Luís Merca recebeu uma proposta de rescisão da Progresa/MCE. Ao que o M&P conseguiu apurar, na base do afastamento do desde 2008 director da revista masculina estará sobretudo o “corte de custos” na editora que, tal como noticiou hoje o M&P, está a operar uma diminuição dos seus quadros que deverá atingir entre “oito a 10 pessoas. De acordo com as fontes ouvidas pelo M&P, o afastamento de Luís Merca poderá estar também relacionado com eventuais alterações de conteúdo e de abordagem ao mercado da publicação que não colhem junto dos actuais responsáveis editoriais. Um eventual substituto para Luís Merca na direcção da Maxmen ainda não estará definido, mas de acordo com a informação recolhida M&P, a editora já fez sondagens no mercado para um novo director. O actual editor da revista, Hugo Vinagre, terá sido também abordado nesse processo.
Além da Maxmen, a redução de quadros estará também a afectar a MC Factory, unidade de custom publishing, bem como o departamento gráfico da editora. Este último, foi comunicado aos colaboradores na passada semana, terá sido fundido com o departamento de produção, sob a liderança de Ramiro Agapito, actual director de produção. No âmbito deste processo terá sido afastado o director de arte da MCE/Progresa, Pedro Leitão, ficando a editora sem um responsável pela direcção de arte em Portugal.
Até ao momento não foi possível obter um comentário de Luís Merca.