Se o morcego e o pangolim fossem nossos clientes

Por a 28 de Março de 2020
João Rivbeiro, managing partner da Stream and Tough Guy

Se o morcego e o pangolim fossem nossos clientes dir-lhes-íamos que:

Não basta ambicionar uma campanha viral, porque de pouco valem notoriedade e reach sem uma proposta de valor relevante que gere goodwill e conversões;

Para ser uma lovebrand não chega ser respeitado, também é preciso fomentar a estima;

Sem proporcionar boas experiências, não se garante fidelização;

Conteúdos repetitivos e que não surpreendam afastam, em pelo menos dois metros, os seguidores;

Trata-se de uma ideia que facilmente se esgota, pois daqui a uns meses estaremos todos vacinados contra esta estirpe de campanha;

Apesar de ter sido um projecto low-cost, o impacto negativo na vida das pessoas está a provocar prejuízos irrecuperáveis na reputação da marca;

Já foi feito, não vai ganhar prémios;

Não sabemos se ainda vamos a tempo, mas sugerimos uma abordagem alternativa que redefina o propósito da marca e, em vez do passa-a-palavra utilizado até agora, recomendamos uma acção de marketing directo: “Queridos Donald e Jair…”.


*Por João Ribeiro, managing partner da Stream and Tough Guy

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