Num segmento em quebra, o Correio da Manhã continuou a reforçar a sua média de circulação paga. Nos primeiros seis meses do ano o título da Cofina fixou a sua média de circulação paga nos 122.710 exemplares, mais 6,6% e 7.616 exemplares que em igual período do ano passado. No primeiro semestre a média de circulação paga do título dirigido por Octávio Ribeiro representa 43,3% da média de circulação paga do segmento dos diários, que no período se fixa nos 283.414 exemplares (-4,9%).
No semestre, o Jornal de Notícias cai 11,8%, para os 84.936 exemplares, o Diário de Notícias quebra em 19,5%, para os 30.440 exemplares, e o Público assinala uma descida de 15,8%, fixando a sua média de circulação paga nos 33.039 exemplares. O I não regista a mesma tendência negativa no período, subindo 30,7%, para uma média de circulação paga de 12.289 exemplares. Uma evolução face ao primeiro semestre do ano passado (o título foi lançado em Maio) que contou com o contributo decisivo do item vendas em bloco, que sobem de 511 para 5.309 exemplares, valor que representa 43,2% da sua média de circulação paga.
Na análise bimestral o cenário é mais positivo com o segmento a melhorar em 5,9% em relação ao bimestre anterior. Em Maio/Junho a média de circulação reforçou em mais de 16 mil exemplares, para os 297.864, fruto sobretudo das melhorias registadas na média de circulação do Jornal de Notícias (+12,7%) e do Diário de Notícias (+29,6%), fixando a média de circulação paga dos dois títulos da Controlinveste nos 87.991 e 32.751 exemplares, respectivamente. O CM sobe 0,1% no período, com apenas o I a registar um bimestre em queda (-8,8%).