Mudanças na GCI

Por a 9 de Março de 2007

A GCI está a reforçar as áreas de corporate e institucional, autonomizou o departamento de public affairs e criou um departamento de health consumer. Segundo José Manuel Costa, presidente do grupo, o novo departamento não irá sobrepor-se á Pharmaedia, porque esta “trabalha substâncias activas de laboratórios farmacêuticas do ponto de vista médico-científico”. A unidade, “que abrange as área de agro-alimentar, nutrição e estilos de vida saudáveis”, quer acompanhar os produtos de grande consumo que mostram preocupação de saúde. Marcas trabalhadas pela GCI como Becel, Planta, Actimel, Compal Vital ou Pedras baixo índice glicémico integram este perfil. O departamento health consumer é, desde Fevereiro, chefiado por Natacha Pereira da Costa.

Já a autonomização dos public affairs prende-se com o facto de “termos muitas estratégias para implementar para os nossos clientes”. O departamento trabalhará em contacto com a Edelman de Bruxelas, já que “existe um trabalho de acompanhamento da pré-legislação” a nível comunitário. Este departamento, explica José Manuel Costa, justifica-se também porque “temos uma carteira vasta de clientes ligados ao associativismo, onde esta é uma ferramenta utilizada regularmente”. A esta área estão alocadas duas pessoas, que irão passar a “quatro até ao fim do segundo semestre”.

Nas áreas de corporate e institucional entraram quatro pessoas e está a decorrer o processo de recrutamento de dois supervisores de contas e de um director-adjunto. Para aqui entrou já João Paulo Aires, ex-Unimagem, como director-executivo.

A preocupação nas contratações é “focalizar o perfil do profissional que trabalha cada área de comunicação”. Exemplo disso, aponta, é a entrada na próxima segunda-feira de Rita Machado, até aqui editora da Lux Woman, para directora executiva da Glook. Alexandra Abreu foi promovida a directora-adjunta da JMC

Desde o início do ano que o grupo contratou 12 pessoas e registaram-se quatro saídas. Até Abril o grupo GCI deverá representar 65 colaboradores. Ainda de acordo com José Manuel Costa, a facturação do grupo cresceu 31% no ano passado, situando-se nos 6,8 milhões de euros

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