Mediagate entra na media e na comunicação

Por a 15 de Setembro de 2006

A nova agência pretende conjugar as competências de media e de comunicação

A Mediagate formalizou ontem, com a inauguração das suas instalações, a entrada no mercado. Com os ex-quadros da Nova Expressão Pedro Loureiro a ocupar a direcção-geral e Isabel Fontinhas como responsável pela direcção de serviço a clientes, a agência pretende conjugar as competências das agências de media e de comunicação. “Não sei se é inédito a nível mundial, mas não conheço outra agência que tenha este posicionamento. A ideia é sair do espartilho em que a media tradicional está metida. Foi nessa perspectiva que surgiu a ideia de ir mais longe e de juntar as duas media. Faz sentido juntar os dois suportes, um em forma comercial e outro em forma institucional/ editorial”, explica Pedro Loureiro. “A media editorial que nos interessa aqui não é fazer a comunicação de uma OPA, mas sim comunicação de produto”, exemplifica o responsável. Para a área da comunicação, a Mediagate conta com a parceria da Cunha Vaz & Associados, empresa que detém 5% da Mediagate.

Apesar de não divulgar o nome dos clientes que a Mediagate tem em carteira, Pedro Loureiro identifica os quatro sectores que pretende trabalhar: financeiro, turismo, grande consumo e indústria farmacêutica. A agência também quer adquirir uma dimensão internacional ao relacionar-se e conhecer mercados internacionais, com destaque para a Irlanda, Reino Unido, Espanha e Alemanha. “Queremos ter a mesma capacidade de fazer media para países de destino como fazemos em Portugal. É importante conhecer efectivamente os meios e os mercados, trabalhando juntamente com os representantes dos títulos internacionais em Portugal”. A ajudar a esse objectivo está Paulo Andrade, responsável pela Ilimitada, “a maior representação de títulos internacionais em Portugal. É fundamental conhecer os meios e as propostas que vão muito além das variáveis de media de audiência”.

A Mediagate abre com um capital social de 50 mil euros, estando 50% com Pedro Loureiro, e o restante capital dividido por Paulo Andrade (25%), Isabel Fontinha (10%), Cunha Vaz & Associados (5%), Paulo Salgado (5%) e António Estrela Ribeiro (5%). “A nossa relação é mais de competências do que de capital. A remuneração dos accionistas tem mais a ver com quem traz mais negócio para a empresa. Não está focalizada na partilha de lucros pelas suas participações sociais”, adianta Pedro Loureiro.

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A Mediagate formalizou ontem, com a inauguração das suas instalações, a entrada no mercado. Com os ex-quadros da Nova Expressão Pedro Loureiro a ocupar a direcção-geral e Isabel Fontinhas como responsável pela direcção de serviço a clientes, a agência pretende conjugar as competências das agências de media e de comunicação. “Não sei se é inédito a nível mundial, mas não conheço outra agência que tenha este posicionamento. A ideia é sair do espartilho em que a media tradicional está metida. Foi nessa perspectiva que surgiu a ideia de ir mais longe e de juntar as duas media. Faz sentido juntar os dois suportes, um em forma comercial e outro em forma institucional/ editorial”, explica Pedro Loureiro. “A media editorial que nos interessa aqui não é fazer a comunicação de uma OPA, mas sim comunicação de produto”, exemplifica o responsável. Para a área da comunicação, a Mediagate conta com a parceria da Cunha Vaz & Associados, empresa que detém 5% da Mediagate. Apesar de não divulgar o nome dos clientes que a Mediagate tem em carteira, Pedro Loureiro identifica os quatro sectores que pretende trabalhar: financeiro, turismo, grande consumo e indústria farmacêutica. A agência também quer adquirir uma dimensão internacional ao relacionar-se e conhecer mercados internacionais, com destaque para a Irlanda, Reino Unido, Espanha e Alemanha. “Queremos ter a mesma capacidade de fazer media para países de destino como fazemos em Portugal. É importante conhecer efectivamente os meios e os mercados, trabalhando juntamente com os representantes dos títulos internacionais em Portugal”. A ajudar a esse objectivo está Paulo Andrade, responsável pela Ilimitada, “a maior representação de títulos internacionais em Portugal. É fundamental conhecer os meios e as propostas que vão muito além das variáveis de media de audiência”. A Mediagate abre com um capital social de 50 mil euros, estando 50% com Pedro Loureiro, e o restante capital dividido por Paulo Andrade (25%), Isabel Fontinha (10%), Cunha Vaz & Associados (5%), Paulo Salgado (5%) e

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