O “mínimo indispensável”, um “percurso a fazer”, “não satisfazem”.
Apesar da entrada do I, lançado em Maio do ano passado, e dos 8.8 mil exemplares que o Correio da Manhã vendeu a mais,
O fim do 24Horas e do Global Notícias, oficializado esta semana, tornou mais evidente o estado de crise com que o sector de media nacional, em particular a imprensa, se tem vindo a debater.
A história do regresso do Fizz Limão ao palato dos portugueses este Verão é digna do argumento de um filme de Hollywood,
Entre “um disparate”, um acordo “sem pés nem cabeça” e que “sempre foi justificado politicamente”
A análise da situação no terreno e o actual estado da economia nacional levaram a Associação de Rádios de Inspiração Cristã (ARIC) a agir.
O sector rádio é aquele no qual se assistirá a uma variação mais positiva de 2010 para 2011 e nos jornais “parece existir um maior optimismo”
Quando se olha para os números do investimento publicitário na imprensa parece quase uma heresia manter um pensamento optimista para o futuro do sector.
Novos canais e revistas. O segmento infanto-juvenil parece estar a viver uma segunda vida no mercado português, depois do encerramento de títulos ocorrido o ano passado.
Se as notícias são cada vez mais uma experiência partilhada e multiplataforma, até que ponto os media tradicionais e as redes sociais emergentes partilham a mesma agenda mediática?