Esta quinzena: Alberto Rui Pereira e Especial Design

Por a 28 de Julho de 2020

K_mep-Mont_866O destaque de capa do M&P nesta quinzena vai para a entrevista a Alberto Rui Pereira, onde o CEO do grupo IPG Mediabrands, membro da direcção da APAME e representante das agências na APAP e na CAEM alerta que “o mercado português corre o risco de cair num ano aquilo que caiu entre 2010 e 2013”. O papel das agências, das marcas, as consequências da quebra do mercado, as alterações e papel dos media, as audiências e o Nónio estão entre os temas abordados na conversa.

Esta edição dedica ainda atenção especial ao sector do design/branding, analisando o impacto na pandemia nesta área, quer ao nível do volume de trabalho e perspectivas de recuperação quer na forma como a disciplina poderá evoluir no pós-covid. Os espaços de opinião são assinados por António Cunha Vaz (CV&A), João Paulo Luz (Impresa) e Ricardo Tomé (Media Capital Digital). Fique a par dos temas para ler nesta quinzena.

“Nunca demos um trambolhão de 100 milhões num ano”

Alberto Rui Pereira, CEO do grupo IPG Mediabrands, membro da direcção da APAME e representante das agências de meios na APAP e na CAEM, analisa o impacto e consequências da pandemia na indústria da comunicação

Especial Design

Como a pandemia pode vir mexer com a criação de marcas

Os cancelamentos não foram a norma ao nível dos projectos de design e branding, com o impacto da pandemia nesta área a fazer-se sentir sobretudo sob a forma de adiamentos. É o futuro das marcas em suspenso. Assim como a retoma, já que não há vacina para a incerteza e a visão de longo prazo é essencial aos projectos desta natureza. Assim que regresse, acreditam profissionais ouvidos pelo M&P, a necessidade de maior profundidade na relação com os consumidores pode trazer oportunidades ao nível da criação de marcas

A retoma ainda não desconfinou

Agora que começou o desconfinamento, será que se pode dizer o mesmo da retoma ou, neste novo normal, antevê-se uma recuperação mais demorada, à medida que os projectos vão permanecendo adiados ou remetidos para segundo plano face às necessidades de resposta à crise? Os responsáveis de oito agências/estúdios ajudam a sentir o pulso ao mercado para perceber se estamos perante um ano perdido ou se há motivos para manter alguma optimismo quando se olha para o que resta de 2020.

Haverá um design pós-pandémico?

O propósito tem andando constantemente na boca das marcas. Poderá a pandemia, a par da confluência de tantas questões fracturantes, dar-lhe maior preponderância ao desencadear novas preocupações e prioridades também ao nível do design? Será expectável que mude a forma como a disciplina é abordada pelas marcas, com influência ao nível dos briefings, dando origem a uma espécie de design/branding pós-pandémico?

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