APCT: Continuam as quebras

Por a 31 de Agosto de 2018

JornaisEntre Janeiro e Junho de 2018 e o período homólogo do ano passado os generalistas venderam em média menos 13 225 exemplares por dia. Para esta quebra de 8,16% contribuíram todos os títulos, com o Correio da Manhã a vender menos 7 277 exemplares (-8,28%), o Jornal de Notícias menos 3 431 (-7,45%), o Público menos 763 exemplares (-4,24% e o Diário de Notícias, na altura ainda diário, a perder 1 754 exemplares (-17,22%). Num segmento confortavelmente liderado pelo diário da Cofina, que vende em média 80 595 exemplares por dia, o JN fechou o semestre com uma circulação impressa paga de 42 624, o Público de 17 233 e o DN de 8 428. Se olharmos apenas para as vendas em banca, o CM vendeu em média 79 902 exemplares (-8%), o JN 34 782 (-10%), o Público 12 497 (-5%) e o DN 6 107 (-20%).

A circulação digital paga também não apresenta, na soma destes quatro títulos, dados muito animadores, com um crescimento de apenas 0,94%. O Público, que lidera neste item, regista uma circulação digital paga de 11 950 (-11,59%), segue-se o JN com 6 195 (+20,62%), o DN com  3 495 (-0,34%) e o Correio da Manhã com 1 325 (+29,39%)

Se alargarmos a análise aos títulos semanais os números continuam a não ser animadores. O Expresso, que na soma do papel com o digital tem uma circulação paga de 86 101, registou vendas em papel de 61 562 (-9%) e digitais de 24 539 (+6,5%). A Visão vendeu em papel 40 294 exemplares (-27,64%) e teve uma quebra no digital de 72,96%, situando-se nos 1 769, e a Sábado fechou o semestre com uma circulação em papel de 37 972 (-4,46%) e no digital de 2 106 (+23,66%). Nas newsmagazines, destaque para as vendas em bloco na Visão, que se tornaram residuais, provocando assim uma quebra de cerca de 5 mil exemplares na circulação paga.

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