Algumas dicas para ajudá-lo a escrever os case studies da sua empresa: clareza, diversidade, objectividade, simplicidade e rigorUsados de forma correcta, os case studies podem constituir uma excelente ferramenta para comunicar aos clientes o valor da sua empresa, produto ou serviço. Consciente disso, Martin Middlewood, num artigo publicado no Marketing Profs, aponta o caminho a seguir se quiser “desenhar” uma boa trama para contar as histórias de sucesso da sua empresa.
Em primeiro lugar, o case study deve ser “vendido” ao cliente sob uma perspectiva atractiva, onde devem constar os seguintes elementos: o contexto do negócio, as dificuldades com que se deparou, as soluções encontradas e os resultados. E Middlewood refere que “como toda a boa história, deve conter alguns pormenores que agucem o apetite do cliente”.
Depois há que evitar cair no erro de criar uma apresentação que seja aplicada a todos os mercados. Isso não funciona! “É melhor fazer alguns case studies e direccioná-los convenientemente para um determinado target”, lê-se no artigo.
Além disso, o uso de detalhes supérfluos torna o relato exasperante para quem a ouve ou lê. O uso dos aspectos mais relevantes é uma regra de ouro a seguir. Em excesso, só servem para confundir e enervar.
O case study deve referir as histórias interessantes e eficazes baseando-se na seguinte asserção: “show me, don't tell me”. Ou seja, “não basta dizer que se é o melhor. Tem de se mostrar” o caminho que a empresa percorreu para chegar a determinados resultados.
Quanto ao estilo, a escrita deve seguir o padrão jornalístico em detrimento da linguagem hiperbólica empregue pelos profissionais do marketing. A contextualização, os problemas e a resolução destes, devem ser expressos de forma clara e concisa.
Seguindo esta lógica, o autor conclui: “Não faça estudos de caso demasiado longos, uma vez que os clientes só aguentam ler três ou quatro páginas”. Pois bem, transmitir o essencial e captar a atenção do destinatário das suas mensagens é meio caminho para atingir o sucesso.