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Os Donos Disto Tudo

Mudança de ano pede balanços e o M&P quis saber quem mandou na publicidade em 2018. Analisados os vencedores dos principais prémios nacionais e internacionais, mostramos quem são os Donos Disto Tudo no que toca a troféus nas áreas de criatividade, design, meios, eventos, comunicação e produção. Com o ano de 2019 a arrancar, ficam também os desejos e receios de quem quer, pode e manda nestes sectores.

Pedro Durães
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Os Donos Disto Tudo

Mudança de ano pede balanços e o M&P quis saber quem mandou na publicidade em 2018. Analisados os vencedores dos principais prémios nacionais e internacionais, mostramos quem são os Donos Disto Tudo no que toca a troféus nas áreas de criatividade, design, meios, eventos, comunicação e produção. Com o ano de 2019 a arrancar, ficam também os desejos e receios de quem quer, pode e manda nestes sectores.

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Mudança de ano pede balanços e o M&P quis saber quem mandou na publicidade em 2018. Analisados os vencedores dos principais prémios nacionais e internacionais, mostramos quem são os Donos Disto Tudo no que toca a troféus nas áreas de criatividade, design, meios, eventos, comunicação e produção. Com o ano de 2019 a arrancar, ficam também os desejos e receios de quem quer, pode e manda nestes sectores

 

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Criatividade

Fuel
FuelO ano de 2018 foi movimentado para a Fuel, que viu sair três dos seus fundadores. Miguel Barros subiu à presidência da Havas Creative, sendo sucedido à frente da Fuel por João Ribeiro, enquanto a direcção criativa passa a estar nas mãos de Jorge Teixeira na sequência da saída da dupla Marcelo Lourenço e Pedro Bexiga. Movimentações à parte, a mais nova das duas agências criativas do grupo voltou a ser considerada a mais eficaz no mercado português ao ser eleita Agência do Ano nos Prémios Eficácia. Título acompanhado do troféu principal no evento com o grande prémio para o projecto Jameson St. Patrick’s Bar.
“Somos obcecados com resultados e também nós louvamos a era das métricas”, admite João Ribeiro, embora o CEO da Fuel ressalve logo de seguida que “se é a razão que comanda todas as estratégias de comunicação, cabe ao coração acelerado, ao frio na barriga e ao nó no estômago fazerem a diferença, fazerem bonito, fazerem especial”. “Para 2019, desejamos que se recorra mais ao instinto e ao entusiasmo no momento da aprovação de ideias. Esperamos que os indicadores-chave de desempenho (KPI) sejam cada vez menos sinónimo de Kastrar Por Insegurança”, desafia.

Jack The Maker
JackTheMakerNo plano internacional, 2018 não foi muito significativo para as agências portuguesas. No principal festival de criatividade, Cannes Lions, não houve projectos nacionais entre os vencedores. Ainda assim, houve uma empresa portuguesa com contributo importante em três leões de uma agência internacional: dois leões de prata em Outdoor e um de bronze em Relações Públicas conquistados pelo projecto Segue a Bola, criado pela brasileira Lew Lara TBWA para a Nissan. A agência teve como parceira tecnológica a portuguesa Jack The Maker.
Olhando para o novo ano que agora começa, Tiago Alvorão, afirma que “2019 será mais um ano a fazer aquilo que consideramos ser a nova era da comunicação: Advertising Of Things”. “Um termo inspirado na ‘internet das coisas’, adequado às necessidades da comunicação, inovação e marketing”, explica o fundador da agência, antecipando que “será também ano de internacionalização com o reforço da equipa em São Paulo”. Desejos? “Mais parcerias que reforcem o nosso potencial de criatividade tecnológica, tal como aconteceu este ano com Fidelidade. Mais parcerias que permitam alargar as nossas áreas de actuação relacionadas com inovação, prototipagem, criação de produto ou invenções. Seja no interior de agências, de marcas, no interior do país, na câmara de uma cidade ou de um bairro – de preferência ali para os lados do Beato a fazer pontes entre empresas do Hub e da Factory, seja a fazer pontes com a comunidade local linkando o ecossistema. Portas abertas no LAB de São Paulo ou Lisboa para talento e para quem sonha com impossibilidades. E já agora, prémios!”.

Leo Burnett
Leo BurnettA agência do grupo Publicis esteve em destaque no festival do Clube de Criativos de Portugal (CCP), de onde saiu com o título de Agência do Ano.
“Há uma frase nas nossas redes sociais que nos define: Aqui vais perceber porque é que quem já trabalhou na Leo Burnett gostava de voltar a trabalhar. E porque os que trabalham, não querem sair’”. A frase é recordada por Steve Colmar, director criativo executivo da agência, a propósito do desejo que têm para 2019: “Gostávamos que este fosse um sentimento que se perpetuasse por outros cantos, que mais empresas considerassem a sua cultura como algo tão importante como o talento por trás do trabalho”. “Esta mesma cultura torna-se fundamental num sector que caminha para a integração de especialidades. É preciso ter uma cultura colaborativa, assente em critério e valor, com espaço para todas as partes. Se as agências e networks não conseguirem assegurar isto, o trabalho final será apenas uma soma das partes, quando na realidade deveria ser um espelho de todos os talentos envolvidos”, afirma.

Partners
PartnersNum ano em que protagonizou um dos maiores negócios do mercado publicitário português nos últimos anos, ao ser adquirida pela network multinacional Denstu Aegis, a Partners foi uma das agências criativas mais dominantes nos palcos nacionais ao arrecadar três títulos de Agência do Ano e outros tantos grandes prémios. Foi para a agência o principal troféu dos Prémios Criatividade M&P, feito repetido mais duas vezes ao longo do ano no festival do CCP e nos Prémios Sapo graças à campanha Can’t Skip Portugal criada para o Turismo de Portugal. Com excepção do festival do CCP, foi eleita simultaneamente Agência do Ano nos restantes, títulos aos quais juntou o de Agência Criativa do Ano nos Prémios M&P.
“O desejo da Partners é que continue o processo de integração da criatividade e meios. As marcas pedem esta ligação, o sector precisa desta cooperação. Um processo criativo que integre estas duas realidades é a melhor forma de conhecer as pessoas, criar campanhas relevantes e fazer a diferença”, aponta João Ribeiro, director de estratégia da agência, referindo que “existem alguns movimentos tímidos mas faltam mais soluções que promovam este trabalho em equipa de forma sólida e estruturada”.
Por sua vez, Lourenço Thomaz, partner e director criativo, afirma que “o receio para 2019 é que, num clima de instabilidade, o medo limite a criatividade”. “Num ambiente de insegurança, é mais fácil perder a confiança para arriscar, do que fazer diferente. Existe o perigo de que os decisores das marcas se agarrarem à falsa segurança dos números e esqueçam a criatividade como vector fundamental da eficácia”, chama a atenção.

Design

Solid Dogma
SolidDogmaA agência criada por Pedro Pires e Alexandre Farto (Vhils) tem dominado os principais prémios na área do design. Com vários trabalhos em destaque, a Solid Dogma encerrou o ano de 2018 com três títulos de Agência de Design do Ano: primeiro nos Prémios Design M&P, seguindo-se o festival do Clube de Criativos de Portugal (CCP) e os Prémios M&P.
Motivos mais do que suficientes para que Pedro Pires resuma desta forma o seu desejo para este ano: “Na Solid Dogma esperamos 2019 como 2018. Um ano de enormes desafios e de grande crescimento. Um ano em que  fomos capazes de equilibrar de forma quase perfeita a aposta no trabalho mais autoral e o trabalho para as grandes marcas e sempre que possível juntar essas duas componentes de forma a criarmos projectos verdadeiramente diferenciados”. O profissional lembra que “vivemos num contexto europeu e mundial complexo, do Brexit às trade wars, da desinformação aos recentes avisos do FMI à navegação mundial”, chamando a atenção para o facto de que “alguns destes aspectos, assim como a progressiva digitalização da economia, estão já a ter impactos graves no retalho e na distribuição e consequentemente poderão ter também impactos no nosso mercado”. Ainda assim, aconselha, “esta não é uma altura para ficar parado à espera do que possa acontecer, e nessa medida acreditamos que a nossa aposta na capacidade de surpreender, de arriscar e de criar discursos afirmativos e concretos para as marcas continuará a ter espaço para se desenvolver”.

Y&R Branding
Y&R BrandingA unidade de design do grupo Young & Rubicam Brands conquistou, graças ao projecto de branding da Liga das Nações para a UEFA, o Grande Prémio nos Prémios Design M&P.
Contextualizando o desejo para o próximo ano, Pedro Gonzalez refere que, “quando bem feita, a criação de um sistema de identidade de uma empresa, produto ou serviço obriga ao desenvolvimento de uma verdadeira parceria entre a agência e o cliente. Sem isso, é impossível conhecer as marcas a fundo, conhecer a sua essência, a sua história, a sua cultura”. “Em concursos que envolvam criatividade, com prazos de entrega de poucas semanas e envolvendo várias agências, este trabalho é inglório para todas as partes. Para o cliente, que recebe uma solução que seguramente ficará aquém das suas expectativas e necessidades, e para a agência, que investe tempo e recursos numa solução trabalhada com informação insuficiente”, explica o managing director da agência. Nesse sentido para 2019 deseja que as marcas decidam “o parceiro criativo com quem trabalhar o seu sistema de identidade avaliando metodologia, portfólio, equipa, preço e tempo de execução proposto com base no briefing que elaboraram”. Em sentido contrário, numa espécie de anti-desejo, “dispensamos em 2019 outra tempestade perfeita para quem trabalha sistemas de identidade: uma nova crise, com o recuo de investimento e reflexo no lançamento de novas marcas, novos produtos e serviços”. “Branding e retracção económica não combinam”, resume Pedro Gonzalez.

Meios

Arena
Arena MediaO título de Agência de Meios do Ano nos Prémios Eficácia ficou nas mãos da agência do grupo Havas. Para 2019, o desejo de Rodrigo Albuquerque é que “seja um ano de grande sucesso para todas as agências de meios em Portugal”. “Desejo-o, em primeiro lugar, porque o merecem, por tudo o que têm feito nos últimos anos, contribuindo de forma relevante para a transformação do mercado publicitário em Portugal, através de fortes investimentos em research, em tecnologia e pessoas”, começa por explicar o director-executivo da Arena, acrescentando ainda o investimento “no desenvolvimento de novos processos, ferramentas e na geração de emprego, inclusivamente com a criação de novas profissões”. Por outro lado, esclarece, “uma boa performance por parte das agências de meios é sinónimo de sucesso para as marcas, anunciantes e, consequentemente, para a nossa indústria, tanto no curto prazo, como para a sua evolução”. Em sentido contrário, “em ano ímpar, sem competições internacionais de futebol e outros eventos equivalentes, o maior receio é que o ritmo de crescimento do mercado publicitário possa abrandar, depois de um bom ano de 2018”.

Wavemaker
WavemakerMEC e Maxus, agências de meios do GroupM, deram origem a uma nova estrutura na sequência de uma fusão anunciada ao mercado logo no primeiro mês de 2018. A nova Wavemaker chega ao final do seu primeiro ano com dois títulos de Agência de Meios do Ano, um nos Prémios M&P e outro nos Prémios Sapo.
Maria João Oliveira, managing director da agência, refere que “consultoria e apoio ao negócio dos clientes é cada vez mais o propósito da Wavemaker”. “Vai ser em 2019 e já é hoje. Trabalhamos todos os dias para sermos a agência mais distintiva e admirada nos três pilares básico da nossa oferta: media, content e tecnologia”, reforça, antecipando: “Em 2019 continuaremos a perseguir esta nossa ‘obsessão’” já que “mais do que um desejo, temos a firme convicção de que as agências de meios, em geral, são, cada vez mais, os principais ‘trusted advisors’ de todos os clientes/marcas que recorrem à comunicação persuasiva”. “2019 está aí à porta para cimentar e confirmar este posicionamento, da grande maiorias das boas agências de meios”, afirma, mostrando confiança no futuro: “Receios, não temos. Prudência, sim.”

Eventos

Desafio Global
Desafio GlobalO título de Agência de Eventos do Ano nos Prémios M&P voltou este ano a ser conquistado pela agência liderada por Pedro Rodrigues.
“O desejo da Desafio Global, no sector dos eventos, é que os clientes sejam mais ambiciosos nos projectos com que nos desafiam. E quando falamos em ambição, não é a ambição reinante do clichê de fazer um evento em menos tempo, com menos dinheiro e com mais impacto. É a ambição de sonhar, ousar e arriscar em fazer coisas diferentes”, espera Pedro Rodrigues.
“Por outro lado não gostaríamos de assistir a um fenómeno, felizmente pontual, de colocarem os departamentos de compras a negociar e a adquirir serviços nas áreas dos eventos. Salvo honrosas excepções, falamos de processos aptos a comprar, e discutir, resmas de papel e derivados, mas sem competência nem sensibilidade para valorizar experiência na nossa área, e para distinguir fornecedores, equipamentos e soluções daquilo num evento”, alerta o responsável, antes de terminar com a expectativa de que 2019 “seja um ano fantástico para todo o mercado de comunicação e para todos os players que façam valorizar o seu sector e o seu próprio trabalho”.

Comunicação

Central de Informação
Central de InformaçãoO título de Agência do Ano nos Prémios Comunicação M&P foi este ano dividido entre duas agências, com a Central de Informação a partilhar a distinção com a SA365.
Rodrigo Viana de Freitas acredita que “2019 poderá vir a ser um grande ano” e “gostávamos que fosse um grande ano para todo o sector”, afirma. “Para isso, um dos desejos que temos é que mais agências nacionais assumam preponderância internacional, respondendo a concursos fora do país e criando consórcios com empresas de outras geografias, para que juntos possamos afirmar o talento e capacidade da comunicação portuguesa. É esse o nosso caminho e ficaremos todos a ganhar se for esse o caminho de mais empresas”, considera o director-geral da Central de Informação. Do outro lado, reconhece, “também temos algumas preocupações”. “Uma delas prende-se com a necessidade de a comunicação alargar competências e passar a ter capacidade de gerir projectos não apenas de assessoria de imprensa, mas de áreas digitais, de activação, de branded content”, refere, apontando um receio para este ano: “Tememos que muitas agências possam estar a ser ultrapassadas nos modelos e processos de trabalho, o que não valoriza o nosso sector.”

M Public Relations
M Public RelationsÀ consultora liderada por Daniel Vaz coube em 2018 o título de Agência de Comunicação do Ano nos Prémios M&P.
“O sector da comunicação continua em profunda mudança. Os media estão em transformação, os branded content vieram para ficar e a gestão de influenciadores vai manter-se como parte do dia-a-dia da comunicação, de forma mais intensa. Este cenário coloca enormes desafios às equipas que compõem as agências de comunicação, que vão ter de se superar, ser cada vez mais multidisciplinares, apresentando novas soluções que vão além da comunicação pura”, antecipa Daniel Vaz, director-geral da M Public Relations, chamando a atenção para o facto de que, “se vemos o mercado a crescer, com vista a poder absorver as novas oportunidades, temos de perceber que não nos podemos inebriar com este sucesso. Para a sustentabilidade do sector, é fundamental que a concorrência seja leal e que os clientes possam escolher livremente, num ambiente saudável”, deseja o responsável.
Do lado dos receios, Daniel Vaz considera que “os preços praticados continuam a ser a principal preocupação do sector”. “A existência de mais agentes de mercado tem vindo a pressionar os preços e isso poderá ter consequências no futuro. A qualidade também se paga e isso tem de ser uma bandeira não só de alguns, mas de todos, já que queremos fomentar o crescimento de agências, potenciar emprego e solidificar um mercado com boa reputação”, afirma.

SA365
SA365O título de Agência do Ano nos Prémios Comunicação M&P foi dividido em 2018 entre duas agências, com a SA365 a partilhar a distinção com a Central de Informação.
“A adopção rápida de novas tecnologias pelos consumidores altera a forma como se relacionam com as marcas. Neste sentido, o nosso maior desejo é que as marcas abracem esta mudança de paradigma e o desafio de desenvolver estratégias que permitam construir uma narrativa ainda mais assertiva e envolvente, ao longo de 2019”, salienta Margarida Pinto, head of operations da agência, frisando que “ser data-driven permite muito mais do que obter conhecimento sobre o comportamento das pessoas, diz-nos para onde a criatividade e os negócios devem ir, com maior impacto positivo na sociedade”.
Em sentido oposto, Margarida Pinto refere que  “o maior receio é que as marcas fiquem presas a um modelo padrão de agência que parece não corresponder inteiramente aos desafios actuais de comunicação”. “Temos vindo a observar que este modelo separa, cada vez mais, criatividade e compra de meios, estratégias que se precisam de cruzar constantemente para tomadas de decisão eficazes”, explica, manifestando acreditar “que uma forma de evitar esta situação é aproximarmos equipas multidisciplinares de criação, meios e tecnologia para darmos uma resposta inovadora e focada em resultados”. “A agilidade é determinante”, aponta.

Produção

Garage
GarageA produtora fundada por Miguel Varela está de regresso a esta lista depois de ter voltado a conquistar este ano o título de Produtora do Ano nos Prémios M&P.
De forma directa, o desejo de Miguel Varela é “que a qualidade impere, que continue a destacar-se, e que façamos parte dela”, ao passo que “o receio é que este parâmetro seja posto em causa”.

Índigo
ÍndigoUma vez mais, a Índigo subiu ao palco dos Prémios M&P para receber o título de Produtora de Som do Ano.
Manuel Faria, em antecipação do que espera para 2019, sublinha a vontade de ter “uma Índigo cada vez mais virada para a inovação e para a intervenção em todos os lugares onde as marcas produzem som”. “Ajudar as marcas a encontrar a sua própria sonoridade, baseada na sua identidade, nos seus valores e personalidade”, explica, reforçando que “não são só os anúncios, são as lojas, call centers, eventos, todos os pontos de contacto entre a marca e o consumidor”, uma “área que está a crescer em todo o mundo”. Por outro lado, refere, “queremos continuar a ser pioneiros em experiências. Desde o som 3D para auscultadores às instalações em multicanal, passando por altifalantes de ultra-sons, abre-se hoje um grande leque de oportunidades para experiências marcantes. A actividade habitual continua, claro, com total entusiasmo, mas é preciso andar para a frente”, aconselha.

Ministério dos Filmes
Ministério dos FilmesO prémio de Produtora de Imagem do Ano atribuído pelo festival do Clube de Criativos de Portugal foi entregue em 2018 à produtora liderada por Alberto Rodrigues.
Nas palavras do fundador, foi “um bom ano, com trabalho com relevância na rua para os anunciantes e agências, foi muito divertido e saímos com o sentimento de que fomos sérios”. “Em 2019 fazemos 20 anos, passa a correr, mas sentimo-nos com força para mais 20, principalmente porque, fazendo uma retrospectiva, fomos muito solicitados para lançar novos desafios ao mercado, crescemos muito com isso, mas o mercado, sobretudo o da produção, cresceu muito com a exigência da Ministério e as competências dos nossos realizadores e equipe em geral”, considera Alberto Rodrigues, deixando para o próximo ano “votos de saúde, criatividade, competência, responsabilidade, trabalho, espírito de autocrítica, muita vontade de estar sempre a inovar e ser relevante com o trabalho que nos confiam”. “O único receio prende-se com a criatividade e com o facto de algumas pessoas não perceberem que somos e temos gente em Portugal muito capaz”, afirma, deixando o apelo “para que nos desafiem com o difícil” já que, assegura, “em produção isso não existe”.

Núcleo
NucleoA produtora criada por Alberto Vieira e Fred Pinto Ferreira foi distinguida no seu primeiro ano de actividade com o título de Produtora de Som do Ano no festival do Clube de Criativos de Portugal.
Os dois responsáveis consideram, sem surpresa, que “2018 foi um ano muito positivo para o Núcleo”. “Foi o ano zero da nossa empresa mas foi a consolidação de vários anos de trabalho. O Núcleo rebentou e fomos felizes ao constatar que todo o trabalho e esforço que tínhamos vindo a desenvolver deu frutos e foi bem recebido pelo mercado”, afirmam, lembrando que fizeram “parte de projectos que nos fizeram crescer enquanto empresa e profissionais”. Para 2019, referem, “preferimos não ter receios e sermos positivos. Do lado do Núcleo, queremos continuar a crescer e primar sempre pela qualidade rodeados dos nossos parceiros, músicos e amigos que elevam o nosso trabalho diariamente. Do lado do mercado queremos continuar a ajudar as marcas a serem elas próprias e a crescerem também, que através do som possam descobrir caminhos únicos para se destacarem sem perder o que as torna especiais.”

Sobre o autorPedro Durães

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Novas funcionalidades da Apple criam dificuldades aos anunciantes

As atualizações foram reveladas no evento anual de apresentação de novidades da Apple, a WWDC 2024, que começou a 10 de junho e termina a 14 de junho, na sede da empresa em Cupertino, na Califórnia

O ecossistema de produtos da Apple tem novas funcionalidades que vão dificultar a forma como as marcas e os anunciantes chegam aos consumidores, pondo em causa a visibilidade e o alcance das campanhas publicitárias. Uma nova categorização de emails e de notificações, e a priorização de conteúdos em páginas web que são mais relevantes para o utilizador, em detrimento da publicidade, são as funcionalidades em causa.

Uma das principais preocupações para os anunciantes e para as marcas é o impacto do novo modelo de IA no sistema de correio eletrónico Mail, como a capacidade de ordenar os emails com base na preferência prevista do utilizador. Isto significa que os emails que a IA considera não preferenciais, como por exemplo um anúncio, podem ficar no fundo da caixa de entrada de correio eletrónico.

A mesma preocupação aplica-se às notificações. A nova funcionalidade ‘Reduzir interrupções’, que apresenta apenas as notificações com as quais a IA espera que o utilizador se preocupe, uma inferência que o sistema faz com base nos dados que possui sobre o utilizador.

Outra das dificuldades é a nova funcionalidade ‘Destaques’, que utiliza a aprendizagem automática com base em IA para destacar o conteúdo de uma página web mais importante para o utilizador, por oposição ao conteúdo que não lhe interessa, como a publicidade. Tal como acontece com o marketing de correio eletrónico e de notificações, também nas páginas web os anunciantes vão ter de apresentar conteúdos que sejam ainda mais relevantes para o utilizador.

Estas funcionalidades foram reveladas no evento anual da Apple de apresentação de novidades, a Worldwide Developers Conference 2024 (WWDC), que começou a 10 de junho e termina a 14 de junho, na sede da Apple em Cupertino, na Califórnia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

Daniel Monteiro Rahman

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Mercado publicitário global vai crescer 7,8% em 2024

Relatório do GroupM revê em alta crescimento da publicidade em 2024, impulsionado pela China e Estados Unidos. Mais de 70% das receitas de publicidade a nível global vão ser dominadas pelo ‘digital pure play’, que integram ‘social media e social vídeo’, ‘search’ e ‘retail media’, entre outros

O GroupM revê em alta o crescimento do mercado global de publicidade, indicando que as receitas em 2024 deverão aumentar 7,8% em relação a 2023, não abrangendo, no entanto, estimativas de evolução dos investimentos em publicidade em Portugal. O relatório de meio do ano This Year Next Year (TYNY), do GroupM, estima que o mercado mundial de publicidade ascenda a cerca de 990 mil milhões de dólares (€920,3 mil milhões), ultrapassando a previsão de dezembro de 2023 por 2,5 pontos percentuais.

O crescimento das receitas em 2024 deve-se sobretudo à revisão das previsões feitas para os mercados da China e Estados Unidos, que juntos representam 57,1% do total dos investimentos em publicidade. Mesmo que estes dois mercados sejam retirados da equação, o This Year Next Year continua a rever em alta os valores, apontando crescimentos de 6,9%, acima dos 6,5% previstos no final de 2023. A nível europeu destacam-se as estimativas de crescimento na Alemanha, anfitriã do Euro 2024, e em França, que recebe os Jogos Olímpicos de Paris. Ambos os países registam crescimentos face às últimas previsões, passando de 3,7% para 4,1% e de 8,3% para 8,6%, respetivamente.

O This Year Next Year (TYNY) investiga como é que fatores como tecnologia, cultura, Governo e economia vão impactar a publicidade nos próximos meses e anos. De acordo com esta análise, mais de 70% das receitas de publicidade a nível global vão ser dominadas pelo ‘digital pure play’, que integram ‘social media e social vídeo’, ‘search’ e ‘retail media’, entre outros.

As previsões apontam que o “social media e social vídeo’ recolha cerca de 35% dos investimentos publicitários a nível global em 2024. Estes formatos continuam a demonstrar uma enorme vitalidade, prevendo-se um crescimento de 9,9%, em 2024, acima dos 7,8% do mercado total. Isto reflete os mercados, geografias e faixas etárias em que a adoção de dispositivos que facilitam o acesso a plataformas e a conteúdos digitais ainda está em crescimento.

O ‘search’, por seu lado, regista um crescimento que se prevê estável ao longo dos próximos cinco anos, tendo em conta a maturidade deste segmento, que deverá fechar 2024 a representar cerca de 21% do total dos investimentos publicitários globais. O estudo destaca ainda o ‘retail media’, que se perfila como o segmento digital que cresce mais rapidamente, podendo representar 15,1% das receitas totais em publicidade em 2024, quando em 2014 não passava dos 1,5%.

Na televisão estima-se um crescimento de investimento de cerca de 2,7% , no conjunto da televisão linear com a televisão digital. Ao isolar a televisão linear, verifica-se uma erosão a nível global, de cerca de 0,2%, durante os próximos cinco anos. Quanto à publicidade em áudio, imprensa e cinema, o This Year Next Year antecipa um crescimento mais lento ou até declínios, enquanto a publicidade exterior (OOH) recupera da pandemia, ajudada pelas revisões em alta das estimativas para a China. A nível global, o OOH terminará 2024 com um crescimento de 11,5%, acima da média do mercado. O relatório antecipa ainda que a inteligência artificial pode, até 2029, influenciar 94,1% das receitas publicitárias, três anos antes do previsto.

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Netsonda investe €100 mil em inovação tecnológica

Além de uma nova aplicação móvel, desenvolvida internamente, que agiliza e segmenta a recolha de informação, a empresa de estudos de mercado está a utilizar soluções de IA para otimizar processos internos. Um dos objetivos é antecipar a entrega de resultados aos clientes

A Netsonda investiu €100 mil em inovação tecnológica para modernizar a empresa e agilizar e segmentar a recolha de informação sobre hábitos de consumo. De modo a disponibilizar mais rapidamente os dados que recolhe e processa aos clientes, está, desde o final do ano passado, a recorrer a soluções de inteligência artificial (IA) para melhorar a produtividade, otimizando processos internos.

“Sempre quisemos ser disruptivos e, para aumentar a nossa capacidade de resposta, estamos a investir fortemente em IA em toda a nossa cadeia de valor, desde a produção de briefings até, no limite, à produção de relatórios, passando por aspetos como o controlo de qualidade, a recolha de informação e a validação de bases de dados e da qualidade das respostas abertas. São muitas etapas envolvidas na produção de estudos de mercado em que a podemos usar”, explica ao M&P Tiago Cabral, CEO da Netsonda.

Libertar os colaboradores de procedimentos burocráticos menores é uma das pretensões. “O investimento nestas ferramentas permite que os nossos consultores se concentrem mais em tarefas de valor acrescentado e na gestão de insights para os nossos clientes, sempre na ótica de lhes entregarmos as respostas de forma atempada, quando os clientes precisam delas e ainda estão atualizadas e não com algum desfasamento”, justifica o responsável, que é também um dos sócios da empresa.

Nova app agiliza recolha de dados

Para simplificar a recolha de informação e conseguir uma maior segmentação das amostras que usa para os estudos que desenvolve, a Netsonda acaba também de renovar a aplicação móvel que disponibiliza aos membros da Comunidade Netsonda. Desenvolvida internamente pela empresa, recolhe informação fidedigna em tempo real e melhora a experiência de utilizador dos 17 mil painelistas que já a descarregaram.

“Esta nova app é um upgrade da que tínhamos e, além de permitir os estudos tradicionais que fazemos, conta com novos desenvolvimentos que possibilitam a realização de estudos de geolocalização”, explica Tiago Cabral.

A realização de estudos rápidos é outra das inovações da plataforma tecnológica. “As pessoas do painel que descarreguem a app respondem, de um modo divertido, a umas três, quatro ou cinco perguntas, no espaço de um minuto. Estes estudos servem para vários fins e temos clientes que os procuram”, justifica o responsável. Reforçar a Comunidade Netsonda com novos painelistas, atraindo consumidores mais jovens para as amostras que servem de base aos estudos, é outra das ambições da renovação da aplicação móvel.

“A nova geração é mais mobile do que email. Esta app está mais ligada à gamificação, conseguimos interagir com imagens e permitimos que as pessoas, apenas com o seu telemóvel, consigam participar nos estudos, respondendo a perguntas simples. À hora de almoço, podemos perguntar-lhes o que comeram ao pequeno-almoço ou se vão almoçar ou jantar fora, informações sobre os hábitos de consumo que podem ser bastante úteis para as marcas”, esclarece Tiago Cabral.

Ainda em fase de testes, a nova aplicação, disponível para os sistemas operativos iOS e Android, diversifica a oferta da empresa, que pode, assim, disponibilizar inquéritos mais simples e mais rápidos de preencher. Tê-la nos telemóveis dos 250 mil membros da Comunidade Netsonda é o objetivo da empresa, que vai continuar a investir em tecnologia para aumentar a competitividade.

“Iremos continuar a ter uma grande fatia do nosso orçamento alocada a projetos de inovação. Alguns estavam na prateleira há vários anos, mas estamos a recuperá-los. Somos uma empresa 100% portuguesa, constituída a 100% por acionistas privados, todos com um foco muito grande na inovação”, assegura o dirigente.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Expresso e SIC já têm Carta de Princípios para o uso de IA

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas.

Os conselhos de redação do Expresso e da SIC aprovaram uma Carta de Princípios para o uso de inteligência artificial (IA), que lista um conjunto de normas e práticas a respeitar no exercício do jornalismo, onde se destacam as áreas de qualidade e responsabilidade pelo conteúdo, transparência, propriedade intelectual e fontes de informação, entre outras.

“O grupo Impresa tem um vasto histórico de pioneirismo na adoção de tecnologias que nos permitem evoluir nos formatos em que chegamos aos públicos e inovar na forma como produzimos jornalismo de referência. Este é mais um passo nesse sentido, porque nos permite incorporar uma tecnologia essencial para melhorar o nosso trabalho, mas também minimizar os perigos que o mau uso da IA pode trazer para a objetividade e transparência do jornalismo”, afirma João Vieira Pereira, diretor do Expresso, em comunicado de imprensa.

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas. Os órgãos do grupo Impresa são os primeiros a anunciar em Portugal uma Carta de Princípios sobre a forma como os jornalistas e colaboradores podem utilizar a IA.

“A inteligência artificial nunca substituirá o papel fundamental que os jornalistas têm e terão sempre na produção de jornalismo de qualidade e que cumpre os princípios deontológicos da profissão. Mas é, sem dúvida, uma ferramenta que pode ajudar-nos a melhorar o que fazemos, desde que devidamente enquadrada e com regras claras sobre a sua utilização. É isso que esta Carta de Princípios se propõe garantir”, diz Ricardo Costa, diretor-geral de informação do grupo Impresa e diretor de informação da SIC.

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Global conquista conta da Westwing e da Editorial Presença

Para a Westwing, a Global vai desenvolver a estratégia de relações públicas e de marketing de influência para a entrada da marca alemã no mercado português. Para a Editorial Presença, tratará da assessoria de imprensa e relações públicas do lançamento do romance histórico Vitória de Inglaterra

A agência de comunicação Global acaba de ampliar o portefólio de clientes internacionais, com a conta da Westwing, loja online de decoração alemã que chegou a Portugal a 22 de maio. A Global foi escolhida também pela Editorial Presença para tratar da assessoria de imprensa do lançamento do romance histórico Vitória de Inglaterra – A Rainha que Amou e Ameaçou Portugal, escrito por Isabel Machado.

Para a Westwing, a Global vai desenvolver a estratégia de relações públicas e de marketing de influência para a entrada da marca alemã no mercado nacional, trabalhando a nível da sua visibilidade e notoriedade. “É com grande entusiasmo que aceitamos este desafio de contribuir para o sucesso de uma marca tão inspiradora em Portugal. A Global conta com um vasto histórico e ‘know-how’ na comunicação de marcas de ‘lifestyle’ e, como tal, estamos confiantes de que vamos potenciar a visibilidade e notoriedade da Westwing”, refere Isabel Jorge de Carvalho, CEO da Global, em comunicado de imprensa.

Para a Editorial Presença, a Global vai tratar da assessoria de imprensa e relações públicas para promover o mais recente lançamento da chancela Manuscrito, o romance histórico Vitória de Inglaterra, a Rainha que Amou e Ameaçou Portugal. “Foi com entusiasmo que aceitámos o desafio de promover esta obra de Isabel Machado, concebendo uma estratégia de assessoria de imprensa e de relações públicas que lhe permita alcançar o destaque que merece. Acreditamos que a nossa experiência e know-how nestas áreas serão fundamentais para potenciar a visibilidade e notoriedade da autora e deste romance”, afirma a CEO da Global.

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Yolanda Hopkins é a primeira embaixadora da BYD em Portugal

Para a marca chinesa de automóveis elétricos, o alinhamento de valores com a surfista é o que torna esta parceria simbiótica, a nível do posicionamento da BYD em termos de liderança e sustentabilidade. Nascida em Faro, Yolanda Hopkins é a desportista nacional com mais vitórias no surf feminino e vai representar Portugal nos próximos Jogos Olímpicos

A surfista profissional Yolanda Hopkins, que irá representar Portugal nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, é a nova embaixadora nacional da BYD e a primeira que o fabricante de automóveis nomeia em Portugal. Enquanto rosto da marca, a atleta irá conduzir o BYD ATTO 3 no dia a dia, partilhando a experiência com a comunidade de seguidores nas redes sociais. Tendo por base esta relação, a BYD pretende desenvolver novos projetos em conjunto com a surfista.

Para a marca chinesa de automóveis elétricos, o alinhamento de valores com a surfista é o que torna esta parceria simbiótica, a nível do posicionamento da BYD em termos de liderança e sustentabilidade. “A Yolanda já conquistou marcos históricos no surf nacional e internacional e destaca-se como uma das melhores do mundo. A BYD revê-se nestas conquistas e nos valores de liderança, ambição, confiança e perseverança que transmite. É uma honra para nós apoiar atletas de excelência”, afirma Pedro Cordeiro COO da BYD em Portugal, em comunicado de imprensa.

“Para mim é um orgulho enorme ser a primeira embaixadora da BYD em Portugal. Identifico-me totalmente com os valores de ambição, liderança e sustentabilidade da marca, com o design inovador dos seus automóveis e com a tecnologia revolucionária. Ambos temos o mesmo lema na vida: Build your Dreams, que é sempre, o que procuro todos os dias”, afirma Yolanda Hopkins, citada em comunicado de imprensa.

Nascida em Faro, no Algarve, a desportista tem vindo desde cedo a traçar um percurso de sucesso no surf. Nos últimos anos, alcançou diversas conquistas e, atualmente, é líder nacional no que toca a vitórias nacionais e internacionais do surf feminino. A atleta participa e contribui ativamente para a proteção e desenvolvimento sustentável dos oceanos, colaborando com associações locais e mundiais através da O’Neill Europa.

 

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Com recurso à IA, Mindshare reduz em 41% pegada de carbono da campanha da Milhafre (com vídeo)

A recolha e utilização de dados mais precisos, a segmentação e definição de públicos-alvo, e a seleção de momentos estratégicos para comunicar são alguns dos fatores que contribuíram para que a campanha seja mais eficiente do que a norma

A Mindshare desenvolveu uma campanha de vídeo para a Milhafre, cujo planeamento de meios conseguiu reduzir em 41% as emissões de carbono e em menos 16% a intensidade carbónica, comparativamente a campanhas semelhantes, através do recurso à inteligência artificial (IA).

A campanha da agência de meios do GroupM, que integra a holding WPP,  foi desenvolvida já com o propósito de minimizar o seu impacto ambiental e de dar vida ao mote da marca açoriana de lacticínios, ‘Quando tiramos menos da natureza é quando ela nos oferece mais’.

“O propósito de Milhafre inspirou-nos a dar um passo na direção de um mundo em que a publicidade pode fazer mais pelas pessoas e pelo nosso planeta. É o que gostamos na Mindshare de chamar o uso intencional de media, aliando imaginação aos dados e à tecnologia”, salienta Teresa Oliveira, diretora-geral da Mindshare, em comunicado de imprensa.

A solução baseada em IA foi criada em parceria com a Greenbids, empresa que desenvolve soluções de sustentabilidade em publicidade, e que conseguiu automatizar a entrega no ponto ideal entre menos carbono e mais desempenho, o que maximizou a eficiência da campanha. A recolha e utilização de dados mais precisos, a segmentação e definição de públicos-alvo específicos, e a seleção dos momentos mais estratégicos para garantir uma maior exposição junto dos targets definidos foram alguns dos fatores que contribuíram para a criação de uma campanha mais eficiente do que a norma, com uma redução da pegada de carbono equivalente à produção de quase mil garrafas de água.

“A indústria dos dados, que também são usados no setor publicitário, requer grandes necessidades energéticas, resultando num impacto ambiental visível sobretudo ao nível das emissões. De forma inovadora e pela primeira vez em Portugal, utilizámos IA para melhorar o reconhecimento de marca e, ao mesmo tempo, reduzir a pegada carbónica associada a este tipo de campanhas”, explica Diogo Marnoto, diretor de soluções mediáticas do GroupM, citado em nota de imprensa.

A campanha teve como base uma estratégia de vídeo integrada, composta por três formatos: anúncios precedentes aos conteúdos, anúncios externos em vídeo e anúncios do YouTube. A segmentação dos públicos-alvo foi planeada para alcançar utilizadores entre os 18 e os 54 anos, com interesses específicos em áreas como a culinária ou a família, mas também ecologistas ou entusiastas de atividades ao ar livre.

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Galp convida todos a apoiar a seleção nacional no Euro 2024 (com vídeo)

A campanha criada pel’O Escritório, com produção da Film Brokers e da Playground, tem como protagonistas Luís Figo, Bernardo Silva (na foto), Nuno Markl, Cláudia Lopes e Gabriela Barros e estará presente em televisão, rádio, múpis e digital

A Galp acaba de lançar a nova campanha de apoio à seleção nacional para o Euro 2024, sob o mote ‘Não tens de saber de futebol para gostar de Portugal. Toda a energia é bem-vinda’. A campanha d’O Escritório convida todos a apoiarem a seleção nacional no Campeonato Europeu de Futebol 2024, até os que comemoram golos nas repetições dos lances ou os que não fazem ideia do que seja um fora-de-jogo.

A Galp, que patrocina a seleção portuguesa de futebol desde 1999, acredita que não é preciso ser um entusiasta de futebol ou um conhecedor profundo das regras do jogo para, de dois em dois anos, o país unir-se em torno da televisão para apoiar Portugal nas fases finais das grandes competições. Foi essa visão que deu origem ao conceito desta nova campanha, que parte de uma adaptação da música ‘Nada de Nada’, de João Pedro Pais, para capturar o espírito de um país com a energia focada num interesse comum, as vitórias de Portugal.

Luís Figo, Bernardo Silva, Nuno Markl, Claúdia Lopes e Gabriela Barros são os protagonistas da campanha que conta com produção da Playground e da Film Brokers. “As fases finais de grandes competições são sempre momentos privilegiados para reforçarmos a nossa ligação aos milhões de portugueses que confiam na Galp no seu dia-a-dia. Esta parceria de quase 25 anos com a seleção nacional tem permitido criar momentos inesquecíveis, que cruzam a emoção do desporto com mensagens que fazem parte do ADN da Galp. Nesta campanha, voltamos a fazê-lo, com humor à mistura, para sinalizar que toda a energia é bem-vinda quando nos mobilizamos em torno de objetivos comuns”, destaca Rute Gonçalves, diretora de marca, marketing e conveniência da Galp, em nota de imprensa.

A campanha, que contou com a direção executiva de Nuno Jerónimo d’O Escritório e a realização de Cristiana Miranda, estará presente em televisão, rádio, múpis e digital. Além da campanha multimeios, a Galp apresenta uma campanha de oferta de 30 bilhetes e viagens para jogos do Euro 2024, incluindo um bilhete e uma viagem dupla para a final, através da app Mundo Galp. Adicionalmente, em função da progressão da seleção portuguesa no campeonato a Galp vai celebrar com os clientes, através de descontos crescentes em combustível.

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EDP, Galp Energia e Jerónimo Martins mantêm posição de marcas nacionais mais valiosas

No total, as 25 marcas portuguesas mais valiosas do ranking OnStrategy tiveram uma valorização de cerca de 20% e representam cerca de €16,8 mil milhões. Distribuição/Retalho e Banca são os setores em que as marcas mais se valorizaram

A EDP mantém-se em 2024 como a marca portuguesa mais valiosa, seguida da Galp Energia e da Jerónimo Martins, que ocupam as mesmas três primeiras posições em que estavam em 2023, no ranking das 25 marcas mais valiosas da OnStrategy.

A Distribuição/Retalho e a Banca são os setores em que as marcas mais se valorizaram, com o Continente (+48%), a Caixa Geral de Depósitos (+47%), o Pingo Doce (+38%), o MillenniumBCP (+38%) e a EDP Renováveis (+37%) a registarem os maiores crescimentos.

Ranking das 25 marcas portuguesas mais valiosas em 2024 (em milhares de euros)

1 EDP 2 891
2 GALPENERGIA 2 330
3 JERÓNIMO MARTINS 1 324
4 PINGO DOCE 1 141
5 CONTINENTE 989
6 CGD 988
7 MILLENNIUM BCP 945
8 MEO 767
9 EDP RENOVÁVEIS 724
10 BANCO BPI 532
11 NOS 493
12 GRUPO MOTA ENGIL 446
13 SUPER BOCK 402
14 SONAE 326
15 FIDELIDADE 312
16 THE NAVIGATOR COMPANY 281
17 DELTA 259
18 PARFOIS 228
19 NOVOBANCO 228
20 CTT 227
21 WORTEN 198
22 CUF 177
23 SAGRES 164
24 LUZ SAÚDE 163
25 TAP 162

No total, as 25 marcas portuguesas mais valiosas tiveram uma valorização de cerca de 20% e representam cerca de €16,8 mil milhões. “De uma forma geral, a valorização das marcas portuguesas beneficiou de uma estabilização da inflação e da manutenção das taxas de juro, embora ainda pressionadas pela instabilidade provocada pelas guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Por outro lado, houve uma melhoria na perceção de risco da nossa economia, o que beneficiou significativamente as taxas de desconto, ao mesmo tempo que as perspetivas de evolução do volume de negócios, as margens operacionais e os índices de força de marca se mantiveram estáveis”, justifica João Baluarte, sócio da OnStrategy responsável pelos estudos financeiros.

Em termos de setores de atividade, as áreas de Energia/Petróleo e Retalho/Distribuição representam cerca de metade do valor consolidado das 25 marcas portuguesas mais valiosas (Energia – 35% e Retalho/Distribuição – 24%). A Banca (16%) e as Telecomunicações (7%) completam os setores com mais valor.

 

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Kelly Bailey é a nova voz da Meo e embaixadora da Vichy

A empresa de telecomunicações ainda não divulgou a nova contratação, mas num post nas redes sociais, a 28 de maio, Inês Castel-Branco anuncia o fim da colaboração com a Meo e a passagem de testemunho para Kelly Bailey. Na primeira vez que a Vichy tem um rosto nacional para publicidade, a escolha recai também sobre a atriz da TVI

A atriz e modelo luso-britânica Kelly Bailey é a nova voz dos anúncios da Meo e o rosto dos Laboratórios Vichy em Portugal. A protagonista da próxima novela da TVI sucede Inês Castel-Branco, que sai ao fim de cerca de sete anos de ligação à empresa de telecomunicações. Os Laboratórios Vichy, por seu lado, acabam de eleger Kelly Bailey como nova embaixadora em Portugal, sendo a primeira vez que a marca de cosmética nomeia uma embaixadora nacional para protagonizar as campanhas de comunicação.

A Meo ainda não divulgou informações sobre a nova contratação, mas num post nas redes sociais, a 28 de maio, a atriz da TVI Inês Castel-Branco anuncia o fim da colaboração com a marca de telecomunicações e a passagem de testemunho para Kelly Bailey. “Foram quase sete anos na família Meo. Guardo as melhores memórias e vou ter tantas saudades. Obrigada aos melhores clientes da Altice sempre com tanto carinho como entusiasmo”, escreve Inês Castel-Branco, acrescentando: “passo o testemunho à maravilhosa Kelly Bailey, que tem uma voz tão linda quanto ela”.

Os Laboratórios Vichy, por sua vez, contratam Kelly Baley com a missão conjunta de aproximar a marca dos consumidores portugueses e transmitir a importância de uma rotina de cuidados com a pele adequada e adaptada às necessidades individuais. “A nossa missão como laboratório é transmitir, de uma forma relevante e próxima, todo o resultado da nossa investigação com mais de 90 anos sobre a saúde da pele e estamos muito felizes por ter a Kelly a juntar-se a nós nesta jornada, sendo uma apaixonada pelos cuidados e saúde da pele. É uma porta-voz que se encaixa perfeitamente nos nossos valores e não podíamos estar mais orgulhosos”, afirma João Encarnação, líder de mercado da L’Oréal Dermatological Beauty em Portugal.

Recorde-se que no dia 2 de maio, Kelly Bailey, já tinha sido anunciada como nova embaixadora da Tous em Portugal. A aposta na atriz portuguesa tem como objetivo promover a imagem da marca de joias no mercado nacional e consolidar o posicionamento da Tous em Portugal. “Através desta parceria promissora estamos a reforçar o posicionamento da Tous, destacando a sua ousadia, criatividade e sentido de humor. Acreditamos que a figura ímpar da Kelly Bailey representa na perfeição o espírito e a imagem atual da marca”, afirma Lubélia Marques, gestora nacional da Tous em Portugal, em comunicado de imprensa.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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