Instagram, Twitter e TikTok estão a crescer em Portugal

Por a 8 de Outubro de 2020

redes sociaisO Facebook continua a ser a rede social dominante em Portugal, mas está a perder terreno para redes como Instagram, WhatsApp ou TikTok, sobretudo entre as gerações mais jovens.

A edição de 2020 do estudo “Os Portugueses e as Redes Sociais”, produzido pela Marktest, confirma que o Facebook é a rede com mais referências espontâneas entre os inquiridos, como 99,6% de respostas, quando se pergunta quais as redes que conhecem. Seguem-se o Instagram (87,4%) e o Twitter (60,1%), ambas com uma tendência de crescimento nos últimos anos (mais 3.4 e 6.1 pontos percentuais do que em 2019).

Também em foco está o TikTok: na primeira vez em que foi analisada pelo estudo da Marktest, esta rede associada aos mais novos entrou diretamente para o quinto lugar em matéria de notoriedade espontânea de redes sociais em Portugal.

Entre os utilizadores portugueses de redes sociais, o Facebook é a plataforma que apresenta maior penetração, com 92,2% de perfis criados. Seguem-se o WhatsApp, onde estão 80.3% dos utilizadores destas redes em Portugal, mais 6.1 pontos percentuais do que em 2019. O Instagram regista 73,3% de penetração, o que também traduz um crescimento homólogo de 5.4 pontos percentuais.

O Facebook continua a ser a rede social que os portugueses utilizam com mais frequência, com 49.4% dos inquiridos a referi-la. No entanto, apresenta agora um valor que se aproxima de metade do que registava há 10 anos: em 2011 era indicada como a rede mais usada por 89.4% dos utilizadores portugueses de redes sociais.

Em 2020 o Instagram foi novamente a segunda rede social mais utilizada – referida por 22.8% –, sendo já a mais usada pela maioria dos inquiridos entre os 15 e os 24 anos (57.1%). O WhatsApp surge em terceiro, com 15.5% de referências, tendo as restantes redes sido indicadas por 12.3% dos indivíduos.

No que se refere ao abandono de redes sociais, 17.1% dos utilizadores destas plataformas afirmam ter deixado de usar alguma rede social nos últimos 12 meses. Entre os que abandonaram alguma rede, 34.7% referiu ter-se tratado do Snapchat, 25.8% apontou o Twitter, 18.0% o Facebook, 17.7% o LinkedIn e 13.1% o Pinterest. A falta de interesse foi o principal motivo indicado para o abandono.

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