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Marketing :: Artigos de Fundo

Sistema do iPhone bate a concorrência

6 de Novembro de 2009 às 05:29:39, por Meios & Publicidade

Desde que os telemóveis se tornaram pequenos computadores, com capacidades muito acima dos primeiros terminais, as discussões sobre os melhores modelos alargaram-se ao software. Nos últimos tempos, com a chegada do iPhone e a entrada do Google neste mercado – com o sistema operativo Android, a discussão aumentou de tom. O barómetro quinzenal E. Life Seara.com/Meios & Publicidade foi perceber quais são afinal os sistemas operativos para telemóveis preferidos pelos blogueiros nacionais.A verdade é que a análise, realizada entre Janeiro e Outubro de 2009, não deixa margem para dúvidas: o sistema operativo do iPhone gerou mais comentários espontâneos durante os últimos 10 meses. Para este verdadeiro domínio em termos de referências na blogosfera portuguesa, muito contribuiu a chegada do novo iPhone 3GS, um dispositivo com muitas funcionalidades que não existiam no seu antecessor. Com efeito, o novo dispositivo móvel da Apple confunde-se com as potencialidades do seu sistema operativo, surgindo comentários que misturam ambos. Neste ranking, o único que consegue estar de alguma forma próximo do iPhone OS é o Windows Mobile. A entrada do sistema operativo em Portugal e a criação de uma loja de aplicações Windows para telemóveis, à semelhança da Appstore, estiveram no top dos temas mais discutidos.

Os últimos três sistemas que fecham o ranking são, respectivamente, o Android, o Blackberry OS e o Symbian, utilizado nos telemóveis Nokia. A novidade introduzida pelo Google, que dá pelo nome de Android, garantiu o terceiro lugar para a marca, dada a curiosidade que gerou entre os utilizadores. Os dois últimos sistemas operativos móveis registaram um número reduzido de posts.

O mais importante é destacar que estes softwares são comentados em discussões mais abrangentes, que referem os modelos em que estão instalados, as marcas e as próprias operadoras que os lançam em Portugal. Isto prova o grau de conhecimento dos consumidores portugueses sobre este tipo de dispositivos e a capacidade que possuem para influenciar outras pessoas.