Os jurados portugueses em Cannes

Por a 2 de Março de 2007

Jorge Teixeira, Mário Rui Silva e Marco Dias representam Portugal em Cannes

São três os profissionais que vão representar Portugal no júri da 54ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que decorrerá de 17 a 23 do próximo mês de Junho. Os escolhidos são Jorge Teixeira, director criativo da DDB Lisboa, que será jurado na categoria de rádio, Mário Rui Silva, director geral da HPP Euro RSCG, jurado na categoria de marketing directo, e Marco Dias, director criativo da Brandia Central, jurado na categoria de imprensa.

Mário Rui Silva disse ao M&P que vai “tentar premiar a criatividade e a estratégia, que é o que distingue o marketing relacional», acrescentando que vai «tentar analisar bem os trabalhos, perceber os objectivos, a estratégia e a integração.” Como é um conjunto de ferramentas que devem estar integradas temos que analisar uma a uma e ver como funcionam integradas, explica. E, diz, “há que ver se atingem os alvos e os objectivos”. Numa perspectiva mais global Mário Rui Silva opina: “Há meia dúzia de anos Cannes eram os filmes publicitários. Agora já não é assim.”

Jorge Teixeira comentou com o M&P que inicialmente o seu nome tinha sido sugerido para a categoria de imprensa, mas “como já havia mais pessoas da DDB internacional, fui depois sugerido para rádio”.

Sem jurado de media

Recorde-se que no ano passado foram quatro os representantes portugueses: Luís Silva Dias, presidente da DraftFCB (na categoria de imprensa), Fernando Cruz, presidente do MPG (media), Nuno Duarte, agora director criativo executivo da Proximity (marketing directo) e Susana Sequeira, directora criativa da MSTF Partners (rádio). Ana Paula Costa, directora-geral da +Cinema, que representa o festival em Portugal, explicou ao M&P que este ano não haverá portugueses entre o júri de media porque “o critério para os 24 membros que compõem o júri de media foi considerar a melhor média dos últimos três anos entre trabalhos inscritos versus prémios ganhos”. Os resultados dos últimos três anos acabaram por excluir Portugal, “o que não significa que para o ano não recuperemos o lugar”, concluiu Ana Paula Costa.

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