MKT – Objectivo cumprido em 2000

Por a 9 de Março de 2001

«Atingir o top das 20 melhores agências» era o objectivo para 2000 da MKT, agência que segundo o ranking Sabatina alcançou no ano passado um investimento total de 3.881.461 contos. A subida de duas posições (da 22ª para a 20ª) assumiu importância significativa porque, segundo Miguel Santos, director criativo da agência, «os clientes fazem distinção entre as agências que estão entre as primeiras classificadas e as outras».

As razões apresentadas para a subida são várias, nomeadamente «a conquista de alguns novos clientes, assim como uma maior aposta dos já existentes. A Águas de Portugal, por exemplo, é já cliente da MKT há alguns anos e, em 2000, fez uma aposta significativa em termos de publicidade», refere o director criativo, que acrescenta que outro dos factores que contribuíram para a subida no ranking foi «o aumento da facturação em cerca de 50%».

Apesar do sucesso alcançado, a MKT está já a preparar-se para o corrente ano. «Quanto mais crescermos, mais difícil será conseguirmos continuar a crescer, mas 2001 vai ser um ano de grande ambição. Queremos crescer no ranking, assim como aumentar a nossa facturação», garante Miguel Santos. O responsável refere ainda que um dos objectivos da agência para este ano é «a aposta em algumas áreas como são os sectores da banca e das telecomunicações, de forma a conquistarmos novos clientes. Neste momento trabalhamos já com uma empresa de telecomunicações, embora não seja um operador, que é a Nokia».

Para fazer face aos novos desafios, a MKT reforçou a sua equipa profissional. «Contratámos duas duplas, uma vinda da JWThompson e outra da Abrínicio, e criámos um departamento de apoio a novos projectos», explica Miguel Santos. Em relação ás expectativas para este ano, o responsável pelo departamento criativo da MKT refere que, «se tivermos em conta os primeiros meses, o arranque está a ser um pouco lento. O mercado está na expectativa e as pessoas estão a ser um pouco prudentes».

Peremptória é a opinião de Miguel Santos acerca da criatividade nacional: «Nos últimos dez anos assistiu-se a uma melhoria incrível, embora muito recentemente tenha havido uma certa estagnação. Mesmo assim, já existe uma boa média,apesar de não terem surgido trabalhos brilhantes. Faz falta mais rasgo, porque não há nada de novo a acontecer».

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