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‘Já não é possível construir marcas através da televisão’

“As lojas vão passar a ser uma espécie de showroom das marcas, um local onde o consumidor vai ver, sentir, cheirar, provar a marca.

Pedro Durães
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“As lojas vão passar a ser uma espécie de showroom das marcas, um local onde o consumidor vai ver, sentir, cheirar, provar a marca.

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“As lojas vão passar a ser uma espécie de showroom das marcas, um local onde o consumidor vai ver, sentir, cheirar, provar a marca. Quem decide se quer comprar vai fazê-lo online.” Esta é uma das previsões sobre a evolução do retalho de Martin Lindstrom, neuromarketeer e especialista em branding, que fundou a sua própria agência de publicidade com apenas 12 anos e que esteve na última semana em Portugal para participar na conferência Tardes de Comércio, uma iniciativa dos Prémios Mercúrio. O autor de Buyology – A ciência do neuromarketing, eleito em 2009 como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela Time, veio falar sobre os desafios que se colocam actualmente aos retalhistas. Em entrevista ao M&P analisa as novas tendências do neuro-marketing e da psicologia do consumidor, a importância dos media sociais e os pontos chave da construção de marca em tempos de crise.

Meios & Publicidade (M&P): Veio a Portugal para falar sobre os desafios que se colocam hoje aos retalhistas. Que desafios são esses?

Martin Lindstrom (ML): Há três grandes desafios. Um deles tem a ver com o desconto. Hoje em dia, os consumidores querem mesmo obter esse desconto mas, por outro lado, quanto mais desconto se dá mais as pessoas ficam viciadas neles e isso conduz a uma espiral negativa. É preciso evitar dar tantos descontos. O segundo desafio diz respeito à interessante luta entre os retalhistas e as lojas de marca própria, que começam a ter uma maior fatia dos gastos dos consumidores. Isto significa que, no futuro, as marcas vão tornar-se mais proeminentes e eficazes em cativar consumo e, além disso, vão voltar a lutar entre si na disputa pela maior fatia de mercado. O terceiro aspecto tem a ver com o tempo de produção e distribuição dos produtos aos retalhistas, que é demasiado longo para os dias que correm. Isto é um problema para aquilo a que chamo gratificação instantânea. As pessoas querem respostas imediatas, basta olhar para as redes sociais. Quando vemos que um produto foi lançado em determinada parte do mundo e só podemos comprá-lo nos nossos retalhistas meio ano depois, não temos essa resposta imediata e actualmente isso já não funciona.

M&P: Esses são desafios globais. Há algum desafio particular que tenha identificado no retalho português?

ML: Aqui em Portugal há um problema com o segmento de luxo, as pessoas não dispõem de recursos para comprar marcas caras. Fui até a vossa rua de luxo [Avenida da Liberdade], estive nas lojas da Louis Vuitton, Prada, etc., e não estava lá ninguém. Isto não é um bom sinal. O grande boom do segmento de luxo está a cair e acabámos num mundo de descontos. E quanto mais dependemos do desconto, menos os consumidores estarão dispostos a voltar se não lhes oferecermos ainda mais descontos. Este é o ciclo a que estamos a assistir.

M&P: Como é que os retalhistas podem contrariar esse ciclo?

ML: Em primeiro lugar, quando colocam à venda as suas marcas, precisam de saber que não devem avançar com descontos, devem fazer algo diferente que deixe a mesma sensação. Ao vender uma mala Louis Vuitton, em vez de fazer um desconto, o retalhista pode dizer que na compra da mala oferece um porta-chaves da marca dizendo que é uma edição limitada. O consumidor continua a sentir que o custo foi justificado e não se está a colocar em risco o nível de preço da marca, que depois de terminada a crise precisa de continuar a vender as suas malas a um preço elevado. Outro aspecto tem a ver com o facto de que, no futuro, as marcas precisam de passar a trabalhar a dois níveis: o nível emocional mas também o nível racional. O lado emocional, aquele que é mais trabalhado hoje, diz respeito àquilo que sentimos pela marca, que nos leva a gostar da marca e estar disposto a pagar um pouco mais para a ter. O outro lado, mais racional, tem a ver com a justificação para esse impulso emocional. No caso de um casaco caro em que não conseguimos um desconto, a marca pode criar um casaco com dois lados e dizer: “Não fazemos desconto mas o casaco que lhe estamos a vender são na verdade dois casacos pelo preço de um e não precisa de comprar mais casacos nos próximos quatro anos.” O que as marcas devem fazer passa por oferecer de antemão a justificação racional ao consumidor. A terceira coisa é a capacidade para estar constantemente a renovar a loja e torná-la uma experiência para o consumidor, estimulando todos os sentidos.

M&P: Pode exemplificar?

ML: Hoje sabemos que se passarmos determinado tipo de música numa loja, os consumidores vão passar lá mais tempo e se colocarmos determinado cheiro as pessoas vão comprar mais. Estudos demonstram, por exemplo, que a duplicação do tamanho do cesto de compras faz aumentar em 40 por cento a tendência para comprar. Se as marcas não apelarem aos cinco sentidos por que motivo devemos escolhê-las? A força das lojas de retalho tem a ver com a possibilidade de cheirar as coisas, senti-las nas nossas mãos e prová-las. Não é possível fazer isso online. Só apelando aos cinco sentidos é que os retalhistas poderão continuar a ter pessoas nas lojas e evitar que elas se limitem a comprar online. Se uma pessoa quer comprar um livro e eu lhe der o livro para a mão, o simples facto de a pessoa o estar a segurar torna 60 por cento mais provável que o compre. É nisto que os retalhistas têm de trabalhar.

M&P: Será isso suficiente para que os consumidores continuem a comprar nas lojas ou a tendência passa pela compra online?

ML: O que vai acontecer durante os próximos quatro a cinco anos é que as lojas de retalho vão mudar. Vão passar a ser uma espécie de showroom das marcas, um local onde o consumidor vai ver, sentir, cheirar, provar a marca. Quando decide se quer comprar vai fazê-lo online. Ou seja, as lojas vão passar a ser uma montra e não um local onde se fazem as trocas comerciais.

M&P: Escreveu Buyology – A Ciência do Neuromarketing. Quais são as últimas tendências na área do neuromarketing?

ML: O neuromarketing tem vindo a estudar o que se passa no cérebro dos consumidores quando compram algo porque isso pode ajudar a perceber melhor os motivos que levam as pessoas a comprar. O que sabemos hoje é que a decisão sobre cerca de 85 por cento de tudo aquilo que compramos diariamente tem lugar numa parte não consciente do nosso cérebro, pelo que não temos sequer consciência do que nos levou a fazer esta ou aquela compra. Pode ter a ver com o som que estamos a ouvir, com um odor que detectámos… Ao nível de tendências, os estudos mostram que hoje questões sanitárias, por exemplo, são incrivelmente determinantes no momento em que os consumidores decidem a compra, o que faz com que não queiram comprar uma t-shirt que já foi muito mexida ou que não comprem algo porque não está embrulhado ou acondicionado da forma mais correcta. Uma outra tendência ao nível do neuromarketing tem a ver com o medo. O medo vai conduzir muitas das compras e determinar o comportamento do consumidor, seja o medo de não ser uma boa mãe, de não ser uma boa esposa, de não conseguir dar uma boa alimentação aos filhos… Sabendo disto, as marcas vão forçar ainda mais o medo, vão tirar partido dele. Vão apostar em anúncios onde dizem que se não usar aquela marca vai deixar de ser popular ou vai ter determinada doença, isto é, vão focar na consequência de não comprar aquela marca e não na vantagem de a comprar. Não é muito agradável mas é o que está a começar a acontecer. Vamos ver medo, culpa e questões sanitárias.

M&P: O potencial do neuromarketing e da psicologia dos consumidores está a ser explorado pelas marcas?

ML: Começa a estar. Escrevi o livro na altura em que as pessoas começavam a despertar para este assunto, mas hoje posso dizer que cerca de 40 por cento das marcas mundiais de topo estão a explorar o potencial da neurociência. E calculo que esse número chegará aos 100 por cento num prazo de dez anos. A neurociência vai estar em todo o lado, desde a forma como as marcas comunicam até à forma como desenham os seus produtos.

M&P: Nesta conjuntura de crise, o que se passa no cérebro dos consumidores?

ML: Não estão a comprar produtos mas não porque não tenham dinheiro. Os consumidores não estão a comprar porque têm medo das consequências dessa compra. Um bom exemplo disso é a marca de automóveis Hyundai. No ano passado lançaram um novo modelo com uma garantia que basicamente dizia: “Se comprar o nosso carro poderá devolvê-lo e receber o dinheiro de volta durante o primeiro ano caso perca o emprego.” O resultado foi uma subida de mais de 20 por cento nas vendas do último ano e apenas cinco carros foram devolvidos. As pessoas não estavam a comprar por não terem dinheiro mas por terem medo de vir a perder o emprego. É um facto que a recessão está ter este tipo de impacto no consumo, não acredito que alguma vez voltemos a ter níveis de consumo semelhantes àqueles que tínhamos há alguns anos.

M&P: Do ponto de vista das marcas, o que é preciso para se construir uma marca forte nos dias que correm?

ML: O mais importante hoje são os valores com que a marca se identifica. Têm de ser fortes, relevantes e absolutamente sólidos para que o consumidor se consiga relacionar e identificar com eles. Em segundo lugar, a marca tem de se destacar. É preciso fazer algo diferente de forma dramática para vincar a sua diferenciação relativamente à concorrência na mente dos consumidores. Por fim, é incrivelmente importante que a marca esteja constantemente a quebrar regras. Actualmente, continua a haver muitas marcas que se concentram em conceber um bom logótipo e em ter bons produtos. Isso não é suficiente. É preciso que as marcas tenham uma atitude tão inteligente que nem seja necessário ver o logo para identificar a marca. Isto acontece se a marca for dona de uma série de simbolismos não conscientes, como acontece com a forma da garrafa de Coca-Cola, por exemplo. O simbolismo é hoje o aspecto mais determinante no processo de branding.

M&P: O que é que as marcas devem fazer para enfrentar a actual crise?

ML: É preciso apostar mais naquele marketing que é menos evidente. As marcas não devem gastar todo o seu dinheiro em anúncios de televisão e imprensa. É bom e importante mas não é a resposta para tudo. A resposta passa por questionar como é que a marca pode ser activa e provocadora na internet, como é que pode fazer algo que não será esquecido. Isto só será possível se forem utilizadas todas as novas formas de comunicação disponíveis. Os retalhistas e as marcas precisam de compreender que hoje já não é possível construir marcas através da televisão. É bom trabalhar em televisão, usá-la como suporte, mas o condutor principal tem de ser o word-of-mouth. As pessoas ouvem mais o que dizem os amigos do que aquilo que se diz na televisão. Estão cépticos, acreditam que a televisão só lhes quer vender as coisas.

M&P: Qual a importância que assumem hoje os media sociais na construção das marcas?

ML: Estamos a começar a perceber que se houver uma forte presença nesses meios, se passarmos tempo no Facebook, no Twitter e em todas essas plataformas, esta é uma boa forma de arrancar e de começar a ser ouvido. Os consumidores passam mais tempo na internet do que a ver televisão, o que faz com que este seja um meio importantíssimo que não pode ser colocado de lado. As marcas devem saber se, quando um consumidor procura no Google por um determinado produto, são um dos três primeiros resultados a surgir. Se não forem têm de optimizar imediatamente a sua configuração de search engine para assegurar que aparecem no topo. Os consumidores não vão à segunda página de resultados.

M&P: Tendo em conta a interactividade que os consumidores pretendem das marcas e a capacidade que têm para determinar a sua notoriedade na internet, o poder está do lado das marcas ou dos consumidores?

ML: Do lado dos consumidores, sem dúvida e isso vai ser ainda mais evidente dentro de dois ou três anos. Esse poder está a afastar-se cada vez mais das marcas. Cada consumidor, graças à internet, tem como que uma estação de televisão e tem mais acesso a ela do que as marcas que têm de investir muito dinheiro para terem tempo de antena. E hoje os consumidores são instantâneos, reagem muito rapidamente e se não gostam de uma marca simplesmente afastam-se. As marcas, por seu turno, são muito mais lentas nas suas respostas, pelo que não conseguem reagir e mudar de direcção com a mesma rapidez que os consumidores. As marcas terão de estar dispostas a abdicar de todo o poder e dá-lo aos consumidores dizendo “aqui está a nossa marca, está na hora de serem responsáveis pelo nosso marketing”. É isso que vai acontecer. Se uma marca não tiver consciência disto vai ser vista como um dinossauro antiquado.

M&P: As marcas estão preparadas para abdicar desse poder?

ML: Não, não estão. Muito poucas estão preparadas para o fazer porque têm medo de perder o controlo. A próxima geração de marcas vai ter de fazê-lo para sobreviver. Mas as marcas actuais têm três ou quatro anos para perceber que não têm alternativa.

Sobre o autorPedro Durães

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Domínio .pt não é prioritário para Amazon

Quatro anos depois do lançamento em Portugal, os portugueses continuam a ser redirecionados para a Amazon espanhola. Em declarações ao M&P, Inês Ruvina (na foto), gestora nacional da plataforma de comércio eletrónico, revela que não há planos para inverter a situação, apesar de a empresa estar a investir em Portugal

Ativar o domínio português não é prioritário para a Amazon, que continua a recorrer à plataforma de comércio eletrónico espanhola para alavancar o negócio em Portugal. Apesar de estar operacional desde 2021, o endereço Amazon.pt continua a redirecionar os consumidores nacionais para o site espanhol.

“Estamos muito contentes com o percurso da empresa em Portugal, que tem aproveitado a configuração que existe na Europa, sobretudo em Espanha. A Amazon tem uma rede logística europeia, da qual tiramos partido para servir os nossos clientes, mas vamos continuar atentos às oportunidades para ir melhorando a experiência de compra”, garante ao M&P Inês Ruvina, gestora da Amazon em Portugal.

A plataforma, que está disponível em língua portuguesa e comercializa marcas portuguesas como Castelbel, Vista Alegre, Ach Brito e Costa Nova, continua, no entanto, continuar a contar com o investimento da casa-mãe nos Estados Unidos.

Para promover a edição de 2024 do Prime Day, com milhares de descontos entre as 23h de 15 de julho e as 22h59 de 17 de julho, a empresa tem no ar a maior campanha publicitária do ano.

Adaptada para Portugal pela Amazon, que a concebeu internamente nos Estados Unidos, foi produzida pela Hungryman. Com planeamento de meios da Rufus, está presente em televisão, rádio, imprensa, suportes digitais e redes sociais.

No ano passado, globalmente, os clientes da Amazon pouparam 2,5 mil milhões de dólares (€2,31 mil milhões) em 375 milhões de produtos, com as compras durante o Prime Day.

Em Portugal, a empresa não divulga quanto é que os subscritores nacionais do serviço Prime gastaram a menos. “Posso partilhar apenas que entre os produtos mais comprados estão toalhitas de bebé da Dodot, cápsulas de café da Delta Q, desodorizantes masculinos da Rexona e lâmpadas LED da TP-Link Portugal”, refere Inês Ruvina.

Para divulgar o Prime Day 2024, a Amazon conta com um estudo desenvolvido com a GfK, que revela que 89% dos portugueses aproveitam períodos de promoções para fazer compras online.

A análise identifica os três fatores críticos que impulsionam o comportamento digital dos consumidores nacionais, apontando o preço (69%) como o mais decisivo, seguido dos descontos (67%) e da garantia de entrega rápida (51%).

“Os resultados que obtivemos são encorajadores. 96% dos inquiridos já compra online e 94% confia nas plataformas de ecommerce”, refere a gestora da empresa, que também disponibiliza em Portugal o Amazon Business, uma plataforma de vendas independente que permite às marcas alcançar cinco milhões de clientes empresariais.

Parcerias com TVI e RTP

A par do comércio eletrónico, a Amazon continua a investir no Prime Video, serviço de streaming lançado em 2006, em Portugal desde 2017, no âmbito das parcerias estabelecidas com a Media Capital e a RTP.

“Vamos aproximar-nos do cliente português com uma oferta de entretenimento nacional dedicada, para complementar a oferta internacional. Vamos ter séries documentais sobre o Tony Carreira e a apresentadora Maria Cerqueira Gomes e adaptar ‘La que se avecina’, série que teve muito sucesso em Espanha”, revela Inês Ruvina.

A parceria com a Media Capital foi estabelecida em 2023 para cofinanciar o regresso da série ‘Morangos com açúcar’, exibida em simultâneo na TVI e na plataforma digital da Amazon, à semelhança das produções que estão a ser ultimadas. ‘Punto Nemo’, a nova coprodução com a RTP, estreia antes do fim do verão.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Marketing

Adico escolhe Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas

A Adico, empresa de mobiliário metálico reconhecida pela icónica cadeira portuguesa lançada nos anos 1930, nomeou Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing.

Gonçalo Coelho de Carvalho é licenciado em arquitetura pela ESAP (Escola Superior Artística do Porto) tirou uma pós-graduação em gestão imobiliária na FEP, um MBA executivo na Católica/ESADE e um doutoramento em gestão empresarial aplicada, no ISCTE, com tese em estratégia no canal do retalho.

“Estou muito entusiasmado com este novo desafio. Tratando-se de uma marca com mais de 100 anos e com presença em todo o mundo, será extremamente desafiante contribuir para o seu contínuo reconhecimento, fortalecimento e crescimento. Estou confiante de que, com a talentosa equipa Adico, alcançaremos grandes sucessos”, refere Gonçalo Coelho de Carvalho, citado em comunicado de imprensa.

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas. Em 2013, assume a liderança do marketing da multinacional suíça Sika, em Portugal, cargo que ocupa durante nove anos, acumulando, nos últimos três anos, a direção de ‘building finishing’. Mais recentemente, tem trabalhado como consultor em estratégia e crescimento de negócios e como professor universitário.

Miguel Carvalho, diretor geral da Adico, destaca o perfil e a experiência profissional do novo diretor, como os fatores essenciais para esta nomeação. “Estamos muito satisfeitos com a entrada do Gonçalo Coelho de Carvalho para o cargo de diretor comercial e de marketing. O Gonçalo tem uma vasta experiência profissional que será fundamental para continuar a impulsionar o crescimento da Adico. Estamos confiantes de que a sua liderança e visão estratégica contribuirão significativamente para o sucesso da nossa empresa”, refere.

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Media

IADE lança curso de media, informação e entretenimento em parceria com GCI Media Group

O curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas

O IADE tem um novo curso de especialização em media, informação e entretenimento, criado em parceria com o GCI Media Group, grupo de consultoria de comunicação. Com uma duração de oito meses, o curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas.

Carlos Rosa, diretor do IADE–Universidade Europeia, salienta que o curso “vem dar resposta às necessidades de um mercado em constante transformação, que precisa de profissionais ágeis e com fortes capacidades ao nível da criatividade e da inovação. Para tal, associamo-nos ao GCI Media Group e reunimos um grupo de docentes de referência, especialistas na área e cujas experiências profissionais irão enriquecer ainda mais os conteúdos programáticos do curso, preparando os alunos para os desafios contemporâneos da comunicação, capaz de informar, envolver e acima de tudo de criar conexões emocionais e autênticas.”

O novo curso de especialização em media, informação e entretenimento conta com a coordenação de André Gerson, CEO do GCI Media Group, e de Carla Cachola, coordenadora e docente da pós-graduação em imagem, protocolo e organização de eventos na Universidade Europeia, que integra o IADE. A par  com os coordenadores, tem como docentes Bruno Batista (presidente do GCI Media Group), Graça Teófilo (gestora de assuntos públicos do GCI Media Group), Patrícia Matos (jornalista e pivot do Now), Marcos Pinto (jornalista), Marta Leite de Castro (apresentadora da CNN e produtora de conteúdos), Nuno Azinheira (ex-jornalista e profissional de comunicação), Teresa Byrne (conselheira do gabinete da ministra da Cultura e especialista em relações internacionais) e Jorge Rodrigues da Silva (mestre em psicologia social e formado em psicologia clínica).

André Gerson, coordenador do novo curso do IADE e CEO do GCI Media Group, sublinha que “é com muito orgulho que nos associamos ao IADE, uma referência com mais de 50 anos no ensino da criatividade em Portugal, e criamos este curso em parceria. É complementar ao que o IADE já tem na sua oferta formativa e vem reforçar competências ao nível da inovação, criatividade, diversidade e agilidade, essenciais a qualquer estratégia de media, informação e entretenimento. Os programas de entretenimento e informação, que cada vez mais geram conteúdos para o digital e se promovem nessas plataformas complementares à sua génese, o crescimento dos serviços de streaming, a concorrência de várias plataformas de distribuição, o boom do formato videocast, têm exigido de todo o setor uma maior preparação e aquisição de competências mais integradas”.

 

 

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Comunicação

Agência de comunicação LCPA Creative Agencies dá origem à KOR Creatives

A empresa algarvia, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. O processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ agora apresentado começou a ser trabalhado em 2022

A agência de comunicação algarvia LCPA Creative Agencies, sediada em Faro, é agora KOR Creatives. Fundada em 2014, a empresa, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. “Após uma década de experiência e crescimento, estava na hora de mudar. Para apresentar a KOR Creatives, desenvolvemos ao longo dos últimos 18 meses um processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ a nível interno”, explica a agência.

O reposicionamento iniciou-se em 2022, impulsionada pela necessidade de transformação que a organização sentia. “Sempre acreditei que o impossível não existe e a nova marca é a prova disso. Esta transformação representa a concretização de anos de progresso contínuo e compromisso com a excelência, a dedicação da nossa equipa e as parcerias sólidas que construímos ao longo do tempo. O slogan ‘Strong bonds, stronger brands’ incorpora esta mensagem”, refere Pedro Águas, CEO da KOR Creatives.

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Campanha da TBWA/BBDO para a McDonald’s Portugal pode ser usada em outros países (com vídeo)

A cadeia de restauração norte-americana escolheu Portugal para lançar a nova aposta internacional. O Big Arch compete diretamente com o Big Mac, depois de a McDonald’s ter perdido o uso exclusivo da marca na Europa. Mila Refacho (na foto) protagoniza o filme publicitário

A campanha publicitária que a TBWA/BBDO concebeu para a McDonald’s Portugal, para promover o novo hambúrguer Big Arch que Portugal é o primeiro país do mundo a lançar, pode vir a ser usada em outros países. “Depende sempre muito de cada mercado, que procura adaptar a comunicação às realidades locais, mas é muito natural que isso possa acontecer, não em todos mas em alguns países, porque, pela forma como está desenhada, é muito disruptiva e suscetível de despertar muita curiosidade”, avança ao M&P Sérgio Leal, diretor de marketing da McDonald’s Portugal.

Com supervisão criativa de Rui Silva, direção criativa executiva de Marco Pacheco, direção criativa de João Guimarães e Julliano Bertoldi e direção de arte de Julliano Bertoldi e Beatriz Roque, a campanha tem redação de João Guimarães e André Águas. Produzido pela Krypton Films com consultora da Pro(u)d, o filme, realizado por Pedro Pinto, com direção de fotografia de Ekkehart Pollak, tem produção executiva de João Vilela e Ricardo Estevão e gestão de produção de Alexandra Ribeiro e Ana Ribeiro. Sérgio Pedro assina a edição e a Light Film a pós-produção.

A coordenação da pós-produção do anúncio, protagonizado por Mila Refacho, ficou a cargo de Neia Oliveira. No filme, a portuguesa, autora de um dos vídeos mais virais do fenómeno atmosférico que decorreu em Portugal na noite de 18 de maio, quando um meteoro iluminou o céu na Península Ibérica, descobre, na companhia dos amigos, o local exato da queda do meteorito, encontrando na cratera o novo hambúrguer da McDonald’s, o Big Arch. “Um épico Mac”, como a cadeia de restauração o denomina, numa designação que remete foneticamente para o Big Mac.

A 5 de junho, a McDonald’s perdeu a exclusividade da marca, que detinha desde 1996, estando a nova aposta a ser entendida como uma resposta pública à decisão do tribunal europeu que o decretou. “O Big Mac tem o seu lugar estabelecido. O novo produto procura adaptar a nossa oferta às novas tendências, oferecendo aos fãs da marca uma experiência mais saciante, numa combinação entre o Big Mac e o Double Cheeseburger”, explica Sérgio Leal, orgulhoso por Portugal ter sido o país escolhido para lançar o novo produto. “É o reconhecimento do bom trabalho que nós temos feito cá enquanto marca”, afirma.

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Marketing

Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal

A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas

A Adidas e a Thom Browne regressaram ao Tribunal Superior de Londres, para mais uma batalha legal centrada no uso de riscas nas respetivas marcas registadas. A mais recente audiência ocorreu a 17 de junho, com a Thom Browne contra a Adidas.

A Thom Browne, que utiliza regularmente um padrão de riscas com quatro barras, processou a Adidas em Londres, em 2021, para revogar várias marcas registadas com o emblemático padrão de três riscas da Adidas. A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas.

A Adidas, no entanto, contra-argumenta, ao afirmar que a Thom Browne está alegadamente a infringir as suas marcas registadas, ao vender vestuário de lazer e desportivo com quatro riscas, acusando ainda a marca de explorar a reputação e a imagem da Adidas.

O advogado da Thom Browne, Philip Roberts, argumenta que a Adidas utilizou certas marcas como ‘cavalos de tróia’ para impedir a utilização das riscas nos produtos de outras empresas. O advogado da marca de luxo norte-americana acrescentou nos autos que “a amplitude do monopólio da Adidas ameaça a liberdade básica dos designers de moda de desenhar roupas da forma que desejarem”.

Mas a advogada da Adidas, Charlotte May, afirmou em tribunal que o lançamento de uma gama de vestuário desportivo pela Thom Browne, em 2020, foi um ponto de viragem que “atingiu o coração do negócio da Adidas”.

As duas marcas já se enfrentaram anteriormente nos Estados Unidos, onde um júri rejeitou o processo de marca registada da Adidas, no ano passado, uma decisão confirmada em maio. A Thom Browne também está a apresentar um processo separado de marca registada contra a Adidas nos Países Baixos e no Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Media

Anunciantes do Now poderão ter investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)

 

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Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)

A lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro (na foto) e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva no filme publicitário realizado por Gonçalo Morais Leitão, com produção de Nuno Calado e da Hand Creative Chain

Idealizada por Gabriel Mendes e César Silva, dupla de criativos da Bar Ogilvy, com direção criativa de Nuno Riça e João Amaral, a nova campanha que divulga a parceria entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a TAP, companhia área que assegura o transporte dos atletas para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, é protagonizada por três desportistas. No filme promocional, realizado por Gonçalo Morais Leitão, a lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva, lembrando que a viagem para a capital francesa há muito que começou.

Além de imagens atuais dos atletas a prepararem-se para embarcar, o anúncio mostra fotografias de infância dos desportistas, durante os primeiros treinos. Com produção de Nuno Calado da Bar Ogilvy e da produtora audiovisual Hand Creative Chain, o filme, com duas versões genéricas de 45 e 20 segundos, tem sonorização da Estrela de Alcântara. Divulgada em televisão em duas vagas até 11 de agosto, a campanha, com planeamento de meios da Wavemaker, inclui também três versões do anúncio personalizadas, uma por cada atleta, exibidas à medida que forem entrando no palco competitivo.

“Também é possível acompanhar os materiais da campanha em meios digitais, nomeadamente nas redes sociais da TAP com conteúdo orgânico e ‘paid media’ nas redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn), no YouTube e na newsletter interna da companhia aérea”, informa a Bar Ogilvy em comunicado de imprensa. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de criar campanhas que apelem tanto à emoção coletiva e ao orgulho nacional. Os Jogos Olímpicos são um dos mais importantes eventos desportivos do mundo”, sublinha Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy, citado no comunicado.

 

 

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Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), o ‘spot’ de televisão tem como ponto de partida a legislação que proíbe o ruído nas praias nacionais

Catarina Nunes

A Rádio Comercial acaba de lançar uma campanha de verão, desenvolvida pela agência criativa DJ, que estará no ar em televisão, até 6 de agosto.

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), a campanha tem como ponto de partida a legislação que enquadra a proibição de ruído nas praias nacionais. Diogo Anahory, cofundador e diretor criativo da DJ, explica ao M&P que “nas férias as pessoas tendem a ouvir menos rádio. Além disso, a Autoridade Marítima Nacional não ajuda, já que interdita, nas praias, a utilização de equipamentos sonoros geradores de ruído”.

A campanha, com produção da Flaming, realização de Gonçalo Paixão e direção de fotografia de Ricardo Magalhães, é a resposta a essa proibição, que não ajuda no consumo de rádio durante o verão, sugerindo uma alternativa. O spot de 20 segundos começa com um plano fechado de uma coluna de som, em cima de uma geleira dentro de água, que transmite a emissão da Rádio Comercial.

Conforme o plano vai abrindo, até mostrar a geleira com a coluna de som sobre uma plataforma a flutuar no mar, a voz off cita a lei que enquadra a proibição de ruído nas praias e respetivas coimas aplicáveis, com esta informação a passar igualmente em rodapé.

No final, a voz off pergunta: “O que é que se pode fazer por isso?” e responde ‘Nada’, ao mesmo tempo que a imagem mostra três pessoas a começar a nadar em direção à plataforma flutuante afastada da costa, onde se encontra a coluna de som a tocar a emissão da Comercial.

O anúncio ‘Off Coast’ está a passar na SIC e SIC Notícias, no Fox Life , Fox Crime, Fox Movie e Fox Comedy, bem como no Place SIC e TVI.

 

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Raquel Santos reforça equipa da NTT Data

Como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT) ficará responsável por projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias

A consultora de negócio e tecnologia NTT Data Portugal está a reforçar a equipa com a contratação de Raquel Santos, como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT).

Neste cargo, será responsável pela gestão e condução de projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias, com particular destaque para desafios de transformação de IT, eficiência das operações de redes, eficiência operacional e envolvimento com o consumidor.

“Apesar de serem indústrias maduras, as telcos e os media estão a assistir a grandes evoluções, que irão continuar a desafiar a forma como os serviços são prestados e os clientes se relacionam com as marcas. Estaremos empenhados na dinamização e geração de novas fontes de valor. Assim, encaramos o futuro com otimismo, porque teremos pela frente muitas oportunidades, que abordaremos de maneira inovadora e em cocriação com os nossos clientes e parceiros”, refere Raquel Santos.

Especializada nas áreas de soluções digitais, experiência do consumidor, envolvimento e ‘analytics’, Raquel Santos é licenciada em economia pela Universidade Católica Portuguesa e tem um MBA em colaboração com o MIT, além de outras formações executivas. Com uma carreira em consultoria estratégica e de gestão, o percurso de Raquel Santos tem sido marcado pela liderança de projetos de transformação em diferentes países e regiões do mundo.

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