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Bareme Imprensa: Femininas e sociedade sobem, masculinas descem

10 de Julho de 2007 às 02:00:00, por Ana Marcela

A Máxima, com 2,6%, mantém nesta última vaga do Bareme Imprensa a liderança do segmento das femininas mensais em termos de audiência, seguida de perto pela Activa que fixa a sua audiência em 2,5%. Valores que significam uma variação homóloga positiva do título da Edimpresa de 31,58%.A maior subida homóloga percentual, no entanto, é a verificada na Vogue. A publicação da Cofina sobe as suas audiências de 0,9% para 1,4% (tanto face a igual período do ano passado como relativamente à vaga anterior) o que representa uma subida de 55,56%. A Cosmopolitan foi outro dos títulos, desta feita da Edimpresa, que subiu as suas audiências homólogas de 1,5% para 2%, o que representa uma subida de 33,33%.
De resto, o segmento das mensais femininas com 8,3% apresenta, uma variação positiva, tanto homóloga como relativamente à vaga anterior, de 16,9% e 12,16%, respectivamente, tendência positiva que atinge todos os títulos mencionados no Bareme sem excepção.
O segmento de revistas de Sociedade vê crescer na comparação homóloga as suas audiências de 11,3% para 12,6%. A revista Flash é o único título do segmento dos referidos no Bareme que assinala uma variação homóloga negativa (-6,25%), já na comparação com a vaga anterior o título da Cofina sobe a suas audiências, variando positivamente em 15,38%.
Vip e Lux são os títulos do segmento que apresentam as maiores variações percentuais homólogas, com a publicação da Impala a subir 40% (sobe de 1,5% para 2,1%) e a da Media Capital Edições 37,04% (sobe de 2,7% para 3,7%).
Na liderança do segmento e reforçando-o surge a Nova Gente que apresenta 6,7% de audiência nesta última vaga do Bareme, seguida de perto pela Caras com 6,6%.
Nas masculinas, o cenário já não é tão positivo. Quando feita a comparação homóloga o segmento cai de 6,4% de audiência para 6,2%, o que representa uma queda de 3,13%. Uma tendência de descida que afecta dois dos títulos masculinos citados no Bareme (Maxmen e Men's Health) na ordem dos 10%, sendo a excepção a FMH que, pelo contrário, vê a sua audiência reforçada passando de 2,6% para 3,3%, um crescimento de 26,92%.