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Guiar o olhar até a ideia, sem se perder nem distrair

Apesar da dificuldade em escolher, Pedro Magalhães gostaria de ter feito a campanha A British Original e a que mais gostou de fazer foi a última que fez na FCB, uma campanha de cartazes e redes sociais para o ginásio especializado em treino de eletroestimulação, Rapid Fit & Well

Daniel Monteiro Rahman
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Guiar o olhar até a ideia, sem se perder nem distrair

Apesar da dificuldade em escolher, Pedro Magalhães gostaria de ter feito a campanha A British Original e a que mais gostou de fazer foi a última que fez na FCB, uma campanha de cartazes e redes sociais para o ginásio especializado em treino de eletroestimulação, Rapid Fit & Well

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Qual é a campanha que gostaria de ter feito?

Quem trabalha há tanto tempo como eu em comunicação publicitária, como criativo, já gostaria de ter feito algumas campanhas e de ter tido algumas daquelas ideias, para aí uns milhares delas, talvez. Em 30 anos, tenho toneladas daquela inveja boa que nos deixa de rastos e que ao mesmo tempo nos põe a transpirar para irmos atrás de uma ideia tão boa como aquela.

Tenho guardadas nessa gaveta da inveja boa, ideias como o filme Laranja, para o Sindicato dos Jornalistas, que nos dizia para não fazermos férias na Indonésia numa altura em que este país ainda ocupava Timor. Quando vi este filme pela primeira vez, estava ainda a estudar no IADE e tive a noção muito clara que era aquilo que eu queria fazer para o resto da vida.

Tenho também guardado nessa gaveta o Tô Xim da Telecel, em que tive a incrível sorte de ver o script chegar à impressora da Young & Rubicam, enviado pelo Edson Athayde.

Lembro-me de o ler e de perceber muito facilmente que aquela não era uma ideia normal e que iria ter um impacto enorme. Tenho também vários filmes da Guinness, onde se destaca acima de todos o Surfer, que acho que é uma obra de arte.

Guardo também o Lithany do jornal Independent, o Ice Skating Priests da Stella Artois, o Odyssey da Levis, o Gorilla da Cadbury’s, muitos da Nike, muitos da incrível Dove, do Burger King ou da Ikea. Tenho gavetas cheias e não saí dos filmes.

Mas, tendo de destacar apenas uma, qual é a campanha que mais o impressionou?

A ideia que me impressionou mais nos últimos tempos é brutalmente simples e abanou-me exatamente por essa simplicidade e pelo insight tão verdadeiro e tão relevante, daqueles pensamentos a que nós respondemos “Claro!” ou “Pois ééééé!”.

A campanha que gostaria mesmo de ter feito é o último Grand Prix de Cannes na categoria Outdoor, a campanha A British Original, da British Airways, um trabalho da agência Uncommon Creative Studio, de Londres.

Quais são as razões dessa escolha?

O início de tudo, o insight, é delicioso. Todos nós viajamos por variadíssimas razões e aquele momento em que nos perguntam qual a razão da nossa viagem não pode ter apenas duas opções de resposta, trabalho ou lazer, não são definitivamente as respostas verdadeiras para todos nós. A ideia é exatamente essa terceira opção de resposta.

A partir daqui, está aberto um mundo inteiro de opções verdadeiras e cada vez mais divertidas. A agência explora ainda as caraterísticas da Inglaterra e dos ingleses com as suas idiossincrasias carregadas de potencial criativo e de humor.

O que é que lhe chamou mais a atenção? O texto, a imagem, o protagonista ou outro aspeto da campanha? Porquê?

O que me chama mais a atenção é sempre a ideia. Quanto mais simples for mais falará connosco e mais universal será. É o caso desta ideia, que parte desse insight muito simples e o salto criativo é também muito simples e fácil de compreender e de nos relacionarmos com ele.

No meio das mais de 500 execuções estão de certeza várias respostas que poderiam ser nossas e que nos fazem rir, que nos fazem recordar uma viagem, que nos emocionam, que nos lembram que aquela resposta deveria ser a razão da nossa próxima viagem.

A imagem dos anúncios, a direção de arte, é de uma simplicidade desarmante e faz exatamente aquilo que acredito que a direção de arte deve fazer sempre, guiar o nosso olhar até a ideia, sem se perder nem distrair pelo meio em detalhes desnecessários.

Esta campanha vive essencialmente no formato outdoor, mas viajou por mais meios, como a imprensa, o digital e as redes sociais. O protagonista desta campanha somos nós, que estamos a ler o anúncio e a identificarmo-nos com aquela terceira opção de resposta. Essa é a maior força desta ideia.

Esta campanha inspirou-o a nível criativo?

Esta campanha inspirou, inspira e continuará a inspirar-me porque é uma prova de que precisamos acima de tudo de bons insights, de boas ideias e de execuções que valorizem esta boa ideia. Quando tudo isto acontece, a probabilidade de produzirmos uma grande peça de comunicação é enorme. O problema é que, por variadíssimas razões, é muito raro termos estes três componentes no nosso trabalho.

Qual é a campanha que fez que mais o concretizou profissionalmente? Porquê?

É difícil destacar uma campanha. Os trabalhos que fui fazendo para a Vodafone, a Super Bock, o Intermarché, as Páginas Amarelas, o Lipton Ice Tea, a Água das Pedras, a Sumol, a PT, os Jogos Santa Casa e o Exército de Salvação, enchem-me de orgulho porque foram marcas e pessoas que trabalharam em conjunto comigo e com a agência e, quando temos a coragem e o talento de trabalharmos em parceria, estamos sempre muito mais perto de produzir trabalho de grande qualidade criativa e com grande eficácia.

Mas esforçando-me para destacar um trabalho, escolho o último que fiz já na FCB, uma campanha de cartazes e redes sociais para um ginásio especializado em treino de eletroestimulação, o Rapid Fit & Well.

Como é que chegou a esta ideia e avançou para a concretização?

Parti de um insight simples que é o facto do nosso corpo ser o reflexo dos nossos comportamentos, o nosso corpo praticamente diz-nos como nos sentimos. Com este ponto de partida, cheguei à ideia de um tronco humano se poder parecer deliciosamente com uma cara e se esse tronco estiver em má forma vai parecer uma cara com uma expressão infeliz.

Acabei por construir três barrigas infelizes e a precisar claramente de sorrir. Aqui, o humor é uma peça central da ideia. As ideias nunca são fáceis de chegar. Quem diz o contrário está a mentir. Até acredito na primeira ideia, mas, para ter a certeza de que essa primeira ideia é a melhor, tenho de passar por muitas outras para voltar à inicial e perceber que é mesmo a melhor solução para aquele problema da marca.

Todas as boas ideias devem chegar através de um processo que começa num bom briefing à agência que dará origem a um bom trabalho de pesquisa e de consequente estratégia, que dará origem a um bom e curto briefing, que naturalmente dará origem a várias ideias e no meio delas estará a pepita de ouro certa para responder àquele bom briefing que foi passado lá atrás.

Tudo isto é feito com o tempo suficiente e certo para tudo acontecer de uma forma apurada, cuidada e profissional. Ou então não.

O que é que faz quando não tem ideias?

Tenho a incrível sorte de ser pago para pensar e ter ideias. As ideias não vêm exatamente quando queremos, mas, se soubermos chamá-las, elas aparecem.

Ficha técnica
–––

Campanha: A British Original
Cliente: British Airways
Agência: Uncommon Creative Studio/Londres
(*a agência não atribui créditos individuais)
CGI, animação, pós-produção: Recom Farmhouse
Fotografia: Christopher Anderson
Produção e agência fotográfica: We Folk
Elenco: Kharmel Cochrane

 

Ficha técnica
–––

Campanha: Barrigas Infelizes
Cliente: Rapid Fit & Well
Agência: FCB Lisboa
Diretor criativo executivo: Edson Athayde
Diretor criativo: Pedro Magalhães
Redator: Edson Athayde
Diretor de arte: Pedro Magalhães
Ilustração: Nébula

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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“Estávamos à procura de uma marca neste setor, que era um objetivo para este ano”, refere em declarações ao M&P Pedro Santana, coCEO da Fuel, que vai tratar da publicidade, digital e design da Iberdrola

A partir de agosto, a Fuel é a nova agência criativa da Iberdrola, que anteriormente trabalhava com a Bar Ogilvy, que acaba de conquistar a conta da Galp.

Na sequência de um processo de consulta de mercado, a agência do grupo Havas vai agora tratar da publicidade, do digital e do design da marca do setor energético. “Estávamos à procura de uma marca neste setor, que era um objetivo para este ano”, refere Pedro Santana, coCEO da Fuel, em declarações ao M&P, acrescentando que “vamos trabalhar tudo, a parte comercial e a distribuição”. Recorde-se que, até à data, a Fuel não detinha nenhuma conta publicitária na área da energia.

Sobre o autorCatarina Nunes

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Campanha Burger King promove hambúrgueres do chef David Muñoz (com vídeo)

A campanha com o chef com três estrelas Michelin, criada pela agência criativa francesa Buzzman, foi adaptada para o mercado nacional pela produtora portuguesa Rocky Studio e vai estar presente em televisão, publicidade exterior e digital

O Burger King está a lançar uma campanha multimeios para promover os novos hambúrgueres King Dabiz, criados pelo chef espanhol David Muñoz, também conhecido como Dabiz, que estão disponíveis em Portugal, França e Espanha.

A campanha foi criada pela agência criativa francesa Buzzman e adaptada para o mercado nacional pela produtora portuguesa Rocky Studio. Com planeamento de meios da Wavemaker Portugal, vai estar presente em televisão, publicidade exterior e digital. O spot publicitário, realizado por Antoine de Bary, foi filmado em França e contou com a produção da produtora francesa Iconoclast.

A receita de David Muñoz, vencedor do The Best Chef Awards e detentor de três estrelas Michelin, combina molho tártaro, maionese, chutney, bacon, picles e cheddar curado, com as opções de carne angus ou frango, servido em pão de croissant tostado. Em Portugal, os novos hambúrgueres estão disponíveis no Burger King, até 9 de setembro, em ‘take away’, ‘drive thru’ e em ‘home delivery’.

“Diverti-me muito a criar esta receita, que será saboreada por um público amplo. Ter carta branca por parte do Burger King, com o DNA que os caracteriza e que é garantia de uma verdadeira liberdade criativa, permitiu-me surpreender com a escolha de ingredientes, inovando através de novos sabores, para uma experiência disruptiva”, revela Dabiz Muñoz, em comunicado de imprensa.

“Partilhamos com o Dabiz o prazer de bem comer, uma paixão infinita de inovar e de satisfazer todos os públicos. Criámos em conjunto um produto completamente diferente, que, temos a certeza, irá surpreender os fãs do Burger King”, adianta Domingos Esteves, diretor-geral do Burger King Portugal.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Zurich recorre à LPM Comunicação para renovar revista corporativa

Agora em formato digital, a publicação da seguradora, que ganhou um troféu de Bronze na categoria Publicação Institucional na edição de 2024 dos Prémios de Comunicação do M&P, apresenta conteúdos dinâmicos, vídeos, áudios e galerias de imagens

A Zurich Portugal acaba de renovar a MagaZine, em colaboração com a LPM Comunicação. Agora em formato digital, a revista corporativa, que ganhou um troféu de Bronze na categoria Publicação Institucional na edição de 2024 dos Prémios de Comunicação do M&P, apresenta conteúdos dinâmicos, galerias de imagens, vídeos e áudios, permitindo ao leitor ler ou ouvir os artigos.

O novo número, dedicado ao verão, apresenta as tendências tecnológicas que vão marcar o futuro das empresas, num artigo de Marco Navega, diretor de tecnologias de informação da Zurich. “A MagaZine é uma peça de comunicação fundamental na difusão da nossa estratégia de negócio”, explica Ana Marreiros, diretora de comunicação da Zurich Portugal.

“Nesta edição, que se apresenta muito mais descontraída e dinâmica do que o habitual, obrigámo-nos a sair da zona de conforto dos nossos conteúdos corporativos, para explorarmos conteúdos ‘mainstream’, que sejam surpreendentes para uma revista de empresa”, acrescenta ainda a responsável. Lançada em 2012, a publicação da companhia de seguros conta já com 33 edições.

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Nacional reinventa o passado com nova imagem criada por Pedro Pires (com vídeo)

O rebranding (na foto) acompanha uma campanha para a gama de Corn Flakes, já no ar e criada também por Pedro Pires, mas desta vez através da Poets & Painters. A campanha tem planeamento de meios da Havas Portugal, redes sociais a cargo da Live Content e marketing de influência da Luvin

A Nacional tem uma nova identidade visual criada por Pedro Pires, que, quando aceitou o projeto, ainda se encontrava na Solid Dogma. A nova imagem, que abrange todo o portefólio de produtos da Nacional, foi inspirada no passado da marca, reinventando-o a pensar num novo futuro.

A insígnia apresenta ainda uma nova assinatura, ‘Nacional é a companhia original dos Cereais’, que pretende representar o pioneirismo da marca no mercado dos produtos cerealíferos. No âmbito digital, a marca já se apresenta com um tom de comunicação renovado e com uma nova identidade visual.

“Somos uma marca considerada de confiança, tradicional, histórica e que goza de uma elevada notoriedade. No entanto, temos a ambição que a marca se torne intemporal, mais contemporânea, autêntica e sofisticada. Queremos, com esta nova imagem e posicionamento, surpreender os nossos consumidores e tornar-nos ainda mais próximos deles”, destaca Leonor Assunção, gestora de marca da Nacional, citada em comunicado de imprensa.

Segundo a Nacional, o novo logotipo foi trabalhado de forma a criar um equilíbrio entre o clássico e o contemporâneo, considerando o legado da marca. No que diz respeito ao ‘packaging’, a nova imagem já está implementada nos diversos produtos da marca. Os próximos passos passam pela atualização das embalagens dos restantes cereais e barras, para garantir uma coerência visual em toda a linha de produtos.

O rebranding acompanha uma campanha para a gama de Corn Flakes, já no ar e criada também por Pedro Pires, mas desta vez através da Poets & Painters. Presente em publicidade exterior, digital, redes sociais e ponto de venda, a campanha tem planeamento de meios da Havas Portugal. As redes sociais estão a cargo da Live Content e a Luvin é responsável pelo marketing de influência. A Nacional ainda tem mais três campanhas programadas até ao final do ano, focadas nas gamas de bolachas e farinhas.

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José de Guimarães cria logótipo para A Magazine

O artista vimaranense, que se inspirou nos desenhos de areia africanos, sucede a nomes como Joana Vasconcelos, Alexandre Ferreira, Mariújo, Francisca Amaro, André Panóias, Maria João Gomes e Oficina Marques. O novo número da publicação é lançado ainda em julho

Guimarães é o tema da nova edição da revista A Magazine. José de Guimarães pinta a letra do logótipo, que em todas as edições é recriada por artistas, artesãos ou designers conceituados. “Esta obra que fiz especialmente para a capa é inspirada na linguagem que estou a usar nos meus trabalhos, exceto o castelo de Guimarães, que entra como um elemento de referência à cidade berço”, esclarece o artista plástico vimaranense. O A do logótipo é recriado com quadrados bicolores com círculos no centro.

“Esta linha gráfica é proveniente e inspirada na cultura dos povos da Lunda do nordeste de Angola, os quiocos, que desenham na areia”, explica José de Guimarães, revelando que os desenhos foram declarados Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Além do fundo azul ultramarino, o logótipo, pintado sobre papel artesanal, incorpora elementos gráficos vermelhos, amarelos e verdes pintados a guache e ‘drippings’ em acrílico encarnado.

A criação do artista, que ilustra a décima edição da publicação, que é lançada até ao final do mês, sucede a reinterpretações da primeira letra do alfabeto romano anteriormente feitas em croché (Joana Vasconcelos), mármore (Alexandre Ferreira), cerâmica (Mariújo/Viúva Lamego), bordado com ponto de Arraiolos (Francisca Amaro/Tiraz), madeira (André Panóias/Mal Barbado Woodcraft), palmas das serras algarvias (Maria João Gomes/Palmas Douradas) e pintura em cerâmica (Oficina Marques).

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Campanha da Renova oferece um ano de casa paga

A campanha decorre até 31 de outubro e materializa-se através de iniciativas de ativação de marca no ponto de venda, redes sociais e embalagens dos produtos

A Renova acaba de lançar a campanha Um Ano de Casa Paga, criada pela equipa interna de marketing da empresa de papel ’tissue’, que se propõe oferecer aos cidadãos a oportunidade de ganhar um ano da prestação da casa ou renda paga, até ao valor máximo de €750 mensais.

No âmbito da campanha, até 31 de outubro, ao adquirir pelo menos dois produtos da marca Renova, os participantes devem submeter os respetivos talões de compra no site oficial do passatempo, onde está também disponível o regulamento da campanha.

A campanha vai materializar-se através de iniciativas de ativação de marca no ponto de venda, redes sociais e nas embalagens de produtos Renova.

“Com esta campanha, a Renova pretende reforçar o seu compromisso em contribuir para o bem-estar das famílias, não apenas através dos seus produtos, mas também com soluções concretas de apoio ao seu quotidiano”, realça a Renova, em comunicado de imprensa.

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Turismo do Centro investe €700 mil para promover região (com vídeos)

Produzidos pela Lobby, os cinco filmes publicitários que integram a nova campanha segmentam a comunicação promocional da região, explorando os cinco eixos em que a entidade de promoção turística aposta para atrair mais visitantes nacionais

€700 mil é o montante que o Turismo do Centro está a investir, ao longo do ano, para promover a região. A estratégia de promoção inclui a campanha que a entidade regional lança a 16 de julho. Divulgada em televisão, digital, redes sociais, email marketing, motores de busca, imprensa especializada e imprensa regional, inclui cinco filmes publicitários de 20 segundos que exploram os cinco eixos em que a entidade de promoção turística aposta para atrair mais visitantes nacionais à região, que abrange 100 municípios.

Para além de três produtos tradicionais (gastronomia e vinhos, turismo de natureza, turismo espiritual), os anúncios, com criatividade e produção da Lobby, exploram as duas novas apostas estratégicas da instituição, o turismo náutico e o turismo industrial. “Os anúncios publicitários vão ser exibidos durante duas semanas na CMTV e também na SIC Notícias, de 15 em 15 dias, até ao final do ano”, revela ao M&P Adriana Rodrigues, diretora de comunicação, imagem e relações públicas do Turismo do Centro.

Ao contrário das campanhas lançadas em 2022 e 2023, o plano de meios da nova comunicação promocional não inclui rádio nem múpis. “A intenção agora não é tanto aumentar a notoriedade da região, daí apostarmos numa comunicação mais segmentada, também para medir resultados. Tentamos medir ao máximo as inserções que fazemos para otimizar o retorno do investimento”, explica a responsável, que também recorre a conteúdos patrocinados no SAPO, na Magg e no Observador para divulgar o centro do país.

A estratégia que tem vindo a ser implementada está a dar frutos. “Nos primeiros cinco meses deste ano, o número de dormidas na região cresceu 5,3% e os proveitos decorrentes do alojamento aumentaram 5,9%”, revelou Raul Almeida, presidente do Turismo do Centro, a 16 de julho, num evento que serviu também para apresentar os vídeos promocionais da Experimenta Paisagem. Produzidos pela Slideshow, os filmes divulgam as iniciativas culturais que o ateliê de arquitetura Mag dinamiza em vários municípios da região.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Regulamento da UE sobre inteligência artificial deixa dúvidas em aberto

Legislação, que entra em vigor a 1 de agosto, obriga empresas a terem custos de conformidade, códigos de conduta, regras sobre os direitos de propriedade intelectual, incluindo também imposições no uso de determinados tipos de sistemas de inteligência artificial

O novo Regulamento sobre Inteligência Artificial da União Europeia (UE), que entra em vigor a 1 de agosto, vai regular as aplicações de inteligência artificial (IA) com base nos perigos que o Conselho Europeu identifica na interação entre seres humanos e os sistemas de IA, incluindo os riscos crescentes para a segurança dos cidadãos da UE e a potencial perda de postos de trabalho.

Kai Zenner, assessor parlamentar envolvido na redação do regulamento, citado no Financial Times, refere que “a lei é bastante vaga” e é “um tiro no escuro”, enfatizando ainda que “a falta de tempo conduziu a um resultado em que muitas coisas permanecem em aberto” e que “os legisladores não conseguiram chegar a um acordo, então foi mais fácil chegar a um compromisso”.

O regulamento, que será plenamente aplicável 24 meses após a entrada em vigor, classifica e divide os diferentes sistemas de IA em categorias de risco. Os que apresentam um risco mínimo, incluindo aplicações como os filtros de spam, não serão regulamentados. Os sistemas de risco limitado, como os ‘chatbots’, estarão sujeitos a determinadas obrigações de transparência. As regras mais pesadas vão recair sobre os fornecedores de sistemas classificados como de alto risco, sistemas que podem, por exemplo, traçar perfis de indivíduos ou processar dados pessoais.

A nova legislação estabelece determinadas obrigações para a utilização de IA, com base nos seus riscos potenciais e no seu nível de impacto, estipulando coimas por infrações que são fixadas em percentagem do volume de negócios anual global da empresa infratora. Códigos de conduta e requisitos de transparência, regras sobre os direitos de propriedade intelectual, proibição de certas aplicações, casos de exceção à lei e restrições no uso de determinados tipos de sistemas de IA são algumas das regras.

Alguns profissionais do setor, questionados pelo Financial Times, consideram que a proposta foi apressada, indevidamente elaborada e que vai impedir a inovação das empresas. “Esta abordagem dispersa resultou num regulamento mal concebido que irá dificultar as tentativas da Europa de competir com os Estados Unidos na criação das empresas de IA do futuro”, adverte Cecilia Bonefeld-Dahl, diretora-geral da DigitalEurope, associação que representa o setor tecnológico europeu, acrescentando que com a nova legislação as empresas europeias estarão “a contratar advogados enquanto o resto do mundo está a contratar programadores”.

Um funcionário da UE, citado no mesmo artigo, explica que a atual legislação não esclarece se sistemas como o ChatGPT estão a agir ilegalmente quando aprendem a partir de fontes protegidas pela lei dos direitos de autor. “O que é que se entende por remuneração justa para os criadores dos conteúdos originais? Que informação é protegida se foi parcialmente gerada por IA? Não temos respostas para estas perguntas”, destaca a mesma fonte.

Para Andreas Cleve, CEO da startup de saúde Corti, a preocupação está nas pequenas empresas. “Os custos de conformidade, que os representantes europeus admitem poderem atingir valores na ordem dos seis dígitos para uma empresa com 50 funcionários, representam um imposto adicional para as pequenas empresas”, afirma o responsável, citado pelo Financial Times.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Business Connection: 2.ª Edição reúne líderes empresariais em evento inovador que celebrou a cidade de Matosinhos

Sob a temática “Mar à Mesa”, o evento, organizado pela E-goi, destacou-se ao celebrar Matosinhos enquanto promovia conexões valiosas.

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Após o sucesso da primeira edição em Lisboa, realizada no restaurante da renomada Chef Justa Nobre, o Business Connection, evento exclusivo de networking, regressou em 4 de julho. Desta vez, mais de 50 profissionais de diversas empresas reuniram-se num local especial: a sede da E-goi, em Matosinhos.

O espaço, que habitualmente acolhe as inovações da E-goi, plataforma de marketing omnicanal, foi adaptado para receber os convidados, que desfrutaram de uma experiência gastronómica exclusiva enquanto fortaleciam conexões e desenvolviam parcerias estratégicas.

Com a temática “Mar à Mesa”, o evento não só enalteceu a importância das conexões profissionais, mas também homenageou a cidade de Matosinhos, reafirmando o compromisso da E-goi com a comunidade local.

Para além dos pratos exclusivos preparados pela Clavel’s Kitchen, uma agência especializada em publicidade gastronómica, os participantes puderam explorar as últimas tendências de mercado e receber insights valiosos de especialistas em áreas como marketing, inteligência artificial, transformação digital, e-commerce e phygital.

Ernesto Ferreira , Head de Global Sales, comentou sobre a concepção do evento: “A nossa intenção foi criar um ambiente dinâmico e inovador onde as oportunidades de negócio surgissem de maneira natural. Diferentemente dos eventos tradicionais, oferecemos um momento de descontração e conversas espontâneas sobre temas relevantes. Foi gratificante ver as discussões fluindo naturalmente sobre ações, estratégias e tendências”.

Uma nova edição do evento está planeada para os próximos meses em Lisboa, continuando a proporcionar momentos memoráveis de networking e troca de conhecimentos.

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Paula Gouveia é a nova diretora do Açoriano Oriental

Licenciada em comunicação social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Paula Gouveia passou pela Antena 1/Açores, TSF/Açores e colaborou pontualmente com o Diário de Notícias. A profissional está no Açoriano Oriental desde 2001

Paula Gouveia é a nova diretora do jornal Açoriano Oriental. A jornalista, que até agora ocupava a posição de diretora interina do título, vai tomar oficialmente a liderança editorial do mais antigo jornal português em circulação.

Licenciada em comunicação social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Paula Gouveia está no Açoriano Oriental desde 2001, tendo já desempenhado as funções de subdiretora, editora e coordenadora editorial. A profissional passou ainda pela Antena 1/Açores, TSF/Açores e colaborou pontualmente com o Diário de Notícias. Foi também membro da comissão organizadora do I Congresso dos Jornalistas dos Açores, em 2023.

O Global Media Group, através da AçorMedia, revela em comunicado de imprensa que “esta nomeação representa uma aposta clara no talento da equipa do Açoriano Oriental e confirma o compromisso do Global Media Group com o mais antigo jornal do país, que continua a ser a referência maior de informação na região autónoma”.

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