O Sindicato de Jornalistas pediu a “intervenção urgente” da Autoridade para as Condições de Trabalho junto das redacções do Primeiro de Janeiro e Motor, no Porto, títulos onde os jornalistas estão com os salários em atraso.Os cinco jornalistas que asseguram a edição de O Primeiro de Janeiro não recebem o salário há três meses, enquanto que os do Motor não recebem há oito meses. Subsídios de férias e de Natal do ano passado ainda não foram pagos, nem os de férias relativos a este ano aos jornalistas que já gozaram férias, alerta o Sindicato em comunicado. O organismo sindical, relembra ainda que “além destes profissionais, três dezenas de jornalistas, despedidos ilegalmente no final de Julho do ano passado, continuam sem receber os respectivos créditos e reclamar os seus direitos”.