Faanntástico!

Por a 9 de Março de 2001

• Anunciante: O Fantasporto 2001 conta, uma vez mais, com o patrocínio da Super Bock. ã com orgulho que a marca Super Bock se associa aquele que é hoje o maior evento cultural e com maior tradição na área do cinema», adiantam os responsáveis pela Unicer. Com o decorrer do tempo, o “Fantas” é cada vez mais reconhecido como um festival de cinema de qualidade, com novas rubricas, novos ciclos, novos realizadores, tentando fugir á sua imagem inicial, que era a de um festival de cinema de terror. Embora apoie este evento há já 13 anos, desta vez a Super Bock decidiu ir mais longe e patrocinou na totalidade a campanha de publicidade que divulgou o evento: «Esta campanha abrangeu diversos meios, nomeadamente TV, imprensa, outdoor, rádio e internet, e correspondeu ao briefing elaborado pela Unicer.»

• Agência: «O Fantas já não é o que era. Agora é faannnnnnnnnntástico». Este é o claim da campanha de divulgação da 21ª edição do Fantasporto 2001, desenvolvida pela Strat. «Pretende-se, com esta campanha, comunicar que o Fantasporto não passa apenas filmes de terror e sangue, mas que segue uma tendência mais generalista, vocacionada para todo o género de cinema de ficção», adianta Joaquim Pena, director criativo da agência que desenvolveu a campanha. As personagens Drácula e Múmia, símbolos míticos do cinema fantástico de terror, assumem nesta campanha o papel de espectadores e mostram-se particularmente entusiasmados com o diversificado cartaz e o número alargado de filmes a que podem assistir. «A Múmia e o Vampiro homenageiam este festival não só pela sua evolução mas também pelas diferentes formas que foi adquirindo ao longo dos tempos», acrescenta Joaquim Pena.

• Produtora: Não é todos os dias que surgem trabalhos tão engraçados de produzir como o da campanha de promoção do Fantasporto. «Do tema ás personagens, da caracterização aos efeitos de luz e á música, todo o trabalho nos agradou muito», conta Alexandre Careto, director de produção da Ozono. A rodagem do filme decorreu em ambiente real, no Auditório Eunice Muñoz, «numa sala com excelentes condições a diversos níveis», salienta o mesmo responsável. Os trabalhos decorreram durante um dia inteiro, das sete da manhã até perto da meia-noite. O facto de as duas principais personagens da história — Drácula e Múmia — serem desempenhadas por actores ajudou ao desenlace e ao resultado final do trabalho. «Quando o Drácula dá a dentada á Múmia, os seus dentes, que foram colocados momentos antes por um dentista, caíram. Aproveitando a situação, o Drácula cuspiu os dentes falsos de forma a dar ainda mais ênfase ao seu papel», acrescenta Alexandre Careto.

Deixe aqui o seu comentário