Memorandum com clipping online

Por a 21 de Julho de 2000

Qualquer utilizador pode agora aceder a uma base de dados e conhecer as notícias veiculadas pela imprensa, rádio e televisão

A Memorandum lançou um sistema de clipping online que permite o acesso a notícias de imprensa, rádio e televisão. O utilizador pode aceder a uma base de dados de informação, criada desde o início do ano e constituída por edições integrais de mais de mil publicações, bem como por resumos dos noticiários e programas de informação de cinco estações de rádio – Renascença, Comercial, Antena 1, TSF e RFM – e cinco canais de televisão – RTP1, RTP2, SIC, TVI e CNL. Segundo Uriel Oliveira, director de produção da Memorandum, «o lançamento deste novo sistema tem a ver com uma questão de posicionamento, uma vez que muitos clientes nos pediam, por vezes, informação pouco ou nada relacionada com as suas actividades profissionais». Um facto que explica que o novo serviço reúna toda a informação veiculada no mercado, ao contrário do que habitualmente acontece com os serviços da empresa, que escolhe e direcciona a informação consoante os interesses dos clientes. Sistema com envio de alertas O acesso ao novo sistema é gratuito e ilimitado. Basta preencher o formulário de adesão, através do qual ficará definida a palavra-passe e nome de utilizador. Ao entrar na base de dados, o utilizador acede aos títulos das notícias publicadas sobre o assunto em questão. O acesso á notícia integral carece de requisição á empresa, que cobra um valor em função do tipo de clipping (ver tabela). De acordo com Uriel Oliveira, «esta é uma solução de comércio electrónico, uma vez que o utilizador escolhe a notícia que quer comprar pagando o serviço apenas quando o requisita». O novo sistema permite ainda o envio de “Alertas”, ou seja, o utilizador pode seleccionar os assuntos sobre os quais gostaria de ser alertado – via e-mail – acerca de novos registos. Um serviço já ao dispor dos habituais clientes da empresa, mas que apresenta algumas diferenças. Segundo Uriel Oliveira, «ao contrário do serviço por contrato, onde as informações requisitadas são tratadas e direccionadas, o serviço gratuito assenta num método não qualitativo, não pressupondo qualquer trabalho humano».

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