“À medida que os utilizadores reclamam a sua privacidade na internet, isso vai colocar nos próximos dois anos novos desafios [à indústria]”. Para Oliver Pischke, managing director da Spring (Alemanha), é esta uma das questões que vai marcar o sector de medição online, sobretudo a medição site centric. “As pessoas têm uma ideia exagerada sobre [...]
O futuro é multiplataforma e a internet é a sua rainha.
2009 não foi um ano generoso para a imprensa generalista.
Em poucas semanas o segmento das revistas masculinas assistiu ao fim da FHM e ao nascimento da Playmate. João Araújo, director da Playboy, nega qualquer relação entre os dois factos.
Na última semana, a preferência dos espectadores portugueses continuou a recair sobre a TVI, cujo share de audiência atingiu os 32,5% no All Day e os 36,8% no Prime Time.
A Cofina terminou o último ano com um resultado líquido positivo de 17 milhões de euros, contra os 73,3 milhões negativos de 2008. O EBITDA situou-se nos 21,4 milhões de euros, um aumento de 5,2% face ao mesmo período de 2008.
A holding de Francisco Pinto Balsemão fechou 2009 com um resultado líquido positivo de 7,783 milhões de euros
Dan Calladine avisou logo no inicio do debate.“É muito difícil medir o efeito dos social media”, alertava o head of media futures, da Carat Global Management (Reino Unido), no debate de ontem Cracking the Code of Social Media Measurement, no I-COM.
“Quem de vós acha que devemos ter uma mesma moeda para medir os três ecrãs?”, questionou Layla Pavone, managing director da Isobar e presidente do IAB Itália. Levantaram-se algumas mãos. “E quem acha que não?”, insistiu. Levantaram-se outras tantas mão”.
Quatro mil milhões de telefones móveis no mundo e 3.9 mil milhões de utilizadores. Estes foram alguns dos números trazidos ao encontro mundial do I-COM pelo moderador do debate Mobile Media Measurement Revisited: From Hype to Reality, Peter Johnson, VP research & strategy da MMA, Estados Unidos.