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Nova Expressão renova conta de media de €1,2 milhões com a Opticalia

A agência de meios liderada por Pedro Baltazar é responsável por toda a estratégia, planeamento, negociação e compra de espaço publicitário da Opticalia nos meios de comunicação, sendo que a gestão das redes sociais é feita internamente pela rede de óticas

Catarina Nunes
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Nova Expressão renova conta de media de €1,2 milhões com a Opticalia

A agência de meios liderada por Pedro Baltazar é responsável por toda a estratégia, planeamento, negociação e compra de espaço publicitário da Opticalia nos meios de comunicação, sendo que a gestão das redes sociais é feita internamente pela rede de óticas

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A Opticalia volta a entregar à Nova Expressão a conta de media, com um valor anual de €1,2 milhões e por um período de três anos, na sequência de uma consulta de mercado na qual participaram também as multinacionais Havas Media e Mediabrands.

“A Opticalia é uma marca espanhola e desde que veio para Portugal, em 2012, que trabalhamos com a Nova Expressão porque era parceira da agência com a qual trabalhamos em Espanha”, refere em declarações ao M&P Joana Correia, diretora de marketing e comunicação da Opticalia, justificando a opção pela Nova Expressão.

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Um porta-voz da Nova Expressão avança ao M&P que a agência de meios liderada por Pedro Baltazar é responsável por toda a estratégia, planeamento, negociação e compra de espaço publicitário da Opticalia nos meios de comunicação, sendo que a gestão das redes sociais é feita internamente pela rede de óticas.

Com uma rede de 261 lojas no continente e nas ilhas dos Açores e da Madeira, a Opticalia opera em Portugal desde 2012 com uma comunicação disruptiva e promovendo os óculos como um acessório de moda. A Nova Expressão, por seu lado, é uma agência de meios a operar no mercado português desde 1994, independente de grupos de media ou de plataformas tecnológicas globais.

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Media

Audiências semanais: TVI lidera por uma décima face à SIC

A quota semanal da RTP1 desce até aos 9,6%, bem como a da SIC, para 15%, ao contrário da TVI, que reforça a quota de audiência para 15,1%

O consumo global de televisão cresce na semana de 15 a 21 de julho face à semana anterior, embora de forma bastante ligeira: aumenta cerca de dois minutos por dia, ficando agora nas cinco horas e 23 minutos diárias.

Na equação da quota de audiência semanal, a TVI e a oferta no cabo são os canais que registam crescimento do seu ‘share’, face à semana passada, ao contrário do que se verifica com a RTP1, SIC e Outros, que descem. A TVI é o líder da semana, com uma vantagem de apenas uma décima face à SIC.

A RTP1 regista uma descida da sua quota até aos 9,6%, a SIC também desce e tem agora 15% de ‘share’ semanal, ao contrário da TVI, que reforça a sua quota de audiência até aos 15,1% de share. O Cabo segue a mesma tendência de reforço e atinge os 40% de quota, ao contrário do Outros (que inclui o visionamento em ‘time shift’, streaming e vídeo/jogos), que desce até aos 18,3% de share semanal.

No ranking dos canais mais vistos no cabo, o pódio da semana não tem alterações face à semana anterior, continuando ocupado pela CMTV, CNN Portugal e Hollywood. Nas posições que se seguem estão a SIC Notícias, SIC Mulher e Star Channel, a que se segue o Eurosport 1, um dos destaques da semana. Nas restantes posições encontramos o Star Life, Star Movies e TVI Reality.

Esta semana a primeira posição do ranking dos programas mais vistos, em termos globais, está ocupada por um episódio da novela da TVI “Cacau/Especial”, ao qual se seguem o ‘Jornal da Noite’ e a novela ‘A Promessa’, ambos da SIC. Nas posições restantes estão o novo reality show da TVI “Dilema – Especial” e a transmissão de ‘Desafios Betano/Sporting X R. Union Saint-Gilloise’, feita também na TVI.

O programa ‘Doa a Quem Doer’, da CMTV, lidera a tabela dos programas mais vistos do cabo esta semana, como habitualmente ocupado na totalidade por programas da CMTV. Seguem-se “Investigação CM/Caça-Gatos”, o “Grande Jornal – Noite”, o programa “Reportagem CM/A Santinha de Balasar” e ainda “Jornal 6/Incêndio em Alcabideche”.

Data Insights, Havas Media Network

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Alexandra Varassin nomeada CEO do Publicis Groupe Portugal

Antes de chegar a Portugal, foi CEO da Digitas México, sendo uma das responsáveis pelo posicionamento da empresa de ecossistemas digitais para marcas, no mercado mexicano.

Alexandra Varassin foi nomeada CEO do Grupo Publicis Portugal, reportando diretamente a Marta Ruiz-Cuevas, CEO do grupo na Ibéria.

A nova CEO será responsável por dar seguimento ao modelo Power of One em Portugal, que integra o talento complementar de todo o grupo, com o objetivo de continuar a transformar e acelerar as áreas de dados, tecnologia e comércio, entre outras.

Natural do Brasil, Alexandra Varassin tem cerca de 20 anos de experiência, dos quais os últimos nove foram no grupo Publicis. Trabalhou para a Google, bem como para alguns dos anunciantes mais importantes no Brasil e na América Latina, desenvolvendo estratégias de marca e liderando diferentes departamentos de estratégia, incluindo o da agência criativa Publicis no Brasil.

Criou ainda a unidade BrainLab, de inteligência criativa, que une conteúdos, inteligência de negócio, pesquisa e inteligência de media, ajudando os clientes a transformar dados e ferramentas em ‘insights’. Antes de chegar a Portugal, Alexandra Varassin era CEO da Digitas México, sendo uma das responsáveis pelo posicionamento da empresa dedicada à criação de ecossistemas digitais para marcas, n0 mercado mexicano.

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Digital

Domínio .pt não é prioritário para Amazon

Quatro anos depois do lançamento em Portugal, os portugueses continuam a ser redirecionados para a Amazon espanhola. Em declarações ao M&P, Inês Ruvina (na foto), gestora nacional da plataforma de comércio eletrónico, revela que não há planos para inverter a situação, apesar de a empresa estar a investir em Portugal

Ativar o domínio português não é prioritário para a Amazon, que continua a recorrer à plataforma de comércio eletrónico espanhola para alavancar o negócio em Portugal. Apesar de estar operacional desde 2021, o endereço Amazon.pt continua a redirecionar os consumidores nacionais para o site espanhol.

“Estamos muito contentes com o percurso da empresa em Portugal, que tem aproveitado a configuração que existe na Europa, sobretudo em Espanha. A Amazon tem uma rede logística europeia, da qual tiramos partido para servir os nossos clientes, mas vamos continuar atentos às oportunidades para ir melhorando a experiência de compra”, garante ao M&P Inês Ruvina, gestora da Amazon em Portugal.

A plataforma, que está disponível em língua portuguesa e comercializa marcas portuguesas como Castelbel, Vista Alegre, Ach Brito e Costa Nova, continua, no entanto, continuar a contar com o investimento da casa-mãe nos Estados Unidos.

Para promover a edição de 2024 do Prime Day, com milhares de descontos entre as 23h de 15 de julho e as 22h59 de 17 de julho, a empresa tem no ar a maior campanha publicitária do ano.

Adaptada para Portugal pela Amazon, que a concebeu internamente nos Estados Unidos, foi produzida pela Hungryman. Com planeamento de meios da Rufus, está presente em televisão, rádio, imprensa, suportes digitais e redes sociais.

No ano passado, globalmente, os clientes da Amazon pouparam 2,5 mil milhões de dólares (€2,31 mil milhões) em 375 milhões de produtos, com as compras durante o Prime Day.

Em Portugal, a empresa não divulga quanto é que os subscritores nacionais do serviço Prime gastaram a menos. “Posso partilhar apenas que entre os produtos mais comprados estão toalhitas de bebé da Dodot, cápsulas de café da Delta Q, desodorizantes masculinos da Rexona e lâmpadas LED da TP-Link Portugal”, refere Inês Ruvina.

Para divulgar o Prime Day 2024, a Amazon conta com um estudo desenvolvido com a GfK, que revela que 89% dos portugueses aproveitam períodos de promoções para fazer compras online.

A análise identifica os três fatores críticos que impulsionam o comportamento digital dos consumidores nacionais, apontando o preço (69%) como o mais decisivo, seguido dos descontos (67%) e da garantia de entrega rápida (51%).

“Os resultados que obtivemos são encorajadores. 96% dos inquiridos já compra online e 94% confia nas plataformas de ecommerce”, refere a gestora da empresa, que também disponibiliza em Portugal o Amazon Business, uma plataforma de vendas independente que permite às marcas alcançar cinco milhões de clientes empresariais.

Parcerias com TVI e RTP

A par do comércio eletrónico, a Amazon continua a investir no Prime Video, serviço de streaming lançado em 2006, em Portugal desde 2017, no âmbito das parcerias estabelecidas com a Media Capital e a RTP.

“Vamos aproximar-nos do cliente português com uma oferta de entretenimento nacional dedicada, para complementar a oferta internacional. Vamos ter séries documentais sobre o Tony Carreira e a apresentadora Maria Cerqueira Gomes e adaptar ‘La que se avecina’, série que teve muito sucesso em Espanha”, revela Inês Ruvina.

A parceria com a Media Capital foi estabelecida em 2023 para cofinanciar o regresso da série ‘Morangos com açúcar’, exibida em simultâneo na TVI e na plataforma digital da Amazon, à semelhança das produções que estão a ser ultimadas. ‘Punto Nemo’, a nova coprodução com a RTP, estreia antes do fim do verão.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Adico escolhe Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas

A Adico, empresa de mobiliário metálico reconhecida pela icónica cadeira portuguesa lançada nos anos 1930, nomeou Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing.

Gonçalo Coelho de Carvalho é licenciado em arquitetura pela ESAP (Escola Superior Artística do Porto) tirou uma pós-graduação em gestão imobiliária na FEP, um MBA executivo na Católica/ESADE e um doutoramento em gestão empresarial aplicada, no ISCTE, com tese em estratégia no canal do retalho.

“Estou muito entusiasmado com este novo desafio. Tratando-se de uma marca com mais de 100 anos e com presença em todo o mundo, será extremamente desafiante contribuir para o seu contínuo reconhecimento, fortalecimento e crescimento. Estou confiante de que, com a talentosa equipa Adico, alcançaremos grandes sucessos”, refere Gonçalo Coelho de Carvalho, citado em comunicado de imprensa.

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas. Em 2013, assume a liderança do marketing da multinacional suíça Sika, em Portugal, cargo que ocupa durante nove anos, acumulando, nos últimos três anos, a direção de ‘building finishing’. Mais recentemente, tem trabalhado como consultor em estratégia e crescimento de negócios e como professor universitário.

Miguel Carvalho, diretor geral da Adico, destaca o perfil e a experiência profissional do novo diretor, como os fatores essenciais para esta nomeação. “Estamos muito satisfeitos com a entrada do Gonçalo Coelho de Carvalho para o cargo de diretor comercial e de marketing. O Gonçalo tem uma vasta experiência profissional que será fundamental para continuar a impulsionar o crescimento da Adico. Estamos confiantes de que a sua liderança e visão estratégica contribuirão significativamente para o sucesso da nossa empresa”, refere.

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Media

IADE lança curso de media, informação e entretenimento em parceria com GCI Media Group

O curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas

O IADE tem um novo curso de especialização em media, informação e entretenimento, criado em parceria com o GCI Media Group, grupo de consultoria de comunicação. Com uma duração de oito meses, o curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas.

Carlos Rosa, diretor do IADE–Universidade Europeia, salienta que o curso “vem dar resposta às necessidades de um mercado em constante transformação, que precisa de profissionais ágeis e com fortes capacidades ao nível da criatividade e da inovação. Para tal, associamo-nos ao GCI Media Group e reunimos um grupo de docentes de referência, especialistas na área e cujas experiências profissionais irão enriquecer ainda mais os conteúdos programáticos do curso, preparando os alunos para os desafios contemporâneos da comunicação, capaz de informar, envolver e acima de tudo de criar conexões emocionais e autênticas.”

O novo curso de especialização em media, informação e entretenimento conta com a coordenação de André Gerson, CEO do GCI Media Group, e de Carla Cachola, coordenadora e docente da pós-graduação em imagem, protocolo e organização de eventos na Universidade Europeia, que integra o IADE. A par  com os coordenadores, tem como docentes Bruno Batista (presidente do GCI Media Group), Graça Teófilo (gestora de assuntos públicos do GCI Media Group), Patrícia Matos (jornalista e pivot do Now), Marcos Pinto (jornalista), Marta Leite de Castro (apresentadora da CNN e produtora de conteúdos), Nuno Azinheira (ex-jornalista e profissional de comunicação), Teresa Byrne (conselheira do gabinete da ministra da Cultura e especialista em relações internacionais) e Jorge Rodrigues da Silva (mestre em psicologia social e formado em psicologia clínica).

André Gerson, coordenador do novo curso do IADE e CEO do GCI Media Group, sublinha que “é com muito orgulho que nos associamos ao IADE, uma referência com mais de 50 anos no ensino da criatividade em Portugal, e criamos este curso em parceria. É complementar ao que o IADE já tem na sua oferta formativa e vem reforçar competências ao nível da inovação, criatividade, diversidade e agilidade, essenciais a qualquer estratégia de media, informação e entretenimento. Os programas de entretenimento e informação, que cada vez mais geram conteúdos para o digital e se promovem nessas plataformas complementares à sua génese, o crescimento dos serviços de streaming, a concorrência de várias plataformas de distribuição, o boom do formato videocast, têm exigido de todo o setor uma maior preparação e aquisição de competências mais integradas”.

 

 

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Comunicação

Agência de comunicação LCPA Creative Agencies dá origem à KOR Creatives

A empresa algarvia, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. O processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ agora apresentado começou a ser trabalhado em 2022

A agência de comunicação algarvia LCPA Creative Agencies, sediada em Faro, é agora KOR Creatives. Fundada em 2014, a empresa, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. “Após uma década de experiência e crescimento, estava na hora de mudar. Para apresentar a KOR Creatives, desenvolvemos ao longo dos últimos 18 meses um processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ a nível interno”, explica a agência.

O reposicionamento iniciou-se em 2022, impulsionada pela necessidade de transformação que a organização sentia. “Sempre acreditei que o impossível não existe e a nova marca é a prova disso. Esta transformação representa a concretização de anos de progresso contínuo e compromisso com a excelência, a dedicação da nossa equipa e as parcerias sólidas que construímos ao longo do tempo. O slogan ‘Strong bonds, stronger brands’ incorpora esta mensagem”, refere Pedro Águas, CEO da KOR Creatives.

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Campanha da TBWA/BBDO para a McDonald’s Portugal pode ser usada em outros países (com vídeo)

A cadeia de restauração norte-americana escolheu Portugal para lançar a nova aposta internacional. O Big Arch compete diretamente com o Big Mac, depois de a McDonald’s ter perdido o uso exclusivo da marca na Europa. Mila Refacho (na foto) protagoniza o filme publicitário

A campanha publicitária que a TBWA/BBDO concebeu para a McDonald’s Portugal, para promover o novo hambúrguer Big Arch que Portugal é o primeiro país do mundo a lançar, pode vir a ser usada em outros países. “Depende sempre muito de cada mercado, que procura adaptar a comunicação às realidades locais, mas é muito natural que isso possa acontecer, não em todos mas em alguns países, porque, pela forma como está desenhada, é muito disruptiva e suscetível de despertar muita curiosidade”, avança ao M&P Sérgio Leal, diretor de marketing da McDonald’s Portugal.

Com supervisão criativa de Rui Silva, direção criativa executiva de Marco Pacheco, direção criativa de João Guimarães e Julliano Bertoldi e direção de arte de Julliano Bertoldi e Beatriz Roque, a campanha tem redação de João Guimarães e André Águas. Produzido pela Krypton Films com consultora da Pro(u)d, o filme, realizado por Pedro Pinto, com direção de fotografia de Ekkehart Pollak, tem produção executiva de João Vilela e Ricardo Estevão e gestão de produção de Alexandra Ribeiro e Ana Ribeiro. Sérgio Pedro assina a edição e a Light Film a pós-produção.

A coordenação da pós-produção do anúncio, protagonizado por Mila Refacho, ficou a cargo de Neia Oliveira. No filme, a portuguesa, autora de um dos vídeos mais virais do fenómeno atmosférico que decorreu em Portugal na noite de 18 de maio, quando um meteoro iluminou o céu na Península Ibérica, descobre, na companhia dos amigos, o local exato da queda do meteorito, encontrando na cratera o novo hambúrguer da McDonald’s, o Big Arch. “Um épico Mac”, como a cadeia de restauração o denomina, numa designação que remete foneticamente para o Big Mac.

A 5 de junho, a McDonald’s perdeu a exclusividade da marca, que detinha desde 1996, estando a nova aposta a ser entendida como uma resposta pública à decisão do tribunal europeu que o decretou. “O Big Mac tem o seu lugar estabelecido. O novo produto procura adaptar a nossa oferta às novas tendências, oferecendo aos fãs da marca uma experiência mais saciante, numa combinação entre o Big Mac e o Double Cheeseburger”, explica Sérgio Leal, orgulhoso por Portugal ter sido o país escolhido para lançar o novo produto. “É o reconhecimento do bom trabalho que nós temos feito cá enquanto marca”, afirma.

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Marketing

Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal

A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas

A Adidas e a Thom Browne regressaram ao Tribunal Superior de Londres, para mais uma batalha legal centrada no uso de riscas nas respetivas marcas registadas. A mais recente audiência ocorreu a 17 de junho, com a Thom Browne contra a Adidas.

A Thom Browne, que utiliza regularmente um padrão de riscas com quatro barras, processou a Adidas em Londres, em 2021, para revogar várias marcas registadas com o emblemático padrão de três riscas da Adidas. A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas.

A Adidas, no entanto, contra-argumenta, ao afirmar que a Thom Browne está alegadamente a infringir as suas marcas registadas, ao vender vestuário de lazer e desportivo com quatro riscas, acusando ainda a marca de explorar a reputação e a imagem da Adidas.

O advogado da Thom Browne, Philip Roberts, argumenta que a Adidas utilizou certas marcas como ‘cavalos de tróia’ para impedir a utilização das riscas nos produtos de outras empresas. O advogado da marca de luxo norte-americana acrescentou nos autos que “a amplitude do monopólio da Adidas ameaça a liberdade básica dos designers de moda de desenhar roupas da forma que desejarem”.

Mas a advogada da Adidas, Charlotte May, afirmou em tribunal que o lançamento de uma gama de vestuário desportivo pela Thom Browne, em 2020, foi um ponto de viragem que “atingiu o coração do negócio da Adidas”.

As duas marcas já se enfrentaram anteriormente nos Estados Unidos, onde um júri rejeitou o processo de marca registada da Adidas, no ano passado, uma decisão confirmada em maio. A Thom Browne também está a apresentar um processo separado de marca registada contra a Adidas nos Países Baixos e no Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Media

Anunciantes do Now poderão ter investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)

 

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Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)

A lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro (na foto) e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva no filme publicitário realizado por Gonçalo Morais Leitão, com produção de Nuno Calado e da Hand Creative Chain

Idealizada por Gabriel Mendes e César Silva, dupla de criativos da Bar Ogilvy, com direção criativa de Nuno Riça e João Amaral, a nova campanha que divulga a parceria entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a TAP, companhia área que assegura o transporte dos atletas para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, é protagonizada por três desportistas. No filme promocional, realizado por Gonçalo Morais Leitão, a lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva, lembrando que a viagem para a capital francesa há muito que começou.

Além de imagens atuais dos atletas a prepararem-se para embarcar, o anúncio mostra fotografias de infância dos desportistas, durante os primeiros treinos. Com produção de Nuno Calado da Bar Ogilvy e da produtora audiovisual Hand Creative Chain, o filme, com duas versões genéricas de 45 e 20 segundos, tem sonorização da Estrela de Alcântara. Divulgada em televisão em duas vagas até 11 de agosto, a campanha, com planeamento de meios da Wavemaker, inclui também três versões do anúncio personalizadas, uma por cada atleta, exibidas à medida que forem entrando no palco competitivo.

“Também é possível acompanhar os materiais da campanha em meios digitais, nomeadamente nas redes sociais da TAP com conteúdo orgânico e ‘paid media’ nas redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn), no YouTube e na newsletter interna da companhia aérea”, informa a Bar Ogilvy em comunicado de imprensa. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de criar campanhas que apelem tanto à emoção coletiva e ao orgulho nacional. Os Jogos Olímpicos são um dos mais importantes eventos desportivos do mundo”, sublinha Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy, citado no comunicado.

 

 

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