Como é que a CUF escolheu a nova agência criativa?

Por a 24 de Outubro de 2019

44159740_1946523672109377_669723342911045632_oA rede de hospitais e clínicas CUF abriu um processo de selecção de agências para a área de branding e criatividade em Julho, recorrendo à consultora Scopen (ex-Grupo Consultores) para acompanhar as várias fases do concurso. Até aí a conta era trabalhada pela BAR Ogilvy, tendo entretanto, após o concurso, a criatividade da CUF passado para as mãos da BBDO.

A Scopen decidiu agora explicar como funcionou o processo, que implicou uma nova metodologia desenvolvida pela consultora e que foi implementada pela primeira vez, não só em Portugal, como na Europa. Até aqui só tinha sido aplicada pela Scopen no Brasil.

Numa primeira fase, a Scopen desenvolveu uma análise de mapeamento das agências criativas, propondo a seis agências que apresentassem credenciais. Metade das agências foram admitidas a concurso: BAR Ogilvy, BBDO e Wunderman Thompson.

As agências não responderam a um briefing que se materializasse numa ideia final e em materiais para que o cliente escolhesse a vencedora do concurso. “A última fase do processo consistiu na participação das três agências seleccionadas em sessões de workshop, junto com a equipa da CUF, onde o cliente pode observar as pessoas reais do dia a dia, o processo e a metodologia de trabalho que cada agência praticou, separadamente”, refere a consultora. A Scopen desenhou workshops onde o cliente podia observar como as agências gerem um desafio da marca, dando à CUF a oportunidade de interagir com as pessoas que compunham a equipa de trabalho da conta.

“Através dessa simulação do dia-a-dia, cliente e agência podem conhecer-se melhor, para que ambos possam ver como trabalham juntos. Além disso, com esse novo modelo de concurso, a empresa pode tomar uma decisão muito melhor com base no conhecimento da cultura da agência e na decisão pelo melhor fit cultural”, afirma Graziela Di Giorgi, chief growth officer da Scopen.

Deixe aqui o seu comentário