No primeiro semestre o segmento dos diários caiu 7,56% a sua média de circulação paga face a igual período do ano passado, fixando-a nos 320.179 exemplares, ou seja, menos 26.171 exemplares. De acordo com os dados do APCT, no acumulado do ano todos os títulos vêem cair a sua média de circulação, tendência de quebra que afecta também, embora de forma muito ligeira, o líder do segmento, o Correio da Manhã (CM), que no período desce 0,18%, ou seja, 202 exemplares para uma média de circulação paga de 115.094. No semestre a maior descida em número de exemplares é a ocorrida com o Jornal de Notícias (JN) que cai 10.166 exemplares, para uma média de circulação de 96.309 exemplares (-9,55%), seguida do Diário de Notícias (DN), que quebra 7.226 exemplares, para os 37.811 exemplares (-16,04%), e do 24 Horas: menos 5.181 exemplares (-14,04%), fixando a sua média de circulação paga nos 31.713 exemplares. O Público também vê descer 7,96% a sua média de circulação, fixando a sua média de circulação no semestre nos 39.252 exemplares, segurando a terceira posição de diário com maior média de circulação. A análise do bimestre os números são mais positivos para o segmento. Em Maio/Junho a média de circulação do segmento sobe 0,7%, para os 309.493 exemplares, com a generalidade dos meios a subir o seu desempenho, com o Público a registar o maior crescimento percentual (+13%) e em número de exemplares (+ 4.618 exemplares), para os 40.184 exemplares de média de circulação paga. Evolução também ocorrida no CM que sobe 3.444 exemplares (+3,1%), para 116.204 de média de circulação paga, e pelo DN, mais 2,8% e 879 exemplares, para 32.808 de média de circulação paga. As excepções são o JN que quebra 4,2%, para os 90.928 exemplares e o 24 Horas. O título do grupo Controlinveste que em Maio operou uma reformulação gráfica e de formato, viu a no bimestre de Maio/Junho a sua média de circulação paga cair 8,7% face ao bimestre anterior, fixando-a nos 29.369 exemplares. O I, título lançado em Maio, não tem os dados disponíveis no APCT.