Dinheiro Vivo em papel a partir de Sábado

Por a 30 de Agosto de 2011
André Macedo

A publicação económica Dinheiro Vivo, até aqui exclusivamente digital, conhecerá a sua versão impressa semanal já a partir do próximo sábado. O caderno homónimo, que terá entre 24 e 32 páginas, será distribuído juntamente com o Jornal de Notícias e com o Diário de Notícias, publicações da Controlinveste, empresa esta à qual o Dinheiro Vivo pertence. “Vamos ter o alcance do suplemento do Expresso, talvez até mais, o que nos dá acesso a muita informação”, afirma, em declarações ao M&P, o seu director, André Macedo. “Já lancei a Sábado e o i, nos dois casos tive de fazer o caminho a partir do zero. Não havia fontes, as pessoas não conheciam a marca. No caso do Dinheiro Vivo, noto que, como também gerimos a informação económica do DN e do JN, temos acesso directo aos decisores do país”, prossegue o responsável.

“A nossa primeira meta é criar uma marca de informação: ou seja, fazer com os leitores ganhem e sintam confiança quando lêem o nosso jornal digital, as apps ou, a partir desta semana, a extensão do Dinheiro Vivo em papel”, sublinha André Macedo. “Ter uma marca valiosa é ser dono do metro quadrado mais caro do mundo, um pedacito na cabeça das pessoas”, diz. Por outro lado, assinala, “o facto de também fazermos comentários na TSF e de em breve termos um programa semanal, também nos dá músculo e visibilidade. Ou seja, apesar de ser uma publicação de economia, o que limita o universo de interessados, já somos conhecidos no meio e entre os leitores”, concretiza André Macedo.

“No caso do caderno em papel, estão lá as sementes para que, dentro de seis meses, sejamos os melhores nesse segmento: informados, atentos, agressivos quando for esse o caso, divertidos”, adianta, frisando ainda: “temos um ponto de partida: queremos mostrar a economia; mostrar, não apenas comentar”.

André Macedo avança também que em breve será lançado no site o canal (secção) Dar. Trata-se de “um espaço onde os nossos leitores podem dar o que não querem: cães, gatos, móveis, jogos, discos, coisas. São classificados gratuitos para quem quer dar. É mais um serviço, mais uma razão para trazer leitores ao Dinheiro Vivo”, remata o responsável.

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