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	<title>Meios &#38; Publicidade &#187; Opinião :: Editorial</title>
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	<description>O jornal independente para profissionais de comunicação e marketing</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 18:10:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Silly season…  Ou a importância da determinação</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 04:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.587]]></category>

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		<description><![CDATA[A Lusa, no Domingo, tinha uma notícia curiosa: “Jovens casaram com patrocínios de empresas”, dizia a agência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-106649" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/08/06/silly-season%e2%80%a6-ou-a-importancia-da-determinacao/carla-9/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-106649" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/07/Carla-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>A Lusa, no Domingo, tinha uma notícia curiosa: “Jovens casaram com patrocínios de empresas”, dizia a agência. A história passava-se no Cadaval. Confrontada com a impossibilidade de suportar os custos do casamento da filha, a mãe da noiva decidiu recorrer a patrocínios. “Se todos os eventos são patrocinados, e um casamento também é um evento, porque não arranjar patrocinadores para o casamento”, ter-se-á questionado, antes de enviar mais de duas mil mensagens de correio electrónico a pedir apoios. Dirigiu-se inicialmente a empresas locais, que poderiam promover os seus produtos junto dos convidados, mas, dada a quantidade de respostas negativas, virou-se para as grandes companhias. “Algumas empresas julgaram que estava a brincar”, mas depois de falar novamente “aceitaram o desafio e participaram” com os seus produtos e marcas neste “projecto inovador em Portugal”, acrescentou à agência. E as empresas ofereceram vinhos, flores, viagens, leitões, livros, transporte, charutos, marisco, o vestido da noiva e o fato do noivo, as alianças e os convites, tudo “num valor aproximado de mais de cinco mil euros”, explicou à Lusa. E até os convidados foram presenteados com o sorteio de estadias em hotéis, para além dos charutos e de “peças e iguarias” dos patrocinadores. A mãe da noiva tem 46 anos, é estudante de Marketing e trabalha como secretária comercial em Lisboa. Ao angariar estes patrocínios pretendeu também demonstrar que “com persistência e determinação é possível realizar os sonhos”. Um tema típico da silly seasson? Com certeza. Mas a moral da história provavelmente é extensível a outras áreas e projectos. Mesmo em tempo de budgets reduzidos.</p>
<p><strong>Meios &amp; Publicidade com novo director comercial</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-106651" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/08/06/silly-season%e2%80%a6-ou-a-importancia-da-determinacao/jmp/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-106651" title="jmp" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/07/jmp-150x139.jpg" alt="" width="150" height="139" /></a>A direcção comercial do M&amp;P passou esta semana a ser assegurada por João Moraes Palmeiro, nos últimos dois anos assessor da administração da Workmedia, cargo que acumula agora com a liderança comercial de todos os produtos M&amp;P.</p>
<p>Em nome de toda a equipa, desejo ao João Paulo Pereira, director comercial do M&amp;P nos últimos quatro anos, as maiores felicidades. Ao João Moraes Palmeiro, dou as boas-vindas.</p>
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		<title>Uma semana exemplar (parte II)</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/07/23/uma-semana-exemplar-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 04:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meios &#38; Publicidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.585]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sequência do editorial da semana passada o Briefing publicou como destaque de site o seguinte texto:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência do editorial da semana passada o Briefing publicou como destaque de site o seguinte texto:</p>
<p>“O que o pessoal da Meios ainda não percebeu acerca do Briefing</p>
<p>… E que passamos a explicar tintim por tintim para que até os mais distraídos compreendam.</p>
<p>Primeiro. Que o Briefing, desde que passou a pertencer à Enzima Amarela, abandonou a periodicidade semanal para deixar a Meios sozinha nesse segmento de mercado.</p>
<p>Segundo. Que, embora passando a mensal, não optou pela forma de revista para evitar entrar em concorrência com a Marketeer.</p>
<p>Terceiro. Que passou a publicar a sua webletter no período da tarde – deixando o período da manhã em exclusivo para os outros produtos idênticos –, o que facilita a vida a todos os editores e, adicionalmente, àqueles que pretendem comunicar: assim podem escolher a webletter que preferem.</p>
<p>Quarto. Que prescindiu dos negócios de “prémios”, “anuários”, “conferências”, “cadernos sectoriais” e congéneres que faziam parte da economia do Briefing nas suas fases anteriores e que constituem agora receitas integralmente à disposição da Meios e da Marketeer.</p>
<p>Quinto. Que nunca ninguém do Briefing assinalou publicamente os erros editoriais da Meios, evitando assim responder da mesma moeda ao comportamento descortês, pouco ético e ressabiado de alguns dos seus colegas, para quem até meros lapsos ortográficos dão direito a actos de comunicação.</p>
<p>Sexto. Que o Briefing é, assumidamente, um agregador, isto é, que se define como agregando a informação que as fontes produzem e nos enviam, estando diariamente representados todos os principais operadores de Comunicação do nosso mercado, incluindo aqueles cujas dores parecem ser sentidas pela Meios.</p>
<p>Sétimo. Que o Briefing utiliza a prática transparente de identificar as fontes das notícias agregadas, sem nada esconder, e de procurar publicar na íntegra as informações recebidas, sem as distorcer.</p>
<p>Oitavo. Que a redacção do Briefing é muito pequena, gastando o seu tempo a produzir conteúdos para os suportes Web, em papel e vídeo, pelo que não tem tempo nem vontade para se perder em polémicas inúteis e que resultam, objectivamente, na retirada de valor ao nosso mercado.</p>
<p>Nono. Que estranhamos ver um jornalista pedir à ERC – Entidade Reguladora da Comunicação para avaliar a qualidade de um meio, expressando um comportamento sem precedentes na História do Jornalismo das democracias, mas que estamos à-vontade no confronto da qualidade com a Meios.</p>
<p>Décimo. Que a reserva suscitada quanto à qualidade do Briefing e o evidente fracasso da nossa política activa de boa-vizinhança vão forçosamente levar à revisão de alguns dos fundamentos atrás anunciados e a um reposicionamento no mercado.</p>
<p>A Administração da Enzima Amarela</p>
<p>Enzima Amarela é a editora dos agregadores Briefing (Marketing) e Advocatus (Advocacia). Por enquanto.”</p>
<p>Não nos foi pedida a publicação do texto mas, em nome da boa-vizinhança, resolvemos partilhá-lo com todos os leitores, os mais e os menos distraídos. Só uma rectificação, no ponto nono, onde se lê “avaliar a qualidade de um meio”, devia ler-se “pronunciar-se sobre este caso de promiscuidade”. Entretatanto, na terça-feira, recebemos dois e-mails da LPM, um sobre a Carris e outro sobre o rebranding do Azeite Condestável. Os e-mails, eventualmente já disponíveis no blogue da LPM, não desmentem o que foi aqui escrito. Também na terça-feira recebemos um artigo de opinião de Luís Paixão Martins, cronista regular do M&amp;P em 2006 e 2007, e com quem não chegamos à fala desde o final de 2008. O artigo terá sido enviado para desfazer a ideia de que existe algum preconceito da LPM em relação a nós. Esta semana não foi publicado por falta de espaço mas, até porque o inverso não é verdade, será publicado na próxima edição. CBF</p>
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		<title>Uma semana exemplar</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 09:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.584]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta não deve ter sido uma semana fácil para os lados do Turismo de Portugal. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-104069" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/11/erros-no-facebook/rui-marques-8/"><a rel="attachment wp-att-104069" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/11/erros-no-facebook/rui-marques-8/"><img class="alignleft size-medium wp-image-104069" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/06/Rui-Marques-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a></a>Esta não deve ter sido uma semana fácil para os lados do Turismo de Portugal. Na terça-feira o Correio da Manhã divulgou o plano de meios para uma campanha daquele instituto em que o grupo do jornal, a Cofina, estaria a ser discriminado. Depois veio o cancelamento do Red Bull Air Race no Porto, evento que envolve o mesmo organismo. Pelo meio assistiu-se ao fecho da rede de agências de viagens Marsans, que poderá deixar muitos portugueses em terra. As atenções voltaram-se uma vez mais para o Turismo de Portugal, já que dispõe apenas de uma caução de 25 mil euros para indemnizar os lesados.</p>
<p>A poucas semanas de se cumprir um ano desde que se soube que sócios da LPM tinham comprado a Briefing à Media Capital, o exemplo do Turismo de Portugal, cliente da agência, ajuda a perceber porque é que uma consultora de comunicação convive lado-a-lado com uma revista/site especializados em marketing.</p>
<p>A notícia do Correio da Manhã foi omitida. Na versão online a Briefing replica no canal LusaBrief praticamente todas as peças de media e marketing da Lusa. A agência de notícias também escreveu sobre esse assunto, mas quem dirige a Briefing terá achado que o tema não era pertinente para partilhar com os seus leitores. Já a propósito da Air Race, na edição online encontrava-se uma notícia intitulada “Turismo de Portugal acusa Red Bull de &#8216;falta de fiabilidade&#8217; como promotor” em que é reproduzido, de cima a baixo, o comunicado do instituto de Luís Patrão.</p>
<p>Ao longo destes meses fomo-nos deparando com exemplos mais ou menos óbvios de interferência ou de favorecimento. Um dos casos mais claros terá sido em Dezembro, em plena guerra de comunicação entre Lisboa e Porto para a localização da Red Bull Air Race, quando o site foi publicando notícias como “TVI quer transmitir Red Bull Air Race de Lisboa” ou “Turismo de Lisboa abre concurso para patrocínios do Red Bull”, conseguidas graças à relação da LPM com o cliente Associação de Turismo de Lisboa. Por coincidência, a directora executiva da Associação Turismo de Lisboa, Paula Oliveira, foi capa da edição de Maio da revista.</p>
<p>A forma como a Briefing tem acesso à informação dos clientes da LPM por duas vezes levantou mal-estar aqui no Meios &amp; Publicidade. Primeiro foi um concurso de publicidade da Carris em que uns esclarecimentos que o M&amp;P tinha solicitado saíram publicados em primeiro lugar na Briefing. Esta semana foi a vez do rebranding do Azeite Condestável, que estava a ser negociado em exclusivo para o M&amp;P, ser revelado na Briefing sem que do lado da agência justificassem de uma forma clara como é que isso aconteceu. Falhas como estas abalam irremediavelmente a confiança que um jornalista tem numa agência de comunicação.</p>
<p>As intervenções chegaram ao agregador de blogues do site, uma ferramenta que até parecia ser interessante. Quem critica a LPM é eliminado. Foi o caso do Do Fundo da Comunicação de João Duarte e o Comunicações ou Não de Telmo Carrapa. O blogue de Salvador da Cunha não chegou sequer a entrar. Apesar da área da comunicação ser rica em blogues, poucos restam: It´s PR Stupid, Piar e Buzzófias, para além, claro, do Lugares Mesmo Comuns, da própria LPM.</p>
<p>Se vivêssemos num país que prezasse a qualidade das suas publicações, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social e a APECOM, mesmo não sendo a LPM membro da associação das agências de comunicação, já se teriam pronunciado sobre este caso de promiscuidade. É assim que a Briefing, o mais antigo título especializado em media, marketing e publicidade do país, vai entrar no ano dois da sua existência na órbita da LPM.</p>
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		<title>Os nossos leões</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 09:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.582]]></category>

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		<description><![CDATA[A um dia de serem conhecidos os vencedores de filme, Portugal já se preparava para trazer para casa quatro leões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A um dia de serem conhecidos os vencedores de filme, Portugal já se preparava para trazer para casa quatro leões. Número muito distinto das 11 estatuetas conseguidas no ano passado, em que obteve o melhor resultado de sempre, mas que está longe de envergonhar e já ultrapassa por exemplo os resultados de 2008, competição em que a Ogilvy trouxe um ouro e tanto a Euro RSCG como a McCann um bronze. E acaba por ser ainda melhor se pensarmos que, em contra-ciclo com os números globais do festival que mostram um crescimento de sete por cento, as inscrições lusas diminuíram 23 por cento em relação ao ano passado.</p>
<p>Mas dizer que Portugal vai trazer pelo menos quatro leões é injusto para a Fischer Portugal (agora Fischer Bus, entrevista nas págs. 12 e 13) e para a Leo Burnett, já que na realidade o trabalho destas duas agências é que foi distinguido, como de resto já aconteceu na última edição do festival. No M&amp;P da semana passada, Elisabete Vaz Mena, directora criativa da Grey e jurada em imprensa, dizia a respeito do número de inscrições que “existem três maneiras de ir à caça: com muitas munições, com muita pontaria ou com as duas”. A Fischer, com 15 inscrições, optou mais pela segunda. A Leo Burnett, com 74 inscrições, apostou também no reforço de munições. As duas estão de parabéns. E pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>“No papel os próximos tempos são de resistência. No digital são de experimentação e descoberta.” A frase é de Henrique Monteiro, director do Expresso, e dá inicio ao Especial Imprensa Generalista que publicamos nesta edição (págs. 17 a 21). No trabalho, onde os responsáveis dos principais títulos do país não escondem que o momento é complicado, é visível a importância de três conceitos: resistência, inovação e diversificação. E são também de destacar os elogios de Miguel Gaspar, director-adjunto do Público, e Nuno Azinheira, director do 24Horas, ao I. Não pelas palavras usadas, nem por o I não ser merecedor de elogios. Mas porque é raro, bastante raro, elogiar publicamente concorrentes, e mais ainda quando não se sabe se há espaço para todos.</p>
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		<title>Bem-vindo a Cannes</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 09:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.581]]></category>

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		<description><![CDATA[A principal semana do ano para a comunidade publicitária mundial está de regresso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-104069" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/11/erros-no-facebook/rui-marques-8/"><img class="alignright size-medium wp-image-104069" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/06/Rui-Marques-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>A principal semana do ano para a comunidade publicitária mundial está de regresso. O jornal que tem em mãos será distribuído em Cannes, a Impression volta a abrir por uma semana a Tuga Beach na Plage Royal e é a anfitriã dos delegados nacionais no festival. Na quarta-feira será a vez da MOP oferecer um jantar na Tuga Beach à delegação portuguesa. Mas 2010 é bem capaz de ser o ano da ressaca em Cannes. No ano passado, os participantes portugueses conseguiram o melhor desempenho de sempre. A Leo Burnett conquistou onze leões (sete para a Loja que Vende Esperança da Cruz Vermelha, instalada no Monumental Saldanha em Lisboa e que depois foi exportada para Madrid), enquanto o Museu Efémero (projecto de street art em várias ruas de Lisboa para o rum Pampero) rendeu três troféus. A agência de Chacho Puebla, que foi entretanto promovido a director criativo ibérico da Leo, conseguiu ainda um bronze pelo filme para a Amnistia Internacional. A Fischer, que a partir de 1 de Julho passa a operar em Angola e Portugal com a marca Fischer Bus, também trouxe um leão. Convém igualmente recordar Clara Darbandi-Tehrani e Nuno Teixeira que ficaram em primeiro lugar na competição Young Creatives de imprensa. A dupla, então na DraftFCB, trabalha agora em Singapura para a TBWA.</p>
<p>Este ano, as inscrições nacionais caíram 23 por cento, com três agências a serem responsáveis por metade das peças, e, a avaliar pelo desempenho dos trabalhos nos festivais internacionais mais recentes, os holofotes não deverão estar apontados para a representação portuguesa. Mesmo assim, a partir da próxima semana valerá a pena analisar, seja no local ou online, os melhores cases de comunicação do mundo que serão premiados nas várias competições de Cannes. É também um pretexto para fazer um intervalo da realidade nacional. Como mostramos a seguir, para 2011 o grupo de meios OMG prevê que o investimento publicitário tenha uma evolução negativa.</p>
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		<title>Para lá do spot</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/18/para-la-do-spot/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 11:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.580]]></category>

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		<description><![CDATA[“A rádio é o parente pobre dos media”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-104520" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/18/para-la-do-spot/carla-8/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-104520" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/06/Carla-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>“A rádio é o parente pobre dos media”. A afirmação é tão antiga que já nem sequer é questionada. Basicamente é o parente pobre… porque sim. Em termos de criatividade, será talvez o meio mais difícil de trabalhar, com a agravante que não há spot que resista às limitações à comunicação financeira – que peca por defeito quando se trata, por exemplo, de nos fazer chegar à caixa de correio mais um cartão de crédito não solicitado –, mas também é verdade que a rádio, ao contrário de outros meios, não tem perdido audiência, apesar das alternativas colocadas à disposição do consumidor. E é neste contexto que, pelo segundo ano consecutivo, a Controlinveste, a Media Capital Rádios e a R/com se juntam para a organização dos Spot, prémios de publicidade em rádio que este ano têm como tema a inovação. Mostrar que a criatividade em rádio pode ir para além da antena é um dos objectivos dos promotores dos prémios, que este ano tiveram 150 trabalhos inscritos e cujos vencedores serão conhecidos na próxima quinta-feira. Mas, até mais do que os vencedores, o que ressalta desta iniciativa é que é possível os três maiores grupos de rádio do país trabalharem em conjunto e partilharem toda a informação necessária para a organização de um concurso como este. Não esquecendo que são concorrentes, que disputam os mesmos budgets e que se tratam de prémios publicitários.</p>
<p>Noutro âmbito, mas ainda em rádio, também a ARIC, Associação de Rádios de Inspiração Cristã, está a levar a cabo uma campanha de incentivo ao investimento neste meio, através da qual produziu e colocou gratuitamente à disposição dos associados spots que alertam para “a importância do investimento nos meios locais, sem os quais, dificilmente terão sucesso”.</p>
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		<title>Erros no Facebook</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 04:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.579]]></category>

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		<description><![CDATA[A equipa comercial do Facebook esteve esta semana em Portugal para contactar com os principais anunciantes locais. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-104069" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/11/erros-no-facebook/rui-marques-8/"><img class="alignright size-medium wp-image-104069" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/06/Rui-Marques-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>A equipa comercial do Facebook esteve esta semana em Portugal para contactar com os principais anunciantes locais. Na terça-feira Diego Oliva, director comercial do Facebook para o Sul da Europa, foi o orador principal da conferência Verge, organizada pela Ogilvy, enquanto, para quarta-feira, estava agendado um workshop com Irene Cano, responsável comercial pelo escritório do Facebook em Madrid. A abordagem directa da empresa ao mercado português peca até por tardia se pensarmos que o Facebook abriu o escritório na capital espanhola no início do ano. Irene Cano prefere não adiantar os objectivos concretos para Portugal, referindo que quer, nos próximos meses, abordar os 100 maiores anunciantes nacionais (e respectivas agências de meios). O argumento de peso está nos dois milhões de portugueses já presentes nesta rede social, o que rivaliza, mesmo tratando-se de uma audiência fragmentada, com qualquer meio de massas.</p>
<p>Numa entrevista a ser publicada no M&amp;P da próxima semana, Diego Oliva aponta para os dois principais erros que os marketeers cometem quando avançavam para o Facebook: seguem o modelo de comunicação da publicidade tradicional e, portanto, não estão preparados para dialogar com os consumidores e muito menos para as conversas que estes têm entre si, a propósito das suas marcas. O outro erro frequente é a obsessão em fazer tudo bem, logo na primeira acção no Facebook. Esta descrição assenta que nem uma luva ao histerismo que se instalou em alguns blogues nas últimas semanas a propósito da presença das marcas na rede social. No centro das atenções têm estado a Vodafone e a Mitsubishi por, em acções promocionais, não cumprirem exactamente as condições que limitam a presença de marcas no Facebook. A troca de argumentos foi tal que, no caso da campanha de promoção do Mitsubishi ASX, originou uma queixa, por e-mail, junto da sede da marca no Japão contra a agência de publicidade (Partners). Isto só mostra que, com a ajuda das redes sociais, o escrutínio do que se faz no meio digital é bem maior que nos meios tradicionais.</p>
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		<title>Obrigado</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 04:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meios &#38; Publicidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.578]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão entregues os troféus. Na última quinta-feira, no Centro de Congressos de Lisboa, o mercado da comunicação reuniu-se para conhecer os vencedores da 8ª edição dos Prémios Meios &#038; Publicidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-103491" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/06/04/obrigado-2/dsc_1351-2/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-103491" title="DSC_1351" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/05/DSC_13511-150x100.jpg" alt="" width="150" height="100" /></a>Estão entregues os troféus. Na última quinta-feira, no Centro de Congressos de Lisboa, o mercado da comunicação reuniu-se para conhecer os vencedores da 8ª edição dos Prémios Meios &amp; Publicidade. A somar aos prémios que entregámos às 37 empresas e pessoas que na opinião dos assinantes do jornal mais se destacaram nas áreas de media, marketing, publicidade e comunicação, atribuímos também a Cândido Rodam, fundador do Grupo Alfasom e também da Restart, o Prémio Carreira, troféu que apenas tinha sido atribuído, em 2007, a Manuel Barata Simões.</p>
<p>É então chegada a altura de dar os parabéns aos vencedores e agradecer a todos os que ajudaram a tornar possível este evento. Desde logo ao Modelo Continente, ao Banif e à Impression Portugal, patrocinadores da entrega de prémios, e à Sagres, produto oficial.</p>
<p>Mas esta noite foi possível também graças ao apoio de uma série de parceiros que, na sua maioria, nos têm acompanhado nos últimos anos. Destaque então para a 100% Design, para o Centro de Congressos de Lisboa, que nos recebe há 6 anos, para a MediaConsulting, pela segunda vez responsável pela assessoria de imprensa e relações públicas, para a Europalco, para a Restart e para a Ocyan.</p>
<p>Agradecemos também à Addvoices, agência com a qual promovemos, pelo segundo ano, o Prémio Melhor Voz, à Produções Fictícias, que pela segundo ano assina o guião, e à MS Management.</p>
<p>Por último, destaque para a Blug, responsável desde o início pela imagem dos prémios e para a Addsolutions, que pelo quarto ano consecutivo organiza o evento.</p>
<p>Os Prémios regressam para o ano… E a entrega começa, impreterivelmente, às 21h45.</p>
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		<title>A década do Brasil</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/28/a-decada-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 04:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.577]]></category>

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		<description><![CDATA[No último fim-de-semana um amiga falava-me sobre os planos que tinha para se mudar durante o próximo ano para o Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-103371" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/28/a-decada-do-brasil/rui-marques-7/"><img class="alignright size-medium wp-image-103371" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/05/Rui-Marques1-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>No último fim-de-semana um amiga falava-me sobre os planos que tinha para se mudar durante o próximo ano para o Brasil. Trabalha numa multinacional em Madrid e, apesar de não estar entre as vítimas da crise espanhola, constata que, em termos profissionais, já não tem muito mais para fazer por estes lados. “Na Ibéria temos uma base de clientes que não vai crescer e vamos passar os próximos anos apenas a negociar preços”, dizia. Os desafios parecem estar do outro lado do Atlântico. O Brasil é já a oitava maior economia do mundo e o Mundial de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 vão servir para que o país possa dar a conhecer outras facetas que não as praias, o futebol, o Carnaval e as telenovelas. As principais revistas do mundo estão a antecipar-se nesse trabalho. Nessas páginas fala-se do petróleo, da indústria aérea, da diplomacia, do design, de moda, de cultura popular e, claro, de Lula da Silva. O chefe de Estado brasileiro percebeu que tinha de ser também chief marketing officer. É ele o ponta-de-lança da promoção do país. Barack Obama já o descreveu como o político mais popular da Terra, enquanto o jornal israelita Haaretz considerou-o o Profeta do Diálogo. Lula, O Filho do Brasil (tal como o filme que conta a história da sua vida), chorou quando a cidade do Rio foi escolhida como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e logo todos percebemos que os brasileiros iriam fazer todos os possíveis para estar à altura daquilo que o momento exige. Em fim de mandato, vale a pena sublinhar a transformação que Lula conseguiu impulsionar no país ao tirar milhões de pessoas da pobreza. Este elogio é ainda mais importante quando se prevêem, nos próximos meses, duros cortes na base do estado social português. Esta será a década do Brasil e mais uma década perdida para Portugal. Pelo menos que sirva para que as empresas portuguesas tenham força para entrar nesse mercado de milhões.</p>
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		<title>A festa da comunicação</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/21/a-festa-da-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 04:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.576]]></category>

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		<description><![CDATA[Faltam seis dias para que sejam conhecidas os vencedores dos Prémios Meios &#038; Publicidade 2010,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-102990" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/21/a-festa-da-comunicacao/carla-7/"><a rel="attachment wp-att-102990" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/21/a-festa-da-comunicacao/carla-7/"><img class="alignright size-medium wp-image-102990" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/05/Carla-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></a>Faltam seis dias para que sejam conhecidas os vencedores dos Prémios Meios &amp; Publicidade 2010, os únicos no país que premeiam toda a área da comunicação e cujos nomeados resultam de uma escolha editorial.</p>
<p>O objectivo, hoje como há 8 anos, é premiar o melhor que se faz na área de media, marketing e publicidade.</p>
<p>Como habitualmente as nomeações foram feitas pela redacção e a decisão final, a escolha dos vencedores, cabe aos leitores, aos profissionais do sector.</p>
<p>Os 116 nomeados já são vencedores. Mas só 37 empresas/profissionais levarão para casa o troféu. E esses vão ser conhecidos na próxima quinta-feira, dia 20 de Maio, a partir das 21horas no Centro de Congressos de Lisboa, naquela que é cada vez mais é conhecida como a Noite da Comunicação.</p>
<p>A votação termina hoje. Para votar basta aceder ao micro-site dos prémios (http://premios.meiosepublicidade.pt), preencher o cupão de voto e enviar para igarcez@meiosepublicidade.workmedia.pt.</p>
<p>Boa sorte para todos os nomeados!&#8230; E até quinta.</p>
<p>Os Prémios Meios &amp; Publiciade 2010 têm como parceiros a Addsolutions (organização do evento), Blug (imagem) e Mediaconsulting (assessoria de imprensa e relações públicas). A entrega de prémios é patrocinada pelo Continente, o Banif é category sponsor para os prémios de marketing e a Impression para os prémios de publicidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um Balanço das ideias</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/14/um-balanco-das-ideias/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 04:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.575]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro de uma semana será conhecido o grande vencedor da edição deste ano do festival do Clube de Criativos de Portugal. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-102584" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/14/um-balanco-das-ideias/rui-marques-6/"><img class="alignright size-medium wp-image-102584" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/05/Rui-Marques-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>Dentro de uma semana será conhecido o grande vencedor da edição deste ano do festival do Clube de Criativos de Portugal. A organização divulgou entretanto a lista de trabalhos premiados com ouro, prata e bronze, sendo que só disputam o grande prémio os trabalhos galardoados com ouro. Essa revelação só será feita na sexta-feira. Vale a pena colocar o foco neste festival porque, apesar das críticas de sempre de que os jurados só votam neles próprios ou de que são sempre as mesmas agências a ganhar, é o mais importante que se realiza em Portugal e serve de barómetro ao calibre das ideias que conseguiram ser implementadas por agências e marcas.</p>
<p>Olhando para os resultados deste ano, convém destacar que os jurados preferiram não entregar qualquer ouro às peças inscritas nas secções de televisão e de imprensa. Nas competições de marketing relacional, meios e digital foram atribuídos apenas um ouro. Em linha com este desempenho, há duas semanas decorreu o Festival Ibero-Americano de Publicidade, em Buenos Aires, sem que Portugal tenha recebido qualquer prémio. Não será, por isso, de estranhar que o palmarés nacional no festival de Cannes deste ano seja bem discreto (mesmo descontando a devida inflação do factor Leo Burnett em 2009).</p>
<p>A lista de vencedores do Clube de Criativos, contudo, aponta um caminho interessante que a criatividade está a tomar e que em muito deve confortar os responsáveis pelo marketing das empresas nacionais: a consistência dos projectos integrados e “fora da caixa”. É o caso do projecto de activação ao patrocínio da Liga Sagres, o projecto Viva do até há pouco tempo discreto Lidl e que acaba de dar origem a um documentário, o Efeito D para o Centro Diferenças baseado numa linha de produtos ligeiramente diferentes do normal, o Gosto de Ti da Coca-Cola Light, que pretendia tornar Portugal um país mais bonito, ou o Compromisso dos CTT que era materializado em mupis espalhados pelo país. Todos premiados com ouro. Felizmente, as melhores ideias não são mais simples.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E estão escolhidos  os nomeados&#8230;</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/07/e-estao-escolhidos-os-nomeados/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 05:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.574]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão escolhidos os nomeados para os Prémios Meios &#038; Publicidade 2010, iniciativa que, pelo 8º ano consecutivo, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão escolhidos os nomeados para os Prémios Meios &amp; Publicidade 2010, iniciativa que, pelo 8º ano <a rel="attachment wp-att-100959" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/16/lei-da-radio-e-design/carla-6/"><img class="alignright size-medium wp-image-100959" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/04/Carla-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>consecutivo, tem como objectivo premiar o melhor que se faz nas áreas de media, marketing e publicidade.</p>
<p>Como habitualmente, as nomeações são feitas pela redacção e a decisão final cabe aos assinantes da edição em papel do M&amp;P. Pelo segundo ano temos também o Prémio Voz &#8211; Addvoices, cabendo neste caso a selecção e justificação dos nomeados à agência de voz. Tal como nos restantes, a decisão final é dos leitores.</p>
<p>No total temos 116 nomeados, que disputam 36 troféus. Tal como no último ano optámos por não fazer nomeações na categoria Lançamento do Ano e descontinuámos também a categoria Nova Agência.</p>
<p>Os Prémios Meios &amp; Publiciade 2010 têm como parceiros a Addsolutions (organização do evento), Blug (imagem) e Mediaconsulting (assessoria de imprensa e relações públicas). A entrega de prémios é patrocinada pelo Continente e a Impression é category sponsor para os prémios de publicidade.</p>
<p>Os vencedores serão conhecidos no dia 20 de Maio, e apenas nesse dia, a partir das 21 horas, no Centro de Congressos de Lisboa.</p>
<p>Boa sorte para todos os nomeados… E vote!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lei da rádio e design</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/16/lei-da-radio-e-design/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 09:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.571]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei da Rádio – Finalmente vai existir uma nova Lei da Rádio, uma promessa do anterior governo e que era reivindicada há quase 10 anos, ou seja, desde que entrou em vigor a actual lei de base do sector.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-100959" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/16/lei-da-radio-e-design/carla-6/"><img class="alignright size-medium wp-image-100959" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/04/Carla-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Lei da Rádio – Finalmente vai existir uma nova Lei da Rádio, uma promessa do anterior governo e que era reivindicada há quase 10 anos, ou seja, desde que entrou em vigor a actual lei de base do sector. A principal alteração da nova proposta, à qual o M&amp;P teve acesso (págs 6 e 7), acaba com a limitação de cada operador poder deter apenas cinco licenças em todo o território nacional, passando o limite a 10 por cento do total de estações do país &#8211; desde que não ultrapasse os 50 por cento na mesma área de cobertura. Uma limitação que como reconhecia o anterior ministro dos Assuntos Parlamentares, carecia de fundamento, de racionais económicos de mercado. Para além deste ponto, as emissões em cadeia são facilitadas e termina a obrigatoriedade de existir uma rádio generalista por concelho – questão que menos reúne a unanimidade do sector. Visto globalmente como positivo, é provavelmente a primeira iniciativa legislativa dos últimos anos que não é encarada como um ataque aos media.</p>
<p>Prémios de Design Meios &amp; Publicidade ’10 &#8211; 96 empresas, com um total de 385 trabalhos, aderiram à primeira edição dos Prémios de Design Meios &amp; Publicidade. Os vencedores vão ser conhecidos no dia 20, a partir das 19h00, no Lollipop, em Lisboa. Em Fevereiro, quando lançámos esta iniciativa, dissemos que, para que os prémios fizessem sentido, para que os vencedores se possam orgulhar de os receber, existiam duas condições essenciais: que os trabalhos inscritos fossem representativos do melhor que se faz no mercado e que o júri fosse composto por profissionais de méritos reconhecidos. No que toca à segunda questão, estávamos tranquilos. À primeira, só agora podemos responder, mas a resposta dificilmente poderia ser mais positiva. Vamos mesmo premiar o melhor design nacional!</p>
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		<title>Uma Jangada de Pedra,  precisa-se</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/09/uma-jangada-de-pedra-precisa-se/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 09:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.570]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada como olhar para dois países próximos de Portugal para encontrar algum ânimo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-100721" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/09/uma-jangada-de-pedra-precisa-se/rui-marques-4/"><a rel="attachment wp-att-100722" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/09/uma-jangada-de-pedra-precisa-se/rui-marques-5/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-100722" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/04/Rui-Marques1-107x150.jpg" alt="" width="107" height="150" /></a></a>Nada como olhar para dois países próximos de Portugal para encontrar algum ânimo. Angola deverá crescer este ano à volta dos 10 por cento. O Brasil, o gigante Brasil, apresenta estimativas de crescimento da economia na ordem dos 5,5 por cento, o valor mais alto da América Latina. Nem de propósito, ainda esta semana o Banco de Portugal reviu em baixa as expectativas para a economia nacional, que deverá crescer apenas 0,4 por cento. É mais um número que obriga as empresas portuguesas a virarem-se para os mercados lusófonos como portas de expansão dos seus negócios.</p>
<p>O CEO do maior grupo de comunicação do mundo, Martin Sorrell, esteve em Lisboa na passada sexta-feira e não hesitou em dizer que esta será a década da América Latina. O principal país do continente está a atravessar um momento histórico. Lula da Silva, a poucos meses de sair do Palácio do Planalto, conseguiu mudar a estrutura social do país. Durante os seus mandatos, as classes mais baixas, a D e a E, deixaram de ser maioria da população. A classe C, agora chamada de nova classe média, conseguiu pela primeira vez em 2008 ultrapassar como um todo os rendimentos das classes A e B e representa agora 46 por cento do rendimento nacional. É uma sociedade menos desigual e com milhões de pessoas a entrarem no mundo do consumo que, pela primeira vez, podem comprar o seu carro (usado) ou o frigorífico. Mas isto é só o início. Com o Brasil a acolher a Copa do Mundo em 2014 e o Rio os Jogos Olímpicos de 2016 o país vai cimentar, para quem ainda tivesse dúvidas, a sua posição no grupo de principais potências do mundo.</p>
<p>Afinal, o Brasil tem futuro.</p>
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		<title>I num instante tudo muda…</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 05:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.569]]></category>

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		<description><![CDATA[E num instante o Grupo Lena anunciou que o I não era viável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-100357" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/04/02/i-num-instante-tudo-muda%e2%80%a6/carla-5/"><img class="alignright size-medium wp-image-100357" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/03/Carla4-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>E num instante o Grupo Lena anunciou que o I não era viável. Em comunicado enviado no início da semana, aparentemente após os administradores do grupo fazerem um périplo por alguns bancos na tentativa de obterem o financiamento necessário para os principais negócios da holding e da Roland Berger ter aconselhado a alienação das áreas não core, o grupo anunciou que está a repensar a sua estratégia para a comunicação social. E, de acordo com o mesmo comunicado, a nova estratégia tanto poderá passar por aquisições e constituição de parcerias como pela saída do sector. Confuso? Certamente. Durante o dia de quarta-feira foi ganhando força a última hipótese, com o presidente do grupo a admitir à Lusa que, basicamente, é tudo uma questão de opções. E o jornal mais bem desenhado da Europa fica assim oficialmente à procura de comprador – oficiosamente já estaria –, mas o problema é que a dificuldade em encontrar comprador aumenta na exacta proporção em que é conhecida a necessidade de vender. Ao anunciar que procura comprador 10 meses após o lançamento do jornal, o accionista está a dizer que não acredita no projecto, que prefere desistir. Exactamente um ano após João Pedro Mendes, director comercial do título, ter garantido ao M&amp;P estarem “preparados para uma hecatombe”, quatro meses depois de Martim Avillez Figueiredo ter afirmado terem “um accionista absolutamente comprometido com o projecto”, apesar de dos resultados serem 30 por cento abaixo do previsto, eis que o accionista vem então dizer que nem 12 meses aguenta.</p>
<p>2009 e 2010 vão ser anos de crise? Sim. Em Portugal há espaço para tantos diários? Provavelmente não, mas já não havia no Verão de 2008, quando o I começou a ser pensado.</p>
<p>Praticamente sem publicidade e com vendas em banca na ordem dos 9 mil exemplares, o I não é um projecto apetecível e não será fácil viabilizá-lo. Mesmo sendo um jornal diferente, como foi prometido, mesmo que tenha criado um novo público, como disse que pretendia fazer, mesmo que seja considerado o jornal mais bem desenhado da Europa e que impressione nos fóruns internacionais.</p>
<p>Aparentemente o I é um projecto que até poderia dar certo, mas nasceu no momento, e sobretudo no grupo, errado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Subverter as regras</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/03/26/subverter-as-regras/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 10:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.568]]></category>

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		<description><![CDATA[Até Cavaco Silva já apareceu na publicidade da Ryanair.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-100054" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/03/26/subverter-as-regras/rui-marques-3/"><img class="alignright size-medium wp-image-100054" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/03/Rui-Marques1-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>Até Cavaco Silva já apareceu na publicidade da Ryanair. A companhia low cost tem adoptado estratégias que não aparecem em nenhum manual de comunicação. São controversas, geram notícias nos media e são muito baratas de implementar. Um caso a seguir com atenção, portanto. Uma das que mais retorno tem gerado são uns pequenos anúncios, geralmente a preto e branco, em que chefes de Estado europeus e famosos são enquadrados em situações relacionadas com a actualidade. Aparecem em vários jornais em apenas um dia e logo a seguir são alvo de discussão. O nosso presidente da República apareceu no ano passado num anúncio a pensar, qual personagem de banda desenhada: “Com estes bilhetes a 5 euros da Ryanair agora é que dou à sola.” Apesar de estarmos em pleno caso das escutas, a irreverência, ou se preferirem, a violação de direitos de imagem da mais alta figura do Estado, passou discretamente. Mas lá fora, outros líderes políticos avançaram para tribunal. Nos últimos dias, e a propósito da greve de pilotos da TAP agendada para o período da Páscoa, a Ryanair encontrou mais uma oportunidade para aparecer nos media. Em comunicado Daniel de Carvalho, director de comunicação da Ryanair, foi directo no ataque ao concorrente: “É inacreditável que um pequeno grupo de pilotos ao serviço de uma companhia que já está em situação de falência técnica esteja agora a exigir aumentos salariais no período de recessão que atravessamos”. Os jornais adoraram, claro, e a marca lá conseguiu, mais uma vez, o equivalente a milhares de euros em publicidade gratuita. É um grande exemplo de relações públicas.</p>
<p>Estendemos por mais dois dias úteis o prazo para as inscrições nos Prémios de Design Meios &amp; Publicidade. Dia 23 de Março é o derradeiro dia para participar. Boa sorte!</p>
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		<title>PODIA SER FICÇÃO&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 05:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.567]]></category>

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		<description><![CDATA[“Vamos comprar pipocas e passar a tarde a ver os trabalhos da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura sobre a liberdade de expressão…”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-99659" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/03/19/podia-ser-ficcao/carla-4/"><img class="alignleft size-full wp-image-99659" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/03/Carla3.jpg" alt="" width="234" height="351" /></a>“Vamos comprar pipocas e passar a tarde a ver os trabalhos da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura sobre a liberdade de expressão…” A sugestão em abstracto parece um disparate, mas poucos formatos televisivos conseguem uma articulação tão perfeita entre comédia, drama, suspense e até terror como aquilo a que se tem assistido nas últimas semanas. Os deputados oscilam entre uma gritante falta de preparação e a apresentação de um leque tão exaustivo de factos e datas que mais do que colocar questões parecem estar a defender uma tese. Por seu turno as respostas dadas pelos inúmeros profissionais que já passaram pela comissão são arrepiantes, desde a t-shirt mostrada logo no início por Mário Crespo, ao distanciamento em relação à compra da Media Capital de Henrique Granadeiro (que acusou Morais Sarmento, enquanto ministro com a tutela da Comunicação Social, de lhe ter exigido, a demissão do director do 24 Horas, da Grande Reportagem e do Jornal de Notícias, títulos da Lusomundo Media, empresa à qual presidia) passando pela explicação dada por Zeinal Bava para a participação de Rui Pedro Soares nas negociações para a compra da Media Capital: “Era a pessoa que estava à mão”. Se esta comissão fosse só um programa da televisão, um dos pontos altos da semana tinha sido a audição a José Eduardo Moniz, que durante cerca de três horas basicamente explicou que nos últimos 10 anos sempre foi visto pelas administrações da Media Capital como uma espécie de mal necessário, com os administradores a aproveitarem as suas ausências para tomarem decisões, Moniz a fingir que não percebia que pretendiam alterar a linha editorial ou, já na recta final, as confidências que o CEO da empresa lhe fazia após as reuniões com a Prisa. Se tudo isto fosse ficção, até tinha piada.</p>
<p>Falta só uma semana para terminarem as inscrições para os Prémios de Design Meios &amp; Publicidade ’10. São 23 as categorias a concurso (pág. 23), às quais se juntam  o prémio Agência do Ano e Grande Prémio. Mais informação em  http://premiosdesign.meiosepublicidade.pt/</p>
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		<title>3D</title>
		<link>http://www.meiosepublicidade.pt/2010/03/19/3d/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 05:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.566]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme Avatar levou a tecnologia 3D para a cultura popular e ajudou a perceber que o meio cinema, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-99004" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/03/19/3d/rui-marques-2/"><img class="alignright size-medium wp-image-99004" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/03/Rui-Marques-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>O filme Avatar levou a tecnologia 3D para a cultura popular e ajudou a perceber que o meio cinema, muitas vezes dado como moribundo devido à pirataria, é capaz de arrastar um milhão de portugueses até às salas para experenciarem a nova etapa do cinema digital. Surgem agora em cartaz mais filmes em 3D e da Coreia do Sul chegam já notícias de salas da próxima geração – 4D – em que os espectadores se sentam em cadeiras que se mexem, sentem os cheiros e têm outro tipo de iluminação que tornam o visionamento de um filme uma experiência ainda mais realista.</p>
<p>A televisão poderá seguir uma revolução semelhante e, no caso português, parece ter a Zon e o Meo como impulsionadores. Na passada sexta-feira, a plataforma da PT arrancou com uma campanha que pretende partilhar a experiência 3D através da publicidade. Exibida nos três canais de sinal aberto em simultâneo antes dos telejornais, o filme de estreia obteve, segundo a marca, um share de 85,5 por cento. Este é o ponto de partida de uma estratégia que deverá ter novos episódios. Esta terça-feira foi a vez da Zon apresentar um canal em 3D.</p>
<p>Por enquanto, o canal está já em fase de demonstração com trailers de filmes 3D na área de videoclube, mas vai estar disponível para clientes que tenham box de alta definição. Para tal, têm de possuir um televisor específico que permita experenciar o 3D. Panasonic, Sony, LG, Philips e Samsung estão a trabalhar nesse sentido e nos próximos meses vão colocar à venda os seus televisores de última geração. O entrave à massificação reside no preço, dado que os valores avançados para o mercado norte-americano variam entre os cinco e os seis mil dólares.</p>
<p>É dos EUA que vêm algumas pistas sobre o que poderá representar esta tecnologia para a área dos conteúdos. O canal desportivo ESPN quer arrancar em Junho com o ESPN 3D, prometendo transmitir durante o primeiro ano de existência 85 eventos usando essa tecnologia. A Discovery Communications, a Imax e a Sony juntaram-se para lançar em 2011 um canal de televisão 3D com entretenimento, desporto e documentários. É esperar para ver (com óculos).</p>
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		<title>Prémios de Design  e de reputação</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Borges Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.565]]></category>

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		<description><![CDATA[Há duas semanas anunciámos neste espaço os Prémios de Design Meios &#038; Publicidade ’10, iniciativa que pretende premiar o melhor design nacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98738" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/03/05/premios-de-design-e-de-reputacao/carla/"><img class="alignright size-medium wp-image-98738" title="Carla" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/03/Carla-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Há duas semanas anunciámos neste espaço os Prémios de Design Meios &amp; Publicidade ’10, iniciativa que pretende premiar o melhor design nacional. Mas em 2010, para além da área do design (gráfico geral, webdesign e editorial), vamos também premiar a comunicação empresarial e relações públicas, uma iniciativa conjunta do M&amp;P e da APECOM. As categorias a concurso, o regulamento e o júri serão divulgados nas próximas semanas e a entrega dos Prémios Reputação, aos quais poderão concorrer empresas/marcas, consultoras de comunicação e profissionais individuais, terá lugar a seguir ao Verão.</p>
<p>Entretanto, no início de Abril serão conhecidos os vencedores da primeira edição dos Prémios de Design. 19 de Março é o último dia para a entrega dos trabalhos (não havendo prolongamento de prazo) que serão avaliados nas duas semanas seguintes.</p>
<p>Rui Vieira, director-criativo da Fullsix Portugal, cargo que nos últimos seis meses acumulou com a direcção criativa do escritório da network em Nova Iorque, e um dos mentores do festival OFFF, junta-se a Jorge Silva, Lourenço Lucena, Gonçalo Cabral e Hugo Figueiredo como jurado, reflectindo assim o júri também a área digital. A informação sobre os prémios pode ser acompanhada em http://premiosdesign.meiosepublicidade.pt.</p>
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		<title>Do YouTube ao Facebook</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 05:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Oliveira Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião :: Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.564]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quando registámos o domínio do YouTube em 14 de Fevereiro de 2005, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98300" href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/02/26/do-youtube-ao-facebook/rui-marques/"><img class="size-medium wp-image-98300 alignleft" title="Rui Marques" src="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2010/02/Rui-Marques-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>“Quando registámos o domínio do YouTube em 14 de Fevereiro de 2005, queríamos criar um lugar onde qualquer pessoa com uma câmara de vídeo e uma ligação à internet pudesse partilhar uma história com o mundo. Cinco anos depois, estamos mais comprometidos que nunca com as crenças e os princípios fundamentais que nortearam a criação do YouTube”, referiu Chad Hurley, um dos fundadores do portal de vídeo que comemorou no início desta semana cinco anos de existência. O YouTube ainda anda à procura de um modelo que rentabilize devidamente os milhões de visitas que capta diariamente para verem tanto uns filmes com pouco mais de centenas de visualizações como vídeos que deram origem a fenómenos globais. Susan Boyle (Britain’s Got Talent) é disso exemplo. Na área da comunicação, o flashmob da T-Mobile, em que dezenas de pessoas começavam a dançar “espontaneamente” numa estação de comboios de Londres, deu volta ao mundo e levou várias marcas a seguirem as mesmas pisadas. Em Portugal o detergente Surf e a ANA/TAP organizaram flashmobs no centro comercial Vasco da Gama e no aeroporto da Portela à espera que os vídeos circulassem na internet e merecessem a atenção dos media mainstream. Cavaco Silva também tem sido adepto desta ferramenta para comunicar directamente com os portugueses e a Toyota, a braços com uma crise de imagem sem paralelo na sua história, optou, entre outros meios, pelo YouTube para pedir desculpa aos seus clientes pelo problema técnico no acelerador de várias viaturas. Mas o princípio da web 2.0, isto é, em que qualquer pessoa pode criar e partilhar conteúdos, assistiu em 2007 ao nascimento de outro protagonista de peso. Nos EUA os internautas já passam sete horas por mês no Facebook, mais do que tempo somado que dedicam ao Google, ao YouTube ou à Wikipedia. O YouTube chegou a ser descrito como a televisão do futuro, mas o verdadeiro canal digital de contacto directo com o consumidor chama-se agora Facebook. Nos próximos anos, os fenómenos de comunicação mais interessantes deverão passar por aqui.</p>
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