Como será a Web Summit nos próximos 10 anos?

Por a 8 de Novembro de 2018

IMG_2886Apesar da insistência dos jornalistas, Paddy Cosgrave prefere não adiantar pormenores relativos aos projectos que tem para a Web Summit nos próximos anos em Lisboa. “Neste momento sinto que estou no meio de um jogo de futebol. O jogo ainda está a decorrer. Não consigo dizer que vamos evoluir nos próximos anos”, disse o CEO da Web Summit durante a conferência de imprensa que decorreu esta quinta-feira, último dia do evento. Em termos de participantes “estamos num pico” para conseguir manter “o conforto” de quem participa no evento. “Podemos crescer no próximo ano mas será complicado” uma vez que “existe constrangimento de espaço”, reforçou, preferindo não adiantar quais as expectativas de visitantes.
“Há limites para qualquer evento com esta escala. O importante é a diversidade e qualidade do espaço.” Só a partir de 2021 e 2022 é que o número de participantes poder será bem maior que os actuais 70 mil, com a concretização da ampliação da FIL.
Em termos de novos formatos, Paddy Grosgrave sugeriu que poderá haver, no futuro, à noite, no centro de Lisboa,, entrevistas mais longas ao vivo para 400 pessoas, com “pessoas fascinantes” para aprofundar temas que passam pelo palco principal do Altice Arena. Paddy Cosgrave referiu ainda que tem recebido sugestões de vários portugueses para organizar “summits” dedicadas ao vinho, gastronomia e golfe. “O vinho português tem sido subvalorizado, historicamente está abaixo do preço que seria normal. As pessoas vêm cá e ficam surpreendidas com o vinho”, exemplificou.
Paddy Cosgrave referiu ainda que este foi o primeiro ano em que foram envolvidos artistas na criação de instalações no recinto da Web Summit, dando como exemplo o trabalho de Vhils e de Pedro Pires (Solid Dogma).

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