O Le Monde optou por recapitalizar a empresa, que deverá concretizar-se até 2010, como condição para receber um empréstimo de 25 milhões de euros que permita a continuidade do funcionamento do jornal. Segundo avançou o Les Echos, essa foi a exigência feita pelo BNP Paribas e Natixis para que a o título efectuasse a operação de crédito. Como garantia, os credores exigem o semanário Telérama, justificando não existirem garantias que os resultados operacionais do banco nos próximos anos permitam a devolução dessa quantia. Em 2008, a circulação do Le Monde caiu em 5,1% para os 300.522 exemplares.