As 11 agências que estavam a participar no concurso do Turismo dos Açores foram excluídas da consulta. Segundo informações recolhidas pelo M&P, as agências foram notificadas na passada quarta-feira de que todas as propostas continham algum tipo de problema ou questão relacionada com o caderno de encargos. Mesmo assim, a Mybrand, Opal, Brandia Central, Comeo, Fischer, JWT, Ativism, Euro RSCG, TBWA, DraftFCB e Young & Rubicam/HDG, as agências que estão a participar no concurso, têm cinco dias para reformularem as suas propostas. O problema terá origem, segundo fontes ouvidas pelo M&P, na complexidade do caderno de encargos. O jornal Correio dos Açores também já referiu que o caderno de encargos é “demasiado exigente e complexo, criando extremas dificuldades aos concorrentes na apresentação de uma proposta que, em rigor, preenchesse integralmente todos os requisitos”. O mesmo jornal adiantava que a “solução apresentada pelo júri será a adjudicação directa do investimento de 30 milhões de euros na promoção turística dos Açores”, um cenário que o M&P não conseguiu confirmar junto da Associação de Turismo dos Açores.
O concurso aberto em Abril pretende encontrar uma agência para assumir a publicidade em Portugal e, a nível internacional, nos países escandinavos, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos e Canadá. Trata-se de um investimento de 30 milhões de euros, que aloca 200 mil euros à criatividade, 800 mil à produção e 29 milhões de euros aos meios.