Máxima regressa às bancas com edição especial que assinala os 35 anos da revista

Por a 13 de Novembro de 2023

Lançada em Portugal em outubro de 1988, a revista Máxima deixou de ser impressa em junho de 2020, transformando-se, a partir daí, numa publicação exclusivamente digital. No entanto, para assinalar os 35 anos da fundação daquele que foi um dos títulos mais emblemáticos da imprensa feminina portuguesa, regressa às bancas esta quarta-feira, com duas capas e uma temática dedicada ao futuro.

“A trajetória da Máxima, marcada pela sua importância histórica, é celebrada com uma edição especial em papel. Este número, com 290 páginas de valor colecionável, estará disponível para compra a partir de 15 de novembro, esta quarta-feira, pelo preço de 6,90 €”, informa a publicação em comunicado.

“Esta edição não é apenas uma celebração, mas a afirmação do nosso compromisso contínuo com o jornalismo de qualidade e com as figuras femininas, e não só, que estão a moldar o nosso mundo,” sublinha Rosário Mello e Castro, diretora da revista.

“São 290 páginas dedicadas a mulheres notáveis, como Graça Morais, Leïla Slimani ou Soraia Chaves, numa edição que celebra a diversidade e antecipa o futuro”, anuncia ainda.

O lançamento deste número comemorativo está alinhado com o site do título, apresentando “entrevistas, reportagens e artigos de investigação que captam o espírito inovador da publicação”, refere também o comunicado.

Maria Teresa Horta, A Garota Não, Isabela Figueiredo e Erika Lust são, a par de Maria Elisa, colaboradora de longa data da publicação, outros nomes femininos em destaque nesta edição comemorativa, que integra ainda uma entrevista ao (ainda) ministro da cultura, Pedro Adão e Silva. A perspetiva de Manuel Dias Coelho, ex-diretor executivo da Máxima, sobre as revistas femininas, é outro dos destaques.

“A revista conta também com uma investigação que mergulha no impacto da violência no namoro entre jovens, uma reportagem sobre abuso e assédio nos castings de atores em Portugal, além de temas ligados à educação, à maternidade e uma perspetiva da pornografia sob a ótica feminina”, informa ainda o documento.

Deixe aqui o seu comentário