ANICP investe 680 mil euros para conservar o que é nosso (com vídeo)

Por a 29 de Junho de 2020

Campanha2“Vamos conservar o que é nosso” é o apelo deixado pela Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe (ANICP) numa campanha criada com o objectivo de “promover o património gastronómico presente nas conservas portuguesas”. A campanha, com criatividade e produção a cargo da BBZ, visa “sensibilizar o público para os produtos da pesca e da aquicultura sustentáveis, apresentando as conservas enquanto exemplo distintivo de tradição e excelência da indústria e superioridade do peixe”, procurando assim “o aumento da divulgação e notoriedade das conservas de peixe portuguesas, criando condições para que os consumidores façam uma escolha informada e fomentando a preferência dos portugueses pelo consumo de produtos de origem nacional”.

“É necessário diferenciar e valorizar as conservas portuguesas face à concorrência – produtos de baixa qualidade e mais baratos -, reposicionar as conservas portuguesas através de uma estratégia de valorização sustentada pela qualidade, a origem, a tradição, a praticidade na confecção, mas também enquanto produto saudável, e, sobretudo, criar um ecossistema de valorização das conservas portuguesas, visando agregar tradição, inovação e competitividade às marcas da indústria conserveira”, justifica José Maria Freitas, presidente da associação.

O claim “Vamos Conservar o que é nosso” pretende assim assumir-se como marca umbrella da indústria “sob a qual vão decorrer um conjunto de iniciativas de carácter colectivo para dinamizar o mercado interno e valorizar a oferta nacional”, refere a associação em nota de imprensa sobre a campanha, que representa um investimento na ordem dos 680 mil euros e marcará presença, até Setembro, nas redes sociais e mupis, a par da “construção de relações com a imprensa especializada nacional e internacional para potenciar a exposição e mediatização e aumentar a notoriedade dos conserveiros portugueses a nível global”.

“A realização de uma campanha abrangente e colectiva traz benefícios para toda a indústria, permitindo a presença conjunta das marcas em acções e iniciativas estratégicas e promovendo uma melhor rentabilização dos recursos financeiros, mas também, que as conserveiras beneficiem, individualmente, da exposição e mediatização decorrente das acções que foram pensadas para promover e aumentar a notoriedade do sector conserveiro português”, conclui José Maria Freitas.

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