Futuro – «O 62º é um lugar de destaque»

Por a 9 de Março de 2001

Cinco anos depois de ter iniciado a actividade, a Futuro Publicidade terminou 2000 na 62ª posição do ranking Sabatina. À partida poderá parecer um lugar modesto, mas a agência de Fernando Vasconcelos registou uma subida de 15 posições, o equivalente a um aumento de 55.397 contos em relação ao investimento publicitário registado em 1999. Acerca da subida da agência, o seu responsável salienta que, «tendo em conta que o actual ranking contempla 114 empresas, o 62º é um lugar de destaque».

A passagem da 77ª para a 62ª posição resultou, ainda de acordo com Fernando Vasconcelos, «de dois factores: um maior investimento de alguns dos actuais clientes, comparativamente ao ano anterior, e a política de new business que a Futuro Publicidade iniciou no ano 2000 e que já teve alguns resultados positivos». A conquista de novos clientes e a manutenção da actual carteira são igualmente aspectos a ter em conta. «Todos os clientes são importantes, independentemente dos seus valores de investimento. CEAC, Comissão Nacional do Euro, Correios de Portugal, DECO/Proteste, Flama, IAPMEI e Verbo Postal são alguns dos actuais clientes, mencionados por ordem alfabética e não por valor do investimento», refere o responsável.

Como objectivos para o futuro, Fernando Vasconcelos destaca «a manutenção dos actuais clientes e a continuação da política de new business de forma a, se possível, permitir a entrada de novas empresas. Basicamente, iremos tentar crescer de uma forma ponderada, sem colocar em causa a continuidade de uma prestação de serviços personalizados a cada um dos clientes».

Tendo em conta os resultados alcançados pela agência nos seus cinco anos de actividade, a expectativa em relação aos próximos é, por isso, positiva. «A evolução do mercado publicitário em Portugal tem sido muito positiva a todos os níveis, quer em relação aos investimentos e ao aparecimento de novos meios, quer em termos de criatividade. Prova disso é a presença constante em festivais nacionais e internacionais, onde a criatividade portuguesa tem alcançado prestigiados prémios», conclui Fernando Vasconcelos.

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