O ódio do LPM ao M&P e… a mim!

Por a 6 de Fevereiro de 2016

lpm_cartoonO LPM deve ser um homem muito especial… Será que ele vive a vida com a mesma intensidade com que vive o ódio?

Ódio que o perturba ao ponto de continuar a querer vingar-se de mim, ao fim de 7 anos, por algo que só a ele próprio se deve?

Ao longo destes 7 anos inventou os mais variados pretextos para escrever mal de mim, para me insultar e também à minha empresa Workmedia e ao nosso prestigiado jornal M&P, a que insultuosamente chama de “pasquim”!

E porquê tudo isto? Porque não suporta assistir ao contínuo crescimento de importância e de credibilidade do M&P que apesar de todos os esforços do LPM, e das crises financeiras do país, continua de pedra e cal a liderar o mercado! Vejam bem, o M&P sempre teve um director em exclusivo e uma redação composta por três jornalistas. Profissionais que produzem diariamente conteúdos para o site e para o jornal quinzenal. Jornalistas verdadeiramente conhecedores dos temas da comunicação, media, marketing e publicidade. Comparamos com o Briefing? A sua directora, sem qualquer critica à sua competência, acumula o cargo com quatro outras publicações. Como é que se pode ser especialista em temas tão diferentes como comunicação, turismo, advocacia, distribuição, telecomunicações, internet, comercio, sei lá que mais. E  Briefing esse que não menciona sequer o nome de um único jornalista na ficha técnica do seu site e que não publica uma única notícia assinada por alguém, um nome, uma pessoa? Mas enfim, ao LPM dá-lhe gozo chamar-nos pasquim.

O LPM foi um nome importante no mundo da  comunicação empresarial e política. Conseguiu ao longo da sua carreira nesta área criar uma das maiores agências de comunicação do país e trabalhou com importantes políticos como José Sócrates e importantes empresas como o BES, entre muitas outras. Mas, no meio de tanta influência e sucesso… calhou em embicar comigo e com o M&P!!! Ou melhor, talvez ao contrário, ele odeia mesmo é o M&P, mas estrategicamente insulta-me a mim, pessoalmente, pois ele precisa de um “culpado”.

Até agora nunca respondi aos seus insultos e acusações, sempre gratuitos, pois não faz parte do meu feitio andar a perder tempo em guerras e penso que de facto nunca de lá se sai incólume. Mantenho-me firme nesse propósito, mas desta vez não tenho outra hipótese senão a de responder educadamente, na defesa do meu bom nome e da minha empresa e de todos os que nela trabalham, com uma competência inquestionável.

Pois o Briefing não publicou o meu Direito de Resposta, e não cumpriu a obrigação que lhe é imposta pela lei. Porquê? Porque o ódio não lhe permite “voltar atrás”…  Não consegue!

Pela minha parte, não tenciono preocupar-me  muito com este tema, não é importante para mim e, sinceramente, não odeio ninguém, nem mesmo o LPM, apesar de toda esta perseguição, que diria quase obsessiva. Tenho que o aceitar como uma pessoa que gosta de alimentar quezílias e conflitos, e perceber que todos temos fraquezas. Talvez ele não consiga aperceber-se das suas…

Não pretendendo, como referi, “alimentar” esta guerra sem causa e sem nível que o LPM nos moveu, à Workmedia e a mim. Rsta-me ponderar o recurso a todas as iniciativas judiciais que me são permitidas para reposição dos valores atingidos, pois acredito que a lei protege as pessoas e as entidades que são gratuitamente insultadas e cujo bom nome é publicamente questionado. Só isso!

Mas para que se possa perceber a verdadeira razão de tão grande ódio, basta ler a famosa entrevista que o M&P fez ao LPM, em Setembro 2008, a propósito da sua entrada em Angola, e em que ele se descontrola totalmente perante um jovem jornalista que lhe fez algumas perguntas que se revelaram inesperadamente incómodas. Aqui a têm:

http://www.meiosepublicidade.pt/2008/09/“gostavamos-de-ser-a-agencia-do-regime-em-angola”/

Como verão, o único problema da entrevista foi a sua péssima reacção a duas perguntas que o levaram a irritar-se tanto que acabou por fazer uma triste figura… Mas que não diga que a culpa foi do M&P, que só faz (e fez) o seu trabalho! Os incómodos gerados com tais perguntas nunca foram bem digeridos pelo LPM e, por isso, … nunca nos perdoou.

Será isto explicação para tanto ódio?

Luís Paixão Martins, escusa de agradecer.

Por Pedro Corrêa Mendes, administrador da  Workmedia

Leia aqui o texto do Direito de Resposta que o Briefing não publicou dentro do prazo legal: Scann Carta Briefing

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