Venderem-se menos cerca de 20 mil exemplares de jornais diários nos primeiros oito meses do ano. De acordo com os últimos dados do APCT, o segmento caiu face a Janeiro/Agosto do ano passado 5,66%, para uma média de circulação paga de 328.502 exemplares.O Correio da Manhã mantém a liderança do segmento com 117.914 exemplares de média de circulação paga, tendo subido 0,86%, face aos primeiros oito meses do ano passado. O título da Cofina é o único a crescer no acumulado do ano, com o Jornal de Notícias a cair 12,7%, para os 94.234 exemplares, a maior em número de exemplares do segmento (-13.704 exemplares), tendência de queda acompanhada pelos restantes títulos do grupo Controlinveste. No acumulado do ano, o 24Horas desce 22,51% (-8.591 exemplares), para uma média de circulação paga de 29.574, e o Diário de Notícias diminuiu 17,52% (-7.688 exemplares), para os 36.182 de média de circulação paga. O Público, terceiro diário com a maior média de circulação paga, cai no período 6,62% (-2.738 exemplares), para uma média de circulação de 38.593 exemplares. O I, o mais recente diário generalista a surgir em banca, apresenta de Maio a Agosto uma média de circulação paga de 12.005 exemplares.
No bimestre, as notícias são mais positivas para o segmento que cresce 3,4%, para os 320.085 exemplares de média de circulação paga. Contudo, com excepção do Correio da Manhã, que melhora em 8,5%, para os 126.102 exemplares, o seu desempenho, todos os títulos descem face ao bimestre anterior. A maior face a Maio/Junho, em número de exemplares (-6.005) e percentual (-20,4%), é a registada pelo 24Horas. O título em Maio efectuou a mudança de grafismo e formato. O I no bimestre obtém 14.314 de média de circulação paga.