Prio e Meo: marcas posicionam-se sobre guerra na Ucrânia

Por a 28 de Fevereiro de 2022

À medida que são conhecidos os impactos da invasão da Rússia à Ucrânia, as marcas estão a adoptar políticas comerciais que pretendem sinalizar a sua posição perante o conflito ou então apoiar os clientes ucranianos. Aqui ficam os exemplos da Prio e da Meo.

A marca Prio comunicou que “não quer deixar de dar o seu pequeno contributo para a paz neste continente, através da aplicação, à sua modesta escala, das sanções económicas que tem na sua mão impor à economia russa”. Em termos práticos, a empresa “deixou de considerar como parte dos seus fornecedores e de adquirir quaisquer produtos a empresas russas ou diretamente relacionadas, como fazia no passado. Este é um gesto contra a guerra e contra um regime, e nunca contra um povo”. No ano passado, a Prio transacionou com empresas russas cerca de 20 milhões de euros de equipamentos, combustíveis e matérias-primas.

Entretanto, o operador Meo avançou que, até 15 de março, oferece o valor das chamadas para a Ucrânia, assim como o acesso ao pacote de canais Ukrainian TV. No Twitter, a operadora adiantou que o período da oferta poderá “ser alargado consoante o evoluir da situação”.

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