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Conheça todos os vencedores do 26º Festival CCP. Graficalismo é a Melhor Agência, Betclic é o Melhor Anunciante

‘A estante dos €75.800’, da Uzina para o IKEA, recebeu o Grande Prémio CCP. Além das cinco distinções principais, o festival, que terminou a 24 de maio, atribuiu 35 troféus de Ouro, 65 de Prata e 105 de Bronze, entre os 346 trabalhos finalistas, dos 933 inscritos. Premiou ainda os melhores trabalhos em cada categoria e homenageou Jorge Barrote com o Prémio Carreira

Catarina Nunes
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Conheça todos os vencedores do 26º Festival CCP. Graficalismo é a Melhor Agência, Betclic é o Melhor Anunciante

‘A estante dos €75.800’, da Uzina para o IKEA, recebeu o Grande Prémio CCP. Além das cinco distinções principais, o festival, que terminou a 24 de maio, atribuiu 35 troféus de Ouro, 65 de Prata e 105 de Bronze, entre os 346 trabalhos finalistas, dos 933 inscritos. Premiou ainda os melhores trabalhos em cada categoria e homenageou Jorge Barrote com o Prémio Carreira

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Os grandes vencedores do 26º Festival CCP 2024 são ‘A estante dos €75.800’, da Uzina para o IKEA (Grande Prémio CCP), o ‘Surfing Through the Odds’, da Coming Soon para a Betclic (Grande Prémio Jornalistas), o ‘Quando for grande quero ser contabilista’, da Stream and Tough Guy para a Ajuda de Berço (Grande Prémio para o Bem), a Graficalismo (Melhor Agência do Ano) e a Betclic (Melhor Anunciante do Ano). Além destas distinções, o festival, que terminou a 24 de maio, atribuiu 35 troféus de Ouro, 65 de Prata e 105 de Bronze, entre os 346 trabalhos finalistas, dos 933 inscritos.

A categoria Publicidade teve 63 trabalhos finalistas e 33 prémios, com 18 Bronzes, 9 Pratas e 6 Ouros. Design contou com 80 finalistas e 54 prémios, com 26 Bronzes, 19 Pratas e 9 Ouros. Na categoria Digital houve 71 finalistas e 47 prémios, com 28 Bronzes, 12 Pratas e 7 Ouros. Experiências de marca teve 27 finalistas e 13 trabalhos premiados, com 6 Bronzes, 4 Pratas e 3 Ouros. Craft em Publicidade contou com 73 finalistas, com 39 trabalhos premiados, com 20 Bronzes, 15 Pratas e 4 Ouros. Na categoria Criatividade em Meios houve 23 finalistas com 14 prémios atribuídos, com 5 Bronzes, 6 Pratas e 3 Ouros. Em Integração e Inovação, com 9 finalistas, houve 5 prémios, 2 Bronzes e 3 Ouros. Os trabalhos premiados podem ser consultados online.

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O 26º Festival CCP 2024 distinguiu igualmente os melhores trabalhos em cada categoria a concurso:

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Melhor Anunciante: Intermarché

Melhor Agência: Stream and Tough Guy

Design

Melhor Anunciante: Cabrita Wines

Melhor Agência: This is Pacifica

Digital

Melhor Anunciante: Joana Barrios

Melhor Agência: Graficalismo

Experiências de marca

Melhor Anunciante: Betclic

Melhor Agência: Stream and Tough Guy

Craft em Publicidade

Melhor Anunciante: Associação Nacional de Coberturas Verdes

Melhor Produtora de Som: Núcleo Áudio

Melhor Produtora de Imagem: More Maria

Criatividade em Meios

Melhor Anunciante: The Walt Disney Portugal

Melhor Agência: OMD

Integração e Inovação

Melhor Anunciante: Licor Beirão

Melhor Agência: Mustard

Na gala de entrega dos prémios, no Beato Innovation District, em Lisboa, na antiga Fábrica do Pão, o artista plástico e publicitário Jorge Barrote foi homenageado com o Prémio Carreira, entregue pelo designer e criativo Manuel Peres. Subiram também ao palco os Young Lions que este ano vão representar Portugal no Festival Internacional de Publicidade, em Cannes, os vencedores das Bolsas Zona II, assim como os vencedores dos Briefs Abertos CCP 2024, dando a conhecer os jovens talentos que melhor responderam aos briefs das marcas APAJO, LEROY MERLIN, Superbrands Portugal e Zippy.

Sobre o autorCatarina Nunes

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Regulamento da UE sobre inteligência artificial deixa dúvidas em aberto

Legislação, que entra em vigor a 1 de agosto, obriga empresas a terem custos de conformidade, códigos de conduta, regras sobre os direitos de propriedade intelectual, incluindo também imposições no uso de determinados tipos de sistemas de inteligência artificial

O novo Regulamento sobre Inteligência Artificial da União Europeia (UE), que entra em vigor a 1 de agosto, vai regular as aplicações de inteligência artificial (IA) com base nos perigos que o Conselho Europeu identifica na interação entre seres humanos e os sistemas de IA, incluindo os riscos crescentes para a segurança dos cidadãos da UE e a potencial perda de postos de trabalho.

Kai Zenner, assessor parlamentar envolvido na redação do regulamento, citado no Financial Times, refere que “a lei é bastante vaga” e é “um tiro no escuro”, enfatizando ainda que “a falta de tempo conduziu a um resultado em que muitas coisas permanecem em aberto” e que “os legisladores não conseguiram chegar a um acordo, então foi mais fácil chegar a um compromisso”.

O regulamento, que será plenamente aplicável 24 meses após a entrada em vigor, classifica e divide os diferentes sistemas de IA em categorias de risco. Os que apresentam um risco mínimo, incluindo aplicações como os filtros de spam, não serão regulamentados. Os sistemas de risco limitado, como os ‘chatbots’, estarão sujeitos a determinadas obrigações de transparência. As regras mais pesadas vão recair sobre os fornecedores de sistemas classificados como de alto risco, sistemas que podem, por exemplo, traçar perfis de indivíduos ou processar dados pessoais.

A nova legislação estabelece determinadas obrigações para a utilização de IA, com base nos seus riscos potenciais e no seu nível de impacto, estipulando coimas por infrações que são fixadas em percentagem do volume de negócios anual global da empresa infratora. Códigos de conduta e requisitos de transparência, regras sobre os direitos de propriedade intelectual, proibição de certas aplicações, casos de exceção à lei e restrições no uso de determinados tipos de sistemas de IA são algumas das regras.

Alguns profissionais do setor, questionados pelo Financial Times, consideram que a proposta foi apressada, indevidamente elaborada e que vai impedir a inovação das empresas. “Esta abordagem dispersa resultou num regulamento mal concebido que irá dificultar as tentativas da Europa de competir com os Estados Unidos na criação das empresas de IA do futuro”, adverte Cecilia Bonefeld-Dahl, diretora-geral da DigitalEurope, associação que representa o setor tecnológico europeu, acrescentando que com a nova legislação as empresas europeias estarão “a contratar advogados enquanto o resto do mundo está a contratar programadores”.

Um funcionário da UE, citado no mesmo artigo, explica que a atual legislação não esclarece se sistemas como o ChatGPT estão a agir ilegalmente quando aprendem a partir de fontes protegidas pela lei dos direitos de autor. “O que é que se entende por remuneração justa para os criadores dos conteúdos originais? Que informação é protegida se foi parcialmente gerada por IA? Não temos respostas para estas perguntas”, destaca a mesma fonte.

Para Andreas Cleve, CEO da startup de saúde Corti, a preocupação está nas pequenas empresas. “Os custos de conformidade, que os representantes europeus admitem poderem atingir valores na ordem dos seis dígitos para uma empresa com 50 funcionários, representam um imposto adicional para as pequenas empresas”, afirma o responsável, citado pelo Financial Times.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Business Connection: 2.ª Edição reúne líderes empresariais em evento inovador que celebrou a cidade de Matosinhos

Sob a temática “Mar à Mesa”, o evento, organizado pela E-goi, destacou-se ao celebrar Matosinhos enquanto promovia conexões valiosas.

Após o sucesso da primeira edição em Lisboa, realizada no restaurante da renomada Chef Justa Nobre, o Business Connection, evento exclusivo de networking, regressou em 4 de julho. Desta vez, mais de 50 profissionais de diversas empresas reuniram-se num local especial: a sede da E-goi, em Matosinhos.

O espaço, que habitualmente acolhe as inovações da E-goi, plataforma de marketing omnicanal, foi adaptado para receber os convidados, que desfrutaram de uma experiência gastronómica exclusiva enquanto fortaleciam conexões e desenvolviam parcerias estratégicas.

Com a temática “Mar à Mesa”, o evento não só enalteceu a importância das conexões profissionais, mas também homenageou a cidade de Matosinhos, reafirmando o compromisso da E-goi com a comunidade local.

Para além dos pratos exclusivos preparados pela Clavel’s Kitchen, uma agência especializada em publicidade gastronómica, os participantes puderam explorar as últimas tendências de mercado e receber insights valiosos de especialistas em áreas como marketing, inteligência artificial, transformação digital, e-commerce e phygital.

Ernesto Ferreira , Head de Global Sales, comentou sobre a concepção do evento: “A nossa intenção foi criar um ambiente dinâmico e inovador onde as oportunidades de negócio surgissem de maneira natural. Diferentemente dos eventos tradicionais, oferecemos um momento de descontração e conversas espontâneas sobre temas relevantes. Foi gratificante ver as discussões fluindo naturalmente sobre ações, estratégias e tendências”.

Uma nova edição do evento está planeada para os próximos meses em Lisboa, continuando a proporcionar momentos memoráveis de networking e troca de conhecimentos.

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Paula Gouveia é a nova diretora do Açoriano Oriental

Licenciada em comunicação social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Paula Gouveia passou pela Antena 1/Açores, TSF/Açores e colaborou pontualmente com o Diário de Notícias. A profissional está no Açoriano Oriental desde 2001

Paula Gouveia é a nova diretora do jornal Açoriano Oriental. A jornalista, que até agora ocupava a posição de diretora interina do título, vai tomar oficialmente a liderança editorial do mais antigo jornal português em circulação.

Licenciada em comunicação social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Paula Gouveia está no Açoriano Oriental desde 2001, tendo já desempenhado as funções de subdiretora, editora e coordenadora editorial. A profissional passou ainda pela Antena 1/Açores, TSF/Açores e colaborou pontualmente com o Diário de Notícias. Foi também membro da comissão organizadora do I Congresso dos Jornalistas dos Açores, em 2023.

O Global Media Group, através da AçorMedia, revela em comunicado de imprensa que “esta nomeação representa uma aposta clara no talento da equipa do Açoriano Oriental e confirma o compromisso do Global Media Group com o mais antigo jornal do país, que continua a ser a referência maior de informação na região autónoma”.

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Sara Pastor assume vice-presidência de publicidade da DAZN

Com experiência internacional na criação e desenvolvimento de novos negócios, Sara Pastor vai agora liderar o crescimento da receita publicitária da plataforma de streaming de desporto, em Portugal e Espanha. Anteriormente, trabalhou na Amazon Ads e na Twitch Ads

Sara Pastor é a nova vice-presidente sénior de ‘ad media sales’ da DAZN, ficando responsável pela venda de publicidade na plataforma de streaming de entretenimento desportivo, em Portugal e Espanha.

Com uma experiência internacional com mais de 15 anos na criação e desenvolvimento de novos negócios, Sara Pastor vai agora liderar o crescimento da receita publicitária da plataforma da DAZN nos dois mercados da Península Ibérica. Até agora, assumia funções de ‘head of agency development’ da Amazon no mercado espanhol, onde nos últimos meses esteve à frente do segmento Amazon Ads, incluindo o lançamento da campanha Prime Video e as respetivas relações com as agências de media.

Anteriormente passou pela Twitch Ads, como ‘country-manager’ para Portugal e Espanha, liderando o lançamento e o desenvolvimento do serviço como principal ponte entre marcas e criadores de conteúdos. No seu currículo conta ainda com o cargo de diretora-geral para a EMEA (Europa, Médio Oriente e África) na ADARA, Inc., onde criou e liderou a unidade de negócio de entidades governamentais. Paralelamente, é presidente do Clube de Inovação Empresarial e Tecnologia da ESADE Alumni.

“Estou muito entusiasmada por me juntar à equipa da DAZN em Portugal e Espanha, para ajudar as marcas a criar ligações emocionais e duradouras com os seus clientes, através de uma paixão partilhada pelo desporto. Graças à crescente comunidade de fãs que escolhem a DAZN para desfrutar dos desportos que amam, as marcas têm uma oportunidade única de transformar todos os fãs em clientes e
também em embaixadores dos seus produtos, e de o fazer de uma forma diferente, inovadora e relevante”, refere Sara Pastor.

Jorge Pavão de Sousa, diretor-geral da DAZN Portugal, por seu lado, considera que “a contratação da Sara é uma excelente notícia que irá reforçar a liderança da equipa da DAZN com a sua vasta experiência em algumas das maiores empresas do mundo. A DAZN detém um portefólio de conteúdos desportivos de excelência em Portugal e os consumidores reconhecem a qualidade das competições transmitidas, tal como ditou o recente Prémio Cinco Estrelas. Com a chegada da Sara, temos a confiança de que cada vez mais marcas e agências vão olhar para a DAZN como uma oportunidade inovadora e autêntica de interagir diretamente com os fãs de desporto.”

 

 

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NetAudience: TVI mantém liderança, mas SIC não dá tréguas

O ranking netAudience de Entidades da Marktest volta a ser liderado pela TVI em junho, com uma diferença de 1,1% em relação à SIC, que se mantém em segundo lugar. A plataforma Nónio, com um alcance de 61,9%, ocupa o primeiro lugar do ranking netAudience de Redes

Em junho, a TVI volta a liderar o ranking netAudience de Entidades da Marktest, com um alcance de 36,5%, mais 2,1% do que a SIC, que ocupa o segundo lugar, com 34,4%. No mês anterior, a diferença tinha sido de 2,2%. Os dois canais estão separados por 174.872 utilizadores, uma vez que as plataformas digitais do canal da Media Capital registam um alcance de 3.131.553 indivíduos e as da estação da Impresa chegaram a 2.956.681 consumidores. O terceiro lugar volta a ser ocupado pelo Correio da Manhã, com um share de 31,3% e 2.691.832 leitores, revela a análise de audiências auditadas, agora divulgada.

Em quarto lugar, figura a NiT, com 30,2%, à frente do JN, em quinto, com 29,8%. A sexta posição é ocupada pelo Expresso, com 27,2%. O Observador conquista o sétimo lugar, com 24,4%, com uma diferença de 2,5% em relação à Flash, que figura na oitava posição, com 21,9%. O nono lugar do ranking, que a Marktest apresenta mensalmente desde maio de 2019 com os números relativos ao alcance agregado dos títulos das entidades subscritoras com tráfego auditado, é ocupado pelo OLX, que regista 21,2%. Com 20,6%, a RTP fecha o top 10.

 

 

O ranking netAudience de Redes da Marktest é dominado pela Nónio, com um alcance multiplataforma de 61,9%, correspondente a 5.322.035 indivíduos, à frente da Media Capital, em segundo lugar com 47,5% e 4.077.635 pessoas alcançadas. Em terceiro lugar, surge a Impresa, com 43,6%, mais 1% do que a Medialivre, que figura em quarto lugar com 42,6%. Estão separados por 84.089 indivíduos, dado que a da dona da SIC termina o mês com 3.742.384 utilizadores e a rede da antiga Cofina com 3.658.295. O Global Media Group fecha o top 5, com 40,3%.

 

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The Speakers House agencia oradores em língua portuguesa

A agência tem como principal objetivo representar e amplificar a presença de oradores de língua portuguesa em Portugal e no mundo

The Speakers House é a nova agência de representação de oradores de língua portuguesa, que representa especialistas em áreas dedicadas a inspirar pessoas, empresas e sociedades. A agência, criada a 11 de julho, tem como principal objetivo representar e amplificar a presença de oradores de língua portuguesa em Portugal e no mundo.

Da lista de oradores que integram a The Speakers House, que conta com mais de duas dezenas de oradores e tem novos nomes para anunciar a partir de setembro, encontram-se nomes como João Maia Abreu e Laurinda Alves, na área da comunicação; Sara do Ó e Stephan Morais na área de empreendedorismo e investimento; Agatha Áreas e Carlota Ribeiro Ferreira na área da liderança; e Marco André na área da inteligência artificial, entre outros.

“Não há nada que me dê mais esperança do que apostar na inspiração e na cultura portuguesa e divulgá-la ao mundo, de forma a enriquecê-la com outros saberes e vê-la crescer na voz daqueles que têm conhecimento e temas relevantes para partilhar”, enfatiza Martha Guedes, diretora executiva da The Speakers House, em comunicado de imprensa.

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Netflix cresce 1% e reforça quota de mercado em Portugal

À semelhança do primeiro trimestre de 2024, o serviço de subscrição de video on demand da Netflix volta a ser o preferido dos portugueses, à frente do Prime Video da Amazon. Com exceção da Apple TV+, os restantes operadores não sofrem alterações

No segundo trimestre do ano, a Netflix volta a ser a plataforma de streaming com maior quota de mercado em Portugal, com 24%, mais um ponto percentual comparativamente aos primeiros três meses de 2024. Em segundo lugar, permanece a Prime Video, com 22%, quota de mercado que já tinha no ranking anterior. De acordo com o ranking do guia de streaming internacional JustWatch, a que o M&P teve acesso, o terceiro lugar é novamente ocupado pelo Disney+, com 18%, como no trimestre anterior.

A quarta posição no ranking de serviços de subscrição de video on demand (SVoD) é ocupada pelo Max, ex-HBO Max, com uma quota de mercado de 13%, à frente da SkyShowtime, em quinto lugar na tabela com 7%, também sem alterações, ex aequo com a Apple TV+. “A gigante glocal Max impulsiona o crescimento do mercado com um aumento de 1% nas quotas até meio de ano. A plataforma local Filmin teve dificuldades em acompanhar a procura e sofreu uma perda de 1%”, refere o relatório da JustWatch.

 

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Luis Batista Gonçalves

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Cerca de 2,7 milhões de portugueses viram Espanha sagrar-se campeã da Europa pela quarta vez 

Final Espanha x Inglaterra entrou diretamente para a quinta posição do top 10 dos jogos mais vistos em canal aberto. Os jogos de Portugal ocupam as quatro primeiras posições, com o Portugal x Eslovénia a ser o mais visto

Espanha venceu a Inglaterra na final do Euro 2024, por duas bolas a uma, e sagra-se pela quarta vez campeã da Europa, depois das conquistas de 1964, 2008 e 2012. Com esta vitória, Espanha é agora a seleção com maior número de europeus, ultrapassando a Alemanha.

Com transmissão na RTP1, a final foi vista por um total de 4,5 milhões de telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 2,7 milhões de telespetadores e um share de 51,8%. O jogo entre a Espanha e a Inglaterra teve um forte impacto nas audiências da RTP1, que sobretudo devido à transmissão do jogo, liderou no total dia com um share de 17,8%. A SIC ficou na segunda posição com um share de 13%, seguida da TVI com um share de 11,7%.

Comparativo com Euro 2016 e 2022 em canal aberto 

Se compararmos as últimas finais dos três últimos europeus vemos que a final de 2016, que teve a presença de Portugal foi a mais vista. A vitória de Portugal frente a França foi vista, em média por 3 milhões e 702 mil telespetadores e teve um share de 78,1%.


A final do Euro 2024 foi a segunda mais vista, tendo sido vista em média por cerca de 2,7 milhões de telespetadores (+19% vs. final do Euro 2020) e um share de 51,8%. Das três finais, a final do Euro 2020 entre Itália x Inglaterra foi a menos vista.

Espanha X Inglaterra com pico máximo de 3,2 milhões de telespetadores

A partida transmitida pela RTP1 registou uma performance crescente ao longo de toda a primeira parte. O interesse dos portugueses na partida diminuiu com o intervalo, no entanto este foi retomado logo que a segunda parte teve início.

A audiência da segunda parte foi superior à da primeira parte e mais estável. O pico de audiência aconteceu já perto do apito final, altura em que a Inglaterra fazia o último esforço para levar a partida para o prolongamento.

Jogos do Euro 2024 registaram uma maior audiência face aos jogos dos últimos dois europeus

A 14 de julho realizou-se o último jogo do Euro 2024, a final entre a Espanha e a Inglaterra. Em comparação com os dois últimos europeus podemos verificar que o Euro 2024 regista, no acumulado de todos os jogos, níveis de audiência média superiores (+27% face ao Euro 2020 e +0,5% face ao Euro 2016). O mesmo se verifica quanto aos jogos em que Portugal participou, que registaram uma audiência média de 3 milhões e 261 mil telespetadores (+1% vs Euro 2016 e +7% vs. Euro 2020).

Impacto das audiências em TV – Euro 2024

Durante o período do Euro 2024, a RTP1 e a SIC foram as únicas estações que registaram um aumento do seu share, quando comparado com a média do mês de maio. Ambas registaram um crescimento (+1.1p.p. vs. a média de maio). Apesar do crescimento da SIC, a TVI com um share de 15,6%, foi a estação mais vista durante o período do Europeu. A Sport TV, que transmitiu todos os jogos do Euro, registou um share de 1,0%, refletindo um aumento de +0.6p.p. face à média de maio.

Portugal x Eslovénia foi o jogo mais visto de toda a competição

O jogo da final entre Espanha x Inglaterra entrou diretamente para a quinta posição do top 10 dos jogos mais vistos em canal aberto. Os jogos de Portugal ocupam as quatro primeiras posições, com o Portugal x Eslovénia a ser o mais visto. O jogo registou uma audiência média de cerca de 3,6 milhões de telespetadores e um share de 65,6%.

Dos jogos em que Portugal participou, o jogo frente à Turquia foi o menos visto. O jogo ficou na sexta posição com uma audiência média de 2 milhões e 623 mil telespetadores e um share de 63,7%. Este foi também o único jogo de Portugal transmitido às 17h, sendo que todos os outros tiveram transmissão às 20h.

No canal de subscrição o jogo mais visto foi o jogo dos quartos de final entre Portugal e a França. O jogo que ditou a eliminação de Portugal contou com uma audiência média de 236 mil telespetadores e um share de 4,5%. Inglaterra x Eslováquia e o Espanha x Alemanha, considerada por muitos uma final antecipada, completam o top 3 dos jogos mais vistos no canal premium.

 

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport – Mediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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Alphabet negoceia compra de ‘startup’ de cibersegurança por €21 mil milhões

As funcionalidades de segurança otimizadas da Wiz poderão ajudar a Google a conquistar mais clientes para o seu serviço de computação na ‘nuvem’. Até à data, o maior investimento da Alphabet ocorreu em 2012, com a aquisição da Motorola Mobility, por €11,4 mil milhões

A Alphabet, empresa-mãe da Google, está em negociações para adquirir a ‘startup’ de cibersegurança Wiz, por cerca de 23 mil milhões de dólares (€21 mil milhões), revelou ao The Wall Street Journal, a 14 de junho, uma fonte familiarizada com o processo. O investimento poderá significar a maior aquisição de sempre da Alphabet.

A Wiz, fundada em Israel e sediada em Nova Iorque, fornece soluções de cibersegurança baseadas em computação na ‘nuvem’, com deteção de ameaças e respostas em tempo real, impulsionadas pela inteligência artificial. O acordo de aquisição, financiado maioritariamente em dinheiro, poderá ser concretizado em breve, acrescenta a mesma fonte ao The Wall Street Journal.

As funcionalidades de segurança otimizadas da Wiz poderão ajudar a Google a conquistar mais clientes para o seu serviço de computação na ‘nuvem’, num mercado competitivo em que a procura está a aumentar. Recorde-se que o serviço de computação na ‘nuvem’ da Google cresceu 28% para 9,57 mil milhões de dólares (€8,7 mil milhões) no primeiro trimestre deste ano.

Em 2023, a Wiz apresentou receitas de cerca de 350 milhões de dólares (€320 milhões) e, atualmente, trabalha com 40% das empresas da Fortune 100. Recentemente, arrecadou mil milhões de dólares (€916 milhões) numa ronda de financiamento privado, que avaliou a empresa em 12 mil milhões de dólares (€10,9 mil milhões).

O maior investimento da Alphabet ocorreu em 2012, com a aquisição da Motorola Mobility, por 12,5 mil milhões de dólares (€11,4 mil milhões).

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Leo Burnett Lisboa desenvolve ativação para a Castello

Através de um código QR, os consumidores podem degustar uma água gratuitamente. A iniciativa pretende amplificar a campanha publicitária desenvolvida no âmbito da comemoração dos 125 anos da marca, com planeamento de meios da Dentsu Media

A Leo Burnett Lisboa é responsável pela criatividade da ativação de marca que a água Castello está a promover, até 31 de julho, nas ruas de Lisboa atravessadas pelo elétrico 15, um dos símbolos da capital. Revestida a preto e vermelho, a viatura inclui um código QR que redireciona os consumidores para o site da marca, permitindo-lhes selecionar o ponto de venda onde podem desfrutar de uma água oferecida pela insígnia, numa ação de experimentação de produto.

A iniciativa pretende amplificar a campanha desenvolvida no âmbito da comemoração dos 125 anos da Castello, com planeamento de meios da Dentsu Media. “O Café Império, no Restelo, e a pastelaria A Tentação, na Praça da Figueira, recebem os passageiros para saborear uma água gaseificada premium simples, com fruta ou em mix com outras bebidas”, explica em comunicado a Central de Cervejas, que em 2019 adquiriu a concessão e a marca de água.

“Esta campanha publicitária representa o espírito da marca, o seu dinamismo, a inquietude e a ambição em estar cada vez mais presente nos momentos importantes do dia a dia de uma forma versátil, desafiadora e inesperada”, refere Martim Manoel, gestor de marketing da Castello. A oferta, que reforça a estratégia de comunicação da marca iniciada em 2023, é limitada a uma garrafa de água por participante e ao stock existente.

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