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Até que ponto é que a IA vai mudar o marketing de influência? A opinião dos especialistas

Apesar da atratividade que esta nova tecnologia atualmente exerce sobre marcas e empresas, o recurso a inteligência artificial (IA) para desenvolver campanhas publicitárias e ações de marketing de influência também […]

Luis Batista Gonçalves
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Até que ponto é que a IA vai mudar o marketing de influência? A opinião dos especialistas

Apesar da atratividade que esta nova tecnologia atualmente exerce sobre marcas e empresas, o recurso a inteligência artificial (IA) para desenvolver campanhas publicitárias e ações de marketing de influência também […]

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Apesar da atratividade que esta nova tecnologia atualmente exerce sobre marcas e empresas, o recurso a inteligência artificial (IA) para desenvolver campanhas publicitárias e ações de marketing de influência também divide opiniões. Segundo o estudo “State of influencer marketing 2023: Benchmark report“, realizado pela organização especializada Influencer Marketing Hub, 67% das insígnias estão preocupadas com as possíveis deturpações, enganos e fraudes que esta (r)evolução pode gerar mas, ainda assim, estão convencidas de que as vantagens potenciais serão superiores.

“Com a facilidade da integração de novas tecnologias e ferramentas, como a IA, a realidade aumentada, a realidade virtual e, principalmente, a expansão para mercados internacionais, aproveitando o alcance global dos influenciadores, o marketing de influência vai continuar a crescer. No próximo ano, as marcas irão aumentar ainda mais o investimento neste canal”, assegura Miguel Raposo, fundador da Talents Agency, uma nova agência que presta apoio e mentoria a criadores de conteúdo.

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“Vamos ver uma maior diversificação deste tipo de marketing, com as marcas a explorarem novos formatos e plataformas”, acredita “Em relação à IA, existe potencial, principalmente nas ferramentas que passamos a ter. Mas a IA não consegue (ainda) substituir o lado genuíno e autêntico de um criador de conteúdo”, assegura o especialista.

“Pode ser usada na automatização de tarefas, como a escolha de influenciadores, a gestão de campanhas e a análise de resultados, mas, no resto, ainda é complicado. Um bom conteúdo de marketing de influência precisa de uma pessoa real e é muito difícil a IA substituir o criador de conteúdo. Em Portugal, esta utilização ainda está numa fase muito inicial. No entanto, é uma tendência que está a crescer e que as marcas estão a começar a explorar”, considera.

“De facto, o termo IA está muito na moda”, reconhece também Bruno Salomão, cofundador e CEO da Inphluent, empresa especializada em marketing de influência, criação e gestão de conteúdos, canais e plataformas próprias. “Talvez por ter um background robusto em tecnologia, sou bastante cuidadoso e minucioso na avaliação que realizo às diferentes plataformas e, principalmente, quando referem que usam IA”, desabafa.

“Utilizar a IA não é mesma coisa que ter um algoritmo a correr por trás da tecnologia e das ferramentas. Acredito que é preciso ter cuidado com isso para não existir a velha história do gato por lebre. De todas as formas, acredito que ainda estamos numa fase muitíssimo embrionária e, mesmo a nível internacional, são poucas as plataformas que já apresentem uma vantagem clara na utilização do IA em marketing de Influência”, garante o empresário.

“A IA irá revolucionar a forma como trabalhamos”

As dúvidas ainda são muitas. “Acredito profundamente que a IA irá revolucionar diversas áreas e a forma como trabalhamos e o marketing de influência não será diferente. O mais impactante será em termos de previsão de resultados e de match entre influenciadores e/ou conteúdos e audiência”, considera Bruno Salomão.

Inês Mendes da Silva, CEO da Notable, consultora responsável pela comunicação, agenciamento e gestão publicitária de figuras públicas como Cristina Ferreira, Rita Pereira, Pedro Teixeira, Mafalda Teixeira e Helena Coelho, também está expectante. “Estamos numa fase muito inicial da utilização massificada da IA. É algo que já todos sabemos que existe e que vai moldar os próximos anos em todas as áreas do nosso quotidiano. Em Portugal, ainda não é evidente a sua utilização no marketing de influência, mas acredito que é algo que naturalmente virá a acontecer e até já há um ou outro caso em que a IA foi utilizada”, sublinha a empresária.

“Estamos numa fase embrionária, mas que acredito de crescimento acelerado”, defende, todavia, Gonçalo Castilho Pernas, o novo head of talents da Global, cargo criado no âmbito do plano estratégico de expansão da área de marketing de influência que a agência de comunicação está a implementar.

“Em Portugal, estamos a observar um aumento no interesse das marcas em usar a IA, seja para definir estratégias, mapear perfis ou analisar resultados, assim como percebemos isso nos influenciadores que utilizam a IA para melhorar a qualidade dos seus conteúdos”, afirma Diogo Alpendre da Rocha, country manager português da SocialPubli, empresa especializada em marketing de influência.

“No nosso caso, usamo-la já em diversas etapas do desenvolvimento e gestão de campanhas. Estamos a usá-la para encontrar influenciadores relevantes para as marcas e para medir os resultados das campanhas de influence marketing. Além disso, utilizamos a dobragem de IA para uma primeira análise dos conteúdos criados por influenciadores de países em que a equipa não possua fluência no idioma, assim como para o uso de embaixadores de marcas globais para campanhas em países diferentes do idioma nativo do influenciador”, refere.

“Obviamente, fazemo-lo sempre com revisão humana e com o conhecimento da marca, para garantir que as diretrizes de criação de conteúdos estão a ser cumpridas de acordo com as expetativas das insígnias”, assegura Diogo Alpendre da Rocha.

“Na Brinfer, usamos algumas ferramentas para interpretar conteúdos e comportamentos. Recorremos à AI para tentar prever tendências de consumo e temos a possibilidade de interligar as nossas análises com o ChatGPT para conseguirmos uma análise de dados diferente”, revela também Roberto Carneiro Gomes, fundador do Brinfer, empresa especializada em marketing de influência.

“Terá um impacto significativo em todos os setores da indústria”

Além das novas formas de lidar com este tipo de ações que a IA começa a trazer com maior insistência para o dia a dia dos profissionais do marketing e para os que agenciam e/ou orientam influenciadores, também há fatores legais a ter em conta. “Gosto sempre de olhar para os avanços tecnológicos como algo positivo para a sociedade e espero que a regulamentação e a legislação portuguesa, tal como a europeia, consigam acompanhar o desenvolvimento desta tecnologia”, desabafa Inês Mendes da Silva.

A definição de novas regras é fundamental para clarificar a evolução que se vaticina. “A IA não é uma tendência, é já uma realidade. É um meio e não um fim, algo que já usamos naturalmente, sobretudo como ferramenta de agilização de tarefas, libertando as nossas equipas para criar, pensar estrategicamente”, refere Alexandra Navarro, client managing director da Samy Alliance, empresa especializada em marketing e comunicação.

“A AI faz parte da génese da nossa organização e está integrada na nossa plataforma proprietária de seleção e gestão de influenciadores, a Shinebuzz. Agora, quando falamos de AI na criação de influenciadores virtuais, aí a discussão é outra e entramos no campo da humanização necessária numa área que vinga precisamente pelo lado humano”, adverte, contudo, a especialista.

Independentemente das (muitas) discussões que ainda venha a gerir, há um facto que já ninguém questiona. A IA veio para ficar e são muitas as áreas do quotidiano que irá alterar. Segundo um estudo da consultora internacional McKinsey & Company, o impacto na produtividade que pode vir a gerar poderá vir fazer a economia global crescer entre 2,6 a 4,4 triliões de dólares, o que corresponde a entre 2,4 a 4,1 triliões de euros.

“Terá um impacto significativo em todos os setores da indústria”, garante o relatório que sintetiza os resultados da pesquisa. Uns serão, no entanto, (muito) mais beneficiados do que outros. “Cerca de 75% do valor que os casos de uso de IA generativa poderiam oferecer se enquadra em quatro áreas: operações do cliente, marketing e vendas, engenharia de software e pesquisa e desenvolvimento”, avança a investigação.

“Os exemplos [analisados] incluem a capacidade da IA ​​generativa de apoiar interações com clientes, gerar conteúdo criativo para marketing e vendas e redigir código de computador com base em instruções em linguagem natural, entre muitas outras tarefas”, acrescenta ainda a consultora.

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Adico escolhe Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas

A Adico, empresa de mobiliário metálico reconhecida pela icónica cadeira portuguesa lançada nos anos 1930, nomeou Gonçalo Coelho de Carvalho como diretor comercial e de marketing.

Gonçalo Coelho de Carvalho é licenciado em arquitetura pela ESAP (Escola Superior Artística do Porto) tirou uma pós-graduação em gestão imobiliária na FEP, um MBA executivo na Católica/ESADE e um doutoramento em gestão empresarial aplicada, no ISCTE, com tese em estratégia no canal do retalho.

“Estou muito entusiasmado com este novo desafio. Tratando-se de uma marca com mais de 100 anos e com presença em todo o mundo, será extremamente desafiante contribuir para o seu contínuo reconhecimento, fortalecimento e crescimento. Estou confiante de que, com a talentosa equipa Adico, alcançaremos grandes sucessos”, refere Gonçalo Coelho de Carvalho, citado em comunicado de imprensa.

A carreira do novo diretor comercial e de marketing da Adico começa no setor das vendas, com o grupo Sotecnisol, seguindo-se cinco anos na multinacional grega Fibran, onde foi responsável pelo departamento de marketing e vendas. Em 2013, assume a liderança do marketing da multinacional suíça Sika, em Portugal, cargo que ocupa durante nove anos, acumulando, nos últimos três anos, a direção de ‘building finishing’. Mais recentemente, tem trabalhado como consultor em estratégia e crescimento de negócios e como professor universitário.

Miguel Carvalho, diretor geral da Adico, destaca o perfil e a experiência profissional do novo diretor, como os fatores essenciais para esta nomeação. “Estamos muito satisfeitos com a entrada do Gonçalo Coelho de Carvalho para o cargo de diretor comercial e de marketing. O Gonçalo tem uma vasta experiência profissional que será fundamental para continuar a impulsionar o crescimento da Adico. Estamos confiantes de que a sua liderança e visão estratégica contribuirão significativamente para o sucesso da nossa empresa”, refere.

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IADE lança curso de media, informação e entretenimento em parceria com GCI Media Group

O curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas

O IADE tem um novo curso de especialização em media, informação e entretenimento, criado em parceria com o GCI Media Group, grupo de consultoria de comunicação. Com uma duração de oito meses, o curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas.

Carlos Rosa, diretor do IADE–Universidade Europeia, salienta que o curso “vem dar resposta às necessidades de um mercado em constante transformação, que precisa de profissionais ágeis e com fortes capacidades ao nível da criatividade e da inovação. Para tal, associamo-nos ao GCI Media Group e reunimos um grupo de docentes de referência, especialistas na área e cujas experiências profissionais irão enriquecer ainda mais os conteúdos programáticos do curso, preparando os alunos para os desafios contemporâneos da comunicação, capaz de informar, envolver e acima de tudo de criar conexões emocionais e autênticas.”

O novo curso de especialização em media, informação e entretenimento conta com a coordenação de André Gerson, CEO do GCI Media Group, e de Carla Cachola, coordenadora e docente da pós-graduação em imagem, protocolo e organização de eventos na Universidade Europeia, que integra o IADE. A par  com os coordenadores, tem como docentes Bruno Batista (presidente do GCI Media Group), Graça Teófilo (gestora de assuntos públicos do GCI Media Group), Patrícia Matos (jornalista e pivot do Now), Marcos Pinto (jornalista), Marta Leite de Castro (apresentadora da CNN e produtora de conteúdos), Nuno Azinheira (ex-jornalista e profissional de comunicação), Teresa Byrne (conselheira do gabinete da ministra da Cultura e especialista em relações internacionais) e Jorge Rodrigues da Silva (mestre em psicologia social e formado em psicologia clínica).

André Gerson, coordenador do novo curso do IADE e CEO do GCI Media Group, sublinha que “é com muito orgulho que nos associamos ao IADE, uma referência com mais de 50 anos no ensino da criatividade em Portugal, e criamos este curso em parceria. É complementar ao que o IADE já tem na sua oferta formativa e vem reforçar competências ao nível da inovação, criatividade, diversidade e agilidade, essenciais a qualquer estratégia de media, informação e entretenimento. Os programas de entretenimento e informação, que cada vez mais geram conteúdos para o digital e se promovem nessas plataformas complementares à sua génese, o crescimento dos serviços de streaming, a concorrência de várias plataformas de distribuição, o boom do formato videocast, têm exigido de todo o setor uma maior preparação e aquisição de competências mais integradas”.

 

 

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Agência de comunicação LCPA Creative Agencies dá origem à KOR Creatives

A empresa algarvia, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. O processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ agora apresentado começou a ser trabalhado em 2022

A agência de comunicação algarvia LCPA Creative Agencies, sediada em Faro, é agora KOR Creatives. Fundada em 2014, a empresa, que presta serviços de comunicação, design e marketing digital a nível nacional, aproveita o 10º aniversário para adotar uma nova designação. “Após uma década de experiência e crescimento, estava na hora de mudar. Para apresentar a KOR Creatives, desenvolvemos ao longo dos últimos 18 meses um processo de ‘renaming’ e ‘rebranding’ a nível interno”, explica a agência.

O reposicionamento iniciou-se em 2022, impulsionada pela necessidade de transformação que a organização sentia. “Sempre acreditei que o impossível não existe e a nova marca é a prova disso. Esta transformação representa a concretização de anos de progresso contínuo e compromisso com a excelência, a dedicação da nossa equipa e as parcerias sólidas que construímos ao longo do tempo. O slogan ‘Strong bonds, stronger brands’ incorpora esta mensagem”, refere Pedro Águas, CEO da KOR Creatives.

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Campanha da TBWA/BBDO para a McDonald’s Portugal pode ser usada em outros países (com vídeo)

A cadeia de restauração norte-americana escolheu Portugal para lançar a nova aposta internacional. O Big Arch compete diretamente com o Big Mac, depois de a McDonald’s ter perdido o uso exclusivo da marca na Europa. Mila Refacho (na foto) protagoniza o filme publicitário

A campanha publicitária que a TBWA/BBDO concebeu para a McDonald’s Portugal, para promover o novo hambúrguer Big Arch que Portugal é o primeiro país do mundo a lançar, pode vir a ser usada em outros países. “Depende sempre muito de cada mercado, que procura adaptar a comunicação às realidades locais, mas é muito natural que isso possa acontecer, não em todos mas em alguns países, porque, pela forma como está desenhada, é muito disruptiva e suscetível de despertar muita curiosidade”, avança ao M&P Sérgio Leal, diretor de marketing da McDonald’s Portugal.

Com supervisão criativa de Rui Silva, direção criativa executiva de Marco Pacheco, direção criativa de João Guimarães e Julliano Bertoldi e direção de arte de Julliano Bertoldi e Beatriz Roque, a campanha tem redação de João Guimarães e André Águas. Produzido pela Krypton Films com consultora da Pro(u)d, o filme, realizado por Pedro Pinto, com direção de fotografia de Ekkehart Pollak, tem produção executiva de João Vilela e Ricardo Estevão e gestão de produção de Alexandra Ribeiro e Ana Ribeiro. Sérgio Pedro assina a edição e a Light Film a pós-produção.

A coordenação da pós-produção do anúncio, protagonizado por Mila Refacho, ficou a cargo de Neia Oliveira. No filme, a portuguesa, autora de um dos vídeos mais virais do fenómeno atmosférico que decorreu em Portugal na noite de 18 de maio, quando um meteoro iluminou o céu na Península Ibérica, descobre, na companhia dos amigos, o local exato da queda do meteorito, encontrando na cratera o novo hambúrguer da McDonald’s, o Big Arch. “Um épico Mac”, como a cadeia de restauração o denomina, numa designação que remete foneticamente para o Big Mac.

A 5 de junho, a McDonald’s perdeu a exclusividade da marca, que detinha desde 1996, estando a nova aposta a ser entendida como uma resposta pública à decisão do tribunal europeu que o decretou. “O Big Mac tem o seu lugar estabelecido. O novo produto procura adaptar a nossa oferta às novas tendências, oferecendo aos fãs da marca uma experiência mais saciante, numa combinação entre o Big Mac e o Double Cheeseburger”, explica Sérgio Leal, orgulhoso por Portugal ter sido o país escolhido para lançar o novo produto. “É o reconhecimento do bom trabalho que nós temos feito cá enquanto marca”, afirma.

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Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal

A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas

A Adidas e a Thom Browne regressaram ao Tribunal Superior de Londres, para mais uma batalha legal centrada no uso de riscas nas respetivas marcas registadas. A mais recente audiência ocorreu a 17 de junho, com a Thom Browne contra a Adidas.

A Thom Browne, que utiliza regularmente um padrão de riscas com quatro barras, processou a Adidas em Londres, em 2021, para revogar várias marcas registadas com o emblemático padrão de três riscas da Adidas. A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas.

A Adidas, no entanto, contra-argumenta, ao afirmar que a Thom Browne está alegadamente a infringir as suas marcas registadas, ao vender vestuário de lazer e desportivo com quatro riscas, acusando ainda a marca de explorar a reputação e a imagem da Adidas.

O advogado da Thom Browne, Philip Roberts, argumenta que a Adidas utilizou certas marcas como ‘cavalos de tróia’ para impedir a utilização das riscas nos produtos de outras empresas. O advogado da marca de luxo norte-americana acrescentou nos autos que “a amplitude do monopólio da Adidas ameaça a liberdade básica dos designers de moda de desenhar roupas da forma que desejarem”.

Mas a advogada da Adidas, Charlotte May, afirmou em tribunal que o lançamento de uma gama de vestuário desportivo pela Thom Browne, em 2020, foi um ponto de viragem que “atingiu o coração do negócio da Adidas”.

As duas marcas já se enfrentaram anteriormente nos Estados Unidos, onde um júri rejeitou o processo de marca registada da Adidas, no ano passado, uma decisão confirmada em maio. A Thom Browne também está a apresentar um processo separado de marca registada contra a Adidas nos Países Baixos e no Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Anunciantes do Now poderão ter investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)

 

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Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)

A lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro (na foto) e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva no filme publicitário realizado por Gonçalo Morais Leitão, com produção de Nuno Calado e da Hand Creative Chain

Idealizada por Gabriel Mendes e César Silva, dupla de criativos da Bar Ogilvy, com direção criativa de Nuno Riça e João Amaral, a nova campanha que divulga a parceria entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a TAP, companhia área que assegura o transporte dos atletas para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, é protagonizada por três desportistas. No filme promocional, realizado por Gonçalo Morais Leitão, a lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva, lembrando que a viagem para a capital francesa há muito que começou.

Além de imagens atuais dos atletas a prepararem-se para embarcar, o anúncio mostra fotografias de infância dos desportistas, durante os primeiros treinos. Com produção de Nuno Calado da Bar Ogilvy e da produtora audiovisual Hand Creative Chain, o filme, com duas versões genéricas de 45 e 20 segundos, tem sonorização da Estrela de Alcântara. Divulgada em televisão em duas vagas até 11 de agosto, a campanha, com planeamento de meios da Wavemaker, inclui também três versões do anúncio personalizadas, uma por cada atleta, exibidas à medida que forem entrando no palco competitivo.

“Também é possível acompanhar os materiais da campanha em meios digitais, nomeadamente nas redes sociais da TAP com conteúdo orgânico e ‘paid media’ nas redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn), no YouTube e na newsletter interna da companhia aérea”, informa a Bar Ogilvy em comunicado de imprensa. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de criar campanhas que apelem tanto à emoção coletiva e ao orgulho nacional. Os Jogos Olímpicos são um dos mais importantes eventos desportivos do mundo”, sublinha Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy, citado no comunicado.

 

 

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Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), o ‘spot’ de televisão tem como ponto de partida a legislação que proíbe o ruído nas praias nacionais

Catarina Nunes

A Rádio Comercial acaba de lançar uma campanha de verão, desenvolvida pela agência criativa DJ, que estará no ar em televisão, até 6 de agosto.

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), a campanha tem como ponto de partida a legislação que enquadra a proibição de ruído nas praias nacionais. Diogo Anahory, cofundador e diretor criativo da DJ, explica ao M&P que “nas férias as pessoas tendem a ouvir menos rádio. Além disso, a Autoridade Marítima Nacional não ajuda, já que interdita, nas praias, a utilização de equipamentos sonoros geradores de ruído”.

A campanha, com produção da Flaming, realização de Gonçalo Paixão e direção de fotografia de Ricardo Magalhães, é a resposta a essa proibição, que não ajuda no consumo de rádio durante o verão, sugerindo uma alternativa. O spot de 20 segundos começa com um plano fechado de uma coluna de som, em cima de uma geleira dentro de água, que transmite a emissão da Rádio Comercial.

Conforme o plano vai abrindo, até mostrar a geleira com a coluna de som sobre uma plataforma a flutuar no mar, a voz off cita a lei que enquadra a proibição de ruído nas praias e respetivas coimas aplicáveis, com esta informação a passar igualmente em rodapé.

No final, a voz off pergunta: “O que é que se pode fazer por isso?” e responde ‘Nada’, ao mesmo tempo que a imagem mostra três pessoas a começar a nadar em direção à plataforma flutuante afastada da costa, onde se encontra a coluna de som a tocar a emissão da Comercial.

O anúncio ‘Off Coast’ está a passar na SIC e SIC Notícias, no Fox Life , Fox Crime, Fox Movie e Fox Comedy, bem como no Place SIC e TVI.

 

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Raquel Santos reforça equipa da NTT Data

Como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT) ficará responsável por projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias

A consultora de negócio e tecnologia NTT Data Portugal está a reforçar a equipa com a contratação de Raquel Santos, como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT).

Neste cargo, será responsável pela gestão e condução de projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias, com particular destaque para desafios de transformação de IT, eficiência das operações de redes, eficiência operacional e envolvimento com o consumidor.

“Apesar de serem indústrias maduras, as telcos e os media estão a assistir a grandes evoluções, que irão continuar a desafiar a forma como os serviços são prestados e os clientes se relacionam com as marcas. Estaremos empenhados na dinamização e geração de novas fontes de valor. Assim, encaramos o futuro com otimismo, porque teremos pela frente muitas oportunidades, que abordaremos de maneira inovadora e em cocriação com os nossos clientes e parceiros”, refere Raquel Santos.

Especializada nas áreas de soluções digitais, experiência do consumidor, envolvimento e ‘analytics’, Raquel Santos é licenciada em economia pela Universidade Católica Portuguesa e tem um MBA em colaboração com o MIT, além de outras formações executivas. Com uma carreira em consultoria estratégica e de gestão, o percurso de Raquel Santos tem sido marcado pela liderança de projetos de transformação em diferentes países e regiões do mundo.

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Betclic desafia influenciadores e mostra resultado em documentário da Bakery (com vídeo)

O ator Tiago Teotónio Pereira, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra (na foto), foi de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2. Documentada pela Bakery, a aventura foi registada pela objetiva de Vasco Pedroso, apurou o M&P

O ator Tiago Teotónio Pereira é o protagonista do novo documentário da série Desafios Betclic, projeto da Betclic que instiga alguns dos influenciadores digitais que colaboram com a marca a superarem-se em desafios físicos, sob pena de terem de cumprirem uma consequência caso não os consigam concretizar. Disponível no YouTube, com produção da Bakery, em colaboração com a Notable, foi realizado e montado por Vasco Pedroso. A pós-produção e os efeitos visuais têm a assinatura de Victor ZK, apurou o M&P.

O registo documental de 24 minutos mostra o ator, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra, a ir de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2, numa viagem, realizada em março, que se prolongou por cinco dias. “Foi muito mais difícil do que algum dia imaginei. Tínhamos previsão de mau tempo, mas nunca pensei que fosse um fator decisivo para a continuação do desafio”, refere Tiago Teotónio Pereira, habituado a participar em provas desportivas extremas.

A tempestade Nelson, que assolou muitas regiões do país, foi o principal inimigo do trio ao longo dos 738 quilómetros do percurso. As condições meteorológicas extremas chegaram a pôr em causa a continuação da viagem, mas o espírito de resiliência dos participantes sobrepôs-se às dificuldades. “Este desafio da Betclic ganhou o primeiro lugar no top de experiências inesquecíveis e mais difíceis de sempre”, afirma o artista. A série Desafios Betclic também inclui vídeos com os influenciadores Ric Fazeres e Daizer.

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