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Netaudience: TVI mantém liderança pelo 20º mês consecutivo

No mês de outubro, os dois primeiros lugares do pódio não registaram alterações em relação aos meios de comunicação social com maior alcance digital em Portugal e o Correio da […]

Sónia Ramalho
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Netaudience: TVI mantém liderança pelo 20º mês consecutivo

No mês de outubro, os dois primeiros lugares do pódio não registaram alterações em relação aos meios de comunicação social com maior alcance digital em Portugal e o Correio da […]

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No mês de outubro, os dois primeiros lugares do pódio não registaram alterações em relação aos meios de comunicação social com maior alcance digital em Portugal e o Correio da Manhã mantém o terceiro lugar do pódio, tendo o Expresso mantido o 5º lugar, a seguir ao Jornal de Notícias.

Pelo 20º mês consecutivo, a TVI ocupa o primeiro lugar, com um reach de 3 milhões e 499 mil pessoas, acima dos 3 milhões e 222 mil pessoas de setembro. A SIC continua em segundo, com  3 milhões e 314 mil, acima dos 2 milhões e 870 mil pessoas alcançadas em setembro, através das suas plataformas digitais. O Correio da Manhã mantém o terceiro lugar com 2 milhões e 977 mil pessoas.

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Jornal de Notícias segura, pelo sexto mês consecutivo, o quarto lugar com um alcance de 2 milhões e 811 mil pessoas e o Expresso mantém a quinta posição, com um alcance de 2 milhões e 592 mil pessoas.

A sexta posição vai para a Nit, com um alcance digital de 2,513 milhões de pessoas. O Observador (que entrou nos dados auditados netAudience em julho), regressa ao sétimo lugar, com 2 milhões e 302 mil pessoas.

Entre os títulos generalistas, o Diário de Notícias subiu ao 11º lugar, com um reach de 1,974 milhões de pessoas e a RTP desceu para o 13º lugar com um alcance de 1,740 milhões de pessoas.

Entre os títulos de informação económica, o Jornal de Negócios manteve para a liderança com um alcance de 1,314 milhões de pessoas, tento o Dinheiro Vivo passado para segundo lugar com um alcance de 761 mil pessoas.  O Jornal Económico abandonou o ranking da Marktest no início do ano.  

No segmento desportivo, o Record manteve a liderança com um reach de 1,85 milhões de pessoas, acima das 1,52 milhões de pessoas alcançadas em setembro. O Jogo mantém a segunda posição, com um reach de 1,70 milhões de pessoas, acima das 1,51 milhões de pessoas de agosto. O site MaisFutebol, em terceiro, com um reach de 984 mil pessoas em outubro, abaixo das 1,10 milhões de pessoas de setembro.

Entre os canais de televisão, além da TVI e da SIC, que ocupam os dois primeiros lugares no ranking geral, segue-se a RTP, que desceu ao 13º lugar com um alcance de 1,740 milhões de pessoas.

Nas rádios, a TSF tornou-se a estação com maior alcance digital em Portugal com um reach de 1,032 milhões de pessoas, tendo a RFM passado para segundo lugar passando de um reach de 1,15 milhões de pessoas, em setembro, para 1,002 milhões de pessoas em outubro. A Renascença mantém o terceiro lugar, descendo de 897 mil em setembro para 705 mil em outubro. Segue-se a Rádio Comercial, cujo reach digital aumenta de  243 mil em setembro para 272 mil em outubro. A M80 cai de um reach digital de 134 mil pessoas em setembro para 131 mil pessoas em outubro.

Media Capital mantém o segundo lugar com um reach multiplataforma de 4 milhões e 388 mil pessoas. O Global Media Group mantém o terceiro lugar com um alcance de 4,302 milhões de pessoas em outubro, tendo a Cofina mantido o quarto lugar com um reach de 4 ,162 milhões de pessoas. A Impresa ocupa o quinto lugar com 3,912 milhões de pessoas.

O Observador manteve o sétimo lugar com 2,302 milhões de pessoas e o grupo Renascença Multimédia cai para o nono lugar, com um alcance de 1,459 milhões de pessoas. A RTP mantém o oitavo lugar com 1,740 milhões de pessoas. A Bauer Media Audio Portugal manteve o décimo lugar, com um alcance de 435 mil pessoas, acima das 389 mil pessoas de setembro.

O ranking NetAudience apresenta, desde maio de 2019, os números relativos ao reach agregado dos títulos que integram a rede Nónio: aproximadamente 5 milhões e 295 mil pessoas alcançadas em multiplataforma no último mês.

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Audiências: SIC aproxima-se da liderança semanal

Na semana de 3 a 9 de junho, RTP1 e Outros sobem a quota de audiência semanal, ao contrário da SIC, TVI e Cabo, que perdem terreno. TVI mantém a liderança com apenas uma décima de vantagem sobre a SIC

O consumo global de TV por indivíduo apresenta-se em clima de estabilidade, mantendo esta semana o mesmo valor de 5h18m diárias registado na semana anterior.

Nas variações da quota semanal, RTP1 e Outros são os canais que reforçam quota face à semana passada, ao contrário do que se verifica com a SIC, TVI e Cabo, que perdem quota semanal. A TVI mantém a liderança da semana, com apenas uma décima de vantagem sobre a SIC. Assim, a RTP1 reforça e tem agora 11,3% de quota, a SIC desce até aos 14,3% de quota semanal, o mesmo acontecendo com a TVI, que desce igualmente e tem agora 14,4% de quota.

Cabo e Outros apresentam tendências opostas entre si, com o Cabo a descer até aos 40,1% de quota, e o Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a reforçar e a registar esta semana 18,1% de quota semanal.

No ranking dos canais mais vistos da oferta cabo, o pódio da semana é composto por CMTV, CNN Portugal e SIC Notícias, a que se seguem os canais STAR Channel, Hollywood, TVI Reality, Globo e STAR Movies. Nas últimas posições do top 10 estão esta semana SIC Mulher e TVI Ficção.

A poucos dias do início do Campeonato da Europa – EURO 2024, a transmissão do jogo Futebol – Jogo de Preparação EURO 2024/Portugal X Finlândia, feita na RTP1, ocupa a primeira posição da tabela da programação semanal. Seguem-se Big Brother – Especial, da TVI, a novela Cacau, também da TVI, o Jornal da Noite, da SIC e novamente um programa do reality show da TVI Big Brother.

Na tabela dos programas mais vistos do cabo esta semana, Investigação CM/Perseguição Fatal, da CMTV, ocupa a liderança, com a tabela a ser totalmente preenchida por conteúdos da CMTV, como já vem sendo habitual. Seguem-se Doa a Quem Doer, o informativo Grande Jornal – Noite, o programa da noite eleitoral Eleições Europeias 2024: Boca de Urna e o Jornal 7, que encerra o top 5 da semana.

Data Insights, Havas Media Network

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Expresso e SIC já têm Carta de Princípios para o uso de IA

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas.

Os conselhos de redação do Expresso e da SIC aprovaram uma Carta de Princípios para o uso de inteligência artificial (IA), que lista um conjunto de normas e práticas a respeitar no exercício do jornalismo, onde se destacam as áreas de qualidade e responsabilidade pelo conteúdo, transparência, propriedade intelectual e fontes de informação, entre outras.

“O grupo Impresa tem um vasto histórico de pioneirismo na adoção de tecnologias que nos permitem evoluir nos formatos em que chegamos aos públicos e inovar na forma como produzimos jornalismo de referência. Este é mais um passo nesse sentido, porque nos permite incorporar uma tecnologia essencial para melhorar o nosso trabalho, mas também minimizar os perigos que o mau uso da IA pode trazer para a objetividade e transparência do jornalismo”, afirma João Vieira Pereira, diretor do Expresso, em comunicado de imprensa.

A utilização de IA pelos jornalistas do Expresso e da SIC já inclui valências que vão desde a automação de tarefas repetitivas, até à conversão de formatos, auxílio na pesquisa e investigação, ou recomendações e apoio na produção de peças jornalísticas. Os órgãos do grupo Impresa são os primeiros a anunciar em Portugal uma Carta de Princípios sobre a forma como os jornalistas e colaboradores podem utilizar a IA.

“A inteligência artificial nunca substituirá o papel fundamental que os jornalistas têm e terão sempre na produção de jornalismo de qualidade e que cumpre os princípios deontológicos da profissão. Mas é, sem dúvida, uma ferramenta que pode ajudar-nos a melhorar o que fazemos, desde que devidamente enquadrada e com regras claras sobre a sua utilização. É isso que esta Carta de Princípios se propõe garantir”, diz Ricardo Costa, diretor-geral de informação do grupo Impresa e diretor de informação da SIC.

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ERC averigua poderes de influência e transparência de capitais na Newsplex

Em causa estão a aquisição da Alpac Media de 91% do capital da empresa que edita o Nascer do Sol, I Inevitável e Portugal de Amanhã, e eventuais poderes de influência nestas publicações, para salvaguardar a defesa do pluralismo e da diversidade nos meios de comunicação social

O conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) determinou a abertura de um procedimento oficioso de averiguações, em relação a eventuais poderes de influência e transparência dos fluxos de capitais investidos pela Alpac Capital na Newsplex, que detém as publicações Nascer do Sol, I Inevitável e Portugal de Amanhã.

“Na sequência da análise realizada pela ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, considerando informações tornadas públicas nas últimas semanas, verifica-se que, no quadro da aquisição de 91% do capital e direitos de voto da Newsplex, S.A., pela Alpac Capital, em julho de 2022, se torna relevante aferir da transparência efetiva dos fluxos de capitais investidos na sociedade proprietária das publicações Nascer do Sol, I Inevitável e Portugal de Amanhã, e da existência de eventuais ‘poderes de influência’, na perspetiva da defesa do pluralismo e da diversidade”, refere a deliberação do conselho regulador da ERC.

O conselho regulador faz esta deliberação no exercício das suas competências de regulação e supervisão, considerando em especial as obrigações em matéria de identificação dos poderes de influência e atendendo aos objetivos da Lei da Transparência dos Media (Lei n.º78/2015, 29 de julho), tendo em vista a promoção da liberdade de imprensa, a defesa do pluralismo, da diversidade e da independência editorial dos órgãos de comunicação social perante os poderes político e económico.

Os poderes constitucionais da ERC conferem-lhe responsabilidade em assegurar o direito à informação e à liberdade de imprensa, a não concentração da titularidade dos meios de comunicação social, a independência perante o poder político e o poder económico e o respeito pelas normas reguladoras das atividades de comunicação social.

 

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RTP lucra €2,5 milhões em 2023 e reduz dívida para €71,7 milhões

A melhoria dos resultados em 2023 deve-se à diminuição de €6,8 milhões do custo da grelha, para €79,6 milhões, e ao aumento de €1,2 milhões dos fornecimentos e serviços externos, que ascenderam a €38,4 milhões. As receitas publicitárias aumentaram €400 mil para €21,7 milhões, devido ao contributo da internet e da rádio

Catarina Nunes

A RTP teve um lucro de €2,5 milhões em 2023, apesar do impacto da provisão a 100% do plano de saídas voluntárias da empresa e do aumento das taxas de juro, que duplicou o custo do serviço da dívida. É o resultado líquido mais elevado dos últimos oito anos, exceto 2020 (€3,1 milhões) em que os custos com a grelha foram abaixo do normal, por causa da pandemia. 2023 foi também o ano em que a RTP teve resultados líquidos positivos pelo 14º ano consecutivo, de acordo com os dados do relatório e contas da RTP.

O EBITDA de €17,7 milhões em 2023 é o mais elevado dos últimos 10 anos, excetuando 2020 que foi de €18,3 milhões, apesar de o aumento dos custos com pessoal ter sido superior à subida das receitas da taxa de contribuição para o audiovisual, entre 2022 e 2023. Os resultados operacionais, por seu lado, subiram 39% face a 2022, ascendendo a €17,7 milhões, e a dívida bancária diminuiu 15,4%, para €71,7 milhões.

O capital próprio da RTP é negativo em €3,6 milhões, mas foi reforçado em €3,1 milhões, o que representa o valor negativo mais baixo dos últimos 10 anos, enquanto a dívida financeira é de €71,7 milhões, que reduziu 22% entre 2021 e 2023, depois de ter alcançado em 2016 o valor mais elevado dos últimos 10 anos (€112,5 milhões).

Em termos de receitas, a publicidade aumentou €400 mil para €21,7 milhões, devido ao contributo da internet e da rádio, enquanto os serviços de produção faturaram mais €4,3 milhões e a taxa de contribuição para o audiovisual subiu €5 milhões, para €190,1 milhões. No total, as receitas ascenderam a €235 milhões em 2023, o que representa um acréscimo de €4,5 milhões face a 2022. As vendas de conteúdos, no entanto, diminuíram €5,3 milhões, devido à ausência de revenda de direitos de eventos desportivos internacionais.

A melhoria dos resultados da RTP deve-se à diminuição de €6,8 milhões do custo da grelha, para €79,6 milhões, por em 2023 não ter sido ano de Campeonato Mundial nem de Europeu de Futebol Masculino, e ao aumento de €1,2 milhões dos fornecimentos e serviços externos, que ascenderam a €38,4 milhões, devido essencialmente ao efeito da inflação. Acompanhando o aumento de referência para a função pública, os gastos com pessoal foram de €96,7 milhões, o que representa um aumento de €5,3 milhões face a 2022.

O investimento, esse, subiu €600 mil em relação a 2022, para um total de €4,6 milhões, destacando-se o orçamento alocado à inovação, com candidaturas ao SIFIDE (Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial) referentes a investimentos entre 2021 e 2023 no montante acumulado de €1,5 milhões. O plano de investimentos para 2024- 2026 foi fechado no último trimestre de 2024 e dá prioridade às tecnologias, sistemas de informação e estúdios de televisão e de rádio, em Lisboa e no Porto.

 

 

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WAN-IFRA e OpenAI lançam programa internacional para acelerar uso de IA nas redações

Financiado pela OpenAI, o Newsroom AI Catalyst quer ajudar 128 redações da Europa, da Ásia-Pacífico, da América Latina e do Sul da Ásia a utilizar ferramentas de IA para melhorar a atividade de produção jornalística que desenvolvem. A data de início das inscrições ainda não foi divulgada

A WAN-IFRA, associação mundial de editores de jornais, juntou-se à empresa tecnológica OpenAI para lançar o Newsroom AI Catalyst, um programa internacional que pretende acelerar o uso de inteligência artificial (IA) em 128 redações na Europa, na Ásia-Pacífico, na América Latina e no Sul da Ásia.

Além de fornecer orientação especializada aos jornalistas, este programa indica as ferramentas a usar para impulsionar a implementação de soluções estratégicas de IA nos trabalhos jornalísticos desenvolvidos. A OpenAI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, financia e apoia tecnicamente a iniciativa.

“As empresas de media estão sob pressão, em todo o mundo, devido ao declínio das receitas de publicidade e das vendas das suas edições impressas. Essa adversidade deixa as comunidades sem acesso a uma base partilhada de factos e valores que coloca a própria democracia em risco. As tecnologias de IA podem influenciar positivamente a sustentabilidade dessas organizações, desde que percebam o que está em jogo e aprendam a tirar vantagem disso”, refere Vincent Peyrègne, CEO da WAN-IFRA.

Com  duração de três meses, o Newsroom AI Catalyst integra módulos de aprendizagem, workshops práticos com especialistas e uma apresentação final. “O programa foi projetado para ​​para expandir oportunidades, tirando partido do poder transformador da IA para cultivar um ecossistema saudável e sustentável que promova o jornalismo de qualidade”, explica Tom Rubin, diretor de propriedade intelectual e conteúdo da OpenAI. A iniciativa foi apresentada no 75º Congresso Mundial dos Media, em Copenhaga, a 29 de maio. A data de início das inscrições ainda não foi divulgada.

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Now e Euronews assinam acordo de parceria para produção e difusão de conteúdos

O protocolo estabelecido entre os dois canais garante ao Now acesso privilegiado a conteúdos da Euronews, que também disponibiliza as instalações ao canal da Medialivre para a produção de reportagens e notícias. Em troca, recebe produções do Now, que arranca a 17 de junho

O Now e a Euronews assinaram um acordo de parceria para a produção e difusão de conteúdos informativos nos dois canais noticiosos. A entrada em vigor do protocolo estabelecido acontece nas próximas semanas. “Com esta parceria, teremos acesso privilegiado a conteúdos da Euronews e está assegurada a possibilidade de desenvolvimento de conteúdos exclusivos para o Now nos estúdios da Euronews. Também o Now disponibilizará conteúdos de produção própria ao canal europeu”, informa o novo canal noticioso da Medialivre, que também detém a CMTV, o Correio da Manhã, a Sábado, o Record, o Negócios e a TV Guia, numa publicação nas redes sociais.

Com o lançamento agendado para 17 de junho, o canal abandonou a palavra News do logotipo apresentado publicamente a 3 de maio, passando agora a apresentar-se apenas como Now. A grelha de programação foi fechada em meados do mês. Além dos políticos António Costa, Fernando Medina, Pedro Santana Lopes, Rui Rio e o bispo Américo Aguiar como comentadores, o canal vai ter Judite Sousa e André Coelho Lima como analistas políticos. A médica Graça Freitas, diretora da Direção-Geral da Saúde entre 2018 e 2022, é outro dos nomes confirmados.

Optimista, um programa com o ex-primeiro ministro António Costa, é uma das novidades da grelha, que recupera a tradição de exibir noticiários de 15 minutos à hora certa. Eduardo Dâmaso, diretor-geral adjunto da Medialivre, lidera o jornalismo de investigação e os temas judiciais, que terão um programa autónomo. Além de Pedro Mourinho e Janete Frazão, dois dos principais pivôs do canal, o Now conta com Inês Rodrigues, que abandona a CNN Portugal. Marisa Caetano Antunes também trocou a SIC pelo Now. A música do canal, assinada por Elvis Veiguinha, produtor musical e consultor de audio branding, foi gravada com a Orquestra Sinfónica de Praga.

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Audiências: TVI e Pay TV atingem valor mais elevado do ano em Maio

No quinto mês de 2024, o futebol volta a figurar entre os programas de televisão mais vistos, ocupando as quatro primeiras posições da tabela. A CMTV é o canal que registou maior aumento, reforçando assim a posição do canal por cabo mais visto pelos portugueses

A análise de audiências de televisão da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em maio, o consumo televisivo em Portugal, em termos de audiência média, verificou um aumento de +1% face ao mês de abril. Entre os canais FTA, a TVI com uma quota de 16.0% (+0.6p.p. vs. abril 2024) reforça a liderança atingindo o valor mais elevado até ao momento. A SIC ficou na segunda posição, com uma quota de 14.1% (-0.1p.p. vs. abril 2024), seguida da RTP1 que com uma quota de 10.6% regista um crescimento de +0.3p.p. vs. abril 2024.

A transmissão da final da Taça de Portugal, na estação pública, teve impacto nas audiências do canal. A final e a entrega da taça foram os dois programas mais vistos do mês. Pelo segundo mês consecutivo, após em março terem registado a quota mais elevado desde que há registo, em maio os Outros voltam a verificar uma diminuição (-0.9p.p. vs. abril 2024), no entanto a quota continua superior ao de TVI e SIC. Em sentido contrário, a tipologia do PAY TV volta a verificar um novo crescimento (+0.2p.p. vs. abril) e atinge assim o valor mais elevado deste ano.

No mês de maio, a tipologia de PAY TV registou um crescimento de +0.2p.p. vs. abril de 2024, com a CMTV (+0.6p.p. vs. abril) a ser o canal que registou maior aumento, reforçando assim a posição do canal do cabo preferido dos portugueses. O acompanhamento ao segundo dos últimos jogos do campeonato nacional de futebol prendeu os telespetadores ao canal. Para além da CMTV, destaque para os canais Star Channel, Globo, SIC Mulher, Canal 11, Star Crime e TV Record, tendo todos eles verificado um crescimento de +0.1p.p. vs. abril.

Em maio, o top 3 de programas mais vistos voltou a ser novamente composto por jogos de futebol. A final da Taça de Portugal Placard entre o Porto e o Sporting, transmitida pela RTP1 foi o programa mais visto de mês e o mais visto do ano até ao momento. A final alcançou uma audiência média de 2 milhões e 144 mil telespetadores e uma quota de 49.0%. O pós-jogo, com as entrevistas aos protagonistas e entrega da taça ficou na segunda posição com uma audiência de 1 milhão 719 mil telespetadores e uma quota de 34.3%.

A completar o pódio, surgem os jogos das meias-finais da Liga dos Campeões, transmitidos pela TVI. O Real Madrid x Bayern Munich e o Dortmund x PSG registaram uma audiência média de 1 milhão e 208 mil telespetadores, o que representou uma quota de 24.9%. Se retirarmos os jogos de futebol, podemos verificar que o Big Brother ocupa as primeiras três posições com o programa Big Brother – O Duelo a ser o mais visto com uma audiência média de 1 milhão e 79 mil telespetadores e uma quota de 25.1%.

No que toca às audiências por período horário, no mês de maio, a SIC mantém a liderança durante o período do almoço com uma quota de 21.1%. A TVI mantém a liderança no segundo prime-time (22h30-24h00) e no late night (00h-02h30) com uma quota de 17.8% e 17.2%, respetivamente. Depois de no mês passado ter subido à liderança nos períodos da manhã e do pré-prime, a TVI consegue manter a liderança nestes dois períodos.

Em maio, a TVI sobe à liderança durante o período do primeiro prime-time (20h-22h30) com uma quota de 17.9% vs. os 16.1% da SIC. Com esta subida TVI lidera agora em praticamente todos os períodos com exceção do período do almoço que perde para a SIC.

Initiative – IPG Mediabrands

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O que pode ler na edição 958 do M&P

Uma entrevista com Inês Ramada Curto e Pedro Filipe-Santos, sócios da Snack Content, o estudo que indica que há agências de publicidade e de telemarketing em dificuldades e o artigo de opinião do novo colunista Miguel Moreira Rato, CEO da Adagietto, são alguns dos destaques

Na edição 958, Inês Ramada Curto e Pedro Filipe-Santos, sócios e codiretores executivos da Snack Content, partilham sobre como as marcas devem capitalizar o vídeo social, a abordagem a este formato com base em dados e o percurso que os traz até à empresa de origem brasileira, que está a investir €500 mil no mercado nacional.

Os chefs que são marcas fora da cozinha é o tema de Destaque, com José Avillez e Ljubomir Stanisic, que não se assumem como marcas com uma intenção estratégica, mas fazem um caminho que os posiciona como mais do que chefs. Um protagoniza a mais recente campanha da Xiaomi e o outro acaba de lançar uma marca de vinhos.

Na Atualidade, dados do Insight View 2024 indicam que 18% das agências de publicidade e telemarketing apresentam um risco de incumprimento elevado. António Roquette, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing, dá o seu ponto de vista sobre este estudo.

Na Opinião, Miguel Moreira Rato é o novo colunista. As novidades e as tendências no setor da comunicação e os desafios no dia a dia de uma agência são as áreas que o CEO da Adagietto irá abordar na coluna que passa a escrever mensalmente.

Os festivais de verão enquanto palcos estratégicos para as marcas que desejam estabelecer conexões emocionais profundas com os consumidores dão o mote ao dossiê especial.

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ERC deteta irregularidades na Global Media

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social determina a instauração de um procedimento contraordenacional ao grupo de media pela alegada violação da Lei de Imprensa e do Estatuto do Jornalista na rádio TSF e nas revistas Volta ao Mundo e Evasões

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) identificou três situações suscetíveis de configurar a violação da legislação portuguesa que rege o setor dos media. O regulador dos media concluiu o processo de averiguações sobre o impacto da restruturação do Global Media Group (GMG) no pluralismo informativo e nas linhas editoriais que tinha em curso, denunciando os três casos publicamente. A decisão, tomada a 30 de maio, marca a conclusão da diligência, iniciada a 8 de janeiro.

“No quadro das diligências realizadas, o conselho regulador verificou duas situações na emissão da TSF suscetíveis de configurar uma tentativa de interferência ilegítima da administração do GMG na liberdade e autonomia editorial das respetivas direções de informação, em violação do disposto no nº 5 do artigo 33º da Lei da Rádio e no nº 2 do artigo 1º da Lei de Imprensa”, refere o documento, assinado por Helena Sousa, Pedro Correia Gonçalves, Telmo Gonçalves, Carla Martins e Rita Rola, membros dos conselho regulador da ERC.

“O regulador diz ainda ter apurado que, aquando da destituição de Domingos de Andrade das funções de responsável pela informação da TSF, o conselho de redação respetivo não foi consultado, como deveria, pela entidade proprietária, em violação do disposto no artigo 33º, n.º 3, da Lei da Rádio, e no artigo 13º, nº 4, alínea b, do Estatuto do Jornalista”, informa em comunicado o regulador dos media.

A rádio noticiosa do Global Media Group não é, no entanto, a única visada na deliberação. “O conselho verificou a existência de indícios de que não terá sido garantido o direito de participação das redações das revistas Evasões e Volta ao Mundo nas mudanças das respetivas direções, em violação do artigo 19º, nº 2 e nº 3, artigo 23º, nº 2, alínea a, da Lei de Imprensa, e do artigo 13º, nº 1 e nº 3, e nº 4, alínea b, do Estatuto do Jornalista, pelo que determinou a instauração de um procedimento contraordenacional à entidade proprietária”, revela a ERC.

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11ª edição dos Prémios M&P Criatividade em Autopromoções & Inovação em Media

Filipa Avillez (Media Nove), Filipa Marçal Grilo (Impresa), Hellington Vieira (The Walt Disney Company Portugal), João Lobo (Renascença Multimédia), João Magalhães (Canais TVCine), José Manuel Gomes (MediaLivre), Luís Delgado (Trust in News), Manuel Simões de Almeida (Bauer Media Audio Portugal), Mafalda Campos Forte (Global Media), Marina Ramos (RTP) e Rudolf Gruner (Observador) são os representantes dos meios de comunicação social que vão avaliar os trabalhos a concurso

A criatividade nas autopromoções e a inovação nos media são uma necessidade estratégica na retenção e atração de audiências, na construção de relacionamentos fortes com o público, na diferenciação e relevância dos meios de comunicação, com o consequente aumento de receitas de publicidade e de vendas de produtos de media.

Num setor em que a atenção – melhor, a fidelização da atenção – é o bem mais valioso, a par com a capacidade de gerar e reinventar formatos e conteúdos, as autopromoções e a inovação são parte da sobrevivência e longevidade dos meios de comunicação, que enfrentam hoje, mais do que nunca, inúmeros desafios num mercado cada vez mais competitivo.

São elas que ajudam a captar a atenção dos públicos-alvo, num contexto saturado de informação e de entretenimento em múltiplas plataformas, transformando espetadores/leitores ocasionais em fãs leais. Campanhas promocionais de meios de comunicação, únicas e memoráveis, podem posicioná-los como líderes no seu segmento, criando uma identidade distinta que ressoa com o público.

São elas que reforçam os valores e a missão de cada media. Comunicam não apenas os conteúdos que disponibilizam, mas também o que representam, ajudando a construir uma identidade de marca sólida e reconhecível.

São elas que podem contribuir para o aumento das receitas, estimulando as audiências e a consequente atração de anunciantes, dispostos a pagar mais para estarem presentes em meios com relações fortes e duradouras com as suas audiências. E que comunicam para elas de forma inovadora e consistente, para lá da mera disponibilização de uma grelha de conteúdos.

São elas que asseguram a capacidade de antecipar ou de dar resposta às flutuações de audiências e nos próprios media e anunciantes, em que a frieza das métricas reina, mas há também uma procura por conexões reais e emocionais, que as autopromoções e a inovação estabelecem.

Por estas razões, os Prémios M&P Criatividade em Autopromoções & Inovação em Media valorizam, avaliam e distinguem, o melhor que os meios de comunicação nacionais criam nestas áreas. Na 11ª edição consecutiva destes galardões, contamos com 47 categorias em Autopromoções e 3 em Inovação, ambas integradas em três grandes categorias (Televisão, Rádio e Imprensa), com a transversalidade do digital em todas áreas.

Além dos troféus por categorias e dos dois grandes prémios (Autopromoções e Inovação), esta é a terceira edição em que distinguimos a Empresa de Media do Ano, a que conquistar mais prémios e caso o número de pontos obtidos o justifique. Esta contabilização é feita em função dos votos em cada empresa de media, em que cada Ouro vale 3 pontos, Prata 2, Bronze 1 e shortlist 0,5. O Grande Prémio vale 7 pontos, anulando os 3 que o trabalho ganhou com o Ouro.

Filipa Avillez (Media Nove), Filipa Marçal Grilo (Impresa), Hellington Vieira (The Walt Disney Company Portugal), João Lobo (Renascença Multimédia), João Magalhães (Canais TVCine), José Manuel Gomes (MediaLivre), Luís Delgado (Trust in News), Manuel Simões de Almeida (Bauer Media Audio Portugal), Mafalda Campos Forte (Global Media), Marina Ramos (RTP) e Rudolf Gruner (Observador) são os representantes dos meios de comunicação social que vão avaliar os trabalhos a concurso.

Até à revelação dos vencedores da 11ª edição dos Prémios M&P Criatividade em Autopromoções & Inovação em Media, reveja os anteriores premiados e inscreva trabalhos aqui.

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