Os planos de crescimento do grupo Vila Galé passam por Portugal e Brasil

Por a 11 de Junho de 2018

vila galeEm menos de um ano, o Grupo Vila Galé já abriu três unidades hoteleiras em Portugal – Vila Galé Porto Ribeira, Vila Galé Sintra e Vila Galé Braga (foto) – e prepara-se para abrir a sua oitava unidade no Brasil, o Vila Galé Touros, no final do próximo mês de Julho. O grupo hoteleiro liderado por Jorge Rebelo de Almeida não se fica por aqui e, além dos hotéis já anunciados com abertura prevista para o próximo ano – Vila Galé Elvas e Vila Galé Serra da Estrela -, tem em calha mais novos projectos em Portugal, mas também no Brasil, como adiantou o empresário à margem da inauguração do Vila Galé Collection Braga que decorreu no passado dia 9 de Junho.
Um dos projectos será no Douro, concretamente no concelho de Armamar  no limite com o de Lamego, na Quinta das Amendoeiras, numa parceria com o empresário António Parente, que também tem negócios na área hoteleira (Grupo AP Hotels & Resorts), mas também na área dos vinhos com a Quinta de São Sebastião.  “A Quinta das Amendoeiras é uma realidade, mas ainda não tenho totalmente definidos os contornos do projecto”, explicou aos jornalistas, indicando que o mesmo deverá estar focado no enoturismo. A Quinta das Amendoeiras é uma propriedade com cerca de 40 hectares, que vai albergar um hotel com 40 quartos e “vai ser uma peça inspirada em Piódão, com uma vista de perder o fôlego”. Jorge Rebelo de Almeida espera ter o projecto pronto ainda em 2019, mas revela que ainda está em negociações com a APA – Agência Portuguesa do Ambiente, a CCDR do Norte e a Direcção Geral do Património.
Ainda no Douro, o grupo hoteleiro está à espera de aprovação para expandir a sua actual unidade Vila Galé Collection Douro, aumentando para mais oito quartos a sua oferta. “Só 38 quartos é difícil de gerir”, indica.
Mais a sul, o presidente do Grupo Vila Galé indicou que também se deverá candidatar novamente a um dos concursos lançados pelo programa do Governo, o Revive, concretamente para a Coudelaria de Alter, em Alter do Chão. “É um projecto difícil”, admite, explicando que este “não está integrado em nenhum fluxo turístico criado. A Coudelaria tem de ser um destino a criar. Aquele projecto tem de ter um hotel bom, nós não temos dificuldade em fazer um hotel bom, temos sim em rentabilizar esse hotel. Um operador independente é muito difícil viabilizar aquilo e mesmo nós, com o nosso potencial e com a nossa diversidade, temos dificuldade em viabilizar. Se não houver, em paralelo, um esforço por parte do Estado , que espero que exista, de revitalizar a Coudelaria, o nosso projecto vai ser um buraco”. O responsável não descarta ainda a possibilidade de olhar com mais atenção para a cidade de Portalegre, onde também estão dois imóveis integrados no Programa Revive. O foco deverá recair sobre o convento de São Francisco.
No Brasil, onde vai abrir o Vila Galé Touros, que caracteriza por ser um “investimento pesado” de 130 milhões de reais, o grupo hoteleiro está a estudar novos projectos também. O responsável revela que tem propostas de três estados no nordeste brasileiro, sendo um deles Pernambuco, em Una, onde poderá vir a surgir o Vila Galé Costa do Cacau.  Outro será o Rio Grande do Norte, onde vai surgir o Vila Galé Touros: “tem espaço para fazer um resort para o lado de Pipa”; e também o norte do Ceará poderá vir a receber mais um projecto do grupo português.

Fonte: Publituris

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