteúdos, anúncios externos em vídeo e anúncios do YouTube. A segmentação dos públicos-alvo foi planeada para alcançar utilizadores entre os 18 e os 54 anos, com interesses específicos em áreas como a culinária ou a família, mas também ecologistas ou entusiastas de atividades ao ar livre.

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Galp convida todos a apoiar a seleção nacional no Euro 2024 (com vídeo)

A campanha criada pel’O Escritório, com produção da Film Brokers e da Playground, tem como protagonistas Luís Figo, Bernardo Silva (na foto), Nuno Markl, Cláudia Lopes e Gabriela Barros e estará presente em televisão, rádio, múpis e digital

A Galp acaba de lançar a nova campanha de apoio à seleção nacional para o Euro 2024, sob o mote ‘Não tens de saber de futebol para gostar de Portugal. Toda a energia é bem-vinda’. A campanha d’O Escritório convida todos a apoiarem a seleção nacional no Campeonato Europeu de Futebol 2024, até os que comemoram golos nas repetições dos lances ou os que não fazem ideia do que seja um fora-de-jogo.

A Galp, que patrocina a seleção portuguesa de futebol desde 1999, acredita que não é preciso ser um entusiasta de futebol ou um conhecedor profundo das regras do jogo para, de dois em dois anos, o país unir-se em torno da televisão para apoiar Portugal nas fases finais das grandes competições. Foi essa visão que deu origem ao conceito desta nova campanha, que parte de uma adaptação da música ‘Nada de Nada’, de João Pedro Pais, para capturar o espírito de um país com a energia focada num interesse comum, as vitórias de Portugal.

Luís Figo, Bernardo Silva, Nuno Markl, Claúdia Lopes e Gabriela Barros são os protagonistas da campanha que conta com produção da Playground e da Film Brokers. “As fases finais de grandes competições são sempre momentos privilegiados para reforçarmos a nossa ligação aos milhões de portugueses que confiam na Galp no seu dia-a-dia. Esta parceria de quase 25 anos com a seleção nacional tem permitido criar momentos inesquecíveis, que cruzam a emoção do desporto com mensagens que fazem parte do ADN da Galp. Nesta campanha, voltamos a fazê-lo, com humor à mistura, para sinalizar que toda a energia é bem-vinda quando nos mobilizamos em torno de objetivos comuns”, destaca Rute Gonçalves, diretora de marca, marketing e conveniência da Galp, em nota de imprensa.

A campanha, que contou com a direção executiva de Nuno Jerónimo d’O Escritório e a realização de Cristiana Miranda, estará presente em televisão, rádio, múpis e digital. Além da campanha multimeios, a Galp apresenta uma campanha de oferta de 30 bilhetes e viagens para jogos do Euro 2024, incluindo um bilhete e uma viagem dupla para a final, através da app Mundo Galp. Adicionalmente, em função da progressão da seleção portuguesa no campeonato a Galp vai celebrar com os clientes, através de descontos crescentes em combustível.

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EDP, Galp Energia e Jerónimo Martins mantêm posição de marcas nacionais mais valiosas

No total, as 25 marcas portuguesas mais valiosas do ranking OnStrategy tiveram uma valorização de cerca de 20% e representam cerca de €16,8 mil milhões. Distribuição/Retalho e Banca são os setores em que as marcas mais se valorizaram

A EDP mantém-se em 2024 como a marca portuguesa mais valiosa, seguida da Galp Energia e da Jerónimo Martins, que ocupam as mesmas três primeiras posições em que estavam em 2023, no ranking das 25 marcas mais valiosas da OnStrategy.

A Distribuição/Retalho e a Banca são os setores em que as marcas mais se valorizaram, com o Continente (+48%), a Caixa Geral de Depósitos (+47%), o Pingo Doce (+38%), o MillenniumBCP (+38%) e a EDP Renováveis (+37%) a registarem os maiores crescimentos.

Ranking das 25 marcas portuguesas mais valiosas em 2024 (em milhares de euros)

1 EDP 2 891
2 GALPENERGIA 2 330
3 JERÓNIMO MARTINS 1 324
4 PINGO DOCE 1 141
5 CONTINENTE 989
6 CGD 988
7 MILLENNIUM BCP 945
8 MEO 767
9 EDP RENOVÁVEIS 724
10 BANCO BPI 532
11 NOS 493
12 GRUPO MOTA ENGIL 446
13 SUPER BOCK 402
14 SONAE 326
15 FIDELIDADE 312
16 THE NAVIGATOR COMPANY 281
17 DELTA 259
18 PARFOIS 228
19 NOVOBANCO 228
20 CTT 227
21 WORTEN 198
22 CUF 177
23 SAGRES 164
24 LUZ SAÚDE 163
25 TAP 162

No total, as 25 marcas portuguesas mais valiosas tiveram uma valorização de cerca de 20% e representam cerca de €16,8 mil milhões. “De uma forma geral, a valorização das marcas portuguesas beneficiou de uma estabilização da inflação e da manutenção das taxas de juro, embora ainda pressionadas pela instabilidade provocada pelas guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Por outro lado, houve uma melhoria na perceção de risco da nossa economia, o que beneficiou significativamente as taxas de desconto, ao mesmo tempo que as perspetivas de evolução do volume de negócios, as margens operacionais e os índices de força de marca se mantiveram estáveis”, justifica João Baluarte, sócio da OnStrategy responsável pelos estudos financeiros.

Em termos de setores de atividade, as áreas de Energia/Petróleo e Retalho/Distribuição representam cerca de metade do valor consolidado das 25 marcas portuguesas mais valiosas (Energia – 35% e Retalho/Distribuição – 24%). A Banca (16%) e as Telecomunicações (7%) completam os setores com mais valor.

 

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Kelly Bailey é a nova voz da Meo e embaixadora da Vichy

A empresa de telecomunicações ainda não divulgou a nova contratação, mas num post nas redes sociais, a 28 de maio, Inês Castel-Branco anuncia o fim da colaboração com a Meo e a passagem de testemunho para Kelly Bailey. Na primeira vez que a Vichy tem um rosto nacional para publicidade, a escolha recai também sobre a atriz da TVI

A atriz e modelo luso-britânica Kelly Bailey é a nova voz dos anúncios da Meo e o rosto dos Laboratórios Vichy em Portugal. A protagonista da próxima novela da TVI sucede Inês Castel-Branco, que sai ao fim de cerca de sete anos de ligação à empresa de telecomunicações. Os Laboratórios Vichy, por seu lado, acabam de eleger Kelly Bailey como nova embaixadora em Portugal, sendo a primeira vez que a marca de cosmética nomeia uma embaixadora nacional para protagonizar as campanhas de comunicação.

A Meo ainda não divulgou informações sobre a nova contratação, mas num post nas redes sociais, a 28 de maio, a atriz da TVI Inês Castel-Branco anuncia o fim da colaboração com a marca de telecomunicações e a passagem de testemunho para Kelly Bailey. “Foram quase sete anos na família Meo. Guardo as melhores memórias e vou ter tantas saudades. Obrigada aos melhores clientes da Altice sempre com tanto carinho como entusiasmo”, escreve Inês Castel-Branco, acrescentando: “passo o testemunho à maravilhosa Kelly Bailey, que tem uma voz tão linda quanto ela”.

Os Laboratórios Vichy, por sua vez, contratam Kelly Baley com a missão conjunta de aproximar a marca dos consumidores portugueses e transmitir a importância de uma rotina de cuidados com a pele adequada e adaptada às necessidades individuais. “A nossa missão como laboratório é transmitir, de uma forma relevante e próxima, todo o resultado da nossa investigação com mais de 90 anos sobre a saúde da pele e estamos muito felizes por ter a Kelly a juntar-se a nós nesta jornada, sendo uma apaixonada pelos cuidados e saúde da pele. É uma porta-voz que se encaixa perfeitamente nos nossos valores e não podíamos estar mais orgulhosos”, afirma João Encarnação, líder de mercado da L’Oréal Dermatological Beauty em Portugal.

Recorde-se que no dia 2 de maio, Kelly Bailey, já tinha sido anunciada como nova embaixadora da Tous em Portugal. A aposta na atriz portuguesa tem como objetivo promover a imagem da marca de joias no mercado nacional e consolidar o posicionamento da Tous em Portugal. “Através desta parceria promissora estamos a reforçar o posicionamento da Tous, destacando a sua ousadia, criatividade e sentido de humor. Acreditamos que a figura ímpar da Kelly Bailey representa na perfeição o espírito e a imagem atual da marca”, afirma Lubélia Marques, gestora nacional da Tous em Portugal, em comunicado de imprensa.

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